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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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A Mafalda Anjos deu nas drogas 

Ps: vi mal

Editado por SAS_Robben

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O Rui Rocha anunciar (novamente) a intenção das privatizações (com a RTP ao barulho) no dia em que ia debater na RTP também foi uma estratégia ganhadora.

O Miguel Carrapatoso, do Observador, deu 16 ao Pedro Nuno e 7 ao Rui Rocha. 

O Rui Pedro Antunes, também do Observador, dá 7 ao Pedro Nuno e 5 ao Rui Rocha. Esclarecedor sobre o que se passou hoje. 

Editado por HappyKing
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O Rui Rocha no debate dizer que quer um liberalismo europeu quando a IL é muito mais à direita que os partidos liberais europeus também foi de génio

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Também nota-se que os jornalistas cada vez mais estão sedentos de ser estrelas, ou é o Adelino Faria, ou é o Carlos Daniel, ou a Nelma, ou o Marinheiro, cada vez mais estão a abandonar o papel de moderador. Adorava ver o Socrates contra este geração de moderadores

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Citação de Aiden, há 7 minutos:

Adorava ver o Socrates contra este geração de moderadores

"Liberal é a sua tia, pá!"

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Citação de Lebohang, há 19 minutos:

O Rui Rocha no debate dizer que quer um liberalismo europeu quando a IL é muito mais à direita que os partidos liberais europeus também foi de génio

Ya, depois preferem o Milei ao Macron lol.

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A Inês Sousa Real nestes debates contra BE, LIVRE e PCP só se enterra tentando ser de esquerda sem ser de esquerda

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Citação de Lebohang, há 2 minutos:

A Inês Sousa Real nestes debates contra BE, LIVRE e PCP só se enterra tentando ser de esquerda sem ser de esquerda

A Mariana tem uma posição difícil de defender na questão da defesa mas a posição da Inês ainda conseguiu ser pior. Os outros que as construam (armas) que cá nós temos mais do que fazer e problemas para resolver. Foi basicamente isto.

Editado por HappyKing

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Citação de HappyKing, há 3 minutos:

A Mariana tem uma posição difícil de defender na questão da defesa mas a posição da Inês ainda conseguiu ser pior. Os outros que as construam (armas) que cá nós temos mais do que fazer. Foi basicamente isto.

A total soberania do país é irrevogável para a esquerda, até o PCP defende a compra de meios militares (armas) se for para cumprir a defesa da soberania nacional no âmbito da CRP.

Um partido de esquerda atacaria logo isto mas o PAN não chateia muito portanto...

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Citação de Lebohang, há 21 minutos:

A Inês Sousa Real nestes debates contra BE, LIVRE e PCP só se enterra tentando ser de esquerda sem ser de esquerda

E depois tem coisas tipicamente de direita que não pode defender com argumentos de direita (nessa perspectiva de tentar ser de esquerda) e fica mais complicado. 

Esta questão do IRC é um bom exemplo disso.

Editado por HappyKing

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Citação de HappyKing, há 14 minutos:

E depois tem coisas tipicamente de direita que não pode defender com argumentos de direita (nessa perspectiva de tentar ser de esquerda) e fica mais complicado. 

Esta questão do IRC é um bom exemplo disso.

Não há grande ideologia ali, daí na Madeira apoiarem a AD e no Continente apoiarem o PS

Barómetro INTERCAMPUS/NOW, com os debates já incluidos

PS: 24.4
AD: 23.0
CHEGA: 14.5
IL: 5.7
CDU: 5.0
LIVRE: 4.3
PAN: 2.9
BE: 2.5

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mw-1280

Spoiler

Pedro Cordeiro

Pedro Nuno Santos — 7

Rui Rocha - 7

Pedro Nuno Santos e Rui Rocha protagonizaram um debate educado e combativo, com claro contraste ideológico, defesa das respetivas propostas e ataque às do adversário. Houve momentos de convergência nas críticas ao Governo da Aliança Democrática, com a nuance – útil para a escolha do eleitor – de que um dos candidatos quer substituir esse Governo e o outro, juntar-se a ele, prometendo melhorá-lo. Pedro Nuno aproveitou para atingir o Governo na questão dos reembolsos reduzidos de IRS este ano. A moderação foi competente, não tendo gasto demasiado tempo com os (relevantes) casos de Luís Montenegro. “Adultos na sala “, pediu Rocha; “gente séria”, disse Pedro Nuno.

