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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Plagio o Original, há 1 hora:

não cheguei lá sozinho. se puderes argumentar em vez de só mandar larachas agradecia

Mas justificar o quê? Se não chegas sozinho é porque és intelectualmente desonesto. Está a fazer termos de comparação com a bandeira nazi e a bandeira usada na época do Mussolini, queres justificar o quê, explicar o quê?

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Citação de Alonso., há 7 minutos:

Mas justificar o quê? Se não chegas sozinho é porque és intelectualmente desonesto. Está a fazer termos de comparação com a bandeira nazi e a bandeira usada na época do Mussolini, queres justificar o quê, explicar o quê?

Que os símbolos colonialistas e imperialistas nazis desapareceram e os símbolos do império português colonialistas n desapareceram

Era aliás todo o argumento dele. Que, factualmente, está certo

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Qual a vossa opinião sobre o liberalismo? Em consequência como acham que o IL se está a portar? Vêm condições para crescer?

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Citação de Jota F, há 11 minutos:

Qual a vossa opinião sobre o liberalismo? Em consequência como acham que o IL se está a portar? Vêm condições para crescer?

o liberalismo é como o sal. Uma pitada faz bem; demasiado - como o IL propõe - não só f*de a comida, como mata o comensal.

  • Concordo! 1

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Citação de PizZidane, há 3 minutos:

o liberalismo é como o sal. Uma pitada faz bem; demasiado - como o IL propõe - não só f*de a comida, como mata o comensal.

Quais são as políticas em que referes que há demasiado liberalismo?

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Citação de Jota F, há 4 minutos:

Quais são as políticas em que referes que há demasiado liberalismo?

epá. pegando na ideia emblemática deles, de meter o IRS todo a 15% é uma coisa que não cabe na cabeça de ninguém. Tu ganhas 900, pagas 15%, tu ganhas 9000% pagas 15%. Felizmente que isso, de tão absurdo que é, está proibido directamente na Constituição. Portanto, mesmo que quisessem, essa política não poderia avançar.

Para além de que traria um rombo monumental às finanças públicas. Com uma taxação assim, não haveria dinheiro para nada. Escola, saúde públicas seriam uma miragem. O que no fundo é o mantra do liberalismo: nada público; cada um por si.

Editado por PizZidane

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Citação de PizZidane, há 4 minutos:

epá. pegando na ideia emblemática deles, de meter o IRS todo a 15% é uma coisa que não cabe na cabeça de ninguém. Tu ganhas 900, pagas 15%, tu ganhas 9000% pagas 15%. Felizmente que isso, de tão absurdo que é, está proibido directamente na Constituição. Portanto, mesmo que quisessem, essa política não poderia avançar.

Para além de que traria um rombo monumental às finanças públicas. Com uma taxação assim, não haveria dinheiro para nada. Escola, saúde públicas seriam uma miragem. O que no fundo é o mantra do liberalismo: nada público; cada um por si.

Eu acho que o IRS devia baixar, mas também ser progressivo. Em que preceito está a proibir tal (hipotética) política?

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Citação de Jota F, há 1 minuto:

Eu acho que o IRS devia baixar, mas também ser progressivo. Em que preceito está a proibir tal (hipotética) política?

quando diz expressamente que a taxação dos rendimentos tem de ser progressiva. Ora, não progressividade no IRS é inconstitucionalidade na hora. Está nos artigos da CRP que tratam do sistema fiscal. Por volta do artigo 100.

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Quanto ao IRC também devia baixar. Somos dos países com taxa mais alta e proporcionalmente menos receita nesse campo. Era da maneira que as empresas começavam a declarar mais o que recebem, como contrapartida haver maior fiscalização e coimas para quem infringisse. Na madeira vai entrar em vigor IRC a 12%, tendo a Irlanda como exemplo. 

