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Religião

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Dr. Donat R. Spahn professor of anesthesiology, Zurich, Switzerland

 

 

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Dr. Aryeh Shander assistant clinical professor of anesthesiology,

United States

 

 

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Dr. Mark E. Boyd professor of obstetrics and gynecology, Canada

 

 

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Mr. Peter Earnshaw, FRCS, consultant orthopedic surgeon, London, England

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Por acaso fui pesquisar o assunto e encontrei coisas interessantes. Isto tem de levar muito tempo de pesquisa e leitura, mas talvez esta posição até tenha ponta por onde se pegue.

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Por acaso fui pesquisar o assunto e encontrei coisas interessantes. Isto tem de levar muito tempo de pesquisa e leitura, mas talvez esta posição até tenha ponta por onde se pegue.

 

As pessoas tem aquele conceito ah e tal está a perder muito sangue pumba transfusão. Não é o melhor tratamento médico tendo em conta os riscos associados. Foi a conclusão que a grande maioria dos médicos que operam e operaram sem o uso de sangue chegaram.

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As pessoas tem aquele conceito ah e tal está a perder muito sangue pumba transfusão. Não é o melhor tratamento médico tendo em conta os riscos associados. Foi a conclusão que a grande maioria dos médicos que operam e operaram sem o uso de sangue chegaram.

É isso. Está a perder muito sangue? Pode perder ainda mais? Fixe, ele que continue e que reze muito.

 

:lol:

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Mais uma vez, carne mal passada não tem sangue. Não comer por causa disso mostra tanto desconhecimento como tentar convencer-se a não fazer transfusões de sangue ao dizer que é perigoso. Não é perigoso, não sei porque continuas a dizê-lo. Se não o fazes por crença religiosa, estás à vontade, eu até agradeço que não o façam, é menos sangue que estão a gastar, não digas é que é porque faz mal.

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As pessoas tem aquele conceito ah e tal está a perder muito sangue pumba transfusão. Não é o melhor tratamento médico tendo em conta os riscos associados. Foi a conclusão que a grande maioria dos médicos que operam e operaram sem o uso de sangue chegaram.

É o melhor método médico sim, comprovado todos os dias.

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É o melhor método médico sim, comprovado todos os dias.

É mais fácil por no jornal morrer por não ter levado uma transfusão, do que dizer morreu por causa da transfusão. E sim comprovado todos os dias.

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É mais fácil por no jornal morrer por não ter levado uma transfusão, do que dizer morreu por causa da transfusão. E sim comprovado todos os dias.

Epá, pára de debitar m*rda por favor. Uma coisa é andares aí a discursar o que está na bíblia, outra é andares a inventar factos para comprovar as tuas crenças. Que vivas conforme o que lês num livro ainda é naquela, tou-me a cagar, agora estares a dar informação errada num assunto que pode salvar vidas tira-me do sério.

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Epá, pára de debitar m*rda por favor. Uma coisa é andares aí a discursar o que está na bíblia, outra é andares a inventar factos para comprovar as tuas crenças. Que vivas conforme o que lês num livro ainda é naquela, tou-me a cagar, agora estares a dar informação errada num assunto que pode salvar vidas tira-me do sério.

Não disse mentira nenhuma, não gostas não comes.

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Disseste. Não tens feito outra coisa desde que chegaste a este tópico. Eu até tenho tido respeito, mas dar informação errada num assunto como este é baixo, muito baixo.

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Não te metas num assunto que não dominas, se toda a tua vida gira em roda da religião isso é contigo, agora não tentes inventar ou ir buscar pseudo-factos ciêntificos para justificar as tuas crenças. Se o que dizes é aquilo em que acreditas então acredita para aí, são as tuas convicções e aparentemente não precisas da ciência para nada nem necessitas de justificações.

 

A simples necessidade que demonstras ao ter de ir buscar argumentos pretensamente ciêntificos mostra o quão dificil é a tua tarefa de evangelizar numa sociedade que felizmente é cada vez mais informada e se deixa cada vez menos convencer por argumentos puramente teologicos baseados em convicções antiquadas e erradas quanto à natureza humana e ao mundo em geral.

Aliás, até dentro da tua religião esse debate e essa contradição se vê mesmo no que toca a este assunto das transfusões, basta dizer que aceitam transfusões de componentes sanguineos como leucocitos, plaquetas e até plasma.

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Não disse mentira nenhuma, não gostas não comes.

 

 

Fui pesquisar sobre mortes associadas a transfusões de sangue. Tive alguns problemas, porque a maioria dos sites que me apareciam ou eram da Sentinela ou era sites sobre cirurgia sem transfusões de sangue (e provavelmente também eram de TJ). Mas lá encontrei o site da PHAC (Agência de Saúde Pública do Canadá) que nos diz que "Entre 0,5% a 3% de todas as transfusões têm efeitos adversos, mas a maioria desses são reacções sem consequências significantes".

