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Wendel motiva reunião com Bruno de Carvalho

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Não faz sentido nenhum. Não aproveita o Wendel que é máquina mas tem sonhos molhados com o Battaglia. Não dá para entender estas coisas no JJ

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Não faz sentido nenhum. Não aproveita o Wendel que é máquina mas tem sonhos molhados com o Battaglia. Não dá para entender estas coisas no JJ

o Wendel não dá comissão

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o Wendel não dá comissão

 

Bingo

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Já deu para perceber que o Jesus não deve propriamente ter implorado por ele. Logo, só vai jogar quando lhe apetecer ou quando não tiver quem lá meter. Ele até podia ser o Messi.

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Já disse em tom jocoso noutro tópico, há uns tempos: ele ainda está a tirar o doutoramento táctico sob supervisão do Catedrático Jorge Jesus. O sistema de jogo do Jesus é demasiado evoluído para qualquer um entender, ele não pode entrar em campo assim, à toa. A não ser que tenha equivalência da Faculdade das Caxinas, nesse caso seria titular de caras.

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Ainda bem que não foi pedido do Jesus, senão em vez do Wendel tinha vindo mais algum Matheus ou Battaglia.

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Pensava que era só na defesa que não havia equivalências.

 

Estás maluco? E o meio-campo? Os jogadores do meio-campo têm de saber como jogar sem bola, quando pressionar, quando compensar os colegas, tudo aquilo que os intrincados modelos do Catedrático implicam. No Sporting, até os extremos têm, acima de tudo, saber como defender. Atacar é como o outro, mas defender, sem dúvida.

 

Aliás, pergunta a qualquer sportinguista se preferiam o Acuña ou o Brahimi. A maioria responde-te que prefere o Acuña porque é mais intenso e um jogador como o Brahimi deixaria o flanco esquerdo descompensado. O que dão à equipa em termos ofensivos é secundário. Importante é o equilíbrio da equipa. Por isso é que o Sporting não sofre dois ou três golos por jogo quando joga contra Astanas da vida. Porque é uma equipa equilibrada.

 

O mais irónico disto tudo é que o Jesus, mesmo que não dê conta disso (mas acreditando eu que ele o saberá melhor do que ninguem), demonstra com estes exemplos que o mais importante para ele é o que fazer sem bola. Um jogador que chega ao Sporting é vá ocupar uma posição na defesa ou no meio-campo não entra de imediato na equipa porque não conhece os processos defensivos da mesma. Se for um jogador de ataque entra logo, como o Montero ou o Rúben Ribeiro. Não há nada para saber, não há nada para aprender, é jogar e fazer o que for possível. Não há nada trabalhado ofensivamente para interiorizar, é o que calhar.

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eu acho que o jesus no tempo do benfica trabalhava bem as equipas a nível ofensivo. Pelo menos o benfica tinha bom jogo interior. Neste momento acho que o jogo interior do sporting é quase que inexistente. O sporting está muito dependente do bas dost por causa disto (por ele ser bom no jogo aereo)

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se fosse o grande mestre da tatica jj provavelmente apostaria wendel a 8, bruno fernandes a 2ºavançado. Jogando o dost jogava com o acuna a extremo esquerdo. Nao jogando o dost metia o ruben ribeiro a extremo esquerdo. E claro na direita punha o gelson. :mrgreen:

Editado por Ubebado

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Ao contrário do que estão todos a assumir (também era capaz de o fazer se não tivesse informações relativamente fiáveis em sentido contrário), o Wendel veio a pedido do JJ. Aliás, é um 8 com um perfil completamente ao gosto dele no que não é maleável pelo treinador, e acho que, por um compreensível efeito de saturação com o que tem sido o trabalho do JJ ultimamente, estão a parodiar demasiado a questão do trabalho táctico. A diferença de exigências em termos tácticos/posicionais do futebol brasileiro para a posição 8 no modelo do JJ - claramente a mais complicada do modelo dele, o que para mim até revela algumas limitações do mesmo - é absolutamente incomparável, e sendo um jogador que não apanha pré-época (o período em que o foco nesse tipo de trabalho é maior, obviamente) ainda mais tempo demora a conseguir alcançar níveis aceitáveis nesse sentido.

 

Claro que, ainda assim, tanto pelo talento do jogador como até no sentido de o ajudar a ambientar-se e mostrar confiança, tinha sido bem pensado pelo menos tê-lo no banco para ir entrando em alguns jogos. Mas, apesar dessa falta de sensibilidade do JJ (que não surpreende ninguém, obviamente), acho que as justificações fazem sentido, tanto a que disse acima como o facto de ser mais fácil lançar um jogador nas 4 posições da frente que nas outras porque os movimentos do jogador quando a equipa tem ou não a bola são mais fáceis de aprender. E aliás, isto não é propriamente um exclusivo do JJ. Aquele que é provavelmente o meu treinador favorito na actualidade (Sarri) é ainda mais radical nessa questão, e especialmente na defesa e no meio campo só mete os jogadores novos em campo depois de uma série de tempo a aprenderem o que ele quer nos treinos.

Editado por AndreSCP7

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Porra, mas o Wendel não é nenhum iletrado que não possa jogar nem um mísero minuto. Ele aqueceu pela primeira vez com o Tondela. Já está cá há quase 2 meses. É completamente incompreensível, ainda para mais quando é suposto ser um jogador com um perfil que o JJ gosta. E digo o mesmo do Misic, que veio cá passar férias.