Rocha pareceu-me mais eficaz a descompor Pedro Nuno pelo seu currículo nos executivos de António Costa do que o socialista a tentar colar a Iniciativa Liberal ao Presidente argentino, Javier Milei. O liberal demarcou-se do “tarifador” Donald Trump, de quem o aproxima a sanha contra o Estado, nisto dando oportunidade a Pedro Nuno para o apertar com a pergunta “onde é que corta?”, denunciando que é difícil prometer menos impostos e ao mesmo tempo assegurar que se quer “mais saúde, habitação e educação”. Repudiando tal “solução mágica”, o socialista contrapõe-lhe garantias sociais e aproveita para alegar que a IL já “contaminou” a AD, seu verdadeiro adversário. Um bom debate.

Eunice Lourenço

Pedro Nuno Santos — 7

Rui Rocha - 4

Rui Rocha quer tanto fazer parte de uma coligação de governo que já parece defendê-la, recusando falar de Montenegro nas costas. Por outro lado, não conseguiu, neste debate, fazer valer as suas propostas ou credibilizá-las. Falta-lhe confiança para explicar como compensa as reduções de impostos; falta coerência numa redução do Estado que se faz sem cortes (ou só com saídas de reformados) e faltará acolhimento no eleitorado a ideias de privatização da CGD.

Já Pedro Nuno Santos, que trocou a gravata verde do debate com Mariana Mortágua pelo vermelho socialista, parece cada vez mais convicto da sua moderação e tentou empurrar Rocha para o radicalismo de Millei, o liberal que manda na Argentina, que tem como marca a motoserra com que pretende cortar a intervenção do Estado e que foi elogiado na última convenção da IL.

O líder socialista também parece mais seguro a falar de assuntos que estiveram na sua tutela. O tempo vai passando e o líder socialista parece deixar de te vergonha dos governos de que fez parte e também das humilhações a que esteve sujeito (e de que se pôs a jeito).

Pedro Candeias

Pedro Nuno Santos 8
Rui Rocha 4

Pedro Nuno Santos e Rui Rocha não poderiam partir de lugares mais diferentes, mas o caminho que levam é o mesmo, o de um certo recentramento das suas candidaturas. O primeiro, porque é visto como o jovem radical de esquerda metido num partido de centrão; o segundo, por estar metido num partido que já teve alguns namoriscos com experiências ultraliberais bastante extremistas para o gosto português.

Neste reencontro, Pedro Nuno foi francamente melhor sucedido do que Rui Rocha, pois apresentou muitos mais argumentos e mais soluções técnicas para as suas propostas e foi bem mais eficaz a rebater as do seu adversário, recorrendo a expressões que colam no ouvido. Exemplos: a IL quer acelerar Portugal? “Sim, acelerar Portugal contra uma parede”. “Eu, radical? Radical é quem quer privatizar a RTP e a Caixa Geral de Depósitos”. Rui Rocha “não tem nada para mostrar, nem de bom, nem de mau”. O segredo dos liberais para calvície? “Reduzir impostos”. Rui Rocha nunca encontrou espaço nem teve engenho para rebater. 

E, assim, a ideia que ficou é a de que a IL só sabe o que fazer ao país se lhe derem um serrote (e não a motosserra) para cortar o garrote dos impostos e que o PS tem um canivete suíço à sua disposição. Será certamente injusto, mas é assim que se ganham debates de 25 minutos.

Pelo meio, Pedro Nuno aproveitou ainda para enviar uns remoques a Luís Montenegro, de quem Rui Rocha não quis falar: para o líder do PS, falar da Spinumviva importa porque está em causa a seriedade do primeiro-ministro porque isso “tem tradução na forma como este governo se comporta”, nomeadamente, “com os dois truques do IRS”.

João Silvestre

Pedro Nuno Santos – 8

Rui Rocha – 4

Pedro Nuno Santos mostrou-se em boa forma, tal como já tinha acontecido no debate com Mariana Mortágua. Revelou sempre mais preparação e conhecimento dos temas. A começar na forma como respondeu aos ataques que o adversário trazia preparados. Marcou pontos quando mostrou cautelas com as contas públicas e quando assegurou convergência com a AD em temas estruturais do país, como a defesa ou a política externa. Trouxe até algumas frases bombásticas para que funcionaram bem.  

