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Moss

Katy Perry beija concorrente de "American Idol" e gera polémica

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Ou se ela dá uso ao dedo mindinho, aí sim é violação.

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Fosse ao contrário era violação e o homem branco preso e despedido.

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Tem razão até um certo ponto pois para mim por exemplo um professor de 30 anos andar metido com uma miúda de 16 não é a mesma coisa que um miúdo de 16 andar metido com uma professora de 30. Apesar de nos termos da lei obviamente ser correto julga-lo da mesma maneira.

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Tem razão até um certo ponto pois para mim por exemplo um professor de 30 anos andar metido com uma miúda de 16 não é a mesma coisa que um miúdo de 16 andar metido com uma professora de 30. Apesar de nos termos da lei obviamente ser correto julga-lo da mesma maneira.

Não é a mesma coisa porquê?

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Quero chegar ao ponto em que faz parte da condição humana, por educação, por cultura, por tradição, por genética, sei lá eu porquê... que as mulheres e os homens têm padrões diferentes de comportamento. Que a sociedade espera de homens e mulheres atitudes diferentes. E que a igualdade conforme ela nos é apresentada não passa de utopia, pelo menos durante as próximas gerações. Esta é a minha opinião. Eu resolvi comigo próprio o paradoxo do Elliott a partir do momento em que não me martirizo por considerar diferentes atitudes iguais quando são praticadas por homens ou por mulheres. Vivo bem com isso porque não almejo qualquer igualdade ao nível das relações pessoais. Continuo a cumprimentar os homens com apertos de mão e as mulheres com dois beijinhos sem considerar que estou a ser machista ao fazê-lo.

 

A Katy Perry dar um bate-chapa ao Zé para mim é absolutamente natural e adequado (com a ressalva do facto de ele não ter achado piada nenhuma, estando no seu direito, pelo que à Katy Perry ficaria bem um pedido de desculpas). Se fosse o Zé a dar um bate-chapa à Katy Perry acharia de tremendo mau gosto, falta de respeito e falta de educação. Se fosse um Brad Pitt qualquer a dar um bate-chapa a uma jovem de 19 anos sem o seu consentimento acharia um abuso inadmissível.

 

Eu vivo bem com isto. Os fundamentalistas da igualdade de género não vivem. E por isso revoltam-se e criticam a Katy Perry pelo que fez.

Acho que ninguém apresenta como utópica uma sociedade em que ambos os géneros tenham as mesmas características, mas que haja uma livre interação de ambos os géneros com todas as atividades sem que umas sejam consideradas "masculinas" e outras "femininas". Ainda há quem considere que ver futebol é uma atividade masculina e ir à depilação é uma atividade feminina quando isso não faz qualquer sentido.

 

Para mim há um par de atenuantes neste caso: uma, que é, não houve nenhuma intenção da Katy Perry em ser incorreta, não fez nada que não aconteça num qualquer verdade ou consequência entre adolescentes, e assumiu que se calhar seria mais marcante para alguém levar o primeiro beijo de uma celebridade do que de uma zé qualquer. Claro que o zé como é "de origens conservadoras", como se isso fosse desculpa para não pensar pela própria cabeça, achou que era muito inapropriado. A outra que é, assume-se que a maioria dos homens heterossexuais não se importe de ser beijado pela Katy Perry, logo a probabilidade de encontrar um que é foi, para ela, relativamente baixa. E esta é uma atenuante menor porque foi ela quem brincou com as possibilidades e ele não tem culpa nenhuma disso, está à vontade para não se sentir confortável porque não é obrigado a isso.

 

Tirando tudo isso, claro que é extremamente inapropriado, regra geral, uma pessoa beijar outra que não conhece sem haver indicação de que essa é uma intenção mútua. Por isso é que não vês miúdas numa discoteca a andar aos beijos a todos os gajos à espera de um que queira curtir com ela. Não há nenhum indicador sociológico, acho eu, que dite que é normal uma mulher beijar um homem à toa. Logo não concordo com o teu segundo parágrafo. O mundo não tem de ser gerido pela tradição, porque a própria tradição é uma construção humana e geralmente só cria chatice e paragem no tempo.