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Citação de Jota F, há 11 minutos:

Quanto ao IRC também devia baixar. Somos dos países com taxa mais alta e proporcionalmente menos receita nesse campo. Era da maneira que as empresas começavam a declarar mais o que recebem, como contrapartida haver maior fiscalização e coimas para quem infringisse. Na madeira vai entrar em vigor IRC a 12%, tendo a Irlanda como exemplo. 

E como é que vossa excelência paga esta fiscalização, o capital humano, infraestruturas e material que ela precisa ao baixar os impostos? 

Isso é tudo muito bonito, vamos baixar o IRC na esperança que as empresas decidam vir para aqui, que os detentores do grande capital vão todos tirar o dinheiro das Ilhas Caimão para meter aqui. Deve ser. A única coisa que isso levaria era a uma corrida dentro da UE até à taxa 0.

Editado por Syn

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Citação de Syn, há 4 minutos:

E como é que vossa excelência paga esta fiscalização, o capital humano, infraestruturas e material que ela precisa ao baixar os impostos? 

Isso é tudo muito bonito, vamos baixar o IRC na esperança que as empresas decidam vir para aqui, que os detentores do grande capital vão todos tirar o dinheiro das Ilhas Caimão para meter aqui. Deve ser. A única coisa que isso levaria era a uma corrida dentro da UE até à taxa 0.

A receita continua a ser enorme mesmo baixando dos 21% atuais para uns hipotéticos 12%. De certeza que já temos despesa com capital humano, infraestruturas e material, pode é estar subaproveitado.

Um mero exemplo, numa pequena escala, mas que de certeza que também acontece convosco: no mês passado inscrevi-me no ginásio e deixei lá 50 euros. Achas que me deram recibo? Não peço porque fico logo mal visto pelos funcionários e a mim também não me faz muita diferença ter recibo ou não, exceptuando o meu dever cívico. Melhor 12% de 50 euros que 21% de nada. É por aí a minha ideia.

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Novamente questiono-te. Devido ao pacto de estabilidade é necessário chegar ao défice estrutural de 0%. Para além disso, Portugal precisa de investimento nos transportes, energia, educação e saúde (e da tua fiscalização, já agora) como quem precisa de pão para a boca. Como fazes isso baixando a taxa de IRC? Gostava de uma resposta que não fosse o genérico "ah os nossos amigos empresários metiam aqui o dinheiro" ou "cortamos nas gorduras do estado.".

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Citação de Jota F, há 16 minutos:

A receita continua a ser enorme mesmo baixando dos 21% atuais para uns hipotéticos 12%. De certeza que já temos despesa com capital humano, infraestruturas e material, pode é estar subaproveitado.

Um mero exemplo, numa pequena escala, mas que de certeza que também acontece convosco: no mês passado inscrevi-me no ginásio e deixei lá 50 euros. Achas que me deram recibo? Não peço porque fico logo mal visto pelos funcionários e a mim também não me faz muita diferença ter recibo ou não, exceptuando o meu dever cívico. Melhor 12% de 50 euros que 21% de nada. É por aí a minha ideia.

Ou seja, a culpa é tua porque preferes permitir que o ginásio fuja ao fisco a ficar mal visto pelos funcionários e culpas o a percentagem do imposto? 

Só mesmo um liberal.

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Compreendo o teu ponto de vista. Faço-te a pergunta ao contrário. É com mais impostos (ou mantê-los como estão) que vamos conseguir fazer esses investimentos que enunciaste (e a Justiça!) e alcançar essa meta? 

Pelas duas últimas décadas diria que não...

 

 

Citação de Mayday, há 1 minuto:

Ou seja, a culpa é tua porque preferes permitir que o ginásio fuja ao fisco a ficar mal visto pelos funcionários e culpas o a percentagem do imposto? 

Só mesmo um liberal.

Também acho que não tem jeito nenhum. Mas no meu dia-a-dia vejo tanto isto, seja no café, na papelaria, no chinês, que se começar a chatear todos os comerciantes com o recibo vou ser mal encarado para onde for. Mais a mais creio que a mudança tem de vir do topo e não será um mero individuo que vai mudar essa mentalidade.

