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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Jota F, há 14 minutos:

(nem isso faz parte do programa da IL)

Não está, mas seriam os efeitos colaterais de todas as outras medidas, como aliás o Ilidio já falou em cima. 

E não está, por desonestidade, apenas.

Citação de Jota F, há 16 minutos:

Já agora, qual a vossa opinião sobre a  (hipotética) privatização da CGD e da TAP?

É olhar para todas as outras privatizações feitas em PT para perceber o que aconteceria a essas duas empresas. 

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Citação de Mayday, há 3 minutos:

E não está, por desonestidade, apenas.

na verdade está com outras palavras. como "racionalização dos recursos" e "parcerias com especialistas privados" na saúde e "fazer com que o aluno pague a universidade através de empréstimos de 30 anos do estado", "reduzindo a despesa pública". 

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Citação de Mayday, há 5 minutos:

É olhar para todas as outras privatizações feitas em PT para perceber o que aconteceria a essas duas empresas. 

Onde queres chegar? 

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Citação de Jota F, há 2 minutos:

Onde queres chegar? 

Aos correios, mas não consigo, fecharam os balcões e agora é demasiado longe.

  • Concordo! 3

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Citação de Lebohang, há 8 horas:

Segundo ele muitas pessoas andam assim em Londres, onde ele está a tirar o doutoramento.

Load of bollocks i say

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Citação de Plagio o Original, há 3 minutos:

na verdade está com outras palavras. como "racionalização dos recursos" e "parcerias com especialistas privados" na saúde e "fazer com que o aluno pague a universidade através de empréstimos de 30 anos do estado", "reduzindo a despesa pública". 

De onde retiraste isso? https://iniciativaliberal.pt/programa/

Citação de Mayday, há 1 minuto:

Aos correios, mas não consigo, fecharam os balcões e agora é demasiado longe.

Pois é, mas referi-me à CGD e à TAP.

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Citação de Plagio o Original, há 4 minutos:

na verdade está com outras palavras. como "racionalização dos recursos" e "parcerias com especialistas privados" na saúde e "fazer com que o aluno pague a universidade através de empréstimos de 30 anos do estado", "reduzindo a despesa pública". 

Foi o que eu disse.

Citação de Jota F, há 8 minutos:

De onde retiraste isso? https://iniciativaliberal.pt/programa/

Pois é, mas referi-me à CGD e à TAP.

Eu também.

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Citação de Jota F, há 2 horas:

Já agora, qual a vossa opinião sobre a  (hipotética) privatização da CGD e da TAP?

eu, no que toca ao sector empresarial do Estado sou radicalmente de Direita. Aí sou liberal. O Estado não deve ter empresas, ponto.

É por contradições destas que eu não posso aderir a um partido.lol

 

Mas explicando melhor. Não vejo porque o Estado deva ter empresas que prestem serviços que os privados tb prestem. Ou seja, o Estado não deve estar em concorrência com os privados.  Eu preconizo uma divisão muito grande, muito assinalada e muito restritiva entre Estado e Privados. Ao Estado o que é de todos e que os privados não devam prestar; aos privados tudo o resto. 

CTT, TAP, ANA, PT, mesmo EDP e REN, por mim pode ir tudo. Caixa inclusive, pois que interessa a todos nós temros um banco comercial privado? É que a caixa, no contexto da UE não é um banco público. O Estado não pode lá injectar dinheiro a rodos, sem que isso não constitua uma ajuda de estado, e portanto uma ilegalidade ao nivel da concorrência. Por outro lado, os desmandos da Caixa, acabam por contar para o défice do Estado, o que significa que por cada milhão que a caixa ande a esbanjar com os amigos, é um milhão que tem de ser tirado na saúde ou na justiça. Não vejo grande utilidade em termos a Caixa, já que ela nem sequer funciona como um banco de fomento, que sirva para o Estado ditar políticas económicas de estímulos. Zero, é um Banco Comercial privado exactamente igaul ao Santander. A unica diferença é que o dono é o Estado. Eu não preciso de ser dono de um banco. Deitem-na fora, vendam-na, quero lá saber.

Os CTT idem, não me choca em demasia que sejam privatizados. A EDP e a REN só me choca que tenham sido privatizadas em monopólio. Devia-se ter dividido e vendido em várias empresas (tal como a PT deu origem à MEO e à NOS). A unico sector que creio ser irredutivelmente público é o das águas. A água é o bem essencial, deve ser pública, e gerida pelas Autarquias.

De contraponto, sou terminantemente contra a Saúde e a Educação privadas. E sim, admito é por preconceito ideológico. Para mim as três funções essenciais do Estado é providenciar Saúde, Educação e Justiça(segurança inclui-se aqui). Mas é que faz-me confusão, principalmente no que toca à saúde, que esta possa ser uma mercadoria, que se possa vender e comprar. Aqui sou radicalmente de esquerda.

