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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Vão me convencer a votar naquele nerd de m*rda. 

Death to America! 

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Pedro Nuno ao centro ultrapassa a esquerda de Mortágua: as notas dos comentadores do Expresso

mw-1280

Spoiler

Eunice Lourenço

Mariana Mortágua — 5

Pedro Nuno Santos - 8

O primeiro debate do líder do PS correu-lhe francamente bem e não era fácil, por ser com um partido da mesma área política, por ser com um partido com o qual dialogou durante quatro anos, por ser com Mariana Mortágua. Mas a líder do Bloco de Esquerda começou a perder o debate logo no primeiro tema com um discurso que como que nega a realidade. Por muito que tenha razão quando defende que a soberania e a defesa também se jogam na segurança das redes elétrica e digital ou nos aeroportos e por muito haja quem goste de ouvir recusar mais dinheiro para armas, um líder partidário que tem ambição de governo não pode negar a realidade que tem vindo a ser assumida pela União Europeia.

“Percebo o Bloco de Esquerda, mas o Bloco de Esquerda não corre o risco de assumir responsabilidades governativas”, arrumou um Pedro Nuno muito mais sereno e didático do que aquele a que estamos habituados. Até pareceu um candidato a primeiro-ministro!

O tom calmo do líder do PS contrastou com o ar altivo e o sorriso desdenhoso da coordenadora do BE que tentou apresentar-se como a verdadeira voz da esquerda. E que acabou a tentar contrariar, sem êxito, o apelo direto que Pedro Nuno Santos fez na sua cara à concentração do voto da esquerda.

Daniel Oliveira

Mariana Mortágua - 6
Pedro Nuno Santos - 7

Nestes espaços, não analiso quem ganha os debates (e muito menos com quem discordo ou concordo), mas o que cada um ganha com cada debate. Porque os candidatos não procuram vitórias, procuram votos. E este era um debate que podia ser facilmente ganho pelos dois. E foi.

A Mariana Mortágua interessava empurrar Pedro Nuno Santos para o centro, exibindo as cedências à direita no último ano. A Pedro Nuno Santos interessava ser empurrado para o centro, mostrando que é moderado. O Bloco quer conquistar votos entre ele e o PS, mais à esquerda, o PS precisa de mostrar que foi responsável, para ir ao centro. Claro que, cada um deles, podia querer, com toda a legitimidade, conquistar mais. Mariana Mortágua podia querer mostrar que Pedro Nuno Santos mais fraco e não deu luta (fez isso na declaração final). Pedro Nuno Santos poderia querer fazer o que tem feito com o Livre e buscar voto útil (fez isso na declaração final).

Os temas ajudaram os dois neste objetivo: o investimento em defesa (em que um apareceu como “responsável”, outra como “pacifista”); a habitação (onde Mariana Mortágua se socorreu da Holanda para defender a regulação das rendas, explicando que a construção demora, e Pedro Nuno Santos propôs construção pública, falando da perversidade dos tetos nas rendas); e na imigração (em que Mortágua defendeu políticas do PS, criticando a ineficiência da AIMA, e Pedro Nuno Santos defendeu consensos com o PSD, sublinhando a sua mudança nessa área).

No fim, houve o apelo ao voto útil e Mariana Mortágua atirou-o para os braços de Montenegro. O debate teve conteúdo e falou de problemas do país. E os dois mostraram-se preparados. Desse ponto de vista, correu bem aos dois e merecem positiva segura. Mariana Mortágua foi mais agressiva, tem mais a defender e conquistar. Pedro Nuno Santos não fez, em geral, contra-ataque. Essa é a única diferença.

João Silvestre

Mariana Mortágua - 5
Pedro Nuno Santos - 7

Era um debate em que Bloco de Esquerda e PS disputavam eleitorado à esquerda. Teve o mérito de trazer à discussão os dois temas incontornáveis do momento: a defesa e as tarifas. Pedro Nuno Santos apresentou-se sempre mais ao centro, acabou a apelar ao voto útil, e chegou a dizer que Mariana Mortágua pode prometer tudo porque nunca será Governo. Ganhou por KO no tema da defesa, frente ao ‘discurso da paz’ de Mortágua, e esteve igualmente melhor na habitação. Ficaram equilibrados na forma de responder às tarifas de Donald Trump. Pedro Nuno sai vencedor porque fica em melhor posição para disputar votos ao centro com Luis Montenegro sem que pareça ter perdido muitos votos à esquerda.

