kareca Publicado 21 Outubro 2023 Citação Vou mudar de carro. Qual a melhor opção? O carro elétrico é cada vez mais uma alternativa a considerar. Apesar dos preços e do stresse da autonomia e dos carregamentos, as vantagens sucedem-se, até porque há muitos incentivos à compra 1 Já compensa comprar um carro elétrico? A consciência ambiental, os preços cada vez mais acessíveis (já há modelos eletrificados a partir dos €19 mil) e a existência de uma rede de carregamento que começa a ter cobertura nacional — mais de oito mil pontos de carregamento na via pública — fazem com que se torne uma opção cada vez mais em conta para muitas famílias portuguesas. No entanto, em termos de preços ainda há uma grande diferença em relação aos carros com motor a combustão, que, em média, podem ser entre 30% e 35% mais baratos. Onde já se começa a notar alguma paridade de preços é nos modelos topo de gama de algumas marcas, já que aquele que é o principal custo de um modelo elétrico, a bateria, acaba por ficar diluído no preço final do luxo que lhe está associado. 2 Tenho vantagens fiscais e incentivos? Um carro 100% elétrico está isento de Imposto Sobre Veículos (ISV) e de Imposto Único de Circulação (IUC). Isto aplica-se a automóveis de qualquer tipo (passageiros, mercadorias, etc.) novos, usados nacionais e usados importados da União Europeia ou de qualquer outro país. Para as empresas (que paguem IRC e sejam sujeitos passivos de IVA), os automóveis elétricos também apresentam a vantagem de ter o IVA totalmente dedutível (até €62.500) e de não pagarem tributação autónoma. Quando importados usados da UE, os elétricos não pagam qualquer imposto. Em 2022, o Governo, através do Fundo Ambiental, atribuiu 1300 incentivos de €4000 cada, na compra de um carro elétrico (até €62.400), num total de €5,2 milhões. Para 2024, o Governo ainda não definiu o perfil dos incentivos. 3 Para percorrer 100 km gasto mais num carro a combustão? Sim, nomeadamente num carro com motor a gasolina. No entanto, e de acordo com o último teste comparativo realizado pela Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos (UVE), se o carregamento de um carro elétrico for feito na via pública, percorrer 100 quilómetros pode ficar ligeiramente mais caro (41 cêntimos) do que se for feito por um carro a gasóleo. A UVE garante que na via pública o custo médio do carregamento ronda os 51 cêntimos kWh, o que perfaz €8,78 para aquele percurso, o que compara com €8,37 gastos por um carro com motor a gasóleo. A UVE nota que os valores do kWh, nos cerca de 20 CEME — Comercializadores de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica, variam entre os 41 e os 71 cêntimos por kWh. 4 Os elétricos têm menos problemas de oficina? Muito menos que os carros equipados com motores de combustão. Lembra-se daquele ritual da inspeção, da mudança de óleo, de ver como está o turbo, o filtro de partículas ou o carburador, entre outras verificações regulares? Com um carro elétrico tudo isso é história. Praticamente só gastam pneus e calços de travão. E mesmo aqui gastam muito menos, pois a regeneração operada pelo próprio motor obriga o carro a travar sempre que levanta o pé do acelerador. Um motor elétrico tem apenas 1% das peças móveis que, regra geral, integram um motor de combustão interna. Há relatos de casos de um milhão de quilómetros percorridos por um automóvel elétrico sem qualquer revisão. Ou seja, há uma poupança clara no que respeita a idas à oficina. https://expresso.pt/sociedade/2017-07-29-O-futuro-dos-carros-sera-electrico-o-presente-ainda-nao Não tinha a noção que era tão caro os 100km num elétrico Compartilhar este post Link para o post
