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Lebohang

[UCL] [Take 2] Benfica 0-1 Real Madrid (RF)

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Citação de bmfpcdm, há 17 minutos:

A tua incapacidade de relacionar linguagem racista e a historicidade que lhe é intrínseca, só demonstra o teu privilégio e iliteracia racial.

E, no fim do dia, 99% das pessoas está-se a cagar para a literacia racial e para a historicidade e estão preocupadas com os assuntos do dia à dia. E essa incapacidade de perceberes algo tão simples como isto, é o que te faz ficar frustrado com certos comentários que lês.

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Podemos também fazer outro exercício, pondo de parte a historicidade, e perceber que entre fazer referência à morte de um filho de um jogador negro, ou chamar-lhe "macaco"; no primeiro caso, ao menos, reconhece-se a capacidade de luto, de sofrer humanamente pela morte de um querido; enquanto que no segundo se lhe nega a humanidade, e por arrasto a humanidade do progénito perdido.

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Citação de smashing_pumpkin , há 12 minutos:

O meu filho estaria morto e eu estaria vivo, mesmo que me passasse com as duas, ficaria muito mais melindrado com a racista pois aí também a minha segurança futura estaria em causa.

Não consigo compreender isto, sinceramente. Como é que alguém te chamar macaco/preto (se fores preto) coloca automaticamente a tua segurança em causa?

Citação de bmfpcdm, há 3 minutos:

Podemos também fazer outro exercício, pondo de parte a historicidade, e perceber que entre fazer referência à morte de um filho de um jogador negro, ou chamar-lhe "macaco"; no primeiro caso, ao menos, reconhece-se a capacidade de luto, de sofrer humanamente pela morte de um querido; enquanto que no segundo se lhe nega a humanidade, e por arrasto a humanidade do progénito perdido.

Portanto, se eu gozar com alguém porque lhe morreu um filho estou, pelo menos, a reconhecer-lhe a capacidade de luto, logo até é mais aceitável porque chamar preto lhe retiro a humanidade? É isto?

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Publicado (editado)
Citação de Tibraco, há 22 minutos:

E, no fim do dia, 99% das pessoas está-se a cagar para a literacia racial e para a historicidade e estão preocupadas com os assuntos do dia à dia. E essa incapacidade de perceberes algo tão simples como isto, é o que te faz ficar frustrado com certos comentários que lês.

Desculpa, mas eu estou calmíssimo; procurando dialogar, na esperança de evocar uma qualquer ponta de curiosidade intelectual em quem se possa cruzar com as minhas palavras.

Citação de Tibraco, há 21 minutos:

Portanto, se eu gozar com alguém porque lhe morreu um filho estou, pelo menos, a reconhecer-lhe a capacidade de luto, logo até é mais aceitável porque chamar preto lhe retiro a humanidade? É isto?

E, por extensão, também retiras a humanidade ao filho; sim, é isso. Eu sei que é um exercício que, ainda assim, requer pensamento crítico e não tão superficial como aquele que tu originalmente pretendias, mas gostaria de acreditar que talvez consigas resistir ao espírito reacionário que te compele a evitar a todo o custo a contemplação de ideias subjacentes a insultos.

Editado por bmfpcdm
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Citação de Tibraco, há 20 minutos:

Não consigo compreender isto, sinceramente. Como é que alguém te chamar macaco/preto (se fores preto) coloca automaticamente a tua segurança em causa?

 

Alcindo Monteiro ou Bruno Candé. Vai ver quem são e o que lhes aconteceu.

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Citação de bmfpcdm, há 9 minutos:

Desculpa, mas eu estou calmíssimo; procurando dialogar, na esperança de evocar uma qualquer ponta de curiosidade intelectual em quem se possa cruzar com as minhas palavras.

E, por extensão, também retiras a humanidade ao filho; sim, é isso. Eu sei que é um exercício que, ainda assim, requer pensamento crítico e não tão superficial como aquele que tu originalmente pretendias, mas gostaria de acreditar que talvez consigas resistir ao espírito reacionário que te compele a evitar a todo o custo a contemplação de ideias subjacentes a insultos.

É uma reflexão filosófica interessante, concedo-te isso. No entanto, achas que isso tem aplicabilidade na sociedade em que vivemos? Ou seja, achas que quando alguém é chamado de macaco pensa "este gajo acabou de me retirar humanidade e, consequentemente, ao meu filho"? Ou melhor, achas que quem profere tal insulto, tem essa intenção subjacente?

Por outro lado, achas que alguém que ouve "o teu filho morreu, blá blá" pensa "bem, este gajo atribui-me capacidade luto, valha-me isso"?

 

Citação de Longineu, há 1 minuto:

Alcindo Monteiro ou Bruno Candé. Vai ver quem são e o que lhes aconteceu.

