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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Estava com esta expetativa para este debate mas tem sido uma entrevista feita de forma intercalada aos dois até aqui. 

Muito bem o Rui Tavares nesta troca de argumentos sobre a questão de onde é que a IL vai buscar os 5 mil milhões para as borlas fiscais.

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A Ana Gomes é muito boa.

Alguém de esquerda a debater com alguém de direita? 9 para o primeiro, 2 para o segundo. E siga.

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Se é para ouvir comentadores, é bom ficar pela RTP3

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Citação de HappyKing, há 12 minutos:

A Ana Gomes é muito boa.

Alguém de esquerda a debater com alguém de direita? 9 para o primeiro, 2 para o segundo. E siga.

O Nuno Ramos de Almeida também é o mesmo, ao qual não deve ser alheio o facto de ele estar envolvido no AbrilAbril que é detido pelo PCP(?)

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Citação de SAS_Robben, há 7 minutos:

Se é para ouvir comentadores, é bom ficar pela RTP3

Só vejo na SICN pela carolice. Seja à esquerda com o Nuno Ramos de Almeida e a Ana Gomes seja à direita com Ferrãos, Ângelas e o suprassumo Miguel Morgado.

Mas para uma análise minimamente séria a RTP3 é boa sim (e creio que não dão notas. Pelo menos quando vi não deram, o que é positivo). 

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mw-1280

Spoiler

Pedro Candeias

Inês Sousa Real - 4

Nuno Melo - 6

Confesse: esperava que este debate se pudesse transformar numa caricatura entre uma defensora acérrima dos animais e vegan, e um “omnívoro” que gosta de caça, de armas e de tourada.

Não aconteceu, até porque o debate só caiu para esse lado mesmo, mesmo no final quando a moderadora fez a pergunta que teria de ser feita — parafraseando Clara de Sousa — senão ninguém a perdoaria.

De resto, foi assim:

Inês Sousa Real procurou apontar tudo o que estava mal no país, e que nenhum Governo (socialista ou social-democrata) resolveu, nomeadamente na saúde e na habitação.

Quanto à Defesa, defendeu que Portugal não tem capacidade para se meter na industrialização do armamento e que devia focar-se em missões de manutenção de paz. O debatente que tinha à sua frente chamou a isso um discurso de “concurso de Miss Mundo”. Foi, como sempre, bastante prolífica, mas não foi eficaz a apresentar soluções para as questões identificadas; nem quando procurou incomodar o adversário com o flagelo dos números da violência doméstica em Portugal.

Já Nuno Melo projetou o futuro, garantindo profeticamente que daqui a quatro anos os “problemas dos portugueses” estariam mitigados. Porquê? Porque, diz ele, se em 11 meses o Governo fez o que fez, imagine-se numa legislatura completa. Exemplo: em menos de um ano, entregaram-se duas mil casas; em quatro, prometeu, conseguirão chegar às 50 mil, para grande espanto e curiosidade da moderadora.

O otimismo, para o qual não há contrafactual possível pois ainda não se inventou uma máquina do tempo, foi a estratégia usada por Nuno Melo.

Repetindo e repetindo o argumento dos aumentos das “19 classes profissionais da função pública”, o líder do CDS previu que tudo seria ainda melhor se deixassem a coligação governar outra vez.

Saiu-se melhor que a oponente.

Vítor Matos

Inês Sousa Real - 4

Nuno Melo - 6

Nuno Melo começou pior, com dificuldade em justificar a participação no debate como jogador substituto do craque num jogo da segunda divisão, mas foi ganhando preponderância ao longo da meia hora da discussão.

Inês Sousa Real que arrancou melhor, foi perdendo por excesso de verborreia, através de uma fórmula pouco eficaz de comunicação televisiva, que é fazer listas e enumerações - sejam medidas do PAN ou críticas a medidas do Governo - falando de coisas tão importantes como o chumbo da violação como crime público, sem conseguir confrontar Nuno Melo sobre qual a sua posição sobre o problema.

Enquanto Nuno Melo foi sendo mais convincente - mesmo naquilo que é a propaganda oficial do Governo -, a líder do PAN teve dificuldade em contrariá-lo e em explicar porque é que as suas propostas seriam melhores na habitação ou na imigração, por exemplo. Nem mesmo quando Clara de Sousa situou o debate no seu terreno - as touradas e a proteção animal - a líder do PAN conseguiu sair dos lugares-comuns, ir ao coração dos eleitores do PAN e confrontar Nuno Melo com o facto de ser caçador ou defensor de touradas.