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Citação de Jota F, há 9 minutos:

Também acho que não tem jeito nenhum. Mas no meu dia-a-dia vejo tanto isto, seja no café, na papelaria, no chinês, que se começar a chatear todos os comerciantes com o recibo vou ser mal encarado para onde for. Mais a mais creio que a mudança tem de vir do topo e não será um mero individuo que vai mudar essa mentalidade.

se vier do topo, estás a afetar a minha liberdade de não querer dar recibo

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Citação de Jota F, há 49 minutos:

De certeza que já temos despesa com capital humano, infraestruturas e material, pode é estar subaproveitado.

aqui é que quilhas por completo o teu raciocínio. Primeiro assumes que não sabes se está bem ou mal aproveitados, mas pelo sim pelo não, corte-se na mesma. Segundo isso é o espelho do famoso fazer menos com mais e ambos são reflexos, involuntários, talvez, das teorias neo-liberais/austeritárias que se enfiam na cabeça nos cursos de gestão, que depois, na vida real são bola, e com menos só se faz menos.

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Citação de PizZidane, há 2 minutos:

aqui é que quilhas por completo o teu raciocínio. Primeiro assumes que não sabes se está bem ou mal aproveitados, mas pelo sim pelo não, corte-se na mesma. Segundo isso é o espelho do famoso fazer menos com mais e ambos são reflexos, involuntários, talvez, das teorias neo-liberais/austeritárias que se enfiam na cabeça nos cursos de gestão, que depois, na vida real são bola, e com menos só se faz menos.

Não falo em cortar. Pelo contrário, investir mais e melhor na regulamentação e fiscalização. 

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Citação de Jota F, há 6 minutos:

Não falo em cortar. Pelo contrário, investir mais e melhor na regulamentação e fiscalização. 

Porque nao investir nisso sem baixar o IRC?

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Citação de Jota F, há 1 hora:

Quanto ao IRC também devia baixar. Somos dos países com taxa mais alta e proporcionalmente menos receita nesse campo. Era da maneira que as empresas começavam a declarar mais o que recebem, como contrapartida haver maior fiscalização e coimas para quem infringisse. Na madeira vai entrar em vigor IRC a 12%, tendo a Irlanda como exemplo. 

Eu aposto que a esmagadora maioria dos empresários, se fizessem uma lista de 5 medidas governamentais para ajudar no desenvolvimento dos seus negócios, raramente indicariam a baixa da taxa de IRC como uma delas.

E achar que a baixa do IRC levaria a que as empresas declarassem de forma mais honesta e real os seus proveitos, é não conhecer bem o tecido empresarial português.

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Citação de Jota F, há 4 minutos:

Não falo em cortar. Pelo contrário, investir mais e melhor na regulamentação e fiscalização. 

desculpa mas isso não é verdade. porque estavas a responder À intervenção anterior do @Syn em que ele te interpelava sobre, como fiscalizar melhor, se tiveres menos receita. E tu saiste com essa ideia, muito em voga nos tempos do Passos Coelho do "está mal utilizado, dá para fazer menos com mais".  Porém, contrapus eu, a realidade dos últimos anos tem demonstrado que com menos, só se faz é menos. Esse agilizar,  reaproveitar, requalificar, sobreaproveitar é tudo jargão que quer dizer "cortar".

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Citação de PizZidane, há 16 minutos:

aqui é que quilhas por completo o teu raciocínio. Primeiro assumes que não sabes se está bem ou mal aproveitados, mas pelo sim pelo não, corte-se na mesma. Segundo isso é o espelho do famoso fazer menos com mais e ambos são reflexos, involuntários, talvez, das teorias neo-liberais/austeritárias que se enfiam na cabeça nos cursos de gestão, que depois, na vida real são bola, e com menos só se faz menos.

facts bro. na minha formação noto bué que se está sempre com tretas de fazer mais com menos e, ainda mais importante, em todas as cadeiras de corporate finance que tenho tido dá a sensação que o único objectivo daquilo tudo é maximizar o tax shield e que os impostos são o diabo. Não há paciência.

