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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Em relação às drogas, aconselho a passarem no Centro Cultural de Cascais para terem oportunidade de passar os olhos num projeto bem construído e interessante que entrega outra perspetiva sobre as vidas de quem consome, consumiu e viu as mesmas serem destruídas pelo vicio. 
A legalização das drogas será um passo importante na nossa sociedade mas não pelo cariz económico mas sim social, além de ser um passo que deve ser dado e tratado com a máxima cautela para evitar abrir uma caixa de pandora que depois muito dificilmente se fecha. O passo nunca pode ser legalizar tudo e dançar o Kumbaya.

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Sobre a questão das reduções de velocidade/fecho da avenida aos domingos deixo este artigo para discussão:

 

 

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Citação de HappyKing, há 8 horas:

Sobre a questão das reduções de velocidade/fecho da avenida aos domingos deixo este artigo para discussão:

 

 

Eu não consigo entender tanta polémica. Aliás, quem me dera que fizessem o mesmo no Porto.

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Em Palermo fechavam a avenida principal da cidade aos domingos e colocavam umas barracas com comércio e outras coisas no meio (por exemplo pessoal do subbuteo lol ) e dava logo outro ar à cidade, além de tornar o passeio bem agradável. 

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Publicado (editado)
Citação de HappyKing, há 9 horas:

Sobre a questão das reduções de velocidade/fecho da avenida aos domingos deixo este artigo para discussão:

Citação

Portugal é o único país no mundo em que pessoas se indignam pelas autoridades fiscalizarem o cumprimento da lei. E em Portugal essa fiscalização já é particularmente branda.

Algumas verdades nesse artigo, mas esta é clarinha. Só quem nunca foi a um país da Europa central, nomeadamente Bélgica/Holanda, é que acha que em Portugal há muitos radares.

E contra mim falo, porque tenho o pé pesado e conduzo um Ibiza que fui recentemente reprogramar. 😬

Editado por Ghelthon

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Citação de D'artagnaN, há 16 horas:

mas fazia uma lei que só podes consumir 1 vez por ano por exemplo.

LOOOOOOOOOL

Hoje é dia de LSD!

Citação de D'artagnaN, há 16 horas:

Heroína deviam ser os hospitais a fornecer, de modo a que os utilizadores dessa substância pudessem ser todos identificados e acompanhados por ser uma droga demasiado pesada para o ser humano.

Olha, ideia genial. O hospital lucra com a venda da droga e depois com a hospitalização do cliente. Malta, encontrámos o pote de ouro!! Isto é uma fábrica de dinheiro!

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Almeno são 9 da manhã, onde vais buscar tanta força? 

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Citação de Che, há 1 minuto:

Almeno são 9 da manhã, onde vais buscar tanta força? 

Ironicamente, às drogas.

😀

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Citação de Almeno, há 27 minutos:

LOOOOOOOOOL

Hoje é dia de LSD!

Olha, ideia genial. O hospital lucra com a venda da droga e depois com a hospitalização do cliente. Malta, encontrámos o pote de ouro!! Isto é uma fábrica de dinheiro!

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Hoje e dia de chafurdar a quantidade de erva que o bloco me deixa mamar, resta saber se este consumo de médio de 30 dias é baseado no wiz khalifa e no snoop dogg (umas 30 gramas por dia) ou nas manas mortagua (umas ? gramas por dia) 

 

Raios parta a extrema esquerda moralista

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Citação de smashing_pumpkin , há 23 minutos:

Em Palermo fechavam a avenida principal da cidade aos domingos e colocavam umas barracas com comércio e outras coisas no meio (por exemplo pessoal do subbuteo lol ) e dava logo outro ar à cidade, além de tornar o passeio bem agradável. 

Há uns 30 anos que fecham em Bogotá aos domingos e feriados mais de 120km de rodovia para acesso pedonal e recreativo. Isto numa cidade de 8M, sem metropolitano, incomparavelmente mais dependente do automóvel que Lisboa e com uma política de transporte público entre o catastrófico e o criminoso.

Não tenho grande opinião sobre a história das velocidades e dos radares, embora se me perguntarem se gosto de andar a abrir a conduzir em Lisboa, gosto. Agora relativamente ao fecho de algumas vias para fins recreativos é daquelas coisas que me parecem medidas claramente tão positivas que só me faz lembrar a discussão de há 20 anos sobre ciclovias, em Lisboa, em que muita gente defendia, hoje ainda dá para rir mais, que as ciclovias de Lisboa iam ficar ao abandono, que não fazia sentido criarem-se ciclovia na "cidade das sete colinas" e que nunca na vida alguém iria para o trabalho de bicicleta porque obviamente todos os lisboetas vivem na Baixa e trabalham no Castelo ou em Monsanto, ou vice-versa.

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Citação de Che, há 27 minutos:

Almeno são 9 da manhã, onde vais buscar tanta força? 

 

Citação de Ghelthon, há 26 minutos:

Ironicamente, às drogas.

😀

Busted.

Se ao menos fossem legais, não precisaria de esconder. Sniff

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Citação de whatever, há 12 minutos:

Há uns 30 anos que fecham em Bogotá aos domingos e feriados mais de 120km de rodovia para acesso pedonal e recreativo. Isto numa cidade de 8M, sem metropolitano, incomparavelmente mais dependente do automóvel que Lisboa e com uma política de transporte público entre o catastrófico e o criminoso.

Não tenho grande opinião sobre a história das velocidades e dos radares, embora se me perguntarem se gosto de andar a abrir a conduzir em Lisboa, gosto. Agora relativamente ao fecho de algumas vias para fins recreativos é daquelas coisas que me parecem medidas claramente tão positivas que só me faz lembrar a discussão de há 20 anos sobre ciclovias, em Lisboa, em que muita gente defendia, hoje ainda dá para rir mais, que as ciclovias de Lisboa iam ficar ao abandono, que não fazia sentido criarem-se ciclovia na "cidade das sete colinas" e que nunca na vida alguém iria para o trabalho de bicicleta porque obviamente todos os lisboetas vivem na Baixa e trabalham no Castelo ou em Monsanto, ou vice-versa.

Eu até acho que se devia ir mais além de fechar de quando em vez para fins recreativos e fechar determiandas ruas ao trânsito automóvel, de vez. Os centros das cidades devem ser para peões e para transportes públicos, veículos de emergência, etc. Cabe na cabeça de alguém voltar a permitir estacionamento no terreiro do Paço ou Trânsito na Rua Augusta, no Porto, nas ruas de Santa Catarina e das Flores ou em Madrid na Calle Arenal?

Pá, o futuro é precisamente este, criar condições para que as cidades sejam mais amigas dos peões e menos dos carros. A evidência histórica mostra os enormes benefícios que este tipo de soluções traz.

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Isto não acontece só em Lisboa. A avenida central de Vila Real foi recentemente renovada, numa clara tentativa de dar mais espaço às pessoas e menos aos carros.

Passou-se disto:

Spoiler

camara-de-vila-real-lanca-concurso-para-

vilareal_carvalhoaraujo.jpg?itok=pDZ56zF

Para isto:

Spoiler

avenida-carvalho-araujo-vila-real-2-jpg.img_20210828_172647-jpg.1978383

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avenida-carvalho-araujo-vila-real-3-jpg.

Escusado será dizer que o bota-abaixismo foi constante e duro, pegando em tudo: cemitério de betão, coitadas das árvores que mandaram abaixo seus criminosos, tudo o que possam pensar.

As pessoas têm uma aversão enorme à mudança, e são tremendamente comodistas. Muita gente, se pudesse levar o carro à porta do destino, fá-lo-ia.

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Btw, para além do argumento da redução da sinistralidade rodoviária e do combate às alterações climáticas, grande parte das mudanças nos limites de velocidade e nos radares é com o objectivo de obrigar as pessoas a utilizar os transportes públicos para deslocações à cidade.

Está é na hora de se melhorar a oferta de transportes públicos, modernizar os mesmos e evitar que estejam sempre à pinha. Só assim é que se vai realmente conseguir atingir os objectivos.

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Antes destas tentativas de dar mundo aos peões, convinha dar umas azeitonas aos condutores. Transportes públicos gratuitos. 

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Mais linhas circulares é o que o pessoal precisa.

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

AM de Lisboa aprova transportes públicos gratuitos para jovens e idosos com abstenção da IL

Já o são em parte.

A questão é que isso não resolve os problemas que o Almeno referiu (na verdade, dado o previsivel aumento da utilização até os potencia).

Falta serem gratuitos para o motor do modelo de produção capitalista: os trabalhadores. 

E é bom que se olhe para os transportadores públicos numa óptica realista daquilo que são, uma ferramenta para salvar o mundo das alterações climáticas. Tem que se perder dinheiro agora, para salvar a humanidade amanhã. Tem de se investir para servir a população.

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Citação de Che, há 33 minutos:

Antes destas tentativas de dar mundo aos peões, convinha dar umas azeitonas aos condutores. Transportes públicos gratuitos. 

 

Citação de Plagio o Original, há 20 minutos:

No Luxemburgo são gratuitos

Transportes públicos gratuitos é uma questão interessante. Eu estive, em turismo, no Luxemburgo e foi muito agradável não pagar autocarros e comboios, não o nego.