 

Quando falaram sobre Defesa, um tema crucial neste momento, Nuno Melo não teve muita dificuldade em colocar a deputada ao nível do discurso “miss Mundo”, num mudo que não está para concursos de boas intenções. “E se os nossos militares tiverem de combater, vão como quê?” A líder do PAN apenas disse que isso era “irrealista”. O quê?


Eunice Lourenço

Inês Sousa Real - 4

Nuno Melo - 7

Duas picaretas falantes, Inês Sousa Real e Nuno Melo debateram de facto e mostraram bem o que os separa.

Melo esteve bastante melhor do que no seu primeiro debate, com Isabel Mendes Lopes, do Livre, a começar logo pelo início em que se deixou de justificações sobre a substituição de Montenegro em três dos frente a frente.

Esteve também melhor na Defesa, apontando o irrealismo de Sousa Real e fazendo uma defesa do papel das Forças Armadas tanto em paz como em situações de conflito. E na ponta final quando, já sem tempo, respondeu com calma ao tema das touradas e da proteção animal.

Sousa Real esteve bem na forma como manteve Luís Montenegro presente no debate e lembrou as posições diferentes de primeiro-ministro e candidato sobre violência doméstica, mas quis dizer tanta coisa que, a dada altura, atrapalhou-se a si própria.

E, ao contrário do que aconteceu no debate com o líder do PS, não se esqueceu da causa animal, até porque um dos temas favoreceu o ataque a Melo, que é caçador e defensor das touradas.

O seu momento mais fraco foi o mais forte de Melo: a Defesa, uma área em que a líder do PAN tem, claramente, uma posição frágil em que até reconhece os perigos do mundo atual, mas defende que Portugal não deve investir em Defesa porque Portugal não tem capacidade de ser competitivo nesse setor.

David Dinis

Inês Sousa Real - 4

Nuno Melo - 4

Inês Sousa Real interrompe demais, é verdade. Mas foi Nuno Melo a conseguir o momento mais WTF do debate, dizendo que o “extremismo do Chega e PAN” são iguais — usando os imigrantes para chegar a essa extraordinária conclusão.

Houve mais momentos Kodak neste debate.

Sousa Real a dizer que espera uma “visão diferente de sociedade” ou a dizer que o reforço da defesa Europeia compete aos grandes. Ou Nuno Melo a atacar a presidente do Conselho de Finanças Públicas, tratando a conjuntura de hoje àquela que a AD encontrou há um ano.

A sorte dos dois é que, para este debate, não havia expectativas. O azar é que foi em canal aberto — e isto não foi propriamente um apelo ao voto.

---/---

mw-1280

Spoiler

Luís Aguiar-Conraria

Rui Rocha - 7

Rui Tavares - 7

Este foi o debate entre os dois partidos que fazem da liberdade a sua identidade. Ainda assim, como têm conceitos de liberdade diferentes (liberdade individual vs liberdade social e coletiva), discordam bastante.

Ambos estiveram bem a falar sobre a questão da defesa e, logo a seguir, voltaram a estar bem quando falaram na resposta a dar aos Estados Unidos e à sua guerra comercial com a Europa. No debate sobre a Segurança Social, percebe-se bem a diferença entre o conceito de liberdade de um e de outro. Rui Tavares quer dar a todos os bebés dívida do Estado e Rui Rocha quer um pouco mais liberdade nos descontos para a Segurança Social. Parece-me que Rui Rocha terá estado melhor por ser mais realista. Já sobre a redução de impostos defendida pela Iniciativa Liberal, penso que Rui Tavares terá parecido mais realista.

Não me parece que nenhum tenha ganhado votos ao outro, mas é provável que cada um tenha passado um boa imagem dentre do seu eleitorado natural.

Luis Pedro Nunes

Rui Rocha - 6

Rui Tavares - 7

Há um mito urbano segundo o qual há quem já tenha votado tanto no Livre como na Iniciativa Liberal. Pois bem, quem tenha visto os primeiros 14 minutos do debate assistiu a dois cavalheiros a concordar, a terminar as frases um do outro — nomeadamente sobre o tema da NATO — com o líder dos liberais a apostar na indústria dos drones e o... como definir?... o homem da esquerda “cool” a falar de pequenos ajustes no armamento, desde que não seja made in USA, e na criação de “kits de sobrevivência” para a população portuguesa (algo que tem, desde já, o meu apoio).

A meio, a coisa baralhou-se com os temas das reformas e da fiscalidade, e no que Rui Rocha pensava ser um trunfo: criticar a proposta de dar 5 mil euros a cada bebé nascido em Portugal. Só que Rui Tavares trazia uma sequência de respostas preparada, uma combinação de golpes de que só apanhei parte, mas que chegou a meter Elon Musk, liberalismo e até “motoserrismo”.