Não estou necessariamente a dizer que não devia existir operadores privados de saúde e educação (num mundo ideal, não, mas não vivemos no mundo ideal) apenas que o Estado não deve ter qualquer relacionamento com eles. Uma inexpugnável Muralha da China devia dividir o Estado dos Grupos Privados de Saúde e de Educação. Zero de subsídios, zero de PPP's. Nada. Saúde privada e Escola privada é, na sua essência, coisa de ricos, os ricos que a custeiem, não devíamos nós andar a contribiur com um euro que seja para os Mellos

(Ah mas servem para suprir lacunas do SNS e da Escola Pública). Não me convencem. Se há lacunas os Estado usa os seus meios e supre-as dentro do Estado.Não dá dinheiro a privados para que estes finjam que as estão a suprir.

E como não há um partido que diga ao mesmo tempo "Abaixo os Mellos;  Privatize-se o sector empresarial do Estado", eu não posso aderir a partido nenhum. 

 

PS: crl, moderação, levantem lá o BO ao @ElliotReid13 que faz um bocado falta ele estar aqui para mandar abaixo as ideias que estruturei neste post. 

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Citação de Jota F, há 5 horas:

Qual a vossa opinião sobre o liberalismo? Em consequência como acham que o IL se está a portar? Vêm condições para crescer?

O liberalismo funcionava se o homem não fosse egoísta por natureza e se o mercado fosse verdadeiramente livre. Como essas coisas não passam de utopias tem tudo para correr bem.

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Citação de Rain Dog, há 14 minutos:

por favor pensem antes de dizerem que o homem é egoísta por natureza

pior frase feita da história da humanidade

Hobbes e Schopenhauer, por exemplo, dizem que não.

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Citação de Syn, há 2 minutos:

Tinhas outro nome pizzidane?

É o Ilídio.

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Citação de Mayday, há 3 horas:

Aos correios, mas não consigo, fecharam os balcões e agora é demasiado longe.

Por acaso fecharam aqui o do monte da caparica onde costumava ir. Não sei se foi revertido ou não, mando vir tudo para o trabalho. Quando chega o frasco do lube, a malta olha um bocado de lado, mas já se habituaram.

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Citação de Spikey, há 36 minutos:

É o Ilídio.

Não sabia. Estava a achar esquisito alguém começar a comentar assim do nada ahah.

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Citação de PizZidane, há 1 hora:

Não vejo porque o Estado deva ter empresas que prestem serviços que os privados tb prestem.

Porque há certos serviços primários cujo objectivo nunca devia ser o de dar lucro, mas sim gerar o dinheiro suficiente para serem sustentáveis. Isto aplica-se à saúde, à educação, às auto-estradas, aos correios, ...

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Vendo o nível desses serviços, o melhor mesmo é privatizar. Para sair da m*rda que são, temos de subir bem os impostos diretos.

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Citação de Ghelthon, há 25 minutos:

Porque há certos serviços primários cujo objectivo nunca devia ser o de dar lucro, mas sim gerar o dinheiro suficiente para serem sustentáveis. Isto aplica-se à saúde, à educação, às auto-estradas, aos correios, ...

mas se leres o resto do post verás que eu não acho que deva haver concorrência entre Estado e Privados nesses sectores, pq os privados não deviam lá estar (excepto AE, tanto dá se é publico ou privada, desde que se for privada sejam AE construidas de raiz pelo privado, e não como tem sucedido, em que "nós todos" construimos, e os 'concessionários' ficam com a guita que aquilo render depois)

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Citação de kareca, há 52 minutos:

Vendo o nível desses serviços, o melhor mesmo é privatizar. Para sair da m*rda que são, temos de subir bem os impostos diretos.

Para responder a isto é preciso meter a cassete do PCP a tocar.

Não falta dinheiro para tapar o buraco do BES, e não faltaria dinheiro para esses serviços se não houvesse BES, e outras aldrabanças. Não faltaria dinheiro para os serviços públicos se estes fossem verdadeiramente prioritários, o que neste momento não são. Mas isto não é um problema dos serviços, é dos governos que tem feito a gestão dos orçamento e do estado.

E um bom exemplo de como privatizar não melhora nada, volto a insistir nos CTT. Que eram bons, a dar lucro e agora pioraram e a dar despesa.

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Citação de PizZidane, há 3 horas:

PS: crl, moderação, levantem lá o BO ao @ElliotReid13 que faz um bocado falta ele estar aqui para mandar abaixo as ideias que estruturei neste post. 

