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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Keef, Agora:

Para facilitar as relações. "Assuntos pendentes", disse ele aka Hospital novo. 

parece me um bocado parvo.

Se era para haver esse entendimento, só teria utilidade em outubro quando se debateu o OE deste ano pela primeira vez. Agora, depois de eleições, maioria absoluta e o diabo a quatro é que o PSD M se chega à frente?

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Os deputados do PSD/Madeira justificaram a sua abstenção na votação do Orçamento de Estado de 2022 com as "garantias de boas concretizações" dos assuntos da região pendentes com a República e com a alteração positiva no relacionamento institucional.

"A razão maior que nos leva a assumir este sentido de voto, para além da abertura registada, prende-se com o interesse superior da região e do país e pelo facto de termos já garantias de boas concretizações no que respeita a dossiês fundamentais para o futuro da Madeira, como é o caso da Zona Franca", disse o deputado social-democrata madeirense Sérgio Marques à agência Lusa.

Lá vão eles ser participados ao conselho de jurisdição e consecutivamente perderem pelouros de coordenação em princípio (já houve casos em que aconteceu, noutros foi arquivado).

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Citação de HappyKing, há 11 minutos:

Os deputados do PSD/Madeira justificaram a sua abstenção na votação do Orçamento de Estado de 2022 com as "garantias de boas concretizações" dos assuntos da região pendentes com a República e com a alteração positiva no relacionamento institucional.

"A razão maior que nos leva a assumir este sentido de voto, para além da abertura registada, prende-se com o interesse superior da região e do país e pelo facto de termos já garantias de boas concretizações no que respeita a dossiês fundamentais para o futuro da Madeira, como é o caso da Zona Franca", disse o deputado social-democrata madeirense Sérgio Marques à agência Lusa.

Lá vão eles ser participados ao conselho de jurisdição e consecutivamente perderem pelouros de coordenação em princípio (já houve casos em que aconteceu, noutros foi arquivado).

what in the flying fuck!?

agora?

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Leiam e pensem no que estão a dizer... PSD/Madeira! Foquem-se mais na parte Madeira, do que na parte PSD.

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Óbvio que não se passará nada, não decidia nada, e foram os da Madeira, no máximo o Miguel Albuquerque leva um telefonema do novo líder para não repetir a brincadeira no futuro. 

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Senhor Charles currencies, podia investir menos em estradas e ciclovias e meter mais dinheiro no metro, obrigado 

 

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E a câmara de Lisboa manda alguma coisa no metro?, nessa notícia fala em reunião com vários representantes de sindicatos e membros do governo, em lado nenhum fala da Câmara de Lisboa. 

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Entre os candidatos era a escolha natural, vamos ver como corre. 

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Citação de HappyKing, há 23 minutos:

Montenegro novo líder do PSD.

São mais uns aninhos sem votar PSD

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Citação de Kaz, há 14 minutos:

Entre os candidatos era a escolha natural, vamos ver como corre. 

Alguém que se recusa a fazer debates internos.

Alguém que se recusa a fazer linhas vermelhas com o Chega (quando são conhecidos os resultados que esse fantasma teve nas últimas eleições). 

Não me parece um bom início.

Ou muito me engano ou nas próximas eleições ainda vão ser mais comidos pelos outros dois partidos à direita. 

Editado por HappyKing

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Citação de HappyKing, Agora:

Alguém que se recusa a fazer debates internos.

Alguém que se recusa a fazer linhas vermelhas com o Chega (quando são conhecidos os resultados que esse fantasma teve nas últimas eleições). 

Não me parece um bom início.

Ou muito me engano ou nas próximas eleições ainda vão ser mais comidos pelos outros dois partidos à direita. 

Se não estiver a correr razoavelmente ele obviamente não dura 4anos até as próximas legislativas, daqui a 2anos vê-se. 

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PSD neste momento nas sondagens vale pouco mais do dobro do Chega e IL.

Assustador.

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Citação de Lebohang, há 25 minutos:

PSD neste momento nas sondagens vale pouco mais do dobro do Chega e IL.

Assustador.

Mas os militantes parecem gostar disso.

Citação de Kaz, há 29 minutos:

Se não estiver a correr razoavelmente ele obviamente não dura 4anos até as próximas legislativas, daqui a 2anos vê-se. 

O que não vão correr bem? Não há eleições nos próximos anos.