Pedro Candeias

Mariana Mortágua - 6
Pedro Nuno Santos - 7

Se víssemos este debate sob a lente de um sonograma assistiríamos a um feixe contínuo sem grandes picos ou densidades, o que traduziria na perfeição o que se passou: um encontro civilizado, educado entre dois debatentes articulados que quase sempre respeitaram o espaço um do outro e quase nunca elevaram o tom de voz.

Em suma, é difícil a Pedro Nuno Santos e a Mariana Mortágua fingirem a animosidade que tantas vezes apimenta os debates televisivos. E está tudo OK, porque assim torna-se infinitamente mais fácil a quem vê e ouve entender ao que cada um vai.

Na Defesa, Pedro Nuno Santos defendeu a mutualização da dívida europeia ao jeito da pandemia para os estados reforçarem o seu contingente de armas face aos conflitos na Europa; Mariana Mortágua argumentou que a imperatividade de comprar armas é uma falácia, e é mera propaganda. Concordaram em discordar.

Sobre as tarifas e a eventual recessão, ambos disseram praticamente o mesmo: o Governo atual deixou passar o timing para precaver a guerra comercial, e já devia estar a pensar em como responder com precisão em determinados produtos e apoios para as indústrias que mais sofrerem com isso.

Quanto à habitação, ofereceram soluções diferentes para um problema comum: a carestia. A líder do BE voltou a exigir tetos nas rendas enquanto o candidato do Partido Socialista apontou a mais construção para a resolução desta questão. A espaços, quase, quase anuiram num meio caminho entre as duas propostas seria possível. E sobre a imigração, Mariana Mortágua manifestou ser contra o fim da manifestação de interesses e Pedro Nuno interessou-se por manifestar que o seu discurso sobre o tema tinha manifestamente mudado - agora, surfa a onda da “imigração regulada”, a narrativa dominante na sociedade.

E no final, Pedro Nuno pediu que os votos à esquerda não se dispersassem e Mariana Mortágua disse-lhe que assim o Partido Socialista estaria a contar com o apoio do PSD para passar propostas se conseguisse ganhar. Todavia, num derradeiro suspiro, pressionada pela jornalista, Mariana cedeu: “Há sempre” hipótese de chegar a um acordo escrito com o PS.

Ora, quem ganhou? Difícil. Com mais “romantismo” de um lado e “realismo” do outro, acabaram por falar para o seu eleitorado. Mas como alfinetou Pedro Nuno Santos, só um dos dois ali naquela mesa lidera um partido com “responsabilidade governativa”.

Teresa Violante

Mariana Mortágua - 6
Pedro Nuno Santos - 5

Pedro Nuno Santos interrompeu variadas vezes adversária e insistiu na descortesia de tentar ter a última palavra, contra as regras acordadas. Não tinha necessidade disso.

Este não é o Pedro Nuno Santos de há um ano. Agradará decerto a muitos comentadores e a parte do eleitorado, mas pergunto-me o que resta do político carismático que se afirmou como um icónico representante da ala esquerda do PS. A resposta que deu relativamente à defesa foi, para usar uma sua expressão, romântica: no plano de von der Leyen “apenas” 150 mil milhões de euros serão financiados por dívida europeia, os restantes 650 mil milhões virão dos orçamentos nacionais. Ao mesmo tempo que acusa Mariana Mortágua de romantismo, acha que é realista um investimento dessa monta sem afetar o Estado Social? O “there is no alternative” está vivo e pujante... Também na imigração a reviravolta é notória, sem a invocação de argumentos substanciais que o justifiquem (se calhar existem, mas não basta dizer que a manifestação de interesse fez sentido naquele contexto, e agora precisamos de outros mecanismos. Já agora, quais?).

