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doom_master

FIFA pensa em jogos de futebol de 60 minutos cronometrados

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E tu que não fosses atrás do Poeira... :lol:

Se concordo com ele...

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As "perdas de tempo" e o anti-jogo servem para bem mais do que queimar tempo útil de jogo. Isso só resolve parte do problema.

 

Não é tão comum, é certo, mas lembro-me perfeitamente de estar na Luz, atrás da baliza a assistir a uma final Benfica-Sporting, e ver o Ricardinho a dizer para o Bebé, num período em que o Sporting estava a pressionar bastante e em que ele tinha acabado de defender um remate para canto: "a seguir, cai". Na jogada seguinte, fica o Bebé no chão a pedir assistência para quebrar o ritmo do jogo...

Claro que é sempre possível fazer. Mas, apesar de quebrar o ritmo, não encurta o tempo útil do jogo. Só por aí já era um grande passo. Acho que só se consegue cortar completamente com isso caso se obrigue um jogador que foi assistido a ficar X minutos fora do campo, mas isso não acho que vá acontecer..

 

Descartes, doom, Enzo e Arrow. Tá feito.

Últimos a ir à baliza!

 

8-)

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Isso está naquela lista de ideias?

 

Tenho dificuldade em acreditar que não tenham pensado no lucro que podem vir a ter com as paragens. Estamos a falar da FIFA.

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Por acaso não é em teoria. É na prática ;)

 

Esta mudança tem todo o sentido. Mudava já hoje. Mas isto se vier a acontecer é daqui a 20 anos :lol:

Não é isso, estava a referir-me ao negrito que o Desc fez ao meu post. "são 30 minutos que se perdem".

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Não custa nada num Mundial de Clubes qualquer experimentar isso (jogo cronometrado, o resto é só estupido)

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Uma outra proposta passar por abolir que o jogo siga após um penálti defendido pelo guarda-redes ou que bata nos ferros: ou seja, depois de um penálti, o jogo recomeçaria sempre com um pontapé de baliza ou com a bola no meio campo em caso de golo.

 

 

epa nao

Não percebo qual é o interesse disto.

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60 minutos cronometrados já eram uma ajuda.

Uma ideia de limitar as assistências ao Guarda Redes. Era algo interessante, na minha opinião, interessante uma vez que era o único jogador que é necessariamente assistido no campo. Do tipo, um GR pode ser assistido x vezes por jogo antes de ter de ser substituído por outro.

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Se há coisa que o Futebol precisa é ser americanizado. Porque no Desporto, americanizar significa potencializar e melhorar o espectáculo. A titulo de exemplo: Foram os Americanos que introduziram a introdução dos nomes dos futebolistas nas camisolas. Na altura a FIFA via isso como uma forte inovação e acho que não a adotou assim tão rápido.

Ai que estragam o futebol puro, o futebol que é jogado na rua!... Quando eu era puto e jogava futebol na escola ninguém andava a queimar tempo. Não imagino os putos das ruas do Brasil a simular câimbras.

Isso seria simples se a noção de "potencializar e melhorar o espectáculo" dos americanos não fosse transversalmente distinta daquilo que o futebol é, na sua essência, e daquilo que o futebol precisa. Os americanos têm uma obsessão pela previsão de cenários, pelo controlo de acções e pela objectivização nos seus desportos. O elevado número de regras adjacentes ao jogo, o controlo excessivo do tempo (basta ser cronometrado para ser excessivo), o controlo das acções através dos constrangimentos de espaço (no basquetebol, por exemplo, com a limitação dos 8 segundos para fazer a bola chegar ao meio-campo adversário, ou o facto de não se poder voltar com a bola ao próprio meio-campo). Os americanos, com base na sua noção de espectáculo, olham com muita desconfiança para jogos incontroláveis, imprevisíveis e instáveis, como o futebol.