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A verdade é que o Sporting nos últimos 30 dias tinha 12 treinos? Entre viagens/jogos/treinos de recuperação (sim, normalmente após um jogo, os jogadores que foram titulares fazem corridinha, uns meinhos ou futvolley, uma posse de bola descontraída e banhos e massagens) ou seja, sobram 10 a 15 jogadores que fazem um treino mais intenso mas que não tem nada a ver com um treino normal nesse dia.

 

Mas não se percebe quando já houve jogos que daria para gerir melhor a equipa, um jogador não ter uns míseros minutos. Que não faça tudo o que ele pede, concordo. Mas isso também não faz o Battaglia, o William e o Bruno Fernandes.

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O Laporte chegou ao City e foi logo titular

 

E vinha com ritmo de estar sempre a jogar num campeonato que não estava parado..

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O Montero não jogava há 2 meses e foi logo titular. Tudo bem que já conhecia os métodos do jesus mas então que não se dê a desculpa de não estar com ritmo.

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Estás maluco? E o meio-campo? Os jogadores do meio-campo têm de saber como jogar sem bola, quando pressionar, quando compensar os colegas, tudo aquilo que os intrincados modelos do Catedrático implicam. No Sporting, até os extremos têm, acima de tudo, saber como defender. Atacar é como o outro, mas defender, sem dúvida.

 

Aliás, pergunta a qualquer sportinguista se preferiam o Acuña ou o Brahimi. A maioria responde-te que prefere o Acuña porque é mais intenso e um jogador como o Brahimi deixaria o flanco esquerdo descompensado. O que dão à equipa em termos ofensivos é secundário. Importante é o equilíbrio da equipa. Por isso é que o Sporting não sofre dois ou três golos por jogo quando joga contra Astanas da vida. Porque é uma equipa equilibrada.

 

O mais irónico disto tudo é que o Jesus, mesmo que não dê conta disso (mas acreditando eu que ele o saberá melhor do que ninguem), demonstra com estes exemplos que o mais importante para ele é o que fazer sem bola. Um jogador que chega ao Sporting é vá ocupar uma posição na defesa ou no meio-campo não entra de imediato na equipa porque não conhece os processos defensivos da mesma. Se for um jogador de ataque entra logo, como o Montero ou o Rúben Ribeiro. Não há nada para saber, não há nada para aprender, é jogar e fazer o que for possível. Não há nada trabalhado ofensivamente para interiorizar, é o que calhar.

Ele dá conta. Eu sempre achei que o Jesus é um treinador de índole defensiva, e tem demonstrado cada vez mais isso. Basta ver as declarações dele, há uns tempos, sobre a responsabilidade e o peso do treinador na qualidade defensiva e ofensiva de uma equipa. O essencial para ele é o capítulo sem bola do jogo. Com bola, a maior responsabilidade é dos jogadores e das suas características individuais. Daí ele apreciar tanto jogadores com o perfil atlético e técnico de um Gélson, por exemplo. Explosivos, capazes de quebrar linhas e desequilibrar individualmente. Daí a discriminação dos criativos que não possuem esse tipo de características distintivas e que não são capazes de desequilibrar através do drible mais longo. Não fazem grande falta, para o que ele idealiza das suas equipas.

 

Curiosamente, foi com estes últimos (excepções à regra) que as suas equipas sempre demonstraram maior qualidade de jogo. Seja no Benfica, com Aimar e Saviola; seja no Sporting, com Bryan e João Mário.

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A verdade é que o Sporting nos últimos 30 dias tinha 12 treinos? Entre viagens/jogos/treinos de recuperação (sim, normalmente após um jogo, os jogadores que foram titulares fazem corridinha, uns meinhos ou futvolley, uma posse de bola descontraída e banhos e massagens) ou seja, sobram 10 a 15 jogadores que fazem um treino mais intenso mas que não tem nada a ver com um treino normal nesse dia.

 

Mas não se percebe quando já houve jogos que daria para gerir melhor a equipa, um jogador não ter uns míseros minutos. Que não faça tudo o que ele pede, concordo. Mas isso também não faz o Battaglia, o William e o Bruno Fernandes.

O Battaglia então não só não faz tudo o que ele pede como não faz absolutamente nada de jeito.

 

Se a razão do Wendel ainda não se ter estreado é porque o Battaglia parte à frente, devia ser razão para despedimento com justa causa.

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Já deu para perceber que o Jesus não deve propriamente ter implorado por ele. Logo, só vai jogar quando lhe apetecer ou quando não tiver quem lá meter. Ele até podia ser o Messi.

Se era assim porque é que não emprestaram ao Inter? Não percebo.

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Se calhar o melhor a fazer é Wendelo.

Editado por Mayday

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Aquele que é provavelmente o meu treinador favorito na actualidade (Sarri) é ainda mais radical nessa questão, e especialmente na defesa e no meio campo só mete os jogadores novos em campo depois de uma série de tempo a aprenderem o que ele quer nos treinos.

Só para dizer que o Tonelli,o Makismovic e o Chiriches têm juntos 15 jogos feitos esta época pelo Napoli :mrgreen: menos de metade dos que tem o Koulibaly e quase metade dos do Albiol

 

Bem, mas quanto ao JJ e o Wendel, milagre é ele não ter voltado para o Brasil uma época como já fez com o Enzo

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