Ele, e quem votou nele, vão meter o PSD como 3º força politica e vão dizer que a culpa é do PS

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https://www.publico.pt/2022/05/28/opiniao/opiniao/olhem-portugal-c-2007949

Spoiler

Olhem para Portugal, c…!

Encontram um átomo destas coisas nos textos prolixos da disputa no PSD, nos discursos da Assembleia, nos anúncios dos governantes? Nada. Por isso, eu torno-me um imprecador e sigo o exemplo do Milhazes.

 

Há um problema na actual disputa interna do PSD, que está bem longe de ser exclusivo desse partido, mas que se revela com maior nitidez neste tipo de confrontos. Portugal, o país onde vivem e para onde dirigem a sua acção política, está completamente ausente do seu discurso político. Hesitei antes de escrever “completamente”, mas voltei aos textos, entrevistas, manifestos e outras produções de campanha e perdi as hesitações. Aliás, ainda recentemente numa discussão com Nuno Melo no Princípio da Incerteza tive ocasião de dizer o mesmo a propósito da sua moção programática ao Congresso do CDS escrita em “burocratês”.

A raiz é a mesma: onde é que vão os políticos buscar o seu conhecimento e o seu discurso sobre o país? A quatro fontes, intrinsecamente ligadas entre si, a comunicação social, que é a dominante, a experiência da carreira política intrapartidária, e, em menor grau, a sua experiência profissional, hoje muito dominada, naqueles que têm maior currículo, pela linguagem burocrática europeia, dos planos, directivas, normativas, e, por fim, à sua “escola”, à sua educação. Poderia acrescentar a sua experiência de vida, mas ela é desde muito cedo dominada por aquilo que referi como fontes, e tão artificial fora disso que pouco traz para a acção política.

Felizmente para todos, eles já se formaram num mundo muito mais pacífico, não correram o risco da guerra colonial, nem da prisão ou de andar a receber bastonadas, nem de ser despedido e ficar na miséria, ou ser velho e ficar sem parte da pensão e da reforma, ou de ter que trabalhar nas limpezas às sete da manhã, ou de carregar baldes de cimento, ou estar a apertar uma peça de um carro todo o dia, ou a limpar doentes num hospital, a conduzir um autocarro em Lisboa, ou sequer a ter que dar aulas a adolescentes algures nos subúrbios. Ainda bem que é assim, mas convinha perceber o seu privilégio etário, geracional, social, porque a maioria do país vive assim.

O que é que sobra? O contexto desta situação é, em muitos casos, não em todos, uma vida feita na carreira política, com muitos jornais e quase nenhuns livros, muita televisão e “redes sociais” e objectivamente pouca cultura. Os políticos encontram na comunicação social (e vice-versa para os jornalistas) uma casuística superficial, ao ritmo e ao modo da “novidade” jornalística, que condiciona a “agenda”.

Portugal é um país pobre, pouco desenvolvido, muito inculto, pouco cosmopolita e não me é indiferente que seja assim, e eu prefiro quem o diz com clareza e não anda com a boca cheia de “transições digitais” e outros slogans da treta do “politiquês” actual. Tudo isto é ainda verdade, embora os últimos quase cinquenta anos de democracia tenham melhorado de forma drástica todos estes parâmetros, e tenha havido um progresso muito significativo, a partir de uma situação em que a pobreza era muito maior, o analfabetismo, a mortalidade infantil, o provincianismo e, valor dos valores, em que não havia liberdade e éramos servos de uns senhores muito bem vestidos e bem-falantes (havia excepções) e umas senhoras de cabelo com o colchão do Nicolau Tolentino dentro. Houve uma verdadeira revolução nestes cinquenta anos, mas estamos ainda muito longe de deixarmos de ser pobres, atrasados, incultos e provincianos. E, nalgumas coisas, estamos mesmo a andar para trás, principalmente nos valores da sociabilidade e na cultura.

Não vale a pena estar a falar da evidência da pobreza. Antes das prestações sociais, e mesmo depois, metade dos portugueses é pobre. Mas a pobreza não entra verdadeiramente no discurso político.

Enganados pela jactância da “geração mais bem preparada”, onde se pode fazer um curso universitário sem ler um livro, entregamo-nos a uma dicotomia entre o ensino amável, sem esforço, fofinho e o decorar à bruta coisas em grande parte inúteis e que são esquecidas no mês seguinte. Mas o falhanço da educação não entra verdadeiramente no discurso político.

