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F. Mota

[FM22] Champion from A to Z

Publicações recomendadas

Citação de Maffu, Em 03/05/2023 at 19:11:

Na Europa estás bastante bem. Se as duas primeiras eliminatórias eras claramente o favorito, o Ferencváros poderia trazer alguma surpresa. Cumpriste facilmente com o objectivo. O Começo no campeonato está meio tremido. Felizmente as outras equipas andam, também, a perder pontos, ou isso podia estar bastante mais complicado. É continuar o excelente trabalho.

Na Europa fizemos um caminho longo mas tranquilo, sem dúvida. Foi importante financeiramente e desportivamente chegar aos grupos, agora é ir jogo a jogo.

Internamente sim, entrou tremido. Mas temos tempo para recuperar, está equilibrada a tabela.

Citação de cadete, Em 04/05/2023 at 11:22:

Mais empates do que esperava e Copenhaga já a fugir. De resto, tudo dentro da normalidade e boa qualificação na Taça Euro II.

Reis dos empates, sem dúvida. É transforma-los em vitórias agora!

Citação de Banks29, Em 04/05/2023 at 14:26:

No geral a equipa devia estar a fazer melhor mas ainda há tempo para recuperar.

Sem dúvida, há espaço para fazer melhor. Também temos de ter em conta o contexto, com muitos jogos num curto espaço de tempo, tudo isso impacta. Vamos mais do que a tempo de recuperar

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OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO: SYDBANK POKALEN

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Depois da 3ª eliminatória, tivemos novamente sorte no sorteio e calhámos contra duas equipas mais fracas. Na 4ª eliminatória demos show de bola com os miudos em destaque (basta ver os marcadores, tudo malta que treina com a A e joga na B regularmente), a terem tempo de jogo e a responderem com qualidade. Passagem aos quartos-de-final, onde passa a ser a duas mãos. Contra o despromovido Vejle, novamente tivemos espaço para gerir o plantel e dar tempo a quem tem jogado menos. Dois jogos de sentido único mas onde a bola teimava a não entrar, valeu-nos 10min finais mais eficazes para despachar o nosso adversário.

Agora, segue-se o Esbjerg, já da 1ª divisão, nas meias-finais. Temos boas hipóteses de chegar ao jogo decisivo, não podemos vacilar agora! No outro emparelhamento estão Copenhaga e Silkeborg, equipas em polos opostos da tabela, portanto adivinha-se uma final entre nós e o Copenhaga - já demonstrámos várias vezes que os conseguimos derrotar. As grandes decisões ficam para Maio. 

 

OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO: CONFERENCE LEAGUE

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Depois do empate na ronda inaugural frente ao Maccabi, em Israel, era hora de dar corda ao sapato e alcançar o 1º lugar. Relembrar apenas que o 1º e o 2º disputam eliminatórias diferentes, estando o 1º livre de jogar a eliminatória do 2º, o que pode ter um impacto grande na parte física do plantel.

A verdade é que, tal como internamente, estamos numa fase muito positiva na Europa. Isso traduziu-se em 4 vitórias e apenas 1 empate nos cinco jogos que faltavam disputar do grupo. Foi sendo relativamente fácil frente a todos os adversários, contando sempre com um Marshall inspirado - será que se quer mostrar em palcos mais vistos do que o campeonato dinamarquês? é que, apesar de também marcar, a sua eficácia interna é completamente diferente.

  • Desde cedo se percebeu que o Qarabag era o alvo mais fraco, sendo constantemente derrotado pelos outros elementos do grupo. E conseguimos não vacilar perante eles, vencendo por 3-1 ambos os jogos, dominando e controlando, para que não houvesse reações inesperadas do Qarabag.
  • Depois, o Antuérpia. Se em casa o jogo foi fácil, com uma vitória tranquila por 2-0, o jogo fora... sofremos sem necessidade. Jogávamos a qualificação ainda por cima, era importante não perder, mas foi quase essa a realidade. Um golo milagroso de Kyllonen no último suspiro do jogo salvou-nos 1 ponto e garantiu a passagem à próxima fase.
  • O Maccabi jogava, no ultimo jogo do grupo, a sua vida na competição. Era complexo o cenário em que tinham de apostar - ganhar-nos o jogo e esperar que o Qarabag vencesse o Antuérpia - mas, enquanto há esperança, é preciso acreditar. Tivemos de entrar a mandar no jogo, para que não se entusiasmassem em demasia, e conseguimos uma vitória tranquila por 2-0.

 

OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO: 3F SUPERLIGA

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O que dizer desta sequência? Depois de termos entrado mal no campeonato, de andarmos a saltar entre vitória e empate, era fundamental assentar um bocado o nosso jogo e começar a ter mais resultados práticos daquilo que queríamos ver em campo. Os novos jogadores também começavam a entrar mais no esquema desenhado por mim e, tudo isso junto, ajuda a explicar a sequência incrível sem derrotas - e onde se incluem 7 vitórias seguidas! É uma pena que o campeonato entre em pausa de inverno agora, durante quase 2 meses, porque nos pode vir a matar o ímpeto com que estamos neste momento. Ainda assim, permite igualmente retocar o plantel (o mercado abrirá no primeiro dia de Janeiro) e recuperar fisicamente alguns jogadores que têm sido "demasiado" opção.

Nem sei bem o que realçar de negativo... Bom, tem de ser o único empate cedido nestes três meses, o 2-2 frente ao AGF em nossa casa. Um adversário sempre muito difícil de jogar contra (relembrar que esteve até ao final na luta pelo 2º lugar o ano passado), foi um jogo incrível para quem esteve nas bancadas. Ao 0-1 aos 22min respondemos com o 1-1 aos 24min, fazendo o 2-1 aos 27min. Depois de termos o jogo controlado e acalmado este golo/golo festival, aos 70min levamos o golo que gela o estádio. Ainda tentámos ir em busca da vitória mas não foi possível, pontos perdidos aqui - curiosamente, na mesma jornada os nossos adversários diretos também escorregaram.