Editado por totava

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As pessoas tem aquele conceito ah e tal está a perder muito sangue pumba transfusão. Não é o melhor tratamento médico tendo em conta os riscos associados. Foi a conclusão que a grande maioria dos médicos que operam e operaram sem o uso de sangue chegaram.

 

se a pessoa está a perder muito sangue precisa de transfusão imediata, facto, não podes tratar uma hemorragia grave de outra forma, o paciente morre se chegar a um minimo de sangue no organismo.

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Por acaso é uma coisa que gostava que houvesse alternativa. Porque ter de depender de doações para fazer medicina não é nada bom. Além disso andei a ler e vi que as transfusões saem caras... Portanto visto que as pessoas não são pagas, o dinheiro é para o quê? Conservação? Existem empresas dedicadas a isto ou é feito através dos hospitais? É que assim de repente fiquei a pensar se as transfusões envolvem lucro ou não.

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se a pessoa está a perder muito sangue precisa de transfusão imediata, facto, não podes tratar uma hemorragia grave de outra forma, o paciente morre se chegar a um minimo de sangue no organismo.

Facto, quando está a perder muito sangue e a pessoa não aceita transfusões de sangue, os médicos respeitam a decisão do paciente porque é a sua obrigação e usam as alternativas já mencionadas.

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Por acaso é uma coisa que gostava que houvesse alternativa. Porque ter de depender de doações para fazer medicina não é nada bom. Além disso andei a ler e vi que as transfusões saem caras... Portanto visto que as pessoas não são pagas, o dinheiro é para o quê? Conservação? Existem empresas dedicadas a isto ou é feito através dos hospitais? É que assim de repente fiquei a pensar se as transfusões envolvem lucro ou não.

Muito lucro, bastante lucro mesmo. Só para teres uma ideia.

 

Lê isto: http://howtostayhealthy.info/pt/1059619

 

E de forma ainda mais directa:

Nos últimos dias, várias campanhas lembraram os brasileiros da importância da doação de sangue. Diversos municípios organizaram esquemas para estimular as coletas num esforço coordenado pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde. Segundo o ministério, 1,9% dos brasileiros doa sangue regularmente. A taxa está dentro do parâmetro de 1% a 3% definido pela OMS, mas, segundo o ministério, precisa melhorar. Para doar sangue é preciso ter entre 18 e 67 anos, pesar mais de 50 quilos e comparecer a um hemocentro com documento com foto e válido em todo território nacional.

 

Os brasileiros costumam responder a essas campanhas com belas demonstrações de altruísmo. O doador sadio acredita que fazer o bem sem olhar a quem gera uma corrente de solidariedade que também o beneficiará quando estiver na posição incômoda de precisar de uma doação. Se a doação é gratuita, é compreensível que a maioria imagine que terá acesso ao sangue gratuitamente quando precisar dele. Engana-se.

 

Quem já precisou internar um parente num hospital particular para fazer uma cirurgia cardíaca, por exemplo, provavelmente já passou pela experiência de se surpreender com o tamanho da conta a acertar antes da saída. Só de banco de sangue, a família pode gastar R$ 10 mil ou mais.

 

E quando o paciente é atendido pelo SUS num hospital de grande porte que também recebe doações de sangue? Aí a coisa fica difícil de entender e de aceitar. O sangue que chega de graça à instituição passa a valer cerca de R$ 1.500 por litro depois de armazenado.

 

Os administradores de banco de sangue argumentam que os custos inerentes à atividade (pagamento de funcionários, testes para identificar vírus presentes no sangue, conservação das bolsas etc) encarecem o produto. Abusivo ou não, esse valor é cobrado do SUS. Ou seja: é cobrado de todos nós que, com nossos impostos, mantemos esse sistema funcionando aos trancos e barrancos.

 

Não pretendo desestimular as doações. Elas ainda são absolutas necessárias para salvar vítimas de acidentes, catástrofes e portadores de dezenas de doenças. Mas quem doa tem direito à informação. Tem direito de saber que o líquido vermelho que sai de seu corpo e rapidamente enche as bolsas plásticas está prestes a se transformar num produto valioso.

 

No círculo de profissionais que lidam com derivados do sangue, o plasma é chamado de ouro líquido. Há uma curiosa comparação entre o sangue e o petróleo. Ambos são fracionados em vários subprodutos. O mercado anual de petróleo é de 500 bilhões de dólares. O preço do barril bruto de petróleo é de U$ 25. O valor dos derivados contidos num barril é de U$ 45.