Mariana Mortágua fraquejou na questão da defesa. Os seus bons dotes de oratória não são suficientes para justificar que a defesa da democracia e das soberanias prescinda do investimento em defesa. A dada altura aproximou-se perigosamente do tom do PCP e isso pode ser eleitoralmente caro

Cristina Figueiredo

Mariana Mortágua - 8
Pedro Nuno Santos - 8

Quase meia hora a quererem demonstrar que é muito o que os separa mas a verdade, como o azeite, veio ao de cima nos minutos finais: Mariana Mortágua reconheceu que o BE terá “sempre” disponibilidade para fazer um acordo com o PS e Pedro Nuno Santos, depois de um apelo ao voto útil sem qualquer rebuço, lembrou à sua (só aparente) adversária que o BE tem mais capacidade de influenciar um Governo do PS do que um da AD.

No mais, um debate, justiça se faça à moderadora, que se ocupou exclusivamente dos temas que pouco, até aqui, se têm visto respondidos pelos principais candidatos à chefia de um Governo que vai ter obrigatoriamente de lidar, no plano internacional, com a pressão da UE para o aumento do investimento na Defesa, as consequências da política tarifária de Donald Trump ou, no plano nacional, com os problemas da falta de habitação para os jovens e a classe média e da regulação da crescente imigração. Feitas as contas, um debate civilizado e com conteúdo, onde provavelmente nenhum ganhou mais nenhum voto do que aqueles que já levava garantido mas que serviu para deixar bem claro o que pensa cada um.

 

Rui Tavares contido ganhou a Ventura em "monólogo": as notas dos comentadores do Expresso
mw-1280

Spoiler

Vítor Matos

André Ventura - 4

Rui Tavares - 6

Não é fácil debater com André Ventura e Rui Tavares sabe-o bem, porque protagonizaram ambos o pior debate das legislativas de há um ano. A discussão ia mais ou menos empatada, cada um a falar para o seu eleitorado e com o porta-voz do Livre a tentar não engrenar nas armadilhas do líder do Chega (lições aprendidas), até que André Ventura decidiu defender as tarifas de Donald Trump que estão a lançar o mundo no caos económico, dizendo que “temos de fazer o mesmo na Europa”. Rui Tavares respondeu bem, ao explicar que Trump está a lançar “um imposto que vai prejudicar os mais pobres”, e enumerou as áreas que em Portugal são mais prejudicadas. O chefe da direita radical não teve uma resposta adequada para sair do beco em que se meteu ao querer evitar críticas a Trump.

A partir daqui, Tavares ganhou vantagem. Ventura tentou colar o Livre a posições anti-NATO por defender uma defesa Europeia, e pareceu fora da realidade quando manteve a ideia de que a Europa não se pode defender sem os EUA - quando é Trump a pôr-se de fora da defesa da Europa. Depois reagiu com mentiras quando Tavares o encostou às cordas - dizendo que este é “amigo do Irão” - invocando a corrupção entre os seus homólogos, como os próximos do húngaro Viktor Orbán, e a condenação de Marine Le Pen. No final, perante estas e outras mentiras (depois de aconselhar os espectadores a irem aos sites de fact-check), até foi condescendente: “Ó homem, não entre em delírios”.

André Ventura pode ter ganho vantagem logo no início perante o seu eleitorado ao falar da imigração e de uma alegada pressão dos imigrantes sobre a saúde, mas voltou a defender uma proposta que constitucionalistas já ouvidos pelo Expresso o ano passado consideram inconstitucional, de os imigrantes só beneficiarem do SNS depois de cinco anos de descontos.

Liliana Valente

André Ventura - 4

Rui Tavares - 5

Se houve um vencedor neste debate poderá ter sido Luís Montenegro. Num frente-a-frente entre dois líderes de partidos da oposição, não se falou do primeiro-ministro. De outro ponto de vista, Pedro Nuno Santos também terá razões para estar satisfeito: as perguntas e a conversa foram sobretudo sobre propostas do PS e posicionamento do PS. De resto, se André Ventura tivesse deixado, podia ter-se percebido alguma coisa do que foi dito neste debate. 