Editado por Syn
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Citação de Jota F, há 49 minutos:

Mais a mais creio que a mudança tem de vir do topo e não será um mero individuo que vai mudar essa mentalidade.

Então, mas

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@Jota F para resumir. O Liberalismo é muito apelativo porque propôe um certo canto de sereia de "o Estado que nos deixe em paz". Eu também comungo muito desse pensamento base. Tão bom que era que o Estado nos deixasse em paz. Porém, o liberalismo não sobrevive ao dia a dia das pessoas. Do ires ao médico e ser 330 euros; de ires fazer uma operação e ser 5000 euros; de teres cãncro e o tratamento custar-te uma casa. Essa ideia do Estado que nos deixe em paz, levada a sério, gera esses dramas, que vemos muito na América, por exemplo, em que o liberalismo é rei. Toda a gente quer que o Estado o deixe em paz, até o seu rim falir e precisar de um rim novo. Toda a gente quer que o Estado o deixe em paz, até perceber que sem escola pública o seu filho não estuda.

No fundo, se quisermos dar uma perspectiva histórica, o liberalismo, que circula nas redes como se fosse a descoberta da pólvora, não só não é novidade, como foi vigente durante muito tempo em outras eras (e não assim tão distantes) e que por alguma razão foi descartado. O Liberalismo é o que tínhamos no final do século XIX. E a realidade desse tempo é só pegar em Eça ou Antero de Quental e leres. Analfabetismo rampante (pudera, não havia escola pública); era só epidemias de doenças (pudera, não havia médico público), era só romanticamente bonito para quem era rico. 

Numa palavra: já experimentámos; não correu bem. Não vale a pena experimentar outra vez. 

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Citação de PizZidane, há 10 minutos:

@Jota F para resumir. O Liberalismo é muito apelativo porque propôe um certo canto de sereia de "o Estado que nos deixe em paz". Eu também comungo muito desse pensamento base. Tão bom que era que o Estado nos deixasse em paz. Porém, o liberalismo não sobrevive ao dia a dia das pessoas. Do ires ao médico e ser 330 euros; de ires fazer uma operação e ser 5000 euros; de teres cãncro e o tratamento custar-te uma casa. Essa ideia do Estado que nos deixe em paz, levada a sério, gera esses dramas, que vemos muito na América, por exemplo, em que o liberalismo é rei. Toda a gente quer que o Estado o deixe em paz, até o seu rim falir e precisar de um rim novo. Toda a gente quer que o Estado o deixe em paz, até perceber que sem escola pública o seu filho não estuda.

No fundo, se quisermos dar uma perspectiva histórica, o liberalismo, que circula nas redes como se fosse a descoberta da pólvora, não só não é novidade, como foi vigente durante muito tempo em outras eras (e não assim tão distantes) e que por alguma razão foi descartado. O Liberalismo é o que tínhamos no final do século XIX. E a realidade desse tempo é só pegar em Eça ou Antero de Quental e leres. Analfabetismo rampante (pudera, não havia escola pública); era só epidemias de doenças (pudera, não havia médico público), era só romanticamente bonito para quem era rico. 

Numa palavra: já experimentámos; não correu bem. Não vale a pena experimentar outra vez. 

Pois é,  mas isso sendo verdade, são outros tempos. Hoje em dia, a população, pelos progressos feitos ao longo destes séc. XX e XXI, jamais iria querer que um partido liberal fosse cortar na despesa saúde ou na educação (nem isso faz parte do programa da IL).  

Já agora, qual a vossa opinião sobre a  (hipotética) privatização da CGD e da TAP?

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