 

Embora o mercado anual de plasma seja bem inferior (20 bilhões de dólares), o sangue vale muito mais do que o petróleo. O preço de um barril de plasma bruto é de 16 mil dólares. O valor dos hemoderivados contidos num barril é de 70 mil dólares.

 

Sangue é um artigo caríssimo e raro na praça. Não faz sentido, portanto, que iniciativas capazes de reduzir a necessidade de transfusões em cirurgias sejam pouco conhecidas e difundidas.

 

Recentemente contei aqui o exemplo da cardiologista Ludhmila Abrahão Hajjar. Ela coordena a UTI cirúrgica do InCor e a UTI cardiológica do Sírio-Libanês, em São Paulo. E também a UTI do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.

 

Quando alguém precisa passar por uma cirurgia demorada (acima de três horas de duração), quase sempre recebe uma transfusão de sangue. O objetivo é compensar a perda sanguínea que ocorre durante o procedimento. As transfusões são muito comuns em cirurgias cardíacas como ponte de safena, troca de válvula e transplantes.

 

Se a quantidade de hemoglobina (proteína responsável pelo transporte de oxigênio para os tecidos) cai a níveis inferiores a 10 gramas por decilitro de sangue, o cirurgião pede uma transfusão. Os médicos não se perguntavam de onde havia saído esse limite. Ludhmila decidiu investigar o procedimento em seu doutorado, orientado por José Otávio Auler Jr., na Universidade de São Paulo. Descobriu que ele se justifica pela tradição – e não pelo embasamento científico.

 

A história é antiga. Em 1934, o americano John Lundy criou na Clínica Mayo o primeiro banco de sangue do mundo. Em 1942, ele propôs o limite de 10 g/dL baseado na observação de seus pacientes. Desde então a recomendação vem passando de geração em geração.

 

“Não podemos continuar fazendo medicina em 2011 baseados num relato de 1942”, afirma Ludhmila. Para colocar a recomendação à prova, ela realizou um estudo com 512 pacientes do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo. Eram doentes graves, com perfil semelhante (tinham diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca), que foram submetidos a cirurgias cardíacas.

 

Metade do grupo recebeu sangue quando o nível de hemoglobina caiu a 10 g/dL. A outra metade só passou pela transfusão quando o índice ficou abaixo de 7 g/dL. O que ela comprovou? Os doentes que receberam menos sangue se recuperaram tão bem quanto os que receberam mais sangue.

 

Uma segunda comparação (pacientes graves que receberam sangue versus pacientes que não receberam sangue, por estar com índices entre 7 g/dL e 10 g/dL) revelou que a transfusão aumenta em 20% a taxa de mortalidade e de complicações clínicas a cada bolsa de sangue recebida. O trabalho sugere que, pelo menos nos casos estudados, quanto menos sangue se receber, melhor. A pesquisa foi publicada em outubro no Journal of the American Medical Association com elogios no editorial.

 

O excesso de transfusões aumenta o risco de infecções por bactérias ou vírus. Nem todos os bancos fazem o teste rápido do HIV. Se o doador estiver na janela imunológica (período que o organismo leva, a partir de uma infecção, para produzir anticorpos que possam ser detectados por exames), o paciente poderá ser infectado. Também poderão ocorrer disfunções vasculares ou inflamações no pulmão.

 

Os custos são outro problema grave. Uma bolsa de sangue com 350 mililitros custa de R$ 300 a R$ 800. A maioria dos pacientes recebe de duas a três. Se o doente passa mais de sete dias no hospital, costuma receber pelo menos uma bolsa para compensar o sangue perdido em sucessivas coletas para exames.

 

“Não pretendo dizer que agora é proibido transfundir”, diz Ludhmila. “O importante é que o médico decida dar o sangue a partir da avaliação individual da condição do paciente, e não baseado num número mágico.” Uma pessoa com infarto agudo ou em choque (estado anormal de falta de oxigenação nos tecidos, que pode ser fatal) pode se beneficiar de sangue numa fase mais precoce.

 

No InCor, o trabalho de Ludhmila já mudou o comportamento dos médicos. “Nossa conduta agora é evitar a transfusão”, diz Noedir Stolf, chefe do departamento de cirurgia cardíaca. Nas últimas décadas, Stolf realizou mais de 300 transplantes de coração. Segundo ele, a ideia de evitar as transfusões não é nova. “Nenhum outro estudo, porém, havia chegado a conclusões sólidas como esse.”

 

Toda transfusão traz em si um risco imediato ou tardio. São esperados três casos de reações indesejadas a cada mil transfusões realizadas. Segundo dados do sistema de hemovigilância da Anvisa, 80% das reações transfusionais são subnotificadas. Essa é uma boa razão para a busca de alternativas.