O líder do Chega esteve tão interventivo que a dada altura tinha mais três minutos do que Rui Tavares e o moderador teve de lhe dizer que era um “debate, não um monólogo”. A nota negativa é não só por isso, mas pelas constantes falsidades. E também pela altivez de se dizer candidato a primeiro-ministro quando, entre outros problemas, não mostra sentido de Estado para tal ou sequer ideia do bem comum. A defesa das tarifas de Trump foram o exemplo neste debate. Contudo, para o seu eleitorado, parece-me que a técnica ainda é eficaz, sobretudo quando se pensa naquele eleitorado para quem as ideias contam pouco e interessa mais a performance. 

Rui Tavares tentou concentrar-se nas suas propostas e por duas vezes olhou diretamente para a câmara para passar a sua mensagem. Quando conseguiu. Deixou para o final um golpe a Ventura - quando falou dos problemas com a justiça da bancada do Chega - mas já foi tarde. Mas este não foi um debate em que tenha perdido votos ou ter sequer a esperança de ganhar. Era só preciso que acabasse. 

Henrique Raposo

André Ventura - 0

Rui Tavares - 6

Só tenho um critério para avaliar estes debates: esta pessoa pode ser primeira-ministra ou ministra? Rui Tavares podia ser ministro; Ventura nem para aguadeiro do conselho de ministros dá. A senhora do café, provavelmente paquistanesa, do conselho de ministro ou do parlamento tem mais mundo e realismo do que Ventura.  

A globalização foi (ainda é) o maior instrumento alguma vez concebido para combatermos a pobreza à escala global. As tarifas de Trump são um absurdo e uma crueldade. E agora vemos um partido de esquerda, Livre, a defender a globalização e o comércio livre capitalista contra um partido de direita radical, que está numa espécie de cruzada contra essa globalização. Ventura diz hoje sobre a globalização o que diziam o velho PCP e BE. O que diziam, não. O que ainda dizem. Ou não? Será que PCP e BE agora são "neoliberais", para usar o insulto que usaram milhares de vezes contra os defensores da globalização agora atacada por... Trump.  

Ventura mente e exagera em cada frase; não sabe usar uma frase da língua portuguesa a não ser para exagerar. Caramba: ainda bem que temos 1.5 milhões de imigrantes. Porque são esses imigrantes que trabalham, são esses imigrantes que aceitam os trabalhos que a white trash tuga já não quer fazer, porque passam o dia a ouvir podcasts da "verdadeira masculinidade" e a pedir dinheiro às mães, às irmãs, às tias, às mulheres, porque acham que já não podem ter um trabalho manual, porque acham que podem esconder a sua enorme preguiça nos queixumes contra os paquistaneses. 

E o problema não é só a substância, é o modo. Ventura parece o gajo de Alfama em esteroides; além de esganiçado, fala num ritmo desnorteado, enfia um número grotesco de sílabas por segundo quadrado. Neste sentido, diga-se que faltou pulso ao moderador. É preciso tratar Ventura como se fosse uma criança mal-educada. E sem noção do ridículo. Quando ele diz algures que “é candidato a PM”, o moderador (rindo ou não) só tinha de dizer, Não, não é, tenha lá calma. 

Para terminar, uma pergunta: se o Livre, como diz Rui Tavares, consegue aprovar boa parte das suas propostas num parlamento dominado pelas direitas, isto quer dizer o quê da tolerância da direita em geral? Se calhar, diz bem. O mesmo pode ser dito ao contrário? Num parlamento dominado pelas esquerdas, um partido como a IL teria a mesma aceitação?  

Daniel Oliveira

André Ventura -5

Rui Tavares - 5

Em 2022, o inexperiente Rui Tavares venceu o debate contra André Ventura. Um debate que é sempre difícil, porque o cumprimento das regras não está garantido. Uma vitória surpreendente que fez esquecer o caso Joacine e pôs Tavares a caminho de São Bento. Em 2024, Rui Tavares levou as queixas da divulgação de fotos dos seus filhos nas redes, mas tinha a coisa mal preparada e acabou por oferecer a vitória a Ventura, que se permitiu, sem risco, falar da vida familiar do seu opositor. Perdeu, sem grande custo para as eleições, no entanto. Os potenciais eleitores do Livre viram-no como vítima. Hoje era a desforra.