 

O contrário de tudo isso é a base do futebol, basicamente. A imprevisibilidade, as emoções irracionais, a impossibilidade de controlar a maioria das acções do jogo, pelo enorme número de variáveis que envolvem (não dá sequer para enumerá-las todas), a subjectividade quase total. É isso que faz do jogo, em si, o fenómeno que é. A liberdade de possibilidades que um conjunto de regras menos rígidas oferece. Só depois entra o factor de competição, e tudo aquilo que muitas pessoas nem sequer conseguem dissociar do jogo (as questões clubísticas ou a tendência em torcer por uma das duas equipas em jogo, de forma mais ou menos consciente).

 

É nisso que querem mexer agora. Numa das coisas mais especiais do futebol. Querem torná-lo mais controlável. Mais previsível. Mais estável. Mais regular. Mais de acordo com uma norma-padrão idealizada. Querem aproximar as suas regras - e os constrangimentos que estas criam a quem joga - daquelas que já vigoram em praticamente todos os outros desportos. Eu oponho-me radicalmente a isso.

 

Fica já aqui a minha opinião muito resumida sobre o assunto em geral, para não me andar a repetir: no que diz respeito directamente ao jogo em si, ao que acontece somente dentro do terreno de jogo, independentemente de todos os outros elementos, eu acho que o futebol está no limite da sua evolução. Exceptuando raros casos, sejam alterações mínimas e específicas (como a questão da 4ª substituição em caso de prolongamento) ou a introdução de novas tecnologias que actuem praticamente em tempo real e sem qualquer tipo de dano para a normal fluidez do jogo (como a tecnologia da linha de golo, que acredito ainda poder ser alargada no futuro, idealmente para acções como a saída da bola do terreno de jogo), acho que o jogo já não precisa de mudanças.

 

O que se pode, e deve, mudar são os elementos que rodeiam o jogo. Querem melhorar o espectáculo? Vamos por outro caminho então. Eu reestruturaria por completo o sistema de pontuação, por exemplo. Não faz sentido existirem apenas 3 pontuações diferentes num jogo de futebol: 0 pontos por derrota, 1 ponto por empate e 3 pontos por vitória.

 

0 pontos para equipas que não marquem qualquer golo. Isto atribuiria 0 pontos a empates 0x0, e ajudaria a acabar com os nulos nas competições que não a eliminar. 1 ponto a equipas que empatem. 1 ponto também para equipas que, mesmo saindo derrotadas, marquem pelo menos 2 golos. 2 pontos para equipas que empatem, mas cujo jogo tenha um determinado número mínimo de golos marcados (eventualmente, numa fase experimental, poderia-se começar por empates 2x2. Se achassem exagero, começaria-se pelos empates 3x3 e por aí fora). 3 pontos para equipas que vençam a partida. 4 pontos para equipas que vençam e marquem pelo menos 3 ou 4 golos (aqui, novamente, a fase experimental seria crucial para se afinar o sistema). E embora com menos sentido, eu consideraria até os 5 pontos, para equipas que vencessem por resultados claramente expressivos (mas nisto não pensei muito bem, é só uma ideia).

 

Para além disto, ponderaria acabar com o factor dos golos fora. Em eliminatórias a duas mãos, caso esta estivesse empatada no final do segundo jogo, teríamos prolongamento e, se necessário, grandes penalidades (já agora, a ordem das grandes penalidades está muito bem como está, é outra coisa na qual não vale a pena mexer).

 

Em termos do planeamento de cada jogo e até da competição a médio-prazo, revolucionar o sistema de pontos revolucionaria também a forma como muitas equipas se apresentariam em campo, em cada partida. E esta é só uma ideia. Se, de facto, o International Board está preocupado com o espectáculo, há muitas formas de o potenciar. Não é preciso estragar o jogo apenas para agradar a quem vê o jogo pela TV, ou a quem vê porque o seu clube participa.