Não é preciso pesquisar rigorosamente nada. Obviamente, há crimes que têm na sua origem o ódio a pessoas negras. Há, infelizmente, pessoas negras que estão inseguras apenas por serem negras e existirem uns lunáticos dispostos a matá-las apenas por isso. Todos sabemos isso, não é preciso pesquisar nada.

No entanto, e pegando neste exemplo do Prestianni/Vini, achas que o Vini esteve em insegurança nalgum momento porque o Prestianni decidiu chamar-lhe macaco? Ou achas que o Prestianni queria que algum mal acontecesse ao Vini?

Chamar preto não faz com que a outra pessoa esteja em insegurança. É um comportamento que devemos, enquanto sociedade, banir do nosso dia à dia e, felizmente, muito tem sido feito nesse sentido. Não acho é que ajude à causa começarmos a dar sentidos como "ofensas ancestrais" a insultos que são, na sua génese, bastante mais simples. 

E, pelo caminho, mantendo o tema no futebol, se pudermos educar os futebolistas a serem um bocadinho mais respeitosos entre si, também acho que era um bom exemplo para o resto da sociedade.

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Citação de Tibraco, há 29 minutos:

Ou seja, achas que quando alguém é chamado de macaco pensa "este gajo acabou de me retirar humanidade e, consequentemente, ao meu filho"?

Isto é a sério? 😂

Que desfasamento brutal. 

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Citação de Tibraco, há 2 minutos:

É uma reflexão filosófica interessante, concedo-te isso. No entanto, achas que isso tem aplicabilidade na sociedade em que vivemos? Ou seja, achas que quando alguém é chamado de macaco pensa "este gajo acabou de me retirar humanidade e, consequentemente, ao meu filho"? Ou melhor, achas que quem profere tal insulto, tem essa intenção subjacente?

Por outro lado, achas que alguém que ouve "o teu filho morreu, blá blá" pensa "bem, este gajo atribui-me capacidade luto, valha-me isso"?

Quando afirmaste que era "relativamente óbvio" que um comentário era preferível ao outro, abriste a porta à "reflexão filosófica".

Eu procurei explicar a carga por detrás de um insulto racista; pessoas de cor são alvo dessa linguagem ao longo da sua vida, e ao longo da sua vida apreendem o significado profundo que ela acarreta; por outro lado, não é surpreendente, e acaba por ser normal, que alguém com o privilégio de não ter passado por esse tipo de experiência de vida, desenvolva iliteracia racial, especialmente numa sociedade onde a cultura antirracista é uma miragem.

Para além disso, procurei simplificar o exercício, de forma a ilustrar como há ideias subjacentes à linguagem usada, que pairam no ar à espera de que nós, seres pensantes, nos debrucemos sobre elas e mais profundamente possamos explorar e reconhecer a condição humana em todo o seu espetro.

Por fim, cabe à consciência de cada um de nós, aquilo que fazemos ao nos depararmos com todo um novo leque de conhecimento até então por nós ignorado.

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Citação de Mesut Ozil, Em 23/02/2026 at 22:32:

Já alguém viu o Samaris e o Tibraco no mesmo sítio, à mesma hora? 

E ambos com conversas sobre os filhos dos outros. Suspeito.

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Citação de John Bonifácio, há 15 minutos:

Isto é a sério? 😂

Que desfasamento brutal. 

Mas tu leste o que ele disse?

Citação de bmfpcdm, há 13 minutos:

Quando afirmaste que era "relativamente óbvio" que um comentário era preferível ao outro, abriste a porta à "reflexão filosófica".

Eu procurei explicar a carga por detrás de um insulto racista; pessoas de cor são alvo dessa linguagem ao longo da sua vida, e ao longo da sua vida apreendem o significado profundo que ela acarreta; por outro lado, não é surpreendente, e acaba por ser normal, que alguém com o privilégio de não ter passado por esse tipo de experiência de vida, desenvolva iliteracia racial, especialmente numa sociedade onde a cultura antirracista é uma miragem.

Para além disso, procurei simplificar o exercício, de forma a ilustrar como há ideias subjacentes à linguagem usada, que pairam no ar à espera de que nós, seres pensantes, nos debrucemos sobre elas e mais profundamente possamos explorar e reconhecer a condição humana em todo o seu espetro.

Por fim, cabe à consciência de cada um de nós, aquilo que fazemos ao nos depararmos com todo um novo leque de conhecimento até então por nós ignorado.

O bold é uma cena incrível. Vivemos uma sociedade sem cultura antirrascista? Mas tu acompanhaste o impacto do caso Prestianni? O que seria ter cultura antirracista? Fuzilar o Prestianni em público?

