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Lebohang

O sábado da discórdia na Autoeuropa

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Trabalho em fábricas há mais de uma década e não conheço fábrica nenhuma onde isto fosse aceite a bem.

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Trabalho há X tempo na AE, e vou resumir isto. A AE é uma das melhores fábricas da empresa, pq spr que pediram horas extra e tudo o resto, que as pessoas não sabem e nunca ligaram pq nca saiu nada cá para fora, os trabalhadores da Auto Europa cederam. Até mesmo os sabados que eram FACULTATIVOS ou se quiserem OPCIONAIS, sempre tiveram gente mais que suficiente para meter os carros a "andar". E isto piorou ainda mais com a escumalha (não tem outro nome) da comunicação social a mandar postas de pescada para o povo, povo esse que gosta de comer toda a "sopa" que lhe é dada..Agora pensem, uma fábrica que foi e É considerada uma das melhores do grupo, grandes trabalhadores etc etc (isto dito pela casa mãe e restante administração) agora está em pé de guerra?

Outra nota, não sei pq raio a malta pensa que a AE é um mar de rosas..n sei se pensam que os trabalhadores andam lá a conduzir os carros e tal..

E por ultimo, aqueles que dizem que Nós não queremos é trabalhar e que deviamos ter vergonha bla bla, faço votos que consigam candidatar-se à Auto Europa, passem nos testes e experimentem o que é bom :)

 

Esqueci-me de um ponto. A TVI diz que a malta na AE recebe 1800€ por mês.. hoje liguei para um detetive privado, para ver se descobre onde estão os tais 1800, pois andam desaparecidos há mt tempo :s

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Visitante

 

E por ultimo, aqueles que dizem que Nós não queremos é trabalhar e que deviamos ter vergonha bla bla, faço votos que consigam candidatar-se à Auto Europa, passem nos testes e experimentem o que é bom :)

 

 

"Ides sofrer como cães!"

Editado por Visitante

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A única coisa engraçada disto é ver os ressabiados que andam há anos a ser explorados a desejar que a empresa saia do país para "mostrar aos sindicatos como é que é".

 

Só mesmo num país de miséria é que há tanta gente com raiva de outra tanta por não receber o salário mínimo.

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Quem é que aqui anda a desejar que a AE saia do país? Essa tua mania de transpor aquilo que lês no Facebook para o fórum tem muito que se lhe diga :laugh:

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Quem é que aqui anda a desejar que a AE saia do país? Essa tua mania de transpor aquilo que lês no Facebook para o fórum tem muito que se lhe diga :laugh:

Por acaso também acho esta campanha toda um pouco estranha, quando os média só dão um lado da história tipo trump, venezuela, coreia, eu começo a desconfiar. Acho que simplesmente a administração da AE se tentou aproveitar do vazio na CT e mandou "barro à parede" com uma proposta que pouco negociada foi. Haverá acordo com condições diferentes mas o ruído dos média não ajuda.

 

Se fossemos pelo face, era porrada bruta nesta gente ignorante que devia estar agradecida por ter um emprego com tanto prestígio, e a contribuir para o bem comum da economia nacional.

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Visitante

Por acaso também acho esta campanha toda um pouco estranha, quando os média só dão um lado da história tipo trump, venezuela, coreia, eu começo a desconfiar. Acho que simplesmente a administração da AE se tentou aproveitar do vazio na CT e mandou "barro à parede" com uma proposta que pouco negociada foi. Haverá acordo com condições diferentes mas o ruído dos média não ajuda.

 

Se fossemos pelo face, era porrada bruta nesta gente ignorante que devia estar agradecida por ter um emprego com tanto prestígio, e a contribuir para o bem comum da economia nacional.

 

Por não estarmos no face e por, até agora, toda a gente se ter mostrado sensível ao problema até aqui é que era escusado escrever aquele tipo de coisas.

 

Mas afinal, algo que ainda não percebi - o presidente da comissão saiu porque conseguiu o pré-acordo, ou saiu porque este não foi aceite pelos trabalhadores? Eu fiquei com a ideia de que tinha sido a primeira, mas nenhuma das notícias que li até aqui me esclareceu por completo.

Editado por Visitante

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Por não estarmos no face e por, até agora, toda a gente se ter mostrado sensível ao problema até aqui é que era escusado escrever aquele tipo de coisas.