De positivo, ficávamos aqui a falar quase jogo a jogo. Os destaques têm de ser os três primeiros jogos, porque são vitórias muito complicadas contra adversários de topo. O 1-0 ao Midtjylland deu o mote para o que aí vinha, apanhando-os na tabela graças ao golo solitário de Kyllonen. Depois, o jogo grande frente ao Copenhaga, em nossa casa, caiu para o nosso lado! 3-1 de muita qualidade (que sorte a deles terem sido só 3...), Marshall em grande destaque e mais um degrau subido. De seguida, para fechar o ciclo infernal, nova receção, agora ao Nordsjaelland, com mais um de Marshall a dar-nos os 3 pontos! Depois destes jogos, quem é que nos faria frente? Varremos o que apareceu pela frente - com a Europa e a Taça aqui incluídas - e sentámo-nos... bem, é ver em baixo a classificação para perceber em que lugar nos sentámos.

 

CLASSIFICAÇÕES

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Primeiro lugar, justo, com o Antuérpia muito perto de nós - o jogo em nossa casa acaba por fazer a diferença. Até os golos foram bastante parecidos, foram sem dúvida um osso duro de roer. O Maccabi desiludiu um bocado ao ficar de fora, enquanto que o Qarabag veio ver as vistas. Ainda não temos nem adversário - virá da Q2 onde o Antuérpia se encontra - nem data de jogos, pelo que desligamos a ficha europeia por agora.

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Sentamo-nos no topo! Acho que, depois de se ver o print dos jogos, não admira muito esta classificação. Temos estado muito bem até aqui, com apenas 1 derrota sofrida, temos o melhor ataque, a terceira melhor defesa, o melhor DG... é mesmo um ano de sonho para nós, e temos de sonhar com a reconquista do campeonato que já foge desde 2013/14!

É aproveitar o que falta da temporada regular para abrir um fosso maior e ter margem de erro na fase final, onde já estamos - para já, sozinhos. 

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E aí estão as vitórias em vez dos empates. Nem o Copenhaga resiste. 

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Continua um excelente trabalho ao comando do clube. Foste muito digno na Conference League, provando ser a melhor equipa do grupo. Paralelamente, estás a cumprir internamente. Estás bem vivo na Taça e no campeonato lideras as coisas. Se anexarmos a isso, o facto de teres batido o Copenhaga, podes ficar com alento, pois o troféu acabará por ser teu 😉 

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E já estás na liderança, esperemos que seja para continuar assim

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Excelente trabalho até aqui e agora é para manter e abrir ainda mais a liderança. Boa sorte na sequência.

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Conseguiste estabilidade nas exibições e nos resultados, consegues chegar ao 1º lugar e ainda passas na Conferência.

Merecias ser despedido.

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Citação de cadete, Em 07/05/2023 at 11:34:

E aí estão as vitórias em vez dos empates. Nem o Copenhaga resiste. 

Foi uma série incrível que nos catapultou para o cimo da tabela. Estamos numa grande fase e não dava jeito a pausa de inverno...

Citação de Martini Branco, Em 08/05/2023 at 17:45:

Continua um excelente trabalho ao comando do clube. Foste muito digno na Conference League, provando ser a melhor equipa do grupo. Paralelamente, estás a cumprir internamente. Estás bem vivo na Taça e no campeonato lideras as coisas. Se anexarmos a isso, o facto de teres batido o Copenhaga, podes ficar com alento, pois o troféu acabará por ser teu 😉 

Estamos a ir bem mas o Copenhaga é fortissimo e nao podemos relaxar. Mas sim, está tudo a encaminhar-se para o grande objetivo do ano - e com um extra europeu! 

Citação de Banks29, Em 09/05/2023 at 11:44:

E já estás na liderança, esperemos que seja para continuar assim

Trabalhar para isso e nunca relaxar!

Citação de LUIZ CESAR, Em 10/05/2023 at 15:20:

Excelente trabalho até aqui e agora é para manter e abrir ainda mais a liderança. Boa sorte na sequência.

Obrigado! Agora vem o mais difícil, mantermo-nos no topo.

Citação de Maffu, Em 10/05/2023 at 21:05:

Conseguiste estabilidade nas exibições e nos resultados, consegues chegar ao 1º lugar e ainda passas na Conferência.

Merecias ser despedido.

Ya, está demasiado bom, há uma direção que nao iria gostar muito disto... Felizmente, aqui temos cérebros em vez de ervilhas.

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MERCADO DE TRANSFERÊNCIAS: INVERNO

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Foi um mercado relativamente tranquilo. A verdade é que as coisas estavam a correr bem, havia poucas razões para mudar o que estava a ir ao encontro das expetativas. Também a parte financeira merecia atenção porque, apesar de termos saldo positivo, tivemos muitos meses no vermelho, pelo que a direção está mais contida. Portanto, a ordem era sempre ir ao mercado caso houvesse alguma saída relevante.

Nas saídas, temos 3 a anotar - e as 3 são por razões diferentes. Começamos por Danny Loader, um elemento que foi importante desde a minha chegada, mas que, a 6 meses do final do mercado, pediu que facilitássemos a sua saída para uma última aventura antes de pendurar as botas. Depois, Bondergaard era uma das opções para nº8, tinha tido vários minutos, mas não passava de mediano nas suas exibições. Tendo custado 115k, quase que fizemos 4x mais no valor de venda, nada mau. Por fim, Pedersen estava a mais no plantel, tinha 0 minutos e, a 6 meses do final do contrato, poupámos os seus salários, deixando-o sair a custo zero.