 

Sobre o teu último parágrafo acho que estás errado. Isto não é notícia por causa desses fundamentalistas da igualdade de género, é notícia por causa dos mongos que acham que o género masculino está a ser perseguido e que tudo o que é mexer nas noções clássicas da sociedade é um produto dos SJW e dos movimentos feministas que só causam polémica sem razão nenhuma e que portanto apontam este exemplo como que a dizer "Ah veem, vocês não querem igualdade de género m*rda nenhuma, querem é proteger as mulheres e crucificar os homens".

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Porque se for o professor é um tarado e um pedófilo. Se for uma professora, o puto é o maior e chovem prayers.

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"Eu é que nunca tive uma professora daquelas!"

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Eu também considero diferentes as atitudes do homem e da mulher e não sou nenhum fundamentalista da igualdade de géneros. Mas isso não me impede de achar que, globalmente, é errado forçar uma pessoa a beijar (mesmo que seja bate-chapas), seja homem ou mulher.

 

Agora, o meu problema (o tal paradoxo) é o seguinte.Se neste caso, no lugar da Katy Perry, estivesse uma mulher obesa com dentes à britânica, tenho a certeza que seria crítico da atitude dela. Se, no lugar da Katy Perry, estivesse um Jon Kortajarena a beijar uma miúda de 19 anos, se calhar acharia piada como neste caso da Katy. Se fosse um Joaquim de Almeida a fazer isso, por muito charme que tenha, ia achar errado mais uma vez. Ou seja, apesar de estar seguro na minha posição de que forçar beijos é uma atitude reprovável, estou consciente de que a minha empatia é muito menor em casos como este, em que alguém se queixa de ser beijado por um espécime de aparência muito superior (à falta de melhor expressão :mrgreen:). Logo, estou a ser incoerente dentro da minha própria forma de estar na vida e estou a traçar uma linha totalmente arbitrária e injustificada entre aquilo que acho aceitável e aquilo que acho reprovável. Injustificada porque estou a adicionar mais umas camadas de discriminação em função da aparência (tanto para o beijado, como para o beijador), algo extremamente subjectivo.

 

Não foi assim que interpretei o "teu paradoxo".

 

Mas concordo com o Ronin. Não lhe chamo complexo nem fetiche mas chamo-lhe fantasia. Tu estás a projetar no tal Zé as tuas próprias fantasias (e quem não as tem? :D) de teres um momento de intimidade com alguém famoso e atraente. Só que as fantasias pertencem ao reino da fantasia. A realidade é diferente. Eu acharia tão bem a Katy Perry como a mulher obesa (embora neste caso também pudesse sentir alguma repugnância, confesso) e acharia tão mal o tal Kortajarena (tive de ir ao google ver quem era...:blush:) como o Danny De Vito.

 

 

Acho que ninguém apresenta como utópica uma sociedade em que ambos os géneros tenham as mesmas características, mas que haja uma livre interação de ambos os géneros com todas as atividades sem que umas sejam consideradas "masculinas" e outras "femininas". Ainda há quem considere que ver futebol é uma atividade masculina e ir à depilação é uma atividade feminina quando isso não faz qualquer sentido.

 

Para mim há um par de atenuantes neste caso: uma, que é, não houve nenhuma intenção da Katy Perry em ser incorreta, não fez nada que não aconteça num qualquer verdade ou consequência entre adolescentes, e assumiu que se calhar seria mais marcante para alguém levar o primeiro beijo de uma celebridade do que de uma zé qualquer. Claro que o zé como é "de origens conservadoras", como se isso fosse desculpa para não pensar pela própria cabeça, achou que era muito inapropriado. A outra que é, assume-se que a maioria dos homens heterossexuais não se importe de ser beijado pela Katy Perry, logo a probabilidade de encontrar um que é foi, para ela, relativamente baixa. E esta é uma atenuante menor porque foi ela quem brincou com as possibilidades e ele não tem culpa nenhuma disso, está à vontade para não se sentir confortável porque não é obrigado a isso.

 

Tirando tudo isso, claro que é extremamente inapropriado, regra geral, uma pessoa beijar outra que não conhece sem haver indicação de que essa é uma intenção mútua. Por isso é que não vês miúdas numa discoteca a andar aos beijos a todos os gajos à espera de um que queira curtir com ela. Não há nenhum indicador sociológico, acho eu, que dite que é normal uma mulher beijar um homem à toa. Logo não concordo com o teu segundo parágrafo. O mundo não tem de ser gerido pela tradição, porque a própria tradição é uma construção humana e geralmente só cria chatice e paragem no tempo.