Rui Rocha trazia algumas farpas guardadas para lançar a Pedro Nuno, como a TAP ou a ferrovia, só que nunca as conseguiu jogar devidamente. Como, aliás, nunca foi sequer capaz de defender as suas propostas. Por exemplo, não explicou como conseguirá reduzir a despesa no Estado ou não conseguiu justificar as suas opções fiscais. Deixou-se também cair na esparrela da motosserra de Javier Milei – onde ficou atrapalhado e deu uma resposta evasiva – e do DOGE de Elon Musk. Pareceu sempre mais preocupado em parecer um parceiro credível da AD do que em fixar o seu próprio eleitorado.


mw-1280

Spoiler

David Dinis

Mariana Mortágua - 5

Inês Sousa Real - 4

Mariana Mortagua mais clara, assertiva, a falar diretamente para as mulheres, assim como na resposta a Trump (interessante a coincidência de posições com Úrsula Von der Leyen na taxa sobre as tecnológicas). Mas arrisca bem mais na questão militar: é falso que seja falso que a UE precise de mais investimento militar para se defender. Precisa a UE, de sistema de defesa aérea, por exemplo, tal como a Ucrânia (impressão minha ou o discurso do Bloco sobre a paz da Ucrânia começa a parecer semelhante ao do PCP?) Inês Sousa Real também não se distinguiu aqui (“não cabe esse papel a Portugal”, pois, ok).

Na habitação, a líder do Bloco voltou ao seu limite às rendas. Uma pergunta do moderador permitiu-lhe explicar o sistema existente na Holanda, mas sem ainda explicar o que faz às famílias que vivem de uma casa que arrendam (e era importante faze-lo, porque também há desse lado quem precise). E Sousa Real? Despejou ideias, sem foco, dispersando-se (permitindo a Mortagua, bem, sublinhar que é todas as suas soluções já estão de alguma forma em vigor ).

O ponto alto da líder do PAN foi no assumir que trocaria mais impostos sobre combustíveis por apoios a passes sociais ou descidas de IRS ou IRC — ou na defesa de apoios a empresas que tenham boas práticas sociais e ambientais. Neste campo, Mortagua aproveitou para atacar a proposta de redução do IRC antes apresentada pelo PAN no orçamento. Serviu para mostrar diferenças, aí como no IRS Jovem. Ainda bem, mas foi pouco: o lugar do Bloco nestas legislativas é difícil, o do PAN pouco se vê — e não é a disputar votos uma à outra que alguma vai ganhar votos.

Pedro Cordeiro

Mariana Mortágua - 6

Inês Sousa Real - 6

Em concórdia na cor da roupa e no repúdio a “bullies” como Donald Trump e André Ventura, as chefes do BE e do PAN também falaram quase a uma voz sobre a guerra da Ucrânia. Quando se mencionou Gaza, Mariana Mortágua falou de “genocídio” cometido por Israel, Inês Sousa Real de “violações dos direitos humanos”. Já o debate ia a meio quando a candidate animalista atacou suavemente a bloquista a propósito de medidas para a habitação. Mortágua nem acusou o toque ao falar desse dossiê.

Seguiu-se novo uníssono na isenção fiscal aos produtos petrolíferos, e afastamento apenas no IRS jovem e no IRC, que o PAN quer baixar, o que, diz o BE, só aproveitaria a empresas com os bolsos já cheios. Mortágua e Sousa Real depressa voltaram a temas em que estão de acordo, como os direitos das mulheres, licenças parentais e combate aos crimes sexuais. Nenhuma das candidatas esteve mal, mas houve pouco confronto de ideias. Senti ter assistido mais a entrevistas paralelas do que a um frente a frente.

Ricardo Costa

Mariana Mortágua - 4

Inês Sousa Real - 3

Não foi um debate, foram duas entrevistas, ainda por cima pouco interessantes. Mariana Mortágua é e será melhor que Inês Sousa Real em televisão, o que é uma vantagem. Ainda assim, quase não aproveitou isso e não parece estar muito entusiasmada em ir a votos, parecendo um pouco perdida na estratégia. O PAN ainda está mais perdido, porque desde que deixou a causa animalista nunca mais foi o mesmo. E isso nota-se.