Escreves bem, sem dúvida, tens bom vocabulário mas, no fim de contas, pareces (e isto não pretende ser ofensivo) quase tão desumano como qualquer chatgpt da vida. Naquilo que é a matriz de valores pela qual a nossa sociedade se rege, obviamente que a grande maioria das pessoas ficará mais chocada por ouvir um desejo de morte ao seu filho do que por ser chamada de preta. Colocar na equação o peso dos "ancestrais" ou tentar atribuir um significado mais profundo como "ameaça à segurança" é, simplesmente, sobredimensionar (e não "explicar", como disseste) a carga emocional subjacente. Porque quem ofende, não pretende atingir esse alcance e quem é ofendido não pensa dessa forma.

Felizmente, acrescento eu. Se algum dia todos pensarmos como tu, todos os insultos tenham essa carga emocional tão profunda, deixamos de falar uns com os outros porque tudo será alvo de profundas reflexões filosóficas e torna o relacionamento humano, tal como o conhecemos, absolutamente impossível de ser saudável.

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Citação de Tibraco, há 22 minutos:

Se algum dia todos pensarmos como tu, todos os insultos tenham essa carga emocional tão profunda, deixamos de falar uns com os outros porque tudo será alvo de profundas reflexões filosóficas e torna o relacionamento humano, tal como o conhecemos, absolutamente impossível de ser saudável.

A ironia é incrível.

Já pensaste que é a ausência desse pensamento mais profundo, dessa reflexão, não só coletiva, mas principalmente individual, a raiz de todos estes conflitos? Estou certo que não.

Enfim, já me começo a preocupar contigo e a descontração com que tu dizes certas coisas.

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"Fuzilar (...) em público". Convertido, tinhamos aqui um John Brown em potência.

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Citação de John Bonifácio, há 4 minutos:

A ironia é incrível.

Já pensaste que é a ausência desse pensamento mais profundo, dessa reflexão, não só coletiva, mas principalmente individual, a raiz de todos estes conflitos? Estou certo que não.

Enfim, já me começo a preocupar contigo e a descontração com que tu dizes certas coisas.

De facto, é irónico mas talvez não como tu pensas. 

Não resolves um problema atribuindo-lhe uma carga maior do que o problema exige. O racismo é, obviamente, algo que tem de ser erradicado da nossa sociedade. Não temos é de transformar um insulto como "macaco" numa ofensa aos ancestrais e que provoca insegurança no insultado. 

E porquê? Porque quando o Prestianni chamou macaco ao Vini, certamente não tinha como objetivo ofender ancestrais, nem estava a pensar em colocar a segurança do Vini em causa. O Prestianni tem de ser punido pelo que disse, mas não tem de ser punido por interpretações carregadas de simbolismo e dramatismo. 

Por fim, é com surpresa que verifico que ficas escandalizado com esta minha visão da questão mas não te choca a teoria do "bem, se lhe desejar a morte de um filho, reconheço-lhe a capacidade de luto.". Achas que essa reflexão é condizente com a matriz de valores da nossa sociedade?

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Citação de Tibraco, há 12 minutos:

De facto, é irónico mas talvez não como tu pensas. 

Não resolves um problema atribuindo-lhe uma carga maior do que o problema exige. O racismo é, obviamente, algo que tem de ser erradicado da nossa sociedade. Não temos é de transformar um insulto como "macaco" numa ofensa aos ancestrais e que provoca insegurança no insultado. 

E porquê? Porque quando o Prestianni chamou macaco ao Vini, certamente não tinha como objetivo ofender ancestrais, nem estava a pensar em colocar a segurança do Vini em causa. O Prestianni tem de ser punido pelo que disse, mas não tem de ser punido por interpretações carregadas de simbolismo e dramatismo. 

Por fim, é com surpresa que verifico que ficas escandalizado com esta minha visão da questão mas não te choca a teoria do "bem, se lhe desejar a morte de um filho, reconheço-lhe a capacidade de luto.". Achas que essa reflexão é condizente com a matriz de valores da nossa sociedade?

Não podíamos estar mais em desacordo. E se, por um lado, eu não pretendo desculpar-ou desdramatizar, vai dar ao mesmo- atitudes racistas, por outro também não vou entrar numa conversa de argumentos extremados- os quais foram hiporbolizados e não devem ser interpretados à letra.

Finalizando, quando entramos no campo de graduar e contextualizar faltas de respeito pelo próximo, deixamos de ter legitimidade moral para debater a "matriz de valores da nossa sociedade".

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Citação de smashing_pumpkin , há 1 minuto:

Entretanto já se passou de "gozar com a morte de um filho" para o "ameaçar de morte um filho".

Nada que surpreenda.

Não utilizei a expressão "ameaçar de morte um filho", disse "desejar a morte de um filho". São coisas diferentes, acredito que tenhas a capacidade de o perceber.