Mas também andámos para trás. A civilidade diminuiu. O português abastardou-se. Bastaram dois anos de restrições e confinamentos – o que seria se fosse uma guerra a sério – para aumentar a agressividade nas ruas, os divórcios ou os lamentos porque os meninos não puderam ir a discotecas e a “saúde mental” da população se deteriorou. Está tudo cheio de “estados de alma”. Os mais relevantes actores da felicidade dos dias de hoje, dependurada em frases guturais e insultos no Twitter, ou na “noite”, são a Super Bock e o Facebook ou o Instagram. Mas a incivilidade e a incultura não entram verdadeiramente no discurso político.

Também não vale a pena falar da desvalorização do trabalho a favor dos unicórnios e das start-ups em incubadoras, e outras coisas que ficam bem nos discursos modernaços, onde parece que a riqueza é obra exclusiva dos empresários e não dos trabalhadores. Deviam ler o Compêndio da Doutrina Social da Igreja, esse texto comunista, já que não querem ler Karl Marx onde também aprendiam alguma coisa. Mas o trabalho não entra verdadeiramente no discurso político.

Por aqui adiante. Encontram um átomo destas coisas nos textos prolixos da disputa no PSD, nos discursos da Assembleia, nos anúncios dos governantes? Nada (deixemos por agora o PCP, que é de outro planeta, e o BE, que é um asteróide perdido na sua órbita). Por isso, eu torno-me um imprecador e sigo o exemplo do Milhazes. Os excitados e indignados profissionais das redes sociais ficaram entre agradados e zangados porque o bom do Milhazes traduziu à letra uma imprecação de uma multidão num concerto na Rússia contra a guerra – o “c…” com que eu não vou colocar a digna redacção do PÚBLICO no dilema de saber se escreve a palavra toda ou não. Mas o que apetece dizer aqui é o mesmo: olhem para Portugal, a vossa terra, a vossa Pátria, o local onde dez milhões de pessoas esperam que sirvam o seu bem comum, a sua autoridade no voto, a sua liberdade, “c…”!

 

 

 

 

 

 

Bom texto do Pacheco Pereira no público. Fica aí em spoiler para quem quiser.

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Citação de Seferogol, há 8 minutos:

Mas os militantes parecem gostar disso.

O que não vão correr bem? Não há eleições nos próximos anos.

Ele, e quem votou nele, vão meter o PSD como 3º força politica e vão dizer que a culpa é do PS

Terá que mostrar trabalho, não há eleições nos próximos dois anos, mas há tudo o resto. E se caírem para 3° força política é por decisão dos portugueses, já o foram e não foi por isso que morreram. 

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Citação de Lebohang, há 39 minutos:

PSD neste momento nas sondagens vale pouco mais do dobro do Chega e IL.

Assustador.

e pode piorar, calma.

ou muito me engano ou a breve prazo vamos ter à direita PSD, CH e IL ali todos taco a taco com 13%, 12% e 11% respectivamente. 

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Citação de Kaz, há 1 minuto:

Terá que mostrar trabalho, não há eleições nos próximos dois anos, mas há tudo o resto. E se caírem para 3° força política é por decisão dos portugueses, já o foram e não foi por isso que morreram. 

Ele já mostrou ao que vinha: fazer felacios ao Chega. Mal, por mal, antes votar no original.

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Será que este tópico já existia na altura da votação Seguro/Costa?, gostava de ver as opiniões dos especialistas na altura. 🤔😅

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Citação de Seferogol, Agora:

Ele já mostrou ao que vinha: fazer felacios ao Chega. Mal, por mal, antes votar no original.

é isso que em todo o lado que essa questão se colocou e o partido grande/incumbente/democrático de direita seguiu a via Montenegrista os eleitores decidiram (veja-se França, Itália, Espanha, etc)

Mas cá vai ser diferente, somehow. Tá.

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Citação de IlidioMA, Agora:

é isso que em todo o lado que essa questão se colocou e o partido grande/incumbente/democrático de direita seguiu a via Montenegrista os eleitores decidiram (veja-se França, Itália, Espanha, etc)

Mas cá vai ser diferente, somehow. Tá.

Olha, mais facilmente votava no teu padrinho PNS do que no Montenegro

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O Montenegro tem um puto de um ar de aldrabão, pqp

O centro vai ser engolido pelo PS. Não sei é se isso é bom sinal, basta olhar para França...

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