Cristina Figueiredo

Mariana Mortágua - 5

Inês Sousa Real - 5

Um debate entre as representantes de dois partidos que, parafraseando Pedro Nuno Santos, não correm o risco de assumir funções governativas, não se previa muito interessante e a previsão confirmou-se. Foi meia hora que serviu para cada uma resumir as principais ideias de PAN e BE nos temas propostos pelo moderador (tarifas, defesa, habitação, impostos), ideias todas elas já conhecidas e, aliás,  já elencadas esta semana nos anteriores debates em que as duas participaram. Nada contra, é mesmo para clarificar posições que a pré-campanha nas televisões serve. Mariana Mortágua começou o debate a elogiar o “bom gosto” de Inês Sousa Real pela escolha da indumentária (com as mesmas cores da sua) e terminou a admitir que há muita coisa em que BE e PAN convergem. E, no fim, a principal nota deste frente-a-frente foi mesmo isto: a porta-voz do BE vestiu uma t-shirt amarela sob um blazer preto; a porta-voz do PAN preferiu uma t-shirt preta sob um blazer amarelo.

Liliana Valente

Mariana Mortágua - 7

Inês Sousa Real - 6

Já estava quase no final do debate quando Mariana Mortágua e Inês Sousa Real começaram a debater. Foi sobre impostos, quando a líder do BE discordou das propostas do PAN sobre o IRC e sobre o IRS Jovem. De resto, o debate foi uma entrevista em dupla em que cada uma, muito provavelmente, saiu como entrou em termos de convencer novo eleitorado. 

Talvez para evitarem a discussão mais acesa do ano passado, ambas recolheram as armas. Falaram sobre as suas medidas - e isso foi positivo, ainda que sugeria a Inês Sousa Real debitar menos medidas por minuto - mas não vincaram muitas diferenças que permitam a qualquer eleitor decidir. Já quase no fim, Mortágua percebeu que era isso que estava a acontecer e além dos impostos, disse que se tinham muitas convergências, também tinham “divergências” nomeadamente sobre habitação e política fiscal. Foi curto.

A temperatura morna neste debate, sem picardias e interrupções desnecessárias, permitiu ouvir o que defendem, concorde-se ou não. E isso é bastante positivo quando o clima da política nacional é crispado e polarizado. No resultado final, Mariana Mortágua conseguiu focar-se em medidas concretas e explicar mais a fundo, nomeadamente a proposta de tecto às rendas, e Inês Sousa Real dispersou-se mais, não permitindo que o ouvinte absorva os seus conteúdos.

 

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Citação de HappyKing, há 9 horas:

 

literalmente networking 

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Citação de Aiden, há 11 horas:

Também nota-se que os jornalistas cada vez mais estão sedentos de ser estrelas, ou é o Adelino Faria, ou é o Carlos Daniel, ou a Nelma, ou o Marinheiro, cada vez mais estão a abandonar o papel de moderador. Adorava ver o Socrates contra este geração de moderadores

Bem verdade, e isto é muito importante. Queremos mesmo viver isto? Em que até jornalistas exercem a sua actividade com vontade de puxar holofotes para si?

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Citação de Ghelthon, há 19 minutos:

Bem verdade, e isto é muito importante. Queremos mesmo viver isto? Em que até jornalistas exercem a sua actividade com vontade de puxar holofotes para si?

não é de agora... já no debate do costa vs coelho em 2015 lembro-me de vários comentadores criticarem isso na tripla de moderadores.

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Citação de Aiden, há 13 horas:

Também nota-se que os jornalistas cada vez mais estão sedentos de ser estrelas, ou é o Adelino Faria, ou é o Carlos Daniel, ou a Nelma, ou o Marinheiro, cada vez mais estão a abandonar o papel de moderador. Adorava ver o Socrates contra este geração de moderadores

 

Citação de Ghelthon, há 2 horas:

Bem verdade, e isto é muito importante. Queremos mesmo viver isto? Em que até jornalistas exercem a sua actividade com vontade de puxar holofotes para si?

Epá mil vezes o Carlos Daniel (ainda que seja da geração dos outros), a Nelma e o Marinheiro do que o Vítor Gonçalves, JRS, RGC, Clara de Sousa e companhia. Pelo menos mostram-se preparados e não apenas moralistas. Se ocasionalmente se esticam? Sim, mas também são os que fazem os melhores trabalhos recentes.

Falar da sede de estrelato destes quando tivemos décadas desses outros figurões é ter falta de memória, honestamente.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 2 minutos:

 

Epá mil vezes o Carlos Daniel (ainda que seja da geração dos outros), a Nelma e o Marinheiro do que o Vítor Gonçalves, JRS, RGC, Clara de Sousa e companhia. Pelo menos mostram-se preparados e não apenas moralistas. Se ocasionalmente se esticam? Sim, mas também são os que fazem os melhores trabalhos recentes.