Respira, respira. Segue :compinchas:

 

Mas afinal, algo que ainda não percebi - o presidente da comissão saiu porque conseguiu o pré-acordo, ou saiu porque este não foi aceite pelos trabalhadores? Eu fiquei com a ideia de que tinha sido a primeira, mas nenhuma das notícias que li até aqui me esclareceu por completo.

Nenhuma das duas. Saiu porque se reformou. E assinou o acordo já a saber que ia sair e antes de a nova CT estar eleita.

 

EDIT: já tinha saido antes para ser deputado e voltou. talvez um pormenor, talvez um pormaior.

Editado por Cabeça de giz

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Acho bem, temos de ser mais como os franceses.

 

Tive uma que se foi embora no meu trabalho porque não tolerava que a chefe não chamasse a atenção da Italiana que chega todos os dias 15 minutos atrasada e sai 15 minutos mais cedo sem ser penalizada.

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Visitante

Respira, respira. Segue :compinchas:

 

 

Nenhuma das duas. Saiu porque se reformou. E assinou o acordo já a saber que ia sair e antes de a nova CT estar eleita.

 

EDIT: já tinha saido antes para ser deputado e voltou. talvez um pormenor, talvez um pormaior.

 

Sim, isso eu sei :mrgreen: Mas ele foi adiando para manter as negociações tendo em vista a produção do novo modelo, não percebi foi se saiu logo que ficou acordada a proposta... E isto é muito estranho, presumo que com as responsabilidades que ele tinha, para ter chegado a um acordo já deveria ter a benção prévia/interesses acautelados dos trabalhadores... tu que percebes mais disto que eu, não faz sentido estar à mesa a negociar com os patrões e ao mesmo tempo consultar os trabalhadores e perceber se é possível chegar a um acordo? Ou tenta-se fazer o melhor acordo possível, e logo se vê se os trabalhadores aceitam?

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Há coisas piores, como ter apenas uma folga e meia por semana, sendo estas rotativas...

 

Há sempre pior, é a viding.

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Sim, isso eu sei :mrgreen: Mas ele foi adiando para manter as negociações tendo em vista a produção do novo modelo, não percebi foi se saiu logo que ficou acordada a proposta... E isto é muito estranho, presumo que com as responsabilidades que ele tinha, para ter chegado a um acordo já deveria ter a benção prévia/interesses acautelados dos trabalhadores... tu que percebes mais disto que eu, não faz sentido estar à mesa a negociar com os patrões e ao mesmo tempo consultar os trabalhadores e perceber se é possível chegar a um acordo? Ou tenta-se fazer o melhor acordo possível, e logo se vê se os trabalhadores aceitam?

Não tenho experiência própria de negociar com CTs não me posso pronunciar. O que sei é de conversas, e a única coisa que percebo é que tudo depende do carisma do presidente da CT e (mais importante) da sua capacidade de "ler" o sentimento geral.

 

Mas eticamente parece-me mal ele não se ter demitido a tempo de permitir prazos para uma nova CT estar nas negociações. Ainda para mais numa empresa com tantos trabalhadores, e onde o voto pelo que sei é secreto e em urna.

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Há coisas piores, como ter apenas uma folga e meia por semana, sendo estas rotativas...

 

Não me leves a mal, mas já estou farto desse "argumento". Também há quem seja escravo no sentido literal do termo, que é pior do que ter apenas uma folga e meia por semana rotativas, mas não é por isso que não te podes queixar das tuas condições laborais.

 

A ideia deveria ser lutar para melhorar as condições de todos, não para que os outros sejam tão ou mais miseráveis do que nós. Que raio se passa de errado com esta sociedade?

 

Eish, oh Pep, isso não vale pá.

Editado por Black Hawk

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Como é óbvio, para qualquer pessoa que leia com olhos de ler e não seja paranóica, o meu post refere-se às reacção de muito boa gente, não é nenhum comentário aos posts deste tópico.

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Não me leves a mal, mas já estou farto desse "argumento". Também há quem seja escravo no sentido literal do termo, que é pior do que ter apenas uma folga e meia por semana rotativas, mas não é por isso que não te podes queixar das tuas condições laborais.

 

A ideia deveria ser lutar para melhorar as condições de todos, não para que os outros sejam tão ou mais miseráveis do que nós. Que raio se passa de errado com esta sociedade?