pm2lp Publicado 21 Outubro 2023 Citação de kareca, há 3 horas: Não tinha a noção que era tão caro os 100km num elétrico Cerca de 1.5€ a cada 100km aqui. Basta carregar em casa, como praticamente toda a gente que tem elétrico faz. Se não têm onde carregar em casa não comprem um elétrico, simples. Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 22 Outubro 2023 Circulação automóvel bate recorde de uma década Consumo de combustível no 1º semestre deste ano é o mais alto desde 2010. Tráfego nas autoestradas supera nível pré-pandemia Nos últimos relatórios sobre sinistralidade, uma das explicações para o número de acidentes é o aumento da circulação automóvel, medida através do consumo de combustível e do tráfego nas autoestradas. Nos primeiros seis meses deste ano, não só foram ultrapassados os níveis pré-pandemia, como se alcançaram recordes de uma década e foi retomada a rota de crescimento que vinha de trás. Os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) mostram que o consumo de gasolina e de gasóleo rodoviário neste primeiro semestre foi o mais alto desde 2010, mesmo tendo em conta o aumento do preço dos combustíveis. Esse recorde de mais de uma década é também referido pelo Governo no relatório do Orçamento do Estado para 2024. É que, depois da queda provocada pela pandemia entre 2020 e 2022, os primeiros meses deste ano voltam a dar continuidade ao aumento que se verificava desde 2014, na recuperação da anterior crise durante a troika. É também nesse sentido que apontam as estatísticas de tráfego nas autoestradas. Os dados do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) analisados pelo Expresso indicam um aumento de 11% do número médio de veículos neste semestre face a 2019, registando-se o valor mais elevado pelo menos na última década. A Associação Portuguesa das Sociedades Concessionárias de Autoestradas ou Pontes com Portagens (APCAP) explica que se “nota claramente uma influência marcante do regresso progressivo ao trabalho presencial, que não atingiu ainda o pleno”. Ainda assim, as concessionárias dizem que o tráfego não está a crescer como antes da pandemia: o ritmo “foi interrompido” e não deverá ser atingido em 2023 nem em 2024. “Para a segunda metade de 2023, mantemos expectativas de crescimento conservadoras, atendendo à situação da inflação, ainda muito marcada pela volatilidade dos preços dos combustíveis, que têm influência direta na circulação.” A esses dados juntam-se as perceções dos automobilistas nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, que se queixam de um agravamento do trânsito. Os dados da TomTom, sistemas de navegação por GPS, apontam para um congestionamento nas horas de ponta superior ao normal nas últimas semanas. Mobilidade “insustentável” Ao mesmo tempo, os transportes públicos das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto já voltaram aos níveis de utilização de 2019, antes da pandemia. O Metro do Porto e a Carris até superam. Outros fatores como o turismo, recuperação da atividade económica, baixo desemprego e regresso ao trabalho presencial podem ajudar a explicar a crescente circulação automóvel no país. Só que esta é a direção contrária ao que é necessário perante a crise climática: reduzir emissões de carbono requer uma diminuição do uso de combustíveis fósseis. Para Rita Castel’Branco, especialista em mobilidade urbana, uma das explicações é o facto de as pessoas estarem a ser empurradas para fora das cidades. “Isso gera mais mobilidade (mais quilómetros percorridos) e menos acessibilidade (menos facilidade no acesso ao emprego, bens e serviços). É aquilo a que se chama ‘quilómetros vazios’, que só prejudicam a economia. E é o oposto do conceito da ‘cidade dos 15 minutos’, baseado na ideia de proximidade.” A especialista vê neste cenário um reflexo das políticas públicas. “O subsídio aos combustíveis fósseis tem aumentado, estando a bater recordes; e o incentivo ao abate é direcionado para a compra de um novo automóvel.” A isso junta-se o parco investimento nas estratégias nacionais para a mobilidade pedonal e ciclável. “A proposta de OE atribui €1 milhão para a execução das estratégias em 2024, que é o mesmo que a Irlanda, com metade da população portuguesa, investe por dia na mobilidade ativa”, frisa. “Em Portugal, cerca de 28% das emissões resultam do uso do automóvel particular. A nossa mobilidade não é apenas completamente insustentável, é também uma das causas da nossa asfixia económica.” https://leitor.expresso.pt/semanario/semanario2660/html/primeiro-caderno/sociedade/circulacao-automovel-bate-recorde-de-uma-decada Compartilhar este post Link para o post