Ainda assim, é o costume da tua parte. Não consegues justificar por que carga de água alguém ser chamado de macaco significa que a sua segurança esteja ameaçada e depois tentas pegar numa palavra que entretanto se trocou, e é manifestamente irrelevante para a conversa, para tentar dar a ideia de que existe uma incoerência gigante agregada ao raciocinio. 

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Fiquei abesbílico com estes últimos posts. Que raio de discussão sem sentido.

Em primeiro lugar porque há quem pense que os insultos num jogo de futebol são admissíveis, normais e que os ofendidos devem ter poder de encaixe. Nada mais falso. Os insultos são puníveis com sanção disciplinar enquadráveis em comportamento anti-desportivo. Quem nunca ouviu dizer que o jogador X levou amarelo por palavras? Sim, geralmente dirigidas ao árbitro, mas não exclusivamente.

Depois porque há quem compare os insultos proferidos num jogo de futebol com eventuais insultos proferidos no escritório. Como se o trabalho normal de qualquer pessoa que não seja desportista fosse exercido em confronto direto com adversários. Se querem comparar este aspeto particular façam-no num cenário de treinos.

Finalmente quando se discute até à exaustão se é mais grave um insulto racista ou um insulto dirigido a dramas familiares. Se querem mesmo discutir filosoficamente esse assunto eu ajudo: depende da moralidade de cada um. Em termos práticos é igual. São insultos direcionados para a dignidade humana e que são abrangidos pelo famoso artigo 14º da UEFA.

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Citação de Tibraco, há 2 minutos:

Não utilizei a expressão "ameaçar de morte um filho", disse "desejar a morte de um filho". São coisas diferentes, acredito que tenhas a capacidade de o perceber.

Ainda assim, é o costume da tua parte. Não consegues justificar por que carga de água alguém ser chamado de macaco significa que a sua segurança esteja ameaçada e depois tentas pegar numa palavra que entretanto se trocou, e é manifestamente irrelevante para a conversa, para tentar dar a ideia de que existe uma incoerência gigante agregada ao raciocinio. 

Eu não justifico porque tenho mais que fazer do que perder demasiado tempo com pessoas como tu. 

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Já agora, porque não vi aqui comentado, achei inadmissíveis as declarações mais recentes do Mourinho sobre este assunto.

Seriam declarações ajustadas se fossem proferidas no final do jogo. Em vez daquelas em que ele criticou a dancinha do Vinicius.

Vir agora, quase duas semanas depois, a mostrar-se grande defensor da causa anti-racista e a dizer que se o Prestianni chamou macaco ao Vinicius então não poderá ser jogador dele ou do Benfica é andar a gozar com toda a gente. Se? Duas semanas depois ele ainda não sabe? Não confrontou o Prestianni? Não tirou as suas conclusões? Ainda é pior do que as declarações do Lukebakio. O que ele na prática está a dizer é que o eventual ato do Prestianni é condenável se ele for castigado por isso. É como diz o outro: vergonha não é roubar, é ser apanhado.

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Citação de Descartes, há 13 minutos:

Como se o trabalho normal de qualquer pessoa que não seja desportista fosse exercido em confronto direto com adversários.

Isto é muito discutivel. O que não faltam são espaços de trabalho tóxicos nas relações verticais e horizontais entre trabalhadores.

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Citação de John Bonifácio, há 2 minutos:

Isto é muito discutivel. O que não faltam são espaços de trabalho tóxicos nas relações verticais e horizontais entre trabalhadores.

Tal como no contexto de uma equipa de futebol. Compare-se alguém que chama filho da p*ta ao patrão ou ao chefe com o futebolista que faz o mesmo ao treinador ou ao presidente do clube.

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Citação de smashing_pumpkin , há 4 horas:

O meu filho estaria morto e eu estaria vivo, mesmo que me passasse com as duas, ficaria muito mais melindrado com a racista pois aí também a minha segurança futura estaria em causa.

O quê? Eu nem acredito que li isto.

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Citação de Descartes, há 49 minutos:

Tal como no contexto de uma equipa de futebol. Compare-se alguém que chama filho da p*ta ao patrão ou ao chefe com o futebolista que faz o mesmo ao treinador ou ao presidente do clube.

Já vi que o árbitro é o gerente. Mas não estou a perceber onde queres chegar.

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Publicado (editado)
Citação de John Bonifácio, há 6 minutos:

Já vi que o árbitro é o gerente. Mas não estou a perceber onde queres chegar.

Quero chegar aqui:

Citação de Tibraco, há 8 horas:

Sugeres, então, que um campo de futebol se deva reger pelas mesmas regras aplicadas a qualquer outro local de trabalho?

É que repara, num campo de futebol é perfeitamente normal chegares ao pé de um adversário e dizeres que ontem comeste-lhe a mulher. Num trabalho "normal", esse tipo de comportamento não é aceitável.

 

Editado por Descartes

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