 

A única coisa acertada desse post. cumps ❤️

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Touradas, salário mínimo, sistema eleitoral, energia - o que muda no programa de Costa

Entre o programa eleitoral do PS e o programa do novo Governo há poucas diferenças. São todas a piscar o olho aos eventuais parceiros do PS na metade esquerda do Parlamento.

O programa do XXII Governo já foi enviado para a Assembleia da República, onde será discutido já na semana que vem, e tem pouquíssimas diferenças em relação ao programa com que o PS se apresentou às eleições legislativas. A estrutura do documento é exatamente a mesma, e o conteúdo pouco difere.

Do ponto de vista das propostas concretas, os dedos de duas mãos sobram para contar as diferenças entre um documento e outro. O que desaparece e o que é acrescentado tem sempre o mesmo objetivo: dar sinais de boa vontade aos partidos que se sentam na metade esquerda do Parlamento, com os quais o PS conta para fazer a maioria absoluta que sozinho não tem. São alterações relacionadas com o sistema eleitoral para a Assembleia da República, a governação nas autarquias e o aumento do salário mínimo, que se aproximam das posições de partidos como o PCP e o BE. Mas também ajustes relacionados com touradas e encerramento das centrais elétricas a carvão, escritas à medida de partidos como o PEV, o PAN ou o Livre.

Sistema político não mexe

Conforme o Expresso já havia adiantado há duas semanas, uma das áreas em que o PS deixa cair as suas propostas eleitorais para ir ao encontro aos partidos mais pequenos é a reforma do sistema político. Por essa razão não constam do programa do Governo duas propostas. A primeira, relacionada com a eleição de deputados. Desaparece a proposta para “reforma do sistema eleitoral para a Assembleia da República, introduzindo círculos uninominais, sem prejuízo da adoção de mecanismos que garantam a proporcionalidade da representação partidária, promovendo o reforço da personalização dos mandatos e da responsabilização dos eleitos, sem qualquer prejuízo do pluralismo.”

Também são eliminadas as propostas que o PS tinha em carteira no capítulo do “reforço da transparência na governação local”, na parte em que mudavam as regras de funcionamento das autarquias: “Alterar a lei eleitoral para os órgãos municipais, passando a ser eleita uma assembleia municipal pelo método proporcional de Hondt, a qual aprovará por maioria o órgão executivo – câmara municipal – constituído por um presidente (o primeiro elemento da lista mais votada para a assembleia municipal) e vereadores”; e “reforçar os poderes de fiscalização da assembleia municipal, através da constituição de uma comissão permanente, da criação de gabinetes de apoio técnico e da possibilidade de apresentação de moções de censura, cuja aprovação determina a cessação de funções do executivo;

Fixado crescimento do salário mínimo

Sobre o salário mínimo nacional, o programa eleitoral já propunha “aprofundar, no quadro da negociação em sede de concertação social de um acordo de médio prazo sobre salários e rendimentos, a trajetória plurianual de atualização real do salário mínimo nacional, de forma faseada, previsível e sustentada, evoluindo em cada ano em função da dinâmica do emprego e do crescimento económico”. No programa do Governo, o compromisso é quantificado, conforme António Costa anunciou no seu discurso de tomada de posse, ficando preto no branco “o objetivo de atingir os 750 euros em 2023.”

Descarbonização e touradas

Outra alteração já antecipada no discurso de António Costa este sábado é a antecipação dos calendários para o encerramento das centrais elétricas a carvão que ainda funcionam no país. No programa eleitoral constava “o encerramento ou reconversão das centrais termoelétricas do Pego até 2023 e de Sines entre 2025 e 2030”. Agora, conforme disse o primeiro-ministro, os prazos são "Pego, até 2021, e de Sines, até 2023".

Esta antecipação era exigida pelo PAN e pelo PEV. Outra reivindicação do PAN tem sido a proibição das touradas - o Governo não vai tão longe, mas dá um passo no sentido de limitar a assistência a estes espetáculos: no capítulo sobre “proteger os direitos dos consumidores” consta a promessa de “elevar a idade mínima para espectáculos tauromáquicos”, que não estava no documento apresentado pelos socialistas antes das eleições. Não há informação sobre qual passará a ser a nova idade mínima.

E há ainda outro acrescento ao programa do Governo que pisca o olho às reivindicações ecologistas: nas parte sobre “utilizar melhor a água que temos”, o Governo propõe-se “aprofundar a Convenção de Albufeira, garantindo caudais diários no Rio Tejo e a gestão conjunta das massas de água comuns” com Espanha.

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Citação de PizZidane, há 12 horas:

eu, no que toca ao sector empresarial do Estado sou radicalmente de Direita. Aí sou liberal. O Estado não deve ter empresas, ponto.

 

PS: crl, moderação, levantem lá o BO ao @ElliotReid13

Olha o bem que isso está a fazer no Chile...

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