Hammerfall Publicado 24 Outubro 2023 Há um percurso de transporte público que a minha namorada faz, muitas das vezes ela tem de esperar pelo 2º porque o 1º vem cheio e já não para na paragem. E acho que a paragem será sensivelmente a meio do percurso, agora imaginem. Claro que prefere ir de carro de que ir ali feita sardinha em lata, com tralhas do ginasio e não só atrás. Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado 24 Outubro 2023 Como tudo neste país que gera receitas para o Estado, os transportes públicos existem apenas para o dito efeito e não para servir o cidadão. E agora que as autarquias tomaram o controlo da exploração das linhas interurbanas, mais se nota que o foco é apenas é só investir em mobilidade rentável, deixando comunidades inteiras com escassas, más ou nenhumas soluções. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 26 Outubro 2023 Citação de John Bonifácio, Em 24/10/2023 at 18:04: Como tudo neste país que gera receitas para o Estado, os transportes públicos existem apenas para o dito efeito e não para servir o cidadão. Sou obrigado a discordar disto, porque não fazem uma coisa, nem outra. E um excelente exemplo disso é a CP. Se eu quiser fazer Porto - Lisboa (ou vice-versa), nunca o farei de comboio porque a relação custo/duração não compensa de todo face aos autocarros. Compartilhar este post Link para o post
Rain Dog Publicado 26 Outubro 2023 Citação de John Bonifácio, Em 24/10/2023 at 18:04: Como tudo neste país que gera receitas para o Estado, os transportes públicos existem apenas para o dito efeito e não para servir o cidadão. E agora que as autarquias tomaram o controlo da exploração das linhas interurbanas, mais se nota que o foco é apenas é só investir em mobilidade rentável, deixando comunidades inteiras com escassas, más ou nenhumas soluções. há interesse das autarquias em ter transportes públicos eficazes, o problema é que para quase todas as autarquias eles são vistos unicamente como mobilidade para crianças e idosos Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 26 Outubro 2023 O estado vai pagar 2mil milhões à CP https://www.jornaldenegocios.pt/economia/financas-publicas/orcamento-do-estado/detalhe/cp-vai-pagar-dividendos-de-178-milhoes-em-2024 Compartilhar este post Link para o post
Kaz Publicado 27 Outubro 2023 O site das finanças demora muito tempo a atualizar as mudanças de carro?, já fez 1 mês que recebi o DUA do carro novo e no site das finanças na parte do IUC aparece-me sempre é ainda o carro velho. Compartilhar este post Link para o post
Alonso. Publicado 29 Outubro 2023 (editado) Amigos ando a pensar em trocar de carro, preciso de algo maior, mais confortável e que tenha caixa automática. Ando indeciso em comprar um gasóleo ou a gasolina. Estou mais inclinado em ir para o carro a gasolina mas existe meses em que faço 100km por dia, por isso um carro a gasóleo poderia ser mais econômico, até na compra. Que fariam? Entre um 508 SW e o Talisman, escolhiam qual? Andei a ver as Volvo V60 mas têm pouco equipamento. Eu ia para um Quasquai mas a Maria não gosta 😅 Editado 29 Outubro 2023 por Alonso. Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado 29 Outubro 2023 Entre essas opções ia para a 508sw. Mas a preferida é a V60. Como assim tem poucas opções? Compartilhar este post Link para o post