Nas entradas, vamos ver os dois novos craques que chegaram:

  • Cubelic, MC: A saída de Bondergaard, e a justificação para a mesma, faz com que seja natural a sua chegada. Não foi a primeira opção, tivemos um craque à experiência que, no final, escolheu ir para a Premier League (claro... foi quase, é um craque mesmo). Cubelic está no auge das suas capacidades e tem tudo para comandar o meio-campo nesta segunda metade da época. Tem muita qualidade!
  • Kaique, PLC: Com a saída do Loader, era preciso trazer profundidade ao ataque. Com poucas verbas para transferências, tinhamos de recorrer ao empréstimo, e encontrámos Kaique no Braga. Tem potencial, pode ser importante, e temos possibilidade de o contratar em definitivo. Boa opção que encontrámos.

 

JANEIRO, FEVEREIRO E MARÇO: CONFERENCE LEAGUE

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Apanhámos um adversário muito forte. O Mainz partiu como favorito para esta eliminatória e provou que fazia sentido as odds das casas de apostas. Os jogos foram, igualmente, rodeados de jogos internos, que em nada ajudou para trabalhar o plantel para a eliminatória.

Começámos por jogar fora, onde sofremos uma avalanche forte do Mainz em sua casa, frente a 21k adeptos nas bancadas. Aguentámos a primeira parte toda, onde fizemos apenas 1 remate e vimos o VAR anular um golo ao Mainz, e ao intervalo tentei que a equipa fosse um bocado mais para cima, depois de termos aguentado o período mais difícil do jogo. Saiu o tiro pela colatra, já que logo aos 49min sofremos o golo que resolveu o jogo. Depois deste golo, o Mainz quis mais e veio novamente para cima, e nós estivemos em survival mode, para tentar levar a eliminatória para casa. Deu para aguentar, e fomos para o segundo jogo apenas a um golo do empate.

O problema foi que esta segunda mão estava próxima do jogo com o Copenhaga, e tive de abdicar da mesma. O foco é o campeonato e tudo tem de remar para aí, mesmo que tenhamos de fazer sacrifícios. Com uma equipa remendada e a meio-gás, sofremos dois golos entre os 20 e os 30min e demos uma má imagem para os nossos adeptos, completamente dominados pelo Mainz. Ficámos, assim, pelo caminho, dando por encerrada a campanha europeia 34/35.

 

JANEIRO, FEVEREIRO E MARÇO: 3F SUPERLIGA

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A pausa foi prejudicial para nós, que estávamos em grande forma. A prova disso foi a quantidade de prémios ganhos no final do ano civil, dominando os prémios individuais - até deu para eu ser eleito o treinador do ano, uma distinção que me deixa orgulhoso e com vontade de conquistar o tão ambicionado título.

A verdade é que tínhamos um calendário de recomeço acessível, com três jogos aparentemente mais fáceis até aos dois grandes jogos para fechar a fase regular. De negativo, temos de destacar as duas derrotas que tivemos. A receção ao Brondby deveria ter sido um jogo tranquilo, onde poderíamos alargar vantagem na frente do campeonato e construir uma almofada pontual interessante para a fase final. Infelizmente, num jogo desequilibrado, o Brondby conseguiu o golo à passagem do minuto 15 e fechou todos os caminhos para a sua baliza nos restantes 75min. Com apenas 1 remate à baliza, deu golo, enquanto nós forçámos e empurrámos o adversário para trás mas nunca conseguimos quebrar o GR deles - eleito melhor em campo. Depois, chega o grande jogo, na visita ao Parken para jogar frente ao Copenhaga. Dois dias depois do jogo com o Mainz, íamos na ressaca da eliminação europeia e a querer mostrar algo diferente já neste jogo. Jogo super equilibrado, com igual número de remates, o Copenhaga marcou no minuto 35 e fez-nos ir um bocado abaixo. A reação deu-se e tentámos, pelo menos, o empate, mas nunca conseguimos marcar. Com muito desacerto ofensivo, frente a um adversário tão forte, pagámos caro. Derrota e perda da liderança...

De positivo, o jogo em destaque foi aquele que fechou a fase regular: 3-0 na receção ao, na altura, líder do campeonato. Jogo muito forte da nossa equipa, entrada de campeão e jogo resolvido ainda na primeira parte. Sentido único e prova de que estamos com a confiança e a vontade no máximo para chegar ao tão ambicionado título! 

 

CLASSIFICAÇÃO

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Assim fechou a fase regular. Com 3 equipas muito equilibradas na frente, teremos uma fase final muito animada for sure! Saímos em igualdade pontual com o Copenhaga, que era evitável se o confronto direto fosse outro, mas estamos bem posicionados. O ano passado fomos fortíssimos nesta fase, temos de o replicar este ano. Aproveitar o facto do Copenhaga ter jogos europeus aqui pelo meio para deixá-los sob pressão em cada jornada, não escorregar frente a equipa nenhuma abaixo dos 3 candidatos, e ser muito competente nos jogos frente aos dois estarolas. Está nas nossas mãos sermos campeões, é hora de trabalhar no duro!

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Caiste pra segundo antes da fase complicada? Tá bonite.

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Mainz demasiado forte e agora luta intensa a 3 pelo título. Vamos com tudo.

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Muitíssimo equilíbrio no topo da tabela classificativa. A fase de apuramento de campeão será extremamente dura e qualquer jogo pode ser crucial para decidir (ou não) as contas finais. Espero que entres com tudo e possas pôr as coisas favoráveis para o teu lado 😉

Pena que tenhas caído na Conference League, mas acaba por ser aceitável! Dois reforços de inverno chegaram para tentar ajudar.