Tirando este percalço, a partir daí cada um passou a falar para aquilo que supõem ser os seus eleitorados. Mas, bem vistas as coisas, sim — é possível que haja quem, neste momento, esteja genuinamente indeciso entre votar num ou noutro. Pode parecer estranho. Mas não para quem tenha visto este debate.

Martim Silva

Rui Rocha - 7

Rui Tavares - 7

O debate entre os dois Ruis, o Rocha e o Tavares, que lideram a Iniciativa Liberal e o Livre – partidos com derivações de liberdade no nome -, começou por falar de Defesa e de Segurança. Passou pelas tarifas e pela segurança social. Focou-se nos impostos e nas medidas de apoio. Duas visões diferentes, muitas vezes opostas, mas apresentadas num confronto elevado, digno, intenso e que permitiu seguramente a quem assistiu dar o seu tempo como bem entregue.

Rui Rocha pareceu-me estar em melhor forma nesta altura, mas a igualdade pontual é mesmo justificada pelo gosto que é assistir a um debate político sereno, elevado e esclarecedor que só enobrece a política portuguesa. Chapeau para Rui Rocha e para Rui Tavares.

Paulo Baldaia

Rui Rocha - 6

Rui Tavares - 7

Os dois líderes dos partidos mais charmosos à direita e à esquerda, os que entraram na maratona de debates com maior potencial de crescimento, chegaram ao seu frente-a-frente sabendo que há eleitorado jovem que pode cair para um lado ou para o outro. 

Os dois estiveram bem de uma forma geral e ganhando vantagem nuns pontos para perder noutros, melhor a IL na questão da defesa, melhor o Livre na questão das pensões. 

Rui Rocha fechou muito bem e foi eficaz a mostrar a montanha de burocracia que é preciso ultrapassar para construir uma casa, mas Rui Tavares conseguiu deixar sem resposta o seu adversário quando quis saber como iria funcionar “o plano Elon Musk da IL”. O grande handicap de Rui Rocha é ter uma agenda que se resume a cortes na despesa pública e cortes nos impostos, mas nunca conseguir explicar preto no branco como é que isso se faz. Está a melhorar, mas ainda não deu para ganhar.

 

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Citação de Descartes, Em 02/04/2025 at 22:30:

Eu acho que vai a Mariana na mesma só que pede para ser tratada por Joana.

Quase adivinhaste. Vai efetivamente a Joana.

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Citação de HappyKing, há 3 minutos:

Quase adivinhaste. Vai efetivamente a Joana.

Bem o Bloco de Esquerda. Tiveram noção das limitações do Nuno Melo e não o quiseram enxovalhar.

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Citação de Tio Hans, há 23 minutos:

Bem o Bloco de Esquerda. Tiveram noção das limitações do Nuno Melo e não o quiseram enxovalhar.

Não acho, face ao perfil que o Nuno Melo tem adotado nestes debates, principalmente com o Livre, de dizer todo o tipo de alarvidades que um troll do Twitter diria - uma má escolha. Ela é nesse aspeto combativa e também pode explorar as fragilidades evidentes que o CDS tem em matéria de direitos das mulheres e por aí fora porque conhece bem essa parte a par da Educação.

Editado por HappyKing

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Citação de HappyKing, há 2 minutos:

Não acho, face ao perfil que o Nuno Melo tem adotado neste tipo de debates - principalmente com o Livre - de dizer todo o tipo de alarvidades que um troll do Twitter diria - uma má escolha. Ela é nesse aspeto combativa e também pode explorar as fragilidades evidentes que o CDS tem em matéria de direitos das mulheres e por aí fora porque conhece bem essa parte a par da Educação.

O que eu quis dizer é que se o BE mandasse a outra Mortágua ou um Louçã, eles facilmente metiam o NM no bolso pequenino das calças. Com a Joana, a coisa equilibra, e muito.

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Citação de Tio Hans, há 10 minutos:

O que eu quis dizer é que se o BE mandasse a outra Mortágua ou um Louçã, eles facilmente metiam o NM no bolso pequenino das calças. Com a Joana, a coisa equilibra, e muito.

É que não faz sentido absolutamente algum, se o objetivo do BE ao chamar os três pesos pesados foi o de eleger em distritos cruciais e difíceis mais valia levar um deles ao debate para ganhar tracção, a Joana Mortágua irá sempre ser eleita por Setúbal. 