O problema de Rui Tavares foi ter ido para este debate como se fosse um debate. E deixou para o fim o que era forte: a criminalidade no Chega, que não explorou suficientemente. É que nem os eleitores do Chega acham que o Livre tem mais criminosos do que o Chega, como disse Ventura.

O líder do Chega mostrou que se preocupa mais com os imigrantes do que com o SNS. Aliás, a solução para o SNS é travar a imigração. O problema do SNS é os indianos e paquistaneses que vêm de comboio para usar os nossos hospitais. Mas o mote é forte e tem provas dadas. A verdade é que Ventura marcou a dança.

Rui Tavares foi, claro, mais sério. Falou de propostas e de problemas do país. Resistiu às perguntas de Ventura, o que o obrigou a fazer-se demasiadas vezes de morto. E isso determinou uma prestação apagada e, por isso, pouco eficaz. Quis fazer um debate normal com um candidato que não o é. Aqueceu no fim: nas tarifas (que é chinês para a maioria) e a criminalidade no Chega. Única razão para não ter perdido.

 

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A senhora do café, provavelmente paquistanesa, do conselho de ministro ou do parlamento tem mais mundo e realismo do que Ventura.

O Raposo anda a dar-lhe com força.

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Citação de Hidden, há 2 horas:

Decidi só ver o debate dos partidos sem assento parlamentar, é o único que me entretém.

Quando 'e esse?

 

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Citação de Burkina2008, há 5 minutos:

Quando 'e esse?

 

8 de maio

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Citação de smashing_pumpkin , há 7 horas:

Mas que panca é esta com o Irão? 

O Pablo Iglesias andou anos e anos em Espanha a ser acusado pela extrema direita de receber dinheiro do Irão e da Venezuela. Pelos vistos o Chega importou a tática mas com quase 10 anos de atraso.

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Citação de antifa, há 1 hora:

O Pablo Iglesias andou anos e anos em Espanha a ser acusado pela extrema direita de receber dinheiro do Irão e da Venezuela. Pelos vistos o Chega importou a tática mas com quase 10 anos de atraso.

E por cá tivemos o Lemos Esteves (onde anda essa saudosa personagem?) a acusar o Pacheco Pereira do mesmo. A diferença é que o Pacheco Pereira meteu-o em tribunal e foi indemnizado. Ainda há umas semanas disse na CNN que pretendia usar o dinheiro da indemnização para ir ao Irão já que nunca tinha lá ido.

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Citação de challenger, há 21 minutos:

E por cá tivemos o Lemos Esteves (onde anda essa saudosa personagem?) a acusar o Pacheco Pereira do mesmo. A diferença é que o Pacheco Pereira meteu-o em tribunal e foi indemnizado. Ainda há umas semanas disse na CNN que pretendia usar o dinheiro da indemnização para ir ao Irão já que nunca tinha lá ido.

E deveria ser esse o caminho com o Ventura e seus capangas em vez daquela historieta do "deixá-lo a falar sozinho". Ele que responda em tribunal pelas acusações falsas que faz.

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Citação de smashing_pumpkin , há 10 horas:

O Rui Tavares costuma ter um ar super calmo mas neste momento está claramente a conter-se para não cair em cima do Ventura.

O verdadeiro Rui Tavares foi o que debateu o Ventura no ano passado. 

Citação de Lebohang, há 10 horas:

Ana Sá Lopes dá vitória ao Ventura por 5-6, falamos de cortar o microfone ao Ventura mas os jornalistas também apreciam a luta na lama para gáudio dos espetadores do que a elevação.

Essa mulher é uma imbecil. 

Citação de HappyKing, há 9 horas:

Eu tenho genuína curiosidade em saber em quem ele vota atualmente. E se é num desses partidos se isso também se lhe aplica. 

Vota PS. 

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O mantra oficial agora é enterrar o historiador e o LIVRE para concentrar o voto no PS, os comentadores nos próximos debates vão meter o Rui Tavares como as equipas portuguesas a jogar em Balaídos e a perder sempre por 7.