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Citação de Maffu, Em 13/05/2023 at 17:28:

Caiste pra segundo antes da fase complicada? Tá bonite.

É preciso muita calma nessa hora. Somos, normalmente e historicamente, fortes nos playoffs, seja em que liga for. É dar tudo, o ano passado quase deu surpresa.

Citação de Burkina2008, Em 13/05/2023 at 19:13:

Ja vais no D....isto vai mesmo ate ao Z (eventualmente)?

 

Sinceramente não sei, depende sempre do tempo para jogar. Acho a ideia engraçada e é ir andando até não querer mais, as atualizações são algo incertas mas continuo a gostar do desafio.

Citação de cadete, Em 14/05/2023 at 10:22:

Mainz demasiado forte e agora luta intensa a 3 pelo título. Vamos com tudo.

Foco total nas competições internas, há dois titulos para ganhar!

Citação de Tuckius, Em 14/05/2023 at 14:21:

Quebra agora no fim da fase regular. Boa sorte para fase final! 

Ainda há muito jogo, mas sente-se a quebra, sim.

Citação de LUIZ CESAR, Em 14/05/2023 at 15:11:

É o segundo no saldo de gols, mas dá para melhorar. Vamos em busca do título.

Objetivo máximo e asumido!

Citação de Banks29, Em 16/05/2023 at 10:31:

Tens tudo para acreditar no título

É isso mesmo!

Citação de Martini Branco, Em 19/05/2023 at 21:18:

Muitíssimo equilíbrio no topo da tabela classificativa. A fase de apuramento de campeão será extremamente dura e qualquer jogo pode ser crucial para decidir (ou não) as contas finais. Espero que entres com tudo e possas pôr as coisas favoráveis para o teu lado 😉

Pena que tenhas caído na Conference League, mas acaba por ser aceitável! Dois reforços de inverno chegaram para tentar ajudar.

Costumo ser forte nas fases de playoff, tenho de fazer com que a equipa consiga isso novamente. É a oportunidade de ouro., um ano em que o Copenhaga vacilou demasiado, temos de aproveitar!

A Europa foi um plus engraçado, mas não estava nos planos ir longe.

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ABRIL E MAIO: SYDBANK POKALEN

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Foi uma meia-final muito mais complicada do que o esperado. O Esbjerg surpreendeu esta temporada e estava não só nos quatro finalistas da taça, como tinha garantido um lugar no playoff de campeão, tendo ficado em 4º na fase regular do campeonato. Era, por isso, um adversário complicado, mas sobre o qual tínhamos vantagem teórica.

A primeira mão começou da melhor maneira, com a bola de saída nossa a dar em golo! Ian Marshall, do alto dos seus quase 2m, ganhou a tudo e a todos e a por-nos em vantagem. Era o cenário ideal, decidir rapidamente a eliminatória logo na primeira mão e gerir fisicamente o plantel, que estava preso por cordas neste momento. Depois do golo ainda tivemos ali dois ou três lances na primeira parte que me davam confiança para o que faltava jogar, mas o Esbjerg surpreendeu-nos na segunda parte. Entrada forte e golo aos 47min invalidado por fora-de-jogo, deixando o aviso de que não iam largar o osso tão cedo. Depois de nos pressionarem e levarem o jogo mais para meio campo, acabando por nos encostar com o tempo. O golo do empate surgiu já para lá dos 85min, num lance mal defendido pelo nosso lado esquerdo. Tudo em aberto!

A segunda mão, frente aos nossos adeptos (poucos, apenas 8k nas bancadas), teve um arranque de jogo impróprio para cardíacos. O Esbjerg volta a surpreender o mundo do futebol dinamarquês e marca logo ao 3º minuto de jogo, pondo-se na frente da eliminatória. O Aab reage e marca dois golos de rajada, aos 11 e aos 17, ficando com vantagem de um golo ainda antes dos 20min da partida. Um jogo que mais parecia futsal acabou por se desvanecer um bocado, entrando numa toada morna com ligeiro domínio do Esbjerg. Aos 69min, o justo golo do empate levava a eliminatória a prolongamento. Korsgaard ainda festejou aos 75min mas o VAR interveio e acabou com a festa, levando toda a gente para o balneário sob ordens de voltarem passado 15min! Com mais 30min para fazer (algo que nenhum jogador estava particularmente feliz por ter de passar), o prolongamento foi... secante. Ninguém tinha pernas para arriscar, ninguém queria desposicionar-se, e assim se chegou aos tão ansiados penaltis. Hora de brilharem os guarda-redes, com Troost a fazer valer toda a sua qualidade e experiência. Depois dos dois primeiros para cada lado certeiros, Troost defende 3 de seguida e leva-nos à final da Taça!

 

FINAL DA SYDBANK POKALEN: KOBENHAVN vs AALBORG

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Foi quase... Quase quase quase! É muito inglório perder a taça da maneira que perdemos, não que não seja justo (basta ver as estatísticas para perceber que o resultado se adequa ao que se passou em campo), mas pela forma como foi. Foi o nosso penúltimo jogo da temporada, antes da última jornada do campeonato, e estava tudo nos limites físicos, já ninguém aguentava muitos mais jogos. Prova disso é a titularidade do jovem de 17 anos Wei no nosso meio campo, porque Chouchane simplesmente não conseguia correr 15min! Nota para que a final se jogou em campo neutro, entenda-se, a casa do Copenhaga...