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Isso seria simples se a noção de "potencializar e melhorar o espectáculo" dos americanos não fosse transversalmente distinta daquilo que o futebol é, na sua essência, e daquilo que o futebol precisa. Os americanos têm uma obsessão pela previsão de cenários, pelo controlo de acções e pela objectivização nos seus desportos. O elevado número de regras adjacentes ao jogo, o controlo excessivo do tempo (basta ser cronometrado para ser excessivo), o controlo das acções através dos constrangimentos de espaço (no basquetebol, por exemplo, com a limitação dos 8 segundos para fazer a bola chegar ao meio-campo adversário, ou o facto de não se poder voltar com a bola ao próprio meio-campo). Os americanos, com base na sua noção de espectáculo, olham com muita desconfiança para jogos incontroláveis, imprevisíveis e instáveis, como o futebol.

 

O contrário de tudo isso é a base do futebol, basicamente. A imprevisibilidade, as emoções irracionais, a impossibilidade de controlar a maioria das acções do jogo, pelo enorme número de variáveis que envolvem (não dá sequer para enumerá-las todas), a subjectividade quase total. É isso que faz do jogo, em si, o fenómeno que é. A liberdade de possibilidades que um conjunto de regras menos rígidas oferece. Só depois entra o factor de competição, e tudo aquilo que muitas pessoas nem sequer conseguem dissociar do jogo (as questões clubísticas ou a tendência em torcer por uma das duas equipas em jogo, de forma mais ou menos consciente).

 

É nisso que querem mexer agora. Numa das coisas mais especiais do futebol. Querem torná-lo mais controlável. Mais previsível. Mais estável. Mais regular. Mais de acordo com uma norma-padrão idealizada. Querem aproximar as suas regras - e os constrangimentos que estas criam a quem joga - daquelas que já vigoram em praticamente todos os outros desportos. Eu oponho-me radicalmente a isso.

 

Fica já aqui a minha opinião muito resumida sobre o assunto em geral, para não me andar a repetir: no que diz respeito directamente ao jogo em si, ao que acontece somente dentro do terreno de jogo, independentemente de todos os outros elementos, eu acho que o futebol está no limite da sua evolução. Exceptuando raros casos, sejam alterações mínimas e específicas (como a questão da 4ª substituição em caso de prolongamento) ou a introdução de novas tecnologias que actuem praticamente em tempo real e sem qualquer tipo de dano para a normal fluidez do jogo (como a tecnologia da linha de golo, que acredito ainda poder ser alargada no futuro, idealmente para acções como a saída da bola do terreno de jogo), acho que o jogo já não precisa de mudanças.

 

O que se pode, e deve, mudar são os elementos que rodeiam o jogo. Querem melhorar o espectáculo? Vamos por outro caminho então. Eu reestruturaria por completo o sistema de pontuação, por exemplo. Não faz sentido existirem apenas 3 pontuações diferentes num jogo de futebol: 0 pontos por derrota, 1 ponto por empate e 3 pontos por vitória.

 

0 pontos para equipas que não marquem qualquer golo. Isto atribuiria 0 pontos a empates 0x0, e ajudaria a acabar com os nulos nas competições que não a eliminar. 1 ponto a equipas que empatem. 1 ponto também para equipas que, mesmo saindo derrotadas, marquem pelo menos 2 golos. 2 pontos para equipas que empatem, mas cujo jogo tenha um determinado número mínimo de golos marcados (eventualmente, numa fase experimental, poderia-se começar por empates 2x2. Se achassem exagero, começaria-se pelos empates 3x3 e por aí fora). 3 pontos para equipas que vençam a partida. 4 pontos para equipas que vençam e marquem pelo menos 3 ou 4 golos (aqui, novamente, a fase experimental seria crucial para se afinar o sistema). E embora com menos sentido, eu consideraria até os 5 pontos, para equipas que vencessem por resultados claramente expressivos (mas nisto não pensei muito bem, é só uma ideia).

Para além disto, ponderaria acabar com o factor dos golos fora. Em eliminatórias a duas mãos, caso esta estivesse empatada no final do segundo jogo, teríamos prolongamento e, se necessário, grandes penalidades (já agora, a ordem das grandes penalidades está muito bem como está, é outra coisa na qual não vale a pena mexer).

