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Sr. Inácio

Literatura | Discussão Geral

Publicações recomendadas

Citação de Longineu, há 2 horas:

aquela cena que eu meti um video há uns meses atrás. já não podes sacar os livros que compraste para os "teres". 

isto

 

Já me lembro. É chato mas não me incomoda muito porque foram muito poucas as vezes que reli um livro 

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Problema resolvido, um amigo meu tem um Kobo Clara Colour que usou para ler dois livros e vendeu-me por 80€. Acho que foi um bom negócio 

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Citação de jFrost, há 5 minutos:

Problema resolvido, um amigo meu tem um Kobo Clara Colour que usou para ler dois livros e vendeu-me por 80€. Acho que foi um bom negócio 

onde arranjo amigos desses? manda pm.

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Mas esses novos com cor são mesmo bons para ler BD? Ou é a mesma m*rda dos anteriores mas com RGB?

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Citação de jFrost, Em 05/09/2025 at 20:08:

Problema resolvido, um amigo meu tem um Kobo Clara Colour que usou para ler dois livros e vendeu-me por 80€. Acho que foi um bom negócio 

Eu vi ao vivo, achei 6´ pequeno quando avançar é para um de 7´. Mas é um grande negócio.

Editado por Fajo
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Citação de Petar Musa, há 4 horas:

Mas esses novos com cor são mesmo bons para ler BD? Ou é a mesma m*rda dos anteriores mas com RGB?

Não faço ideia, mas vou experimentar. Se der para ler x-men era incrível 

 

Citação de Longineu, há 5 horas:

onde arranjo amigos desses? manda pm.

se eu não me habituar vendo-te por 90 🤝

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Citação de Petar Musa, há 4 horas:

Mas esses novos com cor são mesmo bons para ler BD? Ou é a mesma m*rda dos anteriores mas com RGB?

eu acho que depende do quão picuinhas és, sinceramente.

já li manga, comics, graphic novels e não tenho grandes queixas. alguns pet peeves, mas nada que me faça pensar que é uma merda ou sequer perto disso para esse fim, adoro ler lá e continuo a faze-lo.

por vezes o texto pode ser um bocado mais pequeno ou podes ter de dar scroll vertical numa página, depende um bocado do que estiveres a ler ou de como configurares, as cores podem faltar-lhe alguma vida (não sei o termo certo, talvez seja a saturação?) mas acho que isto também é configurável, eu não mexi porque faz-me zero diferença.

se fores altamente picuinhas e quiseres máximo de fidelidade, para ler bd, graphic novels ou manga, um tablet continua a ser melhor, de longe. se quiseres algo ótimo para ler livros e que também te permite e é fixe para ler os outros de forma tipicamente mais cómoda que um tablet, um ereader é a escolha.

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Citação de El Shafto, há 8 horas:

eu acho que depende do quão picuinhas és, sinceramente.

já li manga, comics, graphic novels e não tenho grandes queixas. alguns pet peeves, mas nada que me faça pensar que é uma m*rda ou sequer perto disso para esse fim, adoro ler lá e continuo a faze-lo.

por vezes o texto pode ser um bocado mais pequeno ou podes ter de dar scroll vertical numa página, depende um bocado do que estiveres a ler ou de como configurares, as cores podem faltar-lhe alguma vida (não sei o termo certo, talvez seja a saturação?) mas acho que isto também é configurável, eu não mexi porque faz-me zero diferença.

se fores altamente picuinhas e quiseres máximo de fidelidade, para ler bd, graphic novels ou manga, um tablet continua a ser melhor, de longe. se quiseres algo ótimo para ler livros e que também te permite e é fixe para ler os outros de forma tipicamente mais cómoda que um tablet, um ereader é a escolha.

Na minha experiência, o incómodo a ler banda desenhada no Kindle está em 2 situações: por ser preto e branco, há imensas coisas que é preciso um grande esforço para ler. As falas, muitas vezes ficam entre o desenho. E isso aconteceu nos 5 livros que tentei ler no Kindle; a outra, que admito que seja limitação do Kindle, é a cada página que virava, tinha que voltar a meter aquilo a ler quadradinho a quadradinho. 

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Citação de El Shafto, há 8 horas:

eu acho que depende do quão picuinhas és, sinceramente.

já li manga, comics, graphic novels e não tenho grandes queixas. alguns pet peeves, mas nada que me faça pensar que é uma m*rda ou sequer perto disso para esse fim, adoro ler lá e continuo a faze-lo.

por vezes o texto pode ser um bocado mais pequeno ou podes ter de dar scroll vertical numa página, depende um bocado do que estiveres a ler ou de como configurares, as cores podem faltar-lhe alguma vida (não sei o termo certo, talvez seja a saturação?) mas acho que isto também é configurável, eu não mexi porque faz-me zero diferença.

se fores altamente picuinhas e quiseres máximo de fidelidade, para ler bd, graphic novels ou manga, um tablet continua a ser melhor, de longe. se quiseres algo ótimo para ler livros e que também te permite e é fixe para ler os outros de forma tipicamente mais cómoda que um tablet, um ereader é a escolha.

Discordo completamente, não consigo ler BD em e-readers, é simplesmente horrível.

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Citação de Petar Musa, há 50 minutos:

Na minha experiência, o incómodo a ler banda desenhada no Kindle está em 2 situações: por ser preto e branco, há imensas coisas que é preciso um grande esforço para ler. As falas, muitas vezes ficam entre o desenho. E isso aconteceu nos 5 livros que tentei ler no Kindle; a outra, que admito que seja limitação do Kindle, é a cada página que virava, tinha que voltar a meter aquilo a ler quadradinho a quadradinho. 

Já me aconteceu algo semelhante relativamente às falas, mas só mesmo em double spreads, que não é algo frequente e muito menos o é com balões que fiquem cortados, foi algo situacional. Mas lá está, é uma das limitações. O máximo que podes fazer é configurar como a página encaixa no ecrã, mas sujeitas-te a que o texto fique demasiado pequeno.

Citação de Le God, há 37 minutos:

Discordo completamente, não consigo ler BD em e-readers, é simplesmente horrível.

Lá está, é como disse, depende do quão picuinhas cada um for. Isto, para mim, é perfeitamente ok:

image.png

Também acaba por depois depender do formato dos ficheiros. .cbr e .cbz funcionam ainda melhor, mas .pdf é o mais comum e só por si não tem a melhor qualidade nem é optimizado para estes dispositivos.

Os piores são casos de double spreads que contam como duas páginas, dá para configurar para mostrar uma de cada vez mas evidentemente que faz mais sentido mostrar tudo de uma vez só para não cortar nada. A consequência é pronto, ficar tudo mais pequeno, mas ainda assim, para mim, é perfeitamente lidável. Não arranjei um exemplo fixe num comic, mas arranjei num manga:

image.png

Novamente, ainda está longe de ser o ideal e o tablet continua a ser melhor, mas acho perfeitamente razoável.

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Citação de El Shafto, há 24 minutos:

Já me aconteceu algo semelhante relativamente às falas, mas só mesmo em double spreads, que não é algo frequente e muito menos o é com balões que fiquem cortados, foi algo situacional. Mas lá está, é uma das limitações. O máximo que podes fazer é configurar como a página encaixa no ecrã, mas sujeitas-te a que o texto fique demasiado pequeno.

Lá está, é como disse, depende do quão picuinhas cada um for. Isto, para mