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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de challenger, há 1 hora:

Os transportes públicos gratuitos têm outra desvantagem que é a quantidade de viagens "parasitas". Isto já está estudado em algumas cidades europeias e americanas com transportes gratuitos. 

 

"quanto à poluição sonora [...] não deve atravessar as espessas paredes da assembleia da republica, ou do ministério da administração interna".

Que mauzões, os jornalistas nos anos 80...

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Citação de Tio Hans, há 1 minuto:

Criar condições para a população viver nos centros das cidades ou criar condições para que que a população se deslocar a um custo acessível e de forma eficiente e rápida para essas zonas. Ou vais dizer-me que esse povo que não vai para o centro de Coimbra passear não se enfia num shopping?

Para a população viver nos centros das cidades. Essa tem de ser a prioridade. O comércio tradicional vive da relação de proximidade (e falo do comércio tradicional porque é ele que vai servir de base ao fluxo de pessoas que vão usufruir dos espaços pedonais nos centros urbanos). Se tiras as pessoas de ao pé dele, ele definha e morre.

As pessoas vão tendencialmente onde lhes for mais cómodo. Aqui em Coimbra, as pessoas têm um centro comercial enorme nos arredores da cidade - o Fórum Coimbra. Fica literalmente entre dois a dez minutos de carro da maior parte das pessoas que moram nos arredores - Santa Clara, São Martinho do Bispo e todas as aldeias na extensão do Baixo Mondego. Tem estacionamento gratuito e facilmente acessível, tem as lojas da moda e não estás sujeito aos elementos, não apanhas chuva, sol, frio, calor.

Podes melhorar as condições de acessibilidade, mas nunca vais criar melhores condições do que estas. Vinte a trinta minutos de transportes públicos para andares na rua quando podes ir tranquilamente de carro em menos de metade desse tempo ao Fórum Coimbra? É um no-brainer.

A vantagem do comércio tradicional é a proximidade. É saíres de casa e teres as coisas ali à distância de uma curta caminhada. Se não for assim, as pessoas não vão lá. Sem o comércio tradicional, estas zonas pedonais não têm grande apelo. As pessoas têm de viver perto dele. O objectivo tem de ser esse, não apenas criar melhores acessibilidades.

E ainda há a questão da mão-de-obra. Metes as pessoas a viver fora das cidades, e dentro das cidades tens lojas, restaurantes, etc, cuja oferta de emprego é pelo salário mínimo ou perto disso. Espera-se depois que pessoas venham da conchichina para o centro das cidades para isso? É que isso até já se vê, volta e meia aparecem notícias sobre ofertas de emprego que não são preenchidas na baixa das cidades. Pois, as pessoas tiveram de se mudar para longe e não têm como sustentar a deslocação para trabalhar nesses locais.

A sério, nem sequer concebo como raio se pode achar que uma cidade sem população tem futuro. É um contrasenso!

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Não discordando do que dizes, será que esse comércio tradicional não está irremediavelmente condenado ao fracasso? 

Tirando a restauração e algumas excepções,  quais são os negócios que ainda conseguem sobreviver no centro das cidades? Eu penso na Rua Augusta e arredores e só tens lojas de grandes multinacionais, tipo HM, Zara, Intimissimi (ou uma do género). Depois tens uma ou outra coisa para turistas, tipo a conserveira, loja do Benfica e pouco mais.

 

Indo mais para os bairros residenciais encontras alguns negócios familiares, mas quem é que abaixo dos 30 anos ainda vai a um pronto a vestir do seu bairro? Muitos nem vão a lojas físicas, quanto mais a um loja local.

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Em Singapura quase 80% da habitação é pública. Acredito que ter uma casa para especular ou como património seja algo maravilhoso mas ter um teto também é maravilhoso. 

A China é o país onde, por proporção, os millennials compram mais casas para habitar. Eu sei que a não ser que arrote uma boa nota num IRS falso e noutras coisas, não terei acesso a credito habitação e nunca terei casa. Terei de arrendar a preços exorbitantes. 

O capitalismo assim não sobrevive. 

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Publicado (editado)
Citação de joe, há 1 hora:

loja do Benfica

Já não existe. Mas na rua está uma loja do Sporting e da FPF.

Passei por lá no sábado. Estava um caos autêntico e vim logo embora. Nem é possível apreciar a beleza da rua com tantos turistas, esplanadas, artistas de rua e imitações rascas.

Editado por Almeno

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Citação de joe, há 2 horas:

Não discordando do que dizes, será que esse comércio tradicional não está irremediavelmente condenado ao fracasso? 

Tirando a restauração e algumas excepções,  quais são os negócios que ainda conseguem sobreviver no centro das cidades? Eu penso na Rua Augusta e arredores e só tens lojas de grandes multinacionais, tipo HM, Zara, Intimissimi (ou uma do género). Depois tens uma ou outra coisa para turistas, tipo a conserveira, loja do Benfica e pouco mais.

 

Indo mais para os bairros residenciais encontras alguns negócios familiares, mas quem é que abaixo dos 30 anos ainda vai a um pronto a vestir do seu bairro? Muitos nem vão a lojas físicas, quanto mais a um loja local.

Mas comércio tradicional não tem que ser apenas isso. Tens ouriversarias, floristas, mercearias, lojas "gourmet", antiguidades, decoração, e muito mais. E na avenida de roma ainda sobrevivem algumas lojas de roupa, algumas há pelo menos 8 anos. Assim como na avenida da igreja. A baixa não é exemplo para grande coisa tirando a falta de pessoas nos centros das cidades, pois o comércio local foi engolido pela falta de moradores e pelo excesso de turistas.

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O que são viagens parasitas?

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Citação de NIkeL, há 1 hora:

O que são viagens parasitas?

São viagens de pessoas que normalmente se deslocariam a pé, de bicicleta, de tronitete, etc. mas que como o transporte público passa a ser gratuito o passam a usar, gerando uma desnecessária maior lotação dos transportes, com consequências na qualidade do serviço dos mesmos e nos custos para o erário público.

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Comecei a fazer as minhas deslocações da semana 100% de bicicleta no final do ano passado.

Não acho que tenha passado muito tempo, mas após estes 6 meses já consigo notar um fluxo crescente de pessoas na estrada de bicicleta ou de trotineta elétrica, portanto parece-me que a tendência começa finalmente a pegar no Porto.

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Citação de Ego Sum, há 2 minutos:

Comecei a fazer as minhas deslocações da semana 100% de bicicleta no final do ano passado.

Não acho que tenha passado muito tempo, mas após estes 6 meses já consigo notar um fluxo crescente de pessoas na estrada de bicicleta ou de trotineta elétrica, portanto parece-me que a tendência começa finalmente a pegar no Porto.

Por curiosidade, entre que pontos da cidade? Apanhas ciclovias ou andas junto dos carros?

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Citação de Jpa, há 14 minutos:

Por curiosidade, entre que pontos da cidade? Apanhas ciclovias ou andas junto dos carros?

Dando pontos genéricos, é mais ou menos tipo Norteshopping - Rotunda da Boavista.

Ando junto dos carros como as motas. A primeira vez que apanhei uma ciclovia foi esta semana, é algo inexistente para estes lados... É menos complexo do que parece, no último mês atravessei diariamente a rotunda do Norte Shopping para ir para os lados do parque da cidade por volta das 9:30 e era tranquilo.

Nunca tive stress algum nem senti hostilidade por parte dos condutores, tanto é que de manhã levo a minha filha à escola de bicicleta.

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Um estudo publicado no The American Journal of Economics and Sociology em 1997 concluiu que a quantidade de crimes e mortes relacionados a armas é afetada mais pelo estado da área em termos de desemprego, problemas com álcool e drogas, em vez de leis e regulamentos.[185] Este estudo analisou estatísticas coletadas sobre a quantidade de crimes com armas de fogo em estados com políticas rigorosas e branda de armas e determinou que a quantidade de crimes com armas está relacionada a como reduzir uma área economicamente.

Um estudo do CDC de 2003 determinou "A Força-Tarefa encontrou evidências insuficientes para determinar a eficácia de qualquer uma das leis sobre armas de fogo ou combinações de leis revisadas em resultados violentos". Eles afirmam que "uma descoberta de evidência insuficiente para determinar a eficácia não deve ser interpretada como evidência de ineficácia, mas como um indicador de que pesquisas adicionais são necessárias antes que uma intervenção possa ser avaliada quanto à sua eficácia".

Em 2009, o programa de Pesquisa em Direito da Saúde Pública, uma organização independente, publicou vários resumos de evidências resumindo a pesquisa que avalia o efeito de uma lei ou política específica na saúde pública, que diz respeito à eficácia de várias leis relacionadas à segurança de armas.

Entre suas descobertas:

  • Não há evidências suficientes para estabelecer a eficácia das leis "emite", distintas das leis "emita", como uma intervenção de saúde pública para reduzir crimes violentos.
  • Não há evidências suficientes para determinar a eficácia das leis do período de espera como intervenções de saúde pública destinadas a prevenir a violência e o suicídio relacionados a armas.
  • Embora as leis de prevenção de acesso infantil possam representar uma intervenção promissora para reduzir a morbimortalidade relacionada a armas entre crianças, atualmente não há evidências suficientes para validar sua eficácia como uma intervenção de saúde pública voltada para a redução de danos relacionados a armas.
  • Não há evidências suficientes para estabelecer a eficácia de tais proibições, como intervenções de saúde pública destinadas a reduzir os danos relacionados a armas.
  • Não há evidências suficientes para validar a eficácia dos requisitos de licenciamento e registro de armas de fogo como intervenções legais destinadas a reduzir os danos relacionados a armas de fogo.

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Devemos pedir o link ou cagamos?

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Citação de kareca, há 3 minutos:

Devemos pedir o link ou cagamos?

Adorei o "Força-Tarefa" 😄 

 

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Citação de Black Hawk, há 18 horas:

Para a população viver nos centros das cidades. Essa tem de ser a prioridade. O comércio tradicional vive da relação de proximidade (e falo do comércio tradicional porque é ele que vai servir de base ao fluxo de pessoas que vão usufruir dos espaços pedonais nos centros urbanos). Se tiras as pessoas de ao pé dele, ele definha e morre.

As pessoas vão tendencialmente onde lhes for mais cómodo. Aqui em Coimbra, as pessoas têm um centro comercial enorme nos arredores da cidade - o Fórum Coimbra. Fica literalmente entre dois a dez minutos de carro da maior parte das pessoas que moram nos arredores - Santa Clara, São Martinho do Bispo e todas as aldeias na extensão do Baixo Mondego. Tem estacionamento gratuito e facilmente acessível, tem as lojas da moda e não estás sujeito aos elementos, não apanhas chuva, sol, frio, calor.

Podes melhorar as condições de acessibilidade, mas nunca vais criar melhores condições do que estas. Vinte a trinta minutos de transportes públicos para andares na rua quando podes ir tranquilamente de carro em menos de metade desse tempo ao Fórum Coimbra? É um no-brainer.

A vantagem do comércio tradicional é a proximidade. É saíres de casa e teres as coisas ali à distância de uma curta caminhada. Se não for assim, as pessoas não vão lá. Sem o comércio tradicional, estas zonas pedonais não têm grande apelo. As pessoas têm de viver perto dele. O objectivo tem de ser esse, não apenas criar melhores acessibilidades.

E ainda há a questão da mão-de-obra. Metes as pessoas a viver fora das cidades, e dentro das cidades tens lojas, restaurantes, etc, cuja oferta de emprego é pelo salário mínimo ou perto disso. Espera-se depois que pessoas venham da conchichina para o centro das cidades para isso? É que isso até já se vê, volta e meia aparecem notícias sobre ofertas de emprego que não são preenchidas na baixa das cidades. Pois, as pessoas tiveram de se mudar para longe e não têm como sustentar a deslocação para trabalhar nesses locais.