Foi uma primeira parte muito complicada para nós, o Copenhaga veio com tudo para cima e marcou logo a abrir o jogo, aos 5min. Nada a dizer a não ser que veio tarde, porque Troost já tinha brilhado antes disso. Aos 31min, e sem fazermos nada por isso, caiu-nos um penalti do céu, numa abordagem infantil da defesa do Copenhaga. Yahaya encarregou-se de marcar e não falhou, empatando o jogo e a final! Depois as coisas acalmaram, o intervalo fez-nos muito bem e a segunda parte foi mais equilibrada, a meio campo, sem tantos lances de perigo de lado a lado. Até que... 83min, bola na direita, Yahaya desequilibra e serve ao segundo poste Gravgaard que, sem marcação, atira a contar! 2-1 para o Aab e festa total nas bancadas afetas aos nossos adeptos! Ainda eles cantavam o nome do menino da formação e já o Copenhaga tinha seguido com a bola do meio-campo, feito uma jogada super simples, chegado à nossa área e... 2-2 aos 84min. Balde gelado cabeça abaixo da nossa equipa, e mais um jogo para prolongamento. Aqui sim, era imperativo para nós aguentar até aos penalties, porque estávamos atirados ao tapete e sem capacidade de reação física. O problema veio aos 104min, com o 3-2 justo para o Copenhaga... Até final, pouco aconteceu, não conseguimos criar nenhuma situação de real perigo na segunda parte e taça perdida para o nosso maior rival.

 

ABRIL E MAIO: 3F SUPERLIGA

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Se eu tinha dito acima, nos comentários, que costumamos ser fortes nas fases finais, a verdade é que tal não aconteceu assim tanto desta vez. A quebra física era notória, sabíamos à priori que o plantel montado era curto (e também o possível, dadas as limitações da direção) e chegámos à fase das decisões em dificuldades. Isso já se tinha notado nos últimos jogos da fase regular, onde caímos para segundo.

E continuámos nessa toada negativa no início deste playoff. Dois jogos seguidos sem vencer, começando pelo empate caseiro frente ao Copenhaga que pode ser encarado como positivo, dado que mantivemos a distância para o maior rival (embora tenhamos deixado o Midtjylland aproximar-se). Um jogo em que, novamente, tombámos ao cair do pano, com o golo do empate a surgir nos 89min da partida! Mais um balde de água fria para os nossos adeptos, que têm vivido autênticas montanhas-russas de emoções esta temporada. Seguiu-se o terceiro embate em pouco tempo frente ao Esbjerg (nosso adversário na taça) e derrota sem nexo por 1-0 que compromete as nossas aspirações ao título. Um jogo muito mal jogado e onde o resultado peca por escasso, valeu um puxão de orelhas no balneário e um foco extra nos treinos da semana seguinte. 

A verdade é que este tratamento mais duro deu frutos, e arrancámos numa série de 3 vitórias seguidas - e que vitórias! Frente ao Midtjylland, que nos tinha ultrapassado e estava, agora, atrás do Copenhaga (tudo seguido por 1 ponto), fomos muito sérios e pragmáticos, sabendo que não dava para dominar o jogo, chegando lá poucas vezes mas criando sempre perigo. Vitória fundamental por 2-1 e mensagem para o exterior de que estaríamos na luta. Essa mensagem chegou aos ouvidos da capital - já depois de uma vitória mais fácil frente ao Nordsjaelland por 3-1 em nossa casa, jogo resolvido ainda na primeira parte - e fomos a casa do Copenhaga (lider da competição à data) dar um verdadeiro show de futebol. O nosso melhor jogo do ano a vir na altura mais importante da temporada, naquele que podia ser o jogo que nos arredava por completo da luta pelo título. 4-2 em casa do rival, exibição a roçar a perfeição da nossa parte, jogo inspiradíssimo de Cubelic... podia estar aqui imenso tempo a escrever, foi daqueles jogos em que tudo correu bem.

Claro que, depois da bonança, vem a tempestade para nós. 3 jogos muito inconstantes da nossa parte, com pouca frescura física e com desacerto no ataque digno de um tal Sporting Clube de Portugal. A derrota frente ao Brondby por 2-1 foi um descer à terra depois do jogo com o Copenhaga, snedo que este é dos jogos mais importantes para os adeptos (é a maior rivalidade do Aab). Exibição medíocre fez-nos perder, num jogo onde se aceitava o empate mas, mesmo assim, seria pouco para nós. Aqui chegou-se o Midtjylland à frente para assumir a liderança do campeonato. O Esbjerg, tal como foi apanágio da temporada toda, criou-nos imensas dificuldades novamente, fazendo-nos entrar quase em desespero (mais pontos perdidos tão perto do final podia ser catastrófico). Marshall lá arranjou forma de saltar aos 90+2min e cabecear para o 1-0 quando já tudo fazia antever o empate, criando uma euforia desmedida entre jogadores, banco e bancadas! Depois dum jogo destes, o que mais se quer é recuperar fisicamente e voltar a jogar, porque sentimos que o momentum é nosso. E foi isso que fizemos, uma semana depois lá estávamos nós, motivadíssimos, em casa do Norsjaelland, prontos para a ação. A questão é: onde ficou a ação? Jogo entediante onde nenhuma equipa fez propriamente algo para chegar à vantagem, sendo o único lance relevante de falar o cartão amarelo aos 88min para um jogador da equipa da casa. Moving on...