 

Um dos mais destacados pesquisadores nessa área é o professor Aryeh Shander, professor da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York. Em 2009, ele defendeu a busca de alternativas num artigo publicado na revista científica Critical Care Clinics.

 

“A crença que transfusão de sangue é um meio rápido e fácil de melhorar a condição do paciente e acelerar sua recuperação é mantida por muitos. Entretanto, encarando mais e mais evidências da falta de segurança e eficácia das transfusões de sangue, está se tornando mais claro que estas crenças são amplamente sem substância e carregadas de mitos”, afirmou Shander.

 

Nos últimos anos, a busca de formas de reduzir a necessidade de transfusões de sangue tornou-se um dos assuntos mais quentes da ciência médica. Muitas das pesquisas foram estimuladas por doentes que se recusavam a receber sangue por razões religiosas. É o caso dos Testemunhas de Jeová. Ao observar como o organismo dessas pessoas se comportava sem receber transfusões, os médicos puderam testar novos limites e encontrar saídas para um problema que extrapola as crenças religiosas. Um problema que é de todos nós.

 

O avanço da ciência tem demonstrado que não há razão médica para insistir em dar sangue ao paciente nos casos em que ele não é imprescindível. Talvez exista uma razão financeira. Alguém pode estar lucrando (e muito) com o desperdício de sangue. É importante que você saiba: se precisar de sangue, vai pagar caro por ele. Seja em forma de dinheiro vivo, seja em forma de impostos que sustentam o SUS.

 

(Cristiane Segatto escreve às sextas-feiras.)

 

E você? O que acha das doações e das transfusões de sangue? Doou alguma vez? Já precisou receber? Queremos ouvir sua história. Conte pra gente.

 

Não dava para inserir o site mas fiz copy paste. É a http://revistaepoca.globo.com/

Editado por Quillbeast

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Quillbeast, não me leves a mal mas como TJ que és ignoras bons argumentos e respondes só ao que queres.

 

Tu sabes, que dentro da vossa própria comunidade há opiniões discordantes e muitas vezes essas pessoas são um pouco postas de parte pelas restantes. Tu sabes, que a cada ano que passa os vossos médicos pagos por dar opiniões favoráveis à causa são descredibilizados pelos números do sucesso das transfusões. É um processo quase sem riscos, e se disseres o contrário estás a mentir, e sei que não gostam de ser mentirosos.

 

Para além disso vamos fazer uma confrontação moral. Se a tua mãe se estiver a esvair em sangue porque acabou se ser assaltada e esfaqueada, tu pedes auxílio, e na ambulância vão com o intuito de a estabilizar para tentar salvar na mesa de operações e vão meter um unidade de sangue. Tu arriscas a morte? Queres isso nas tuas mãos? E não fujas à questão, por favor, responde direito porque senão o pessoal não te leva a sério.

 

E depois, toda essa questão provém de uma interpretação mal feita da bíblia. Mas aí, é-me totalmente indiferente. Cada um com as suas crenças e pancadas.

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Quillbeast, não me leves a mal mas como TJ que és ignoras bons argumentos e respondes só ao que queres.

 

Tu sabes, que dentro da vossa própria comunidade há opiniões discordantes e muitas vezes essas pessoas são um pouco postas de parte pelas restantes. Tu sabes, que a cada ano que passa os vossos médicos pagos por dar opiniões favoráveis à causa são descredibilizados pelos números do sucesso das transfusões. É um processo quase sem riscos, e se disseres o contrário estás a mentir, e sei que não gostam de ser mentirosos.

 

Para além disso vamos fazer uma confrontação moral. Se a tua mãe se estiver a esvair em sangue porque acabou se ser assaltada e esfaqueada, tu pedes auxílio, e na ambulância vão com o intuito de a estabilizar para tentar salvar na mesa de operações e vão meter um unidade de sangue. Tu arriscas a morte? Queres isso nas tuas mãos? E não fujas à questão, por favor, responde direito porque senão o pessoal não te leva a sério.

 

E depois, toda essa questão provém de uma interpretação mal feita da bíblia. Mas aí, é-me totalmente indiferente. Cada um com as suas crenças e pancadas.

 

Não aceitamos sangue, ponto. Respondi?

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Não aceitamos sangue, ponto. Respondi?

 

Não. Claro que não.

 

Negavas o auxílio à tua mãe, numa situação daquelas, sim ou não?

 

Ignoras o facto de que as transfusões são seguras e quase sempre as melhores opções de tratamento? Sim ou não?

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Não aceitamos sangue, ponto. Respondi?

 

Não foi isso que ele perguntou.

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