Falar da sede de estrelato destes quando tivemos décadas desses outros figurões é ter falta de memória, honestamente.

Tudo certo, mas tu podes estar preparado, sem ser inconveniente, como acontece várias vezes. Uma coisa é ser on-point, como acontece por vezes, outra coisa é influenciares o debate. Ainda ontem, o Hugo Daniel esteve a defender a sua dama (na rtp), mesmo que o PNS não tivesse aberto a boca, o Rui Rocha perdia o debate para o Hugo Daniel, porque ele extravasou o que é ser moderador.

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Citação de Aiden, Agora:

Tudo certo, mas tu podes estar preparado, sem ser inconveniente, como acontece várias vezes. Uma coisa é ser on-point, como acontece por vezes, outra coisa é influenciares o debate. Ainda ontem, o Hugo Daniel esteve a defender a sua dama (na rtp), mesmo que o PNS não tivesse aberto a boca, o Rui Rocha perdia o debate para o Hugo Daniel, porque ele extravasou o que é ser moderador.

Sinceramente vi o debate e não vi nada disso. Vi o Rui rocha a fugir a perguntas do moderador consistentemente e o moderador a pedir respostas

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Citação de Aiden, há 15 minutos:

Tudo certo, mas tu podes estar preparado, sem ser inconveniente, como acontece várias vezes. Uma coisa é ser on-point, como acontece por vezes, outra coisa é influenciares o debate. Ainda ontem, o Hugo Daniel esteve a defender a sua dama (na rtp), mesmo que o PNS não tivesse aberto a boca, o Rui Rocha perdia o debate para o Hugo Daniel, porque ele extravasou o que é ser moderador.

Não achei o Hugo Gilberto (que não é o Carlos Daniel) inconveniente. Porque é que foi? Porque lhe pergunta se ele acha que há funcionários públicos a mais quando ele fala em ineficiências? Isso é do interesse dos portugueses, ou não?

Dizes que ele extravasou o papel de moderador. Eu acho que o moderador deve ter um papel interventivo em debates. Se observa inconsistências ou falta de concretização, é dever dele explorar isso (e eu não vi mais do que isso ontem). Ele está lá para nos ajudar a esclarecer posições e programas. Se for só para equilibrar tempos e distribuir jogo, podemos trocar o moderador por um teleponto. Faz o mesmo.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 58 minutos:

Epá mil vezes o Carlos Daniel (ainda que seja da geração dos outros), a Nelma e o Marinheiro do que o Vítor Gonçalves, JRS, RGC, Clara de Sousa e companhia. Pelo menos mostram-se preparados e não apenas moralistas. Se ocasionalmente se esticam? Sim, mas também são os que fazem os melhores trabalhos recentes.

Falar da sede de estrelato destes quando tivemos décadas desses outros figurões é ter falta de memória, honestamente.

Preparação é uma coisa, ter entrevistas como do JRS ao Raimundo, ou da Nelma ao PNS...

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Citação de Ghelthon, Agora:

Preparação é uma coisa, ter entrevistas como do JRS ao Raimundo, ou da Nelma ao PNS...

Como disse, acho que essa sede de estrelato é bem mais evidente nos mais velhos do que nesta malta nova. A Nelma nessa esticou-se, acontece mas não acho que seja regular. Lembro que já fez entrevistas muito bem dirigidas ao próprio PNS ou ao Ventura, p.ex.

Discordo que os jornalistas estejam "cada vez mais sedentos" ou a tentar "puxar os holofotes para si", pelo menos no que diz respeito à nova geração. Acho isso um talking point tirado da internet americanizada e do ataque aos legacy media.

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Citação de andriy pereplyotkin, Agora:

Como disse, acho que essa sede de estrelato é bem mais evidente nos mais velhos do que nesta malta nova. A Nelma nessa esticou-se, acontece mas não acho que seja regular. Lembro que já fez entrevistas muito bem dirigidas ao próprio PNS ou ao Ventura, p.ex.

Discordo que os jornalistas estejam "cada vez mais sedentos" ou a tentar "puxar os holofotes para si", pelo menos no que diz respeito à nova geração. Acho isso um talking point tirado da internet americanizada e do ataque aos legacy media.

Mas eu não especifiquei idades, falei no geral.

E isto não quer dizer que não tenham qualidade, acho é que o jornalismo não devia ir nesse sentido e eles, ao deslizarem para aí, estão a contribuir para isso.

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