 

Sobre o teu último parágrafo acho que estás errado. Isto não é notícia por causa desses fundamentalistas da igualdade de género, é notícia por causa dos mongos que acham que o género masculino está a ser perseguido e que tudo o que é mexer nas noções clássicas da sociedade é um produto dos SJW e dos movimentos feministas que só causam polémica sem razão nenhuma e que portanto apontam este exemplo como que a dizer "Ah veem, vocês não querem igualdade de género m*rda nenhuma, querem é proteger as mulheres e crucificar os homens".

 

O que é que eu faço com este teu post? São as tuas opiniões e, como tal, legítimas. Mas foi tudo ao lado em relação ao que eu escrevi...

 

Se eu falo de atitudes e comportamentos em sociedade tu vens com atividades...

 

Depois comparas a emissão de um concurso de talentos com enorme audiência com brincadeiras de teenagers em privado. A seguir desconsideras a origem conservadora da família do rapaz, dando a entender que ele apresentou esse facto como desculpa para não pensar pela própria cabeça (coisa que nem merece qualquer comentário da minha parte, tal é o absurdo...:roll:)

 

Prossegues dizendo que não concordas com o meu 2º parágrafo porque não há mulheres a beijar homens à toa em discotecas. E eu pergunto-me: que raio de raciocínio será este que pega no que escrevi e o transporta para um cenário de mulheres a beijar indiscriminadamente homens em discotecas? :espanto: E culminas essa tirada dissertando sobre a tradição dizendo que cria chatices e paragens no tempo... Mas estás a falar de quê????

 

Terminas dizendo que estou errado no último parágrafo, trazendo uns tais de mongos para a conversa e afirmando que é por causa destes que o assunto é notícia. Como se eu tivesse sequer abordado ao de leve essa questão... :confuso:

 

Quando falo de alhos tu respondes com bugalhos... Mas pelo menos deu para tirar uma conclusão: já entendi porque é que tu não percebias o meu post original. Estamos em comprimentos de onda diferentes.

Editado por Descartes

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Acho que socialmente é mais grave ser penetrado do que ser o penetrador numa dinâmica deste género. O puto que come a professora é o rei. Se fosse uma rapariga a ser arrombada pelo professor... caía mal, se fosse um puto homossexual a ser arrombado pelo professor... caía mal.

 

Imaginemos que a Katy Perry o queria mesmo violar e ele não consegue levantar a blica, causaria um trauma no rapaz. E deixaria a Katy Perry frustrada. Existem ainda muitos tabus sobre isto e a gente vai quebrando o tabu com o passar do tempo.

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O que é que eu faço com este teu post? São as tuas opiniões e, como tal, legítimas. Mas foi tudo ao lado em relação ao que eu escrevi...

 

Se eu falo de atitudes e comportamentos em sociedade tu vens com atividades...

 

Depois comparas a emissão de um concurso de talentos com enorme audiência com brincadeiras de teenagers em privado. A seguir desconsideras a origem conservadora da família do rapaz, dando a entender que ele apresentou esse facto como desculpa para não pensar pela própria cabeça (coisa que nem merece qualquer comentário da minha parte, tal é o absurdo...:roll:)

 

Prossegues dizendo que não concordas com o meu 2º parágrafo porque não há mulheres a beijar homens à toa em discotecas. E eu pergunto-me: que raio de raciocínio será este que pega no que escrevi e o transporta para um cenário de mulheres a beijar indiscriminadamente homens em discotecas? :espanto: E culminas essa tirada dissertando sobre a tradição dizendo que cria chatices e paragens no tempo... Mas estás a falar de quê????

 

Terminas dizendo que estou errado no último parágrafo, trazendo uns tais de mongos para a conversa e afirmando que é por causa destes que o assunto é notícia. Como se eu tivesse sequer abordado ao de leve essa questão... :confuso:

 

Quando falo de alhos tu respondes com bugalhos... Mas pelo menos deu para tirar uma conclusão: já entendi porque é que tu não percebias o meu post original. Estamos em comprimentos de onda diferentes.

Eu percebi o teu post original, não tinha percebido era qual era a tua opinião "geral" sobre o tema, mas admito que a tua explicação não era a que eu estava à espera (gostei mais da que deste daquela que eu tinha imaginado, sinceramente).

 

Sobre o resto, não tem nada a ver com ser ao lado do que tu escreveste, eu peguei nas tuas opiniões e dei a minha, não sendo necessariamente uma resposta direta a tudo o que escreveste.

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