Faltavam dois jogos. Dois jogos fundamentais. Partíamos em terceiro, com menos um ponto do que o Midtjylland e os mesmos do Copenhaga - estes dois estarolas iriam enfrentar-se na última jornada do campeonato. Para nós era simples, ganhar os dois jogos e ver o que dava o confronto entre eles os dois, esperando que o Midtjylland tirasse algo do jogo para que pudessemos passar para primeiro. Arrancámos para o jogo frente ao Midtjylland na máxima força e com o foco na vitória, sabendo todos que só isso nos mantinha na discussão do título. Jogo incrível em nossa casa, 3-0 que não deixa margem para dúvidas. A exibição de Gravgaard foi inacreditável, ele que tem sido um dos destaques do plantel a temporada inteira - ser da formação e aparecer em grande quando a equipa mais precisa é o pináculo de qualquer jogador-adepto. O Copenhaga tinha vencido e entrávamos em igualdade pontual com eles na última jornada (e com mais dois para o Midtjylland), e o jogo que fazia baixar as cortinas de 2034/35 era, nada mais nada menos, que o eterno derby frente ao Brondby. E em nossa casa! Que cenário de sonho para fechar a temporada, com tudo em aberto para decidir o campeonato. O jogo em si, presenciado pelo numério máximo de 14k espetadores, foi nosso do início ao fim. Entrámos muito bem, com o 1-0 ainda havia gente a sentar-se no seu lugar, eles empataram aos 9min, mas uma expulsão no Brondby à passagem do minuto 39 foi crucial para o que se passou na segunda parte. Domínio nosso, 2 golos sem resposta e vitória no grande derby. Faltava saber como tinha acabado o Midtjylland vs Copenhaga...

 

CLASSIFICAÇÃO

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CAMPEÕES, CAMPEÕES, NÓS SOMOS CAMPEÕES! O jogo entre o segundo e o terceiro deu empate a uma bola, e, assim, fomos os vencedores! Temporada algo inconstante da nossa parte, mas com pontuações muito semelhantes ao ano anterior. O Copenhaga tinha feito 68 pontos, contra os nossos 65, no ano passado, pelo que a diferença que um jogo fez este ano... é a prova de que temos de estar ao melhor nível, sempre! Somos a melhor defesa a par do Mitdjylland, o segundo melhor ataque a 1 golo do Copenhaga... Campeões com todo o mérito, com muitas dificuldades e um plantel que não parecia estar pronto para o sucesso. Falando em plantel, fica aqui a análise rápida:

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A verdade é que não é um plantel por aí além, nem parece um plantel preparado para ser campeão. Tínhamos lacunas óbvias e fáceis de explorar, faltava profundidade de qualidade em alguns setores, mas toda a gente excedeu os seus limites para conseguirmos ser campeões. Para o próximo ano há 3 craques já contratados a custo zero para elevar o nível do plantel.

Na baliza, nem deu hipótese. Troost é dos melhores ativos deste plantel, um guarda-redes incrível que está no auge da sua carreira. Foi uma barreira autêntica, teve 24 jogos sem sofrer golos (14 deles no campeonato), pouco mais há a dizer. As estatísticas, neste caso, falam por si. Foi nomeado guarda-redes do ano.

A defesa foi tendo rotação constante, por falta de condição física fui sendo obrigado a usar a maior parte dos jogadores aqui, jogo sim jogo não. Na direita, foi uma batalha interessante, mas o que mais se destacou para mim foi Biessenbach. No centro da defesa, apesar do mau jogo aéreo de ambos, Sanchez e Kristiansen provaram ser dois belíssimos centrais, a quem auguro um futuro melhor do que o futebol dinamarquês. Na esquerda, Aaen (com contrato assinado com a Roma a partir de 30 de Junho) foi o mais usado, o jovem vindo da nossa academia é um grande jogador e dá o salto merecido. Com muita utilização quer à esquerda quer ao meio, Damsgaard foi muito importante durante a temporada. Miftari não teve espaço para aparecer, ele que é ainda um jovem.

O meio-campo a dois levou um grande upgrade este ano, em ambas as posições. No verão, chegou Chouchane para a posição de trinco e foi fundamental para o sucesso alcançado, um autêntico polvo com pés de nº10 na hora de bater bolas paradas - Wei esteve em grande plano quando foi chamado (tem apenas 17 anos!) e evoluiu bastante este ano! A nº8, quem começou a temporada não está cá - Bondergaard saiu em Janeiro - mas veio Cubelic espalhar magia nos relvados dinamarqueses. O croata, vindo do Hajduk, é um dos jogadores mais valiosos do campeonato e provou o porquê de ser tido em tão boa conta, com exibições de encher o olho a qualquer um. Stahlfest foi um bom suplente, enquanto Lindeman e Hansen tiveram pouco espaço na equipa principal este ano.

A fazer de extremo tivemos dois grandes destaques, com um terceiro elemento a ser a arma secreta diversas vezes. Yahaya na direita bateu o recorde de assistências numa temporada pelo Aab, com 13 passes para golo, aos quais juntou 11 golos feitos por ele próprio - uma temporada de sonho para o extremo direito. Na esquerda, foi a pérola da formação Gravgaard a fazer as delícias dos adeptos, com 15 golos e 7 assistências - valeu-lhe não só a chamada à seleção principal, como também a nomeação para jovem jogador da temporada. Winther foi um suplente de luxo, com 8 golos e 9 assistências no seu currículo, números muito bons para o jovem extremo esquerdo. Konnerup mal jogou, apesar de treinar com o plantel principal. 

Na frente de ataque, e sabendo que perdemos Loader em Janeiro, temos 4 destaques a fazer. Começando no papel de segundo avançado, Kyllonen fez uma temporada interessante, mas deixa sempre a sensação que falta algo, que não meteu a mudança certa... tem qualidade mas nunca a demonstra a 100%. Kaique veio para lhe fazer concorrência mas flopou um pouco e não teve destaque. A posição de ponta-de-lança foi entregue quase em exclusivo a Marshall. O gigante emprestado pelo Porto, que nem começou bem a temporada, acaba como o melhor marcador com 24 golos, 16 no campeonato (a 1 do melhor marcador), e resolveu sozinho muitos jogos difíceis, acabando por fazer parte do 11 do ano, tal como Troost. Na sua sombra esteve Korsgaard (que também jogou muitas vezes no lado direito, rodando com Yahaya), que fez uma temporada mais cinzenta quando comparada com a anterior, onde tinha sido o nosso melhor marcador. Damsgaard cresceu nos treinos, mas não teve tempo em campo.