 

Eish, oh Pep, isso não vale pá.

 

O teu post só complementa o meu. :mrgreen: Infelizmente não tenho tido muita paciência para escrever mais nos meus posts, deixei a ideia.

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Uma pessoa que ganhe um vencimento base de 2.000,00 €, faça 8 horas num sábado, vai ganhar 138,73€ base sujeitos a impostos (se trabalhar no descanso compensatório), se as contas não me falharam. Será a realidade da maior parte das pessoas? Duvido. Além de que não se pagam horas extras num sábado que esteja incluído como dia de trabalho normal, havendo um folga rotativo durante a semana.

 

Os 175€ adicionais, também sujeitos a impostos, menos 2 horas semanais, e 25% de subsidio de função, certamente, será uma boa forma de compensação pela perda do sábado.

Posso ser injusto mas olhar para isto e ver o pessoal a dizer que é uma afronta é qualquer coisa..

trabalhei 8 anos assim e recebi uns trocos a mais, 8 anos a trabalhar ao sábado e trocava um dia da semana.

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Lutasses pelos teus direitos. É só isso que eles estão a fazer.

Sim sim, eramos 3 pessoas (+3 noutra 'secção' que até acho que estão pior) e se lutássemos sabes o que acontecia ? íamos embora.

Agora eles, passam de 40 para 38horas, ou seja, trabalham menos 12 dias por ano, dão mais um dia de ferias, +25% de turno + 175€ e isto tudo por 2 anos (até acredito que depois possa continuar), eu aceitava sem hesitar. Devemos estar a falar de uns 300/400€ por mês lol e não é por trabalhar ao sábado mas sim por trocar um sábado por um dia da semana.

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eu aceitava sem hesitar.

 

É isto que eles querem, ter opção de aceitar ou não.

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Quando se começa a falar de médias e de percentagens é sinal que há necessidade de manipular os números. Não há nada mais enganador que percentagens e médias.

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Sim sim, eramos 3 pessoas (+3 noutra 'secção' que até acho que estão pior) e se lutássemos sabes o que acontecia ? íamos embora.

Agora eles, passam de 40 para 38horas, ou seja, trabalham menos 12 dias por ano, dão mais um dia de ferias, +25% de turno + 175€ e isto tudo por 2 anos (até acredito que depois possa continuar), eu aceitava sem hesitar. Devemos estar a falar de uns 300/400€ por mês lol e não é por trabalhar ao sábado mas sim por trocar um sábado por um dia da semana.

 

Não aceitavas, não. Não aceitavas porque se lá estivesse compreenderias a luta deles e perceberias o que te estavam a tirar. O que tu estás a fazer é a decidir por outrém o que é justo para eles com base na tua experiência no teu local de trabalho. Nem o contexto é o mesmo, nem tu dispões de informação para decidir o que é, ou não, justo. Se eles entendem que a proposta não é vantajosa, são uns crls na Internet que dizem o contrário?

 

Aliás, todo este festival que se viu por aí demonstra que somos todos uns bons escravos modernos. Aceitam.se propostas impostas sem hesitações e/ou negociações, condenamos em praça pública quem não aceita uma proposta que não considera vantajosa, odiamos quem tem melhores condições laborais sem, no entanto, mexermos uma palha para melhorar as nossas. É este o caminho.

 

Tenho seguido com algum interesse as notícias sobre a "greve histórica", como lhe chamam os jornais, que decorre ali por Palmela, nos portões da Autoeuropa. Por ter vestido a camisola (literalmente) no início do século e por ter sido o meu único empregador em Portugal, sigo com alguma atenção o que por aqueles lados acontece desde 2006, altura em que bati a asa.

Importa-me pouco discutir a justiça ou não da greve ou sequer os seus contornos. A comunicação social encheu algumas páginas nestes dias com o tema pelo que teria pouco de factual para acrescentar.

 

Interessa-me mais abordar o linchamento público dos funcionários da autoeuropa e como a ignorância nos prejudica enquanto povo.

 

Compreendo que a informação que circula não vem carregada de detalhes e para a opinião pública passa a parangona de que os funcionários não querem mais dinheiro para trabalhar aos sábados. São uns calões e ganham balúrdios. Ponto final. É isto que chove nas redes. Não sei porque insisto em ler comentários de notícias mas vou assumir, para me sentir melhor, que é uma espécie de guilty pleasure da azeitonice.