Alonso. Publicado 29 Outubro 2023 (editado) Citação de Jimpo, há 14 minutos: Entre essas opções ia para a 508sw. Mas a preferida é a V60. Como assim tem poucas opções? Em comparação aos outros dois. Principalmente ao Talisman. Dentro do preço que quero dar só arranjo D3. Gosto bastante do 508 está última geração mas o feedback destes novos motores não é muito positiva do que vejo na NET. Editado 29 Outubro 2023 por Alonso. Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado 29 Outubro 2023 Citação de Alonso., há 4 minutos: Em comparação aos outros dois. Principalmente ao Talisman. Dentro do preço que quero dar ao arranjo D3. Gosto bastante do 508 está última geração mas o feedback destes novos motores não é muito positiva do que vejo na NET. Pois, não sei o que procuras como opções. Na altura estava indeciso entre a V60 e a 508 e encontrei a V60 com o que procurava e eram praticamente o mesmo preço. Compartilhar este post Link para o post
Alonso. Publicado 29 Outubro 2023 (editado) Citação de Jimpo, há 54 minutos: Pois, não sei o que procuras como opções. Na altura estava indeciso entre a V60 e a 508 e encontrei a V60 com o que procurava e eram praticamente o mesmo preço. Aí onde estás sim, deves arranjar. Aqui é mais complicado 😅 E como pretendo mportar um, porque é mais barato, tenho um veículo com menos KMS e +extras, o Volvo só tem blocos de 2.0 para cima, o que no ISV fica o dobro que o Peugeot/Renault Editado 29 Outubro 2023 por Alonso. Compartilhar este post Link para o post
Fajo Publicado 30 Outubro 2023 Citação de Alonso., há 8 horas: Aí onde estás sim, deves arranjar. Aqui é mais complicado 😅 E como pretendo mportar um, porque é mais barato, tenho um veículo com menos KMS e +extras, o Volvo só tem blocos de 2.0 para cima, o que no ISV fica o dobro que o Peugeot/Renault Skoda Octavia seria uma bela opção 😉 Compartilhar este post Link para o post
Alonso. Publicado 30 Outubro 2023 Citação de Fajo, há 1 hora: Skoda Octavia seria uma bela opção 😉 Não gosto 😅 Compartilhar este post Link para o post
ComiC Publicado 9 Novembro 2023 (editado) Não percebo um crl de carros. Que significado tem este sinal de luz? Editado 9 Novembro 2023 por ComiC Compartilhar este post Link para o post
Immobile Publicado 9 Novembro 2023 O carro tem uma ideia nova 4 1 Compartilhar este post Link para o post
Casual 1904 Publicado 19 Novembro 2023 (editado) . Editado 22 Novembro 2023 por Casual 1904 Compartilhar este post Link para o post
Vítor Manuel Oliveira Publicado 30 Novembro 2023 Pessoal, tenho aqui uma dúvida acerca dos documentos presentes no para-brisas da viatura. Na última vez que fui à inspeção, estava a tirar o selo da carta que nos dão, e a colocar no vidro, e um amigo meu disse que já não era necessário. No outro dia fiz um seguro e enviaram a carta verde por email, dizendo que não era necessário sequer imprimir. Que em formato digital chegava. Daí a minha dúvida. É que me sinto um autêntico avô por me sentir desconfortável por não ter nada ali no vidro. (Eu sei que posso colocar ahah) Obrigado. Compartilhar este post Link para o post
Rumpas Publicado 30 Novembro 2023 Citação de Biri Biri Jr, há 11 minutos: Pessoal, tenho aqui uma dúvida acerca dos documentos presentes no para-brisas da viatura. Na última vez que fui à inspeção, estava a tirar o selo da carta que nos dão, e a colocar no vidro, e um amigo meu disse que já não era necessário. No outro dia fiz um seguro e enviaram a carta verde por email, dizendo que não era necessário sequer imprimir. Que em formato digital chegava. Daí a minha dúvida. É que me sinto um autêntico avô por me sentir desconfortável por não ter nada ali no vidro. (Eu sei que posso colocar ahah) Obrigado. Selo da inspeção tenho a certeza que não precisas. Quanto ao seguro, já não tenho a certeza. Eu continuo a usar. 1 Compartilhar este post Link para o post
Gustavo_Kei Publicado 30 Novembro 2023 seguro também já não é preciso. já se pode andar sem nada no vidro 1 Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 30 Novembro 2023 Citação de Gustavo_Kei, há 52 minutos: já se pode andar sem nada no vidro Há excepções: https://www.acp.pt/veiculos/condutor-em-dia/o-que-saber-sobre-carros/que-selos-sao-obrigatorios-no-vidro-do-carro 1 Compartilhar este post Link para o post