A sério, nem sequer concebo como raio se pode achar que uma cidade sem população tem futuro. É um contrasenso!

Pá, percebo o que dizes, mas o melhor é que o pessoal se comece a capacitar que os centros das cidades têm que se reinventar. Um centro histórico que não é mais que uma aldeia gigante em que toda a gente se conhece é algo que vai, inevitavelmente, acabar, porque as cidades são cada vez mais locais de passagem. Lisboa já percebeu isto, o Porto também, e até Braga, que devia ser estudada como um péssimo exemplo de planeamento urbanístico já está a fazer esse caminho. Guimarães foi pioneira neste ponto.

E como os centros das cidades são cada vez menos essas mega-aldeias, não podem, nem conseguem, sobreviver só à custa dos seus moradores. É preciso que tenha atractivos que atraiam pessoas. Ruas pedonais, lojas interessantes, bons cafés e restaurantes. E as pessoas voltaram a visitá-los. Porque, no final do dia, e a não ser que haja condições extremas, as pessoas preferem andar ao ar livre. É muito mais agradável. Então se não houver carros, melhor ainda. Quem vai aos outlets da região de Lisboa, Campera e Freeport, anda ao ar livre, quem enche a Ribeira do Porto, o centro histórico de Guimarães, o Bom Jesus de Braga ou as marginais um pouco por todo o país anda ao ar livre. Agora, é evidente que se existe um centro de uma cidade em que o comércio são drogarias à moda antiga, tabacarias, e afins, não captam ninguém. E eu confesso que com excepção de uma ida lá no ano passado de fugida para levar a criança ao Portugal dos pequenitos, já não vou a Coimbra há uns anos, mas quando lá ia 3 ou 4 vezes por ano, tenho que confessar que o centro da cidade não era minimamente atractivo, totalmente degradado, grafitado, etc. Compreendo que as pessoas não vão lá. Mas o problema aí não são as ruas pedonais.

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Citação de a.lopes, há 13 minutos:

Adorei o "Força-Tarefa" 😄 

 

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Classica tradução bot

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O mapa abaixo mostra a distribuição de assassinatos em massa praticados com armas de fogo (mass shootings) em cada estado americano:

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Tópico errado, creio.

Existe um conceito que é o de densidade populacional. No meio do Idaho cometer um mass shooting só se for de coelhos.

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Aquestão é que até os estados com percentagens mais baixas, têm percentagens altas. Lol fdx quando 20% das pessoas com armas é baixo. 

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Brutal, os sítios com mais poluição luminosa também são os sítios com mais mass shootings 🤯

Se a malta da California comprar menos lâmpadas de certeza que vão ter menos atentados!

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@Liberblue também há uma correlação entre o alcance de misseis nucleares norte-coreanos e como os franceses chamam o pain au chocolat, caso estejas interessado.

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Eu acho que se devia liberalizar ainda mais a compra e posse de armas. Afinal de contas, somos todos livres de fazer o que queremos e quanto maior for a liberdade de poder ter uma AK47, menor vai ser a vontade de a utilizar. Aliás, os estudos da entidade independente NRA apontam nesse sentido. É só mais uma regra que a sociedade nos quer continuar a impor, mas NÃO PASSARÁ!

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Citação de Almeno, há 2 minutos:

Eu acho que se devia liberalizar ainda mais a compra e posse de armas. Afinal de contas, somos todos livres de fazer o que queremos e quanto maior for a liberdade de poder ter uma AK47, menor vai ser a vontade de a utilizar. Aliás, os estudos da entidade independente NRA apontam nesse sentido. É só mais uma regra que a sociedade nos quer continuar a impor, mas NÃO PASSARÁ!

Por mim era um dessas a cada professor e funcionário das escolas, porque assim quando viesse alguém com uma arma, podiam proteger-se /s

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