 

Li coisas como: "não querem trabalhar aos sábados? Então devíamos fechar os hospitais ao fim-de-semana para os gajos da autoeuropa!" ou "mas quando querem pão fresco ao sábado o padeiro não diz que não, seus chulos!". Entre outras pérolas dignas de qualquer boca numa taberna da Madragoa, como se bens alimentares ou cuidados de saúde se pudessem escolher no calendário. Ou como se uma fábrica fosse um serviço aberto ao público e dependente de horários melhores para visita.

 

Compreendo que exista míngua de emprego no nosso país e que muitas pessoas se esfolem para aguentar cada mês, mas isso não nos pode retirar a lucidez de entendermos o que é a luta dos trabalhadores pelos seus direitos. Se os funcionários da AE cederem sempre a pressões, naquela que é a empresa modelo do país, o que acontecerá a cada um de vocês que trabalha em micro-empresas onde os trabalhadores nem piam?

 

A conversa de "se não aceitarem a produção do modelo X vai para a fábrica Y" é mais velha que o obrar de cócoras e é usada desde sempre. Ouvi isso há 12 anos na altura do modelo EOS e depois com o Scirocco. Agora ouvem com o T-roc ou lá como se chama a lata nova.

Em cada negociação lá se trocava trabalho extra por férias ou dias por aumentos congelados e por aí fora. As greves foram sempre evitadas e a produção sempre a crescer com novos modelos. Mas até quando? Até quando se dá asas à imaginação para aceitar mais trabalho sem dinheiro que se veja?

 

Quem agora chama nomes aos funcionários da AE já trabalhou numa linha de montagem? Já teve duas pausas de 7 minutos por dia para mijar? Já passou 20 anos todo dobrado a fazer os mesmos movimentos? Se acham que é tudo fácil e maravilhoso, porque não vão para lá? Entre 2000 ou 3000 que lá trabalham deve haver espaço para os génios do comentário no FB.

 

O que é que acham que um operador de linha, um técnico ou um engenheiro ganham na AE? Eu respondo: uma m*rda. Ganham uma m*rda. Ganham aquilo que alemão algum aceita na casa mãe, com condições que sindicato nenhum permite no desterro de Wolfsburgo.

 

O governo português deu incentivos por mais de uma década para a VW ter a fábrica ali. Depois tiveram mais uma década de salários baixos, aumentos miseráveis e down days. Em 4,5 anos a trabalhar ali, o meu salário aumentou 15 eur líquidos. Um operador de linha trazia 800 eur para casa, um técnico um pouco mais, um engenheiro cerca de 1100. Depois criaram uma empresa de trabalho externo (autovision) para reduzirem ainda mais os custos com os contratados e terem menos responsabilidades sociais.

 

Portanto...se 10 anos volvidos a técnica é a mesma e continuam a querer apertar quem trabalha, eu acho muito bem que não aceitem sábados obrigatórios e muito menos se não forem pagos como trabalho extraordinário.

 

Se os alemães querem explorar e manter o superávit do país, pois que o façam à custa do seu próprio povo.

 

É uma questão de defesa da dignidade e do tempo familiar de cada trabalhador. Exactamente os bens mais preciosos no país que criou a marca. Não compreender isto e insultar quem tem a coragem de dizer "não", é não entender o que o domínio económico alemão na europa está a fazer aos países periféricos.

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:mrgreen:

 

back on topic, só uma achega em relação à facilidade ou dificuldade do trabalho: aqui no triângulo tomar-torres-abrantes há desemprego, mas ao mesmo tempo praticamente todas as fábricas têm dificuldades em arranjar toda a mão de obra que precisam, mesmo com salários geralmente mais altos. E isto independentemente de ser automotive, alimentar, fmcg, plástico ou papel. Deve ser por ser fácil, pouco cansativo e com turnos que fazem bem à saúde e vida familiar.

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Lip, eles vão alterar o horário, mas as horas semanais mantêm-se não mantém?

As horas seriam extras se além das horas semanais trabalhassem também ao sábado. A questão de não tar no contrato, aí sim pode fazer com não queriam aceitar trabalhar ao sábado.

 

Não sei se se mantêm, sinceramente. Pois, é uma alteração de horário que não foi aquela acordada no contrato e como tal não deveria ser, a meu ver, imposta à força, se foi o caso.

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