 

Em termos do planeamento de cada jogo e até da competição a médio-prazo, revolucionar o sistema de pontos revolucionaria também a forma como muitas equipas se apresentariam em campo, em cada partida. E esta é só uma ideia. Se, de facto, o International Board está preocupado com o espectáculo, há muitas formas de o potenciar. Não é preciso estragar o jogo apenas para agradar a quem vê o jogo pela TV, ou a quem vê porque o seu clube participa.

Íamos começar os jogos com 3 auto-golos para cada lado.

Não podes dar incentivos que beneficiem os dois lados. Para beneficiar quem marca, tens que penalizar quem sofre. Por exemplo, se uma equipa ganhasse por 4 ou mais golos de diferença, ganhava 4 pontos e a equipa que perdesse ficava com -1. Este é o único caminho viável para implementar um sistema desse género.

Editado por G1njas

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Íamos começar os jogos com 3 auto-golos para cada lado.

 

E quem é que marcava o primeiro?

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Por exemplo, sim. É uma ideia longe de ser perfeita ou de estar sequer aprimorada. Mas é uma revolução que não envolve alterar o jogo e castrar a sua liberdade.

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É mais semelhante ao modelo do rugby com atribuição de ponto bonus ofensivo e defensivo. Podia ser interessante

Editado por dragomir

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Prefiro que retirem a emoção do jogo. Assim há menos tempo para idiotas extravagantes(Serrão, Guerra, Pina, etc) e mais ênfase na análise do jogo(não fazem nada do género só nas cenas da UCL).

Editado por Che

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Por exemplo, sim. É uma ideia longe de ser perfeita ou de estar sequer aprimorada. Mas é uma revolução que não envolve alterar o jogo e castrar a sua liberdade.

A meu ver, é pior que a ideia dos 60 minutos porque altera a essência do jogo em si e torna tudo mais "político".

Imaginem este cenário: um Sporting x Arouca acabava 0x0 e.na jornada seguinte havia um Benfica 3 x 3 Arouca.

Íamos ter semanas e semanas de discussão a falar das relações entre os clubes, do número de emprestados, das transferências entre os clubes, dos agentes, potenciais alianças entre clubes, etc. Ia ser um grande circo.

Editado por G1njas

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O Porto com essa nova ideia tinha ficado prai em 5. É que empatamos 1000 jogos 0-0

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0 pontos para equipas que não marquem qualquer golo. Isto atribuiria 0 pontos a empates 0x0, e ajudaria a acabar com os nulos nas competições que não a eliminar. 1 ponto a equipas que empatem. 1 ponto também para equipas que, mesmo saindo derrotadas, marquem pelo menos 2 golos. 2 pontos para equipas que empatem, mas cujo jogo tenha um determinado número mínimo de golos marcados (eventualmente, numa fase experimental, poderia-se começar por empates 2x2. Se achassem exagero, começaria-se pelos empates 3x3 e por aí fora). 3 pontos para equipas que vençam a partida. 4 pontos para equipas que vençam e marquem pelo menos 3 ou 4 golos (aqui, novamente, a fase experimental seria crucial para se afinar o sistema). E embora com menos sentido, eu consideraria até os 5 pontos, para equipas que vencessem por resultados claramente expressivos (mas nisto não pensei muito bem, é só uma ideia).

Não mesmo. Espero que ninguém se lembre disso.

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É mais semelhante ao modelo do rugby com atribuição de ponto bonus ofensivo e defensivo. Podia ser interessante

Talvez, não falei do rugby porque não estou familiarizado com o jogo.

 

De resto, nem todas as alterações ou recomendações são más. Por exemplo, concordo plenamente com a recomendação de que os árbitros sejam mais rigorosos com a demora nas substituições (recomenda-se que acelerem o processo), com a regra que permite aos guarda-redes segurarem a bola na mão por 6 segundos ou com a ideia de permitir apenas aos capitães dirigirem-se a eles, punindo quem não cumprir com estas indicações.

 

A meu ver, é pior que a ideia dos 60 minutos porque altera a essência do jogo em si e torna tudo mais "político".

Imaginem este cenário: um Sporting x Arouca acabava 0x0 e.na jornada seguinte havia um Benfica 3 x 3 Arouca.