 

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Letra D está concluída. Apesar do meu contrato estar a terminar, não pude esperar por dia 30 de Junho para seguir para a letra E, tive de me demitir uns dias antes. Surgiu um rumor na imprensa que tive de me apressar a tentar agarrar...

Editado por F. Mota
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Quase a justa mas o importante foi conseguido, logo vi que era possível o título

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Citação de Banks29, Em 29/05/2023 at 15:35:

Quase a justa mas o importante foi conseguido, logo vi que era possível o título

Foi super equilibrado, tal como o ano passado. Destronar o Copenhaga não é fácil e seria impossivel faze-lo com grande diferença pontual logo à primeira. Até podia ter sido em desempate por cartões, o titulo ja ca mora!

Citação de cadete, Em 29/05/2023 at 16:25:

Que bela conquista. Parabéns. Só faltou mesmo a Taça.

Obrigado! Queria sair com a dobradinha mas, infelizmente, o Copenhaga não deixou... 

Citação de Burkina2008, há 23 horas:

Ta feito na Dinamarca, agora queremos o Djibouti

Ui se o desafio fosse esse nunca mais saíamos daqui! A ideia é ser campeão em cada letra, a D foi limpa com a Dinarmarca. Vem aí a letra E!

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Letra E significava ter três opções: Espanha; Escócia; Estados Unidos. Apesar de andar a conquistar títulos por onde tenho passado, ainda não tive um desafio grande num país de primeira categoria no mundo do futebol, e isso poderia acontecer em Espanha. Com o meu contrato a acabar a 30 de Junho, pensei deixá-lo correr e sair, para estar livre no mercado. O problema foi o rumor que falei no final da apresentação anterior, que me fez bater à porta do presidente com um envelope e uma carta assinada. Tive de rescindir porque, pouco a pouco, o meu nome foi sendo associado ao Real Madrid, e queria estar livre para ir ao processo de recrutamento. Fui, pouco depois, chamado a entrevista e considerado o favorito ao lugar. Quando já tudo parecia encaminhado, eis que ...

Fiquei sem a opção Real Madrid, onde já planeava ficar e ganhar vários troféus além da La Liga. E agora? Em Espanha nada havia além do Real, na Escócia também estava tudo mais do que seguro. As seleções viraram-se para mim, começando a correr o boato sobre a seleção Nacional. E, sem que eu me tenha candidatado ao lugar, uma vez que queria treinar um clube, o presidente da FPF veio com uma proposta concreta. Acabei por rejeitar, sem pensar muito no assunto, porque não me parece o caminho certo aos 39 anos.

Sobravam os Estados Unidos da América. A MLS ia na fase final e havia muitos treinadores em perigo devido às suas más prestações. Era uma boa oportunidade, mas precisava do projeto certo, algo vencedor e com renome, para me catapultar a grandes voos no futuro. E qual é o clube mais icónico dos States, aquele onde brilharam e brilham estrelas do futebol mundial?

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O cenário que encontrei não é muito famoso, diga-se. O mercado está fechado, pelo que as únicas contratações que posso fazer são a custo zero - tudo o resto abrirá daqui a 5 meses, em Janeiro. Curiosamente, um dos 3 homens que tinha fechado para o Aab veio dos Galaxy, um dos melhores jogadores que a equipa tinha... Temos imensas falhas no plantel, posições sem qualquer opção (lateral esquerdo é a mais gritante, mas também na frente não há um homem-golo destacado) e teremos pouco tempo para reverter a situação. E qual é a situação?

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Estamos em risco de não ir aos playoffs. Como uma das maiores equipas do país, seria vergonhoso não alcançar este objetivo. O que temos a nosso favor é a diferença de jogos jogados, podendo dar passos firmes para ficar em lugares de playoff com segurança. Mas a matéria-prima... vai ser duro, sem dúvida. Temos estas finais até ao fim da fase regular, a primeira daqui a 2 dias:

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Agora é a hora da confusão, vamos lá ver se te safas por ai

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Citação de cadete, Em 30/05/2023 at 18:57:

Boa sorte em Hollywood, no meio das estrelas de cinema.

Sempre gostei da MLS, embora perceba pouco das regras aqui. Mas já vem de muitos FMs atrás o gosto pela liga. E na realidade é igualmente boa de ir dando um olho, as estrelas que por lá andam e assim. Sou mais uma 😎

Citação de Burkina2008, Em 31/05/2023 at 18:21:

E seria mais Etiopia ou Eritreia para mim!

Ahah pois sao saves mais a tua medida sem duvida 😂

Citação de LUIZ CESAR, Em 31/05/2023 at 18:43:

Tem em mãos um bom clube e esperar que conquiste o título da sua divisão.Boa sorte.

Thanks! É sempre o objetivo!

Citação de Banks29, há 27 minutos:

Agora é a hora da confusão, vamos lá ver se te safas por ai

Vamos ver, é um campeonato muito engraçado de disputar. E os jogadores têm, igualmente, muita qualidade.

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AGOSTO, SETEMBRO E OUTUBRO: MERCADO DE TRANSFERÊNCIAS

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Apenas sou responsável pelas contratações de agosto. Ou seja, comprámos dois e vendemos dois. Já estávamos muito perto do final do fecho (31 de Agosto) e já só era possível contratar a custo zero e/ou internamente. Ao mesmo tempo, tínhamos uma folha salarial algo pesada e os jogadores fora dos Estados Unidos todos preenchidos. 