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Citação de Lebohang, há 13 horas:

O apelo do Pedro Nuno Santos na concentração de voto no PS já está a surtir efeito, em todos os canais já estão a fazer o funeral ao Tavares e ao LIVRE

Ouvi a declaração do PNS a pedir essa concentração de esquerda no PS, acho que esquece-se que convém é "roubar" votos ao centro e não à esquerda, se quiser sonhar em ser governo.

Editado por Ed
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Citação de Lebohang, há 3 horas:

O mantra oficial agora é enterrar o historiador e o LIVRE para concentrar o voto no PS, os comentadores nos próximos debates vão meter o Rui Tavares como as equipas portuguesas a jogar em Balaídos e a perder sempre por 7.

O objetivo é ir buscar aquele eleitorado que salta entre o BE/Livre e o PS. E a conversa vai ser a mesma que foi com o moço que era candidato a euro deputado. 

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Citação de Puto Perdiz, há 8 minutos:

O objetivo é ir buscar aquele eleitorado que salta entre o BE/Livre e o PS. E a conversa vai ser a mesma que foi com o moço que era candidato a euro deputado. 

Os partidos de esquerda com representação parlamentar tiveram pouco menos de 40% do votos e apenas 91 deputados. O PS crescer à custa da restante esquerda serve-lhe de quê se não for buscar eleitorado ao centro-direita?

Se for essa a estratégia do PS, só posso concluir que o Pedro Nuno Santos é um idiota.

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já agora... as eleições vão bater com a última jornada, sendo que muito provavelmente nela se vai resolver o campeonato e o 3º lugar (escrevo isto a chorar).

a minha pergunta é, já procurei e não vi nenhuma resposta definitiva, é permitido haver jogos no dia 18 de maio, ou vai passar tudo para dia 17?

não me parece concretizável haver duas festas em lisboa na mesma noite, e para as tvs então nem se fala...

já agora, para os (imensos) caçadores do cmpt... é proibida a caça nesse dia.

 

Editado por hugoooo_17

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Citação de Black Hawk, há 1 hora:

Os partidos de esquerda com representação parlamentar tiveram pouco menos de 40% do votos e apenas 91 deputados. O PS crescer à custa da restante esquerda serve-lhe de quê se não for buscar eleitorado ao centro-direita?

Se for essa a estratégia do PS, só posso concluir que o Pedro Nuno Santos é um idiota.

Idiota porquê? Tendo em conta o que se espera, a estratégia é ficar com mais votos que o psd e não do que a direita(que é algo que parece impossível). E depois pedir que o psd dê o apoio ao governo que o ps deu.

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Citação de smashing_pumpkin , há 2 minutos:

Idiota porquê? Tendo em conta o que se espera, a estratégia é ficar com mais votos que o psd e não do que a direita(que é algo que parece impossível). E depois pedir que o psd dê o apoio ao governo que o ps deu.

Continua a ser uma ideia parva. Não serviu para o PSD, não vai servir para o PS nem para quem queira evitar novas eleições daqui a um ano.

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A questão é que enquanto houverem 3 blocos irreconciliáveis, esquerda, direita e extrema-direita, ninguém vai conseguir resultados que permitam governar à vontade. O melhor que o PNS pode tentar é reverter aqueles 50 mil votos para sair por cima e depois mediante 1 ou 2 anos de governação tentar sacar um resultado melhor, e o Montenegro igual.

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Citação de Black Hawk, há 32 minutos:

Continua a ser uma ideia parva. Não serviu para o PSD, não vai servir para o PS nem para quem queira evitar novas eleições daqui a um ano.

Não serviu para o psd porque o psd não quis.

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Outra coisa que os portugueses são bons é com horas.

Ontem o debate era às 9, começou mais cedo. Hoje o debate era às 18, são quase 18 e 10 e não há debate. Começa às 18 e 20 pelos vistos. 

Editado por HappyKing
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Debate CDU – Livre na SIC Notícias com análise pré-debate de Miguel Morgado.

Espero que a Sport TV veja isto e coloque no próximo clássico Benfica-Sporting Jorge Costa nos comentários

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O Miguel Morgado acusar alguém de ser um produto dos media também é giro. Não fosse ele outra coisa, com a infinidade de espaços de opinião que tem. 

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