Íamos ter semanas e semanas de discussão a falar das relações entre os clubes, do número de emprestados, das transferências entre os clubes, dos agentes, potenciais alianças entre clubes, etc. Ia ser um grande circo.

Mas achas mesmo que isso algum dia vai acabar? Nem que transformes todo o jogo em algo 100% tecnológico. As discussões clubísticas nem precisavam do futebol para existirem.

 

E francamente, essa questão não me interessa. Não defendo o futebol da perspectiva clubística. O que não falta é gente para fazer isso. Defendo o futebol da perspectiva do jogo, no seu estado mais puro. E entendo perfeitamente que aquilo que defendo não chegue sequer a agradar ou a fazer sentido para a maioria. Sei que é a opinião de uma minoria residual, que, quando pensa em futebol, o associa instintivamente ao futebol de competição. Mas é aquela em que acredito.

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Agora já não concordo com o Poeira.

 

Se com as regras actuais já há resultados suspeitos se os pontos fossem atribuídos dessa forma era uma festa.

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Talvez, não falei do rugby porque não estou familiarizado com o jogo.

 

De resto, nem todas as alterações ou recomendações são más. Por exemplo, concordo plenamente com a recomendação de que os árbitros sejam mais rigorosos com a demora nas substituições (recomenda-se que acelerem o processo), com a regra que permite aos guarda-redes segurarem a bola na mão por 6 segundos ou com a ideia de permitir apenas aos capitães dirigirem-se a eles, punindo quem não cumprir com estas indicações.

 

 

Mas achas mesmo que isso algum dia vai acabar? Nem que transformes todo o jogo em algo 100% tecnológico. As discussões clubísticas nem precisavam do futebol para existirem.

 

E francamente, essa questão não me interessa. Não defendo o futebol da perspectiva clubística. O que não falta é gente para fazer isso. Defendo o futebol da perspectiva do jogo, no seu estado mais puro. E entendo perfeitamente que aquilo que defendo não chegue sequer a agradar ou a fazer sentido para a maioria. Sei que é a opinião de uma minoria residual, que, quando pensa em futebol, o associa instintivamente ao futebol de competição. Mas é aquela em que acredito.

Mas eu não falei em acabar com essas discussões. Só acho que não é preciso tentar apagar a fogueira com gasolina.

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Epá, é óbvio que a ideia precisava de trabalho e discussão (tal como todas as que o IFAB sugeriu agora, como de resto eles referem), mas a intenção seria beneficiar quem mais procurasse contribuir para o espectáculo. Teria de existir uma forma de balançar aquilo, encontrar algures um equilíbrio, mas parece-me algo minimamente plausível, e que revolucionaria o jogo sem alterar minimamente o estado actual do mesmo.

 

Mas eu não falei em acabar com essas discussões. Só acho que não é preciso tentar apagar a fogueira com gasolina.

Isso é aquilo que acabaram de fazer com o VAR. É que agora, em vez de 3 ou 5 árbitros para criticar e sob os quais levantar suspeitas, existem mais elementos que serão alvo dessas mesmas campanhas. Mais polémica.

 

A fogueira arde espontaneamente. Como já disse, não precisa sequer do desporto em si para arder. O melhor caminho é ignorá-la, esperando que eventualmente se vá apagando com a água que lhe atiramos de vez em quando (leia-se, punir de forma pesada quem apontar o dedo às arbitragens, sejam jogadores, treinadores, dirigentes ou até os já famosos "paineleiros" desportivos, através de multas elevadas e suspensões de jogos para jogadores, treinadores e restantes elementos que possam estar presentes na ficha de jogo).

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Uma opção seria beneficiar quem marca muitos, mas prejudicar quem os sofre.

Editado por G1njas

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Uma opção seria beneficiar quem marca muitos, mas prejudicar quem os sofre.

Sim, provavelmente seria por aí. Mas era algo que necessitaria de algum estudo, e obrigatoriamente de um período experimental alargado.

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Essa ideia não faz sentido nenhum.

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