Nas saídas, tivemos duas delas (Geddes estava já emprestado quando cheguei). Teuber é um lateral direito bom mas que, tendo em conta os que cá tenho, estaria a aquecer o banco. Dando para ganhar algum dinheiro com ele, decidimos aproveitar e vender para o Atlanta. Joveljic saiu depois de contratarmos Havertz. Era um dos nossos jogadores designados e, simplesmente, não tinha a qualidade necessária. Sendo, igualmente, estrangeiro, foi uma saída normal e que libertou algum salário.

Nas entradas:

  • Kai Havertz, MOC/PLC: A primeira coisa que fiz quando cá cheguei foi ir ver se algum jogador em final de carreira estaria ainda sem clube. O único que apareceu nesses moldes foi mesmo Havertz, que me deixou surpreendido. Tem, apesar da idade, a sua qualidade intacta, pelo que avançámos para a sua contratação. Como falei na apresentação do clube, faltava-nos força ofensiva, e o alemão vem ajudar muito nesse capítulo;
  • Stephen Burden, PLC: Precisava de um goleador. Alguém americano, da MLS, que não deixasse margem para dúvidas. Ao analisar a seleção principal dos Estados Unidos, vi Burden no New York e, com 25 anos, já apresenta uma qualidade muito acima da média. Abri os cordões à bolsa e avancei para a sua contratação. Será a figura de proa no nosso ataque, fazendo dupla com Havertz.

 

AGOSTO, SETEMBRO E OUTUBRO: TAÇA LIGAS DA AMÉRICA DO NORTE

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Apenas uma partida, a contar para os quartos-de-final. É uma competição algo estranha que se baseia em clubes do México e clubes dos Estados Unidos, com a participação de um ou outro do Canadá. Um pouco estranho, na minha opinião, e pouco relevante. Era apenas o nosso segundo jogo juntos e acabámos por perder frente ao Querétaro, num jogo equilibrado onde faltaram as oportunidades de golo - marcámos, inclusive, pelo nosso central, num lance de bola parada. Não fiquei muito chateado, porque o foco estava em melhorar na MLS com poucos jogos até ao final. O Querétaro chegou até à final, perdendo com o Cruz Azul.

 

AGOSTO, SETEMBRO E OUTUBRO: MLS

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A grande competição dos Estados Unidos, a MLS é rica em surpresas. Dividida em duas conferências, mas havendo jogos entre as mesmas, é uma confusão de calendário onde é normalíssimo andar 2 ou 3 jogos atrás das restantes equipas. No total, são 34 as jornadas feitas, qualificando-se 6 de cada conferência para os playoffs (e havendo um campeão da fase regular quando comparados os pontos de todos os clubes da MLS), e avançando o campeão de cada conferência para rondas mais adiantadas. Não há descidas nem subidas.

Da nossa parte, e em pouco mais de mês e meio, tivemos 7 jogos para a MLS, com um saldo francamente positivo. O arranque frente ao Real Salt Lake acabou numa vitória por 1-0, apenas com um golo de penalti (onde não contámos nem com Havertz nem com Burden), um jogo pouco entusiasmante mas onde o importante foi alcançado: 3 pontos e trabalhar sob uma vitória. Demos sequência ao bom arranque com uma vitória frente ao Houston por 3-1, jogo totalmente dominado pela nossa equipa e com os 3 golos a serem marcados pelos nossos extremos: Aguilar na esquerda, Chidera na direita, Hilton a saltar do banco para fechar o score.

Depois, veio a fase menos positiva. Um empate a 3 frente ao Minnesota, numa primeira parte perfeita que nos fez ir 3-1 para o intervalo e domínio completo do jogo, seguida de uma segunda parte muito fraca, permitindo o empate ao Minessota. Primeiros pontos perdidos, que foram seguidos da primeira (e única, até ao momento) derrota na MLS ao leme dos Galaxy. 1-0 frente ao modesto Nashville, mal classificado na nossa conferência, mas que foi verdadeiramente superior a nós no jogo. 

Deu puxão de orelhas a derrota e tínhamos, graças ao tal péssimo calendário americano, oportunidade de nos vingar já no jogo seguinte. Receção ao mesmo Nashville e, agora sim, depois de uma semana de trabalho intensiva, vitória sem espinhas por 3-0! Uma demonstração de força da nossa parte que nos levou a mais dois grandes resultados até ao fim da fase regular: Vitória em casa do líder da conferência este New York City FC por 2-1, com nota para a estreia a marcar de Havertz, e vitória por 3-1 na receção ao segundo classificado FC Dallas, com um grande jogo de Havertz, que bisou e assistiu para o primeiro golo de Burden pelos Galaxy.

 

CLASSIFICAÇÃO

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Estávamos perto de não conseguir ir aos playoff, acabamos por fazer uma grande recuperação e acabar em quarto, a apenas 4 pontos do campeão, e a 1 ponto do segundo e terceiro classificados. Ofensivamente mostrámos boa capacidade, mas a parte defensiva deixou um bocado a desejar, ainda há muito para melhorar. Agora, vêm aí os playoffs e temos o objetivo de chegar à final da MLS.

Deixo abaixo também a classificaçáo da fase regular com a junção das duas conferências, onde se sagra campeão o NYCFC, com os mesmos pontos do New York. O nosso líder, San Jose, apenas aparece em quarto, uma tendência clara de força maior na conferência este. Nós acabamos num modesto 8º lugar.

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Editado por F. Mota

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2 belos reforços que te ajudaram imenso a ir aos play-offs. 

 

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