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Citação de Lebohang, há 7 minutos:

É que não faz sentido absolutamente algum, se o objetivo do BE ao chamar os três pesos pesados foi o de eleger em distritos cruciais e difíceis mais valia levar um deles ao debate para ganhar tracção, a Joana Mortágua irá sempre ser eleita por Setúbal. 

Quantas pessoas é que votam conhecendo o cabeça de lista do seu distrito?

As pessoas em Aveiro vão votar no Bloco para colocar lá o Luís Fazenda? Algumas irão, provavelmente. A amostra será assim tão significativa?

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Citação de HappyKing, há 6 minutos:

Quantas pessoas é que votam conhecendo o cabeça de lista do seu distrito?

As pessoas em Aveiro vão votar no Bloco para colocar lá o Luís Fazenda? Algumas irão, provavelmente. A amostra será assim tão significativa?

Não tenho dúvidas que tem impacto nalgumas situações, e esta é uma delas.

Se vivesse em Braga votava BE 100%. Em Lisboa, não sei.

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Citação de Jamarcus, há 5 minutos:

Não tenho dúvidas que tem impacto nalgumas situações, e esta é uma delas.

Se vivesse em Braga votava BE 100%. Em Lisboa, não sei.

Posso estar errado, não estou a dizer que é ciência exata mas acho que mais facilmente o Fazenda converte um voto no Bloco na estratégia de falar com as pessoas "porta a porta" (no sentido que as pessoas se sentem ouvidas e isso parece-me importante) do que num debate deste estilo a uma quarta feira às 9 da noite. Que % de eleitorado residente em Aveiro com potencial para votar no Bloco vai ver esse debate? Não sei se será assim tão significativo. 

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

Posso estar errado, não estou a dizer que é ciência exata mas acho que mais facilmente o Fazenda converte um voto no Bloco na estratégia de falar com as pessoas "porta a porta" (no sentido que as pessoas se sentem ouvidas e isso parece-me importante) do que num debate deste estilo a uma quarta feira às 9 da noite. Que % de eleitorado residente em Aveiro com potencial para votar no Bloco vai ver esse debate? Não sei se será assim tão significativo. 

Estou totalmente de acordo. Acrescento, quantos potenciais eleitores sabem quem é o Fazenda, hj em dia?

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Citação de HappyKing, há 17 minutos:

Posso estar errado, não estou a dizer que é ciência exata mas acho que mais facilmente o Fazenda converte um voto no Bloco na estratégia de falar com as pessoas "porta a porta" (no sentido que as pessoas se sentem ouvidas e isso parece-me importante) do que num debate deste estilo a uma quarta feira às 9 da noite. Que % de eleitorado residente em Aveiro com potencial para votar no Bloco vai ver esse debate? Não sei se será assim tão significativo. 

O Fazenda não, mas o Louçã ser candidato por Braga parece-me que tem potencial de mexer votos entre as pessoas que votam à esquerda.

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Citação de Jamarcus, há 1 minuto:

O Fazenda não, mas o Louçã ser candidato por Braga parece-me que tem potencial de mexer votos entre as pessoas que votam à esquerda.

Não duvido mas não acho que vá ser um debate com o Nuno Melo a 1 mês e alguns dias das eleições a influenciar isso.

Citação de Tio Hans, há 18 minutos:

Estou totalmente de acordo. Acrescento, quantos potenciais eleitores sabem quem é o Fazenda, hj em dia?

Mesmo o Rosas para um eleitorado mais jovem que começou a votar há pouco tempo / vai votar pela primeira vez será desconhecido. 

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Citação de Lebohang, há 1 hora:

É que não faz sentido absolutamente algum, se o objetivo do BE ao chamar os três pesos pesados foi o de eleger em distritos cruciais e difíceis mais valia levar um deles ao debate para ganhar tracção, a Joana Mortágua irá sempre ser eleita por Setúbal. 

Estes debates valem muito pouco nestes termos. Ninguém vai votar no BE por causa dos debates com o CDS, Chega, etc. E o contrário igual

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Citação de HappyKing, há 5 horas:

Quase adivinhaste. Vai efetivamente a Joana.

Continuo a achar que será a Mariana a dizer que é a Joana.

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Uma pessoa ouve este senhor e acha que está a viver na Noruega ou coisa parecida.

O Hugo Gilberto não pode mesmo com a IL  Ahah

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Fantástico.

Uma recessão não esbarra em choques fiscais de 6 mil milhões? RR: Não, de todo. Nós confiamos nos portugueses.

Genial.

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O Montenegro não responde a uma p*ta de uma pergunta 

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Citação de M. Porter, há 5 minutos:

O Paulo Portas vai-se candidatar a PR? 

Portas vs Almirante.

A Batalha Naval.

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