Os transportes públicos, pelo menos os urbanos/suburbanos já têm preços simpáticos em Portugal. A medida do governo PS, quando tinha a esquerda a apoiar, de reduzir drasticamente o preço dos passes, diminuiu, tornou o transporte público relativamente acessível à maioria das bolsas. A questão aqui é, quem tem dinheiro para pagar os T.P. mas prefere gastar bem mais por mês para ir de carro, não vai ter qualquer incentivo em usar os T.P. se forem gratuitos, porque a diferença de preço não compensa a diferença de tempo desperdiçado em transportes sobrelotados, mal pensados, que não cumprem horários, etc. Tendo em conta que o preço dos T.P. já é fixado administrativamente e tem um carácter social, fico com dúvidas se a melhor forma de incentivar o povo a usar esses transportes será mesmo torná-los gratuitos ou pegar no dinheiro que se perderia anualmente com essa gratuitidade e usá-lo para investir em melhorias dos T.P. actuais, seja em aumentos ou modernizações de frota, novas carreiras/linhas/serviços, aumentos de frequências, etc.

Resumindo, a minha dúvida é, o que cativará mais pessoas a deixar o carro em casa e a usar os T.P. com maior frequência: se é não pagar, mas perder o triplo do tempo que se perder ao fazer o mesmo trajecto de carro ou poupar algum e ter tempos de viagem minimamente decentes.

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Claramente a segunda. Daí ter dito que o importante é modernizar os T. P. e aumentar a oferta disponível para diminuir o tempo das deslocações (eu conto o tempo desde que o utilizador sai de casa até chegar ao destino) e aumentar o conforto (agrado) com a viagem.

Claro que não é com T. P. gratuitos que se vai chamar as pessoas, quando a certas horas do dia tens 5 pessoas por 25 cm de espaço.

Aumentar, modernizar e diversificar a oferta terá que ser a solução para a diminuição do número de veículos a circular em cidades, nomeadamente Lisboa (exemplo em que estou mais familiarizado), para passarem para os transportes públicos.

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Citação de Tio Hans, há 2 horas:

Eu até acho que se devia ir mais além de fechar de quando em vez para fins recreativos e fechar determiandas ruas ao trânsito automóvel, de vez. Os centros das cidades devem ser para peões e para transportes públicos, veículos de emergência, etc. Cabe na cabeça de alguém voltar a permitir estacionamento no terreiro do Paço ou Trânsito na Rua Augusta, no Porto, nas ruas de Santa Catarina e das Flores ou em Madrid na Calle Arenal?

Pá, o futuro é precisamente este, criar condições para que as cidades sejam mais amigas dos peões e menos dos carros. A evidência histórica mostra os enormes benefícios que este tipo de soluções traz.

Depois só falta criar condições para a populaça também conseguir viver nos centros dessas cidades, caso contrário quem é que usufrui dessas condições?

Exhibit A: Coimbra. Tiraram o trânsito da Visconde da Luz e da Ferreira Borges há muito tempo, mas como chutaram as pessoas do centro da cidade para os arredores, a baixa ao fim-de-semana está ao abandono e o comércio morreu por completo porque as pessoas teriam de vir das aldeolas em redor... de carro. E a pagar estacionamento. E não estão para isso.

Editado por Black Hawk

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Citação de Black Hawk, há 5 minutos:

Depois só falta criar condições para a populaça também conseguir viver nos centros dessas cidades, caso contrário quem é que usufrui dessas condições?

Exhibit A: Coimbra. Tiraram o trânsito da Visconde da Luz e da Ferreira Borges há muito tempo, mas como chutaram as pessoas do centro da cidade para os arredores, a baixa ao fim-de-semana está ao abandono e o comércio morreu por completo porque as pessoas teriam de vir das aldeolas em redor... de carro. E a pagar estacionamento. E não estão para isso.

Criar condições para a população viver nos centros das cidades ou criar condições para que que a população se deslocar a um custo acessível e de forma eficiente e rápida para essas zonas. Ou vais dizer-me que esse povo que não vai para o centro de Coimbra passear não se enfia num shopping?

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Vdd, os transportes suburbanos são horriveis em hora de ponta. Tst, rl... e a cp, sem ser naquela linha dos betos, que vai do cais a cascais, tambem é má

No entanto, só vale a pena pra mim ir de carro se conseguir evitar a hora de ponta, se não vai dar ao mesmo tempo que demoro a ir e vir de transportes

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Os transportes públicos gratuitos têm outra desvantagem que é a quantidade de viagens "parasitas". Isto já está estudado em algumas cidades europeias e americanas com transportes gratuitos. 

 

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