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Lebohang

80ª Volta a Portugal Santader Totta

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Mas quê, os ciclistas portugueses não dão hipótese aos outros, é isso?

Não é que não dêem hipóteses. Mas os ciclistas estrangeiros ficam parvos com os rtimos que se praticam na nossa Volta. Gajos com nível que já andaram em grandes voltas (como um tweet do Pelizotti que eu vi) ficam frustrados com isto. Além de que muitas vezes os resultados são bons apenas nas provas nacionais. Raramente vês ciclistas que se destacam na volta a fazer grande coisa na volta ao Algarve por exemplo..

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Não é que não dêem hipóteses. Mas os ciclistas estrangeiros ficam parvos com os rtimos que se praticam na nossa Volta. Gajos com nível que já andaram em grandes voltas (como um tweet do Pelizotti que eu vi) ficam frustrados com isto. Além de que muitas vezes os resultados são bons apenas nas provas nacionais. Raramente vês ciclistas que se destacam na volta a fazer grande coisa na volta ao Algarve por exemplo..

 

Como se o nível da Volta a Portugal fosse idêntico ao da Volta ao Algarve. Mesmo assim isso não é verdade. Nas chegadas em alto da Volta ao Algarve deste ano, o Vicente de Mateos perdeu 3s numa para o Thomas e chegou com ele na outra. Comparando com outros, esteve melhor que o Jungels ou o Porte. No ano passado foi segundo atrás do Amaro Antunes no Malhão. A outra dos resultados serem bons apenas em provas nacionais também é engraçada. Para além de correrem pouco no estrangeiro e não ser uma boa comparação, também não é verdade. Das poucas provas internacionais (em Espanha, vá) em que participam, o Edgar Pinto ganhou a Volta à Comunidade de Madrid e o Ricardo Mestre foi terceiro na Volta às Astúrias. Nestas mesmas provas no ano passado, o Alarcón foi segundo em Madrid e ganhou nas Astúrias com mais 4 portugueses no top10.

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Vamos dizer isso, sure

 

 

Não é que não dêem hipóteses. Mas os ciclistas estrangeiros ficam parvos com os rtimos que se praticam na nossa Volta. Gajos com nível que já andaram em grandes voltas (como um tweet do Pelizotti que eu vi) ficam frustrados com isto. Além de que muitas vezes os resultados são bons apenas nas provas nacionais. Raramente vês ciclistas que se destacam na volta a fazer grande coisa na volta ao Algarve por exemplo..

 

 

:compinchas: Não tinha ideia.

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Como se os ciclistas estrangeiros que vêm cá correr valessem alguma m****

O Alarcón, numa prova em Espanha no ano passado, deixou o Nairo Quintana sentado a pé.

 

O Pellizotti, uma das maiores ajudas do Nibali este ano no Tour, veio recentemente à Volta e levou horas de atraso na geral.

 

O ritmo do pelotão português é alucinante. Anda tudo dopado, e não são só os da W52.

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O Alarcón, numa prova em Espanha no ano passado, deixou o Nairo Quintana sentado a pé.

 

O Pellizotti, uma das maiores ajudas do Nibali este ano no Tour, veio recentemente à Volta e levou horas de atraso na geral.

 

O ritmo do pelotão português é alucinante. Anda tudo dopado, e não são só os da W52.

E só o sentou 1x por ordens do Nuno Ribeiro. Que na etapa que o Quintana assumiu a liderança o Alarcon disse por rádio que ia muito fácil e que queria atacar. O Nuno é que de forma inteligente disse que preferia oferecer a vitória e a liderança ao quintana para na etapa a seguir serem eles a levar com o pelotão e o porto correr sem pressão.

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O Alarcón, numa prova em Espanha no ano passado, deixou o Nairo Quintana sentado a pé.

O Pellizotti, uma das maiores ajudas do Nibali este ano no Tour, veio recentemente à Volta e levou horas de atraso na geral.

 

O ritmo do pelotão português é alucinante. Anda tudo dopado, e não são só os da W52.

Lembro-me de meterem esse video no tópico do ano passado e partir-me a rir

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Como se o nível da Volta a Portugal fosse idêntico ao da Volta ao Algarve. Mesmo assim isso não é verdade. Nas chegadas em alto da Volta ao Algarve deste ano, o Vicente de Mateos perdeu 3s numa para o Thomas e chegou com ele na outra. Comparando com outros, esteve melhor que o Jungels ou o Porte. No ano passado foi segundo atrás do Amaro Antunes no Malhão. A outra dos resultados serem bons apenas em provas nacionais também é engraçada. Para além de correrem pouco no estrangeiro e não ser uma boa comparação, também não é verdade. Das poucas provas internacionais (em Espanha, vá) em que participam, o Edgar Pinto ganhou a Volta à Comunidade de Madrid e o Ricardo Mestre foi terceiro na Volta às Astúrias. Nestas mesmas provas no ano passado, o Alarcón foi segundo em Madrid e ganhou nas Astúrias com mais 4 portugueses no top10.

Não é que não dêem hipóteses. Mas os ciclistas estrangeiros ficam parvos com os rtimos que se praticam na nossa Volta. Gajos com nível que já andaram em grandes voltas (como um tweet do Pelizotti que eu vi) ficam frustrados com isto. Além de que muitas vezes os resultados são bons apenas nas provas nacionais. Raramente vês ciclistas que se destacam na volta a fazer grande coisa na volta ao Algarve por exemplo..

São casos esporádicos. E além disso, chegam a ser absurdos ainda que comparando as diferentes fases de preparação dos ciclistas em questão (como Alárcon vs Quintana).

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Não tenho dúvidas que há doping a rodos no ciclismo português, aliás, tenho a certeza, mas atenção que a Volta a Portugal é uma corrida diferente de todas as outras. É a única prova do calendário nacional com visibilidade, são os resultados na Volta que atraem os patrocinadores e, como tal, as equipas portuguesas preparam-se para estar a pique nela.

 

Quando os estrangeiros cá vêm, ou vêm para preparar outras provas, ou vêm em bons momentos de forma mas não nos píncaros da mesma. Isto fazendo uma analogia com as devidas diferenças, é a mesma coisa que um Froome aparecer no Dauphine próximo da sua melhor forma, mas não exatamente no pico da mesma, e ser derrotado por um ciclista de segunda linha que se preparou especificamente para aquela corrida.

 

Outra coisa que muitos dos analistas estrangeiros parecem não entender é que a Volta é muito, muito dura. Numa corrida de cinco ou seis dias ainda se disfarça a diferença de forma, mas numa corrida tão dura como esta, que tem duas etapas de montanha com nível GT e que é atacada desde o início por equipas repletas de ciclistas no pico de forma, ou se está mesmo muito forte ou se leva no pêlo.

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São casos esporádicos. E além disso, chegam a ser absurdos ainda que comparando as diferentes fases de preparação dos ciclistas em questão (como Alárcon vs Quintana).

 

E querias o quê, que fizessem todos top10 em todas as etapas e que os WT lutassem pelos lugares daí em diante?

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Não tenho dúvidas que há doping a rodos no ciclismo português, aliás, tenho a certeza, mas atenção que a Volta a Portugal é uma corrida diferente de todas as outras. É a única prova do calendário nacional com visibilidade, são os resultados na Volta que atraem os patrocinadores e, como tal, as equipas portuguesas preparam-se para estar a pique nela.

 

Quando os estrangeiros cá vêm, ou vêm para preparar outras provas, ou vêm em bons momentos de forma mas não nos píncaros da mesma. Isto fazendo uma analogia com as devidas diferenças, é a mesma coisa que um Froome aparecer no Dauphine próximo da sua melhor forma, mas não exatamente no pico da mesma, e ser derrotado por um ciclista de segunda linha que se preparou especificamente para aquela corrida.

 

Outra coisa que muitos dos analistas estrangeiros parecem não entender é que a Volta é muito, muito dura. Numa corrida de cinco ou seis dias ainda se disfarça a diferença de forma, mas numa corrida tão dura como esta, que tem duas etapas de montanha com nível GT e que é atacada desde o início por equipas repletas de ciclistas no pico de forma, ou se está mesmo muito forte ou se leva no pêlo.

Ya, nada contra. Foi quase sempre assim, tirando os anos em que os bananas dos diretores desportivos deixavam alguma fuga ganhar eternidades de tempo. A questão é que os ciclistas portugueses em topo de forma são super ciclistas :lol:

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Está aqui o vídeo do Alarcon a pregar o Quintana ao chão :carinhoso:

Parece mesmo que ligou o motor :lol:

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E querias o quê, que fizessem todos top10 em todas as etapas e que os WT lutassem pelos lugares daí em diante?

Nem vale a pena..

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Não tenho dúvidas que há doping a rodos no ciclismo português, aliás, tenho a certeza, mas atenção que a Volta a Portugal é uma corrida diferente de todas as outras. É a única prova do calendário nacional com visibilidade, são os resultados na Volta que atraem os patrocinadores e, como tal, as equipas portuguesas preparam-se para estar a pique nela.

 

Quando os estrangeiros cá vêm, ou vêm para preparar outras provas, ou vêm em bons momentos de forma mas não nos píncaros da mesma. Isto fazendo uma analogia com as devidas diferenças, é a mesma coisa que um Froome aparecer no Dauphine próximo da sua melhor forma, mas não exatamente no pico da mesma, e ser derrotado por um ciclista de segunda linha que se preparou especificamente para aquela corrida.

 

Outra coisa que muitos dos analistas estrangeiros parecem não entender é que a Volta é muito, muito dura. Numa corrida de cinco ou seis dias ainda se disfarça a diferença de forma, mas numa corrida tão dura como esta, que tem duas etapas de montanha com nível GT e que é atacada desde o início por equipas repletas de ciclistas no pico de forma, ou se está mesmo muito forte ou se leva no pêlo.

Podia vir o pelotão do World Tour no pico de forma que mesmo assim iam-se ver negros. Os dados que são gerados pela W52 em algumas subidas são estratosféricos, dariam para lutar pelo Tour.

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Essas comparações são sempre curiosas. Gostava de compreender, por exemplo, a extrapolação que se faz comparando os dados de uma subida à Senhora da Graça ao terceiro dia de Volta com os de uma subida ao Alpe d'Huez ao fim de duas semanas de Tour. Analisar números sem se olhar a contextos nunca dá bom resultado.

 

Outra coisa, hoje em dia dá-se demasiada importância a números, watts, percentagens e o crl. Parece que a malta deixou de conseguir analisar ciclismo sem recorrer a números. Eles não são tudo e muitas vezes explicam muito mal o que aconteceu.

 

Nas primeiras etapas de montanha do Tour estava a ler um artigo de um site, julgo que era o Cyclingnews mas não posso já garantir, a comparar os dados do Froome com os de anos anteriores, chegando à conclusão que estava em bom momento de forma. Eu olhava para a forma como ele reagia à corrida e pedalava e estava claramente com a ideia contrária. Como se viu, independentemente dos registos de performance, ele realmente não estava bem.

 

Pah, não é que eu perceba muito de ciclismo, mas parece que nos dias de hoje nem olham para a corrida, só para números.

Editado por Black Hawk

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Nem vale a pena..

 

Não vale, não. Dizes que não fazem resultados semelhantes na Volta ao Algarve e dei-te casos concretos nas últimas duas edições (quando ignoras o facto de serem níveis competitivos muitos diferentes, muitos deles não participarem e os que participam estão numa fase de preparação mais atrasada). Falas em falta de resultados em provas internacionais (como se fizessem muitas) mas dei-te os resultados que incluem vitórias.

Até podem ter toda a razão do mundo e eles andarem todos mamados mas se querem afirmar isso sustentem com verdades e não com mentiras.

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Tens noção que o De Mateos que deste aí como exemplo contra o Thomas foi suspenso 3 meses há pouco menos de uma semana por sido apanhado com 5 irregularidades no passaporte biológico entre 2015 a 2018?

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Tens noção que o De Mateos que deste aí como exemplo contra o Thomas foi suspenso 3 meses há pouco menos de uma semana por sido apanhado com 5 irregularidades no passaporte biológico entre 2015 a 2018?

 

Tenho. Até acho o caso mais curioso por ser um sprinter e ter passado a discutir a geral. No entanto, não era isso que estava em causa. Apenas lhe dei um resultado, entre outros, que ele dizia não existirem.

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Então porque razão é que dás um resultado que sabes perfeitamente estar em causa devido ao período de irregularidades no passaporte do De Mateos como prova que os ciclistas portugueses fazem bons resultados fora da Volta e ainda vens com um "Até podem ter toda a razão do mundo e eles andarem todos mamados mas se querem afirmar isso sustentem com verdades e não com mentiras."?

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Então porque razão é que dás um resultado que sabes perfeitamente estar em causa devido ao período de irregularidades no passaporte do De Mateos como prova que os ciclistas portugueses fazem bons resultados fora da Volta e ainda vens com um "Até podem ter toda a razão do mundo e eles andarem todos mamados mas se querem afirmar isso sustentem com verdades e não com mentiras."?

 

Porque, até prova em contrário, é um resultado tão válido como qualquer outro. Daqui a uns anos até se pode comprovar que afinal os resultados do Vicente de Mateos são legais e seja um Thomas da vida a ser suspenso. Não vou tirar conclusões precipitadas sem conhecimento de causa. O Amaro venceu no Malhão mas em Dezembro já andava a dar no duro para se preparar para um bom resultado. Ninguém me diz que o Vicente de Mateos tenha tido meses de preparação para se adaptar para a montanha. Muitos falaram do Alarcón ter ganho a Volta a Portugal mas ninguém comentou o facto de ter perdido peso e estar muito seco. Houve trabalho, não foi do nada que ganhou. Não alinho nisso de ao minimo resultado bom acusar logo de estar dopado.

A última frase foi para deixar claro que não estou a defender a ideia que estejam todos limpos. Não ponho as mãos no fogo por ninguém. Só acho que não precisam de vincar a opinião com coisas que não são verdade.

 

Olha outro exemplo:

O Pellizotti, uma das maiores ajudas do Nibali este ano no Tour, veio recentemente à Volta e levou horas de atraso na geral.

 

Se calhar não foram só horas, até foram dias.

O Pellizotti logo na primeira etapa perdeu mais de 2 minutos numa etapa que tinha a passagem pelo Sameiro e teve os seus sprinters na discussão da etapa (o Vigano foi 2.º) e teve mais dois colegas a 7s. Na segunda etapa, numa chegada a Fafe, perdeu mais de 1 minuto. O Gavazzi venceu a etapa e o Vigano foi 4.º. Se somarmos quase 5 minutos tanto na etapa da fuga do Vinhas como no CR, acabou por ficar a 21 minutos na geral. Alguém sério acredita que vinha lutar pela geral e usa isso como termo de comparação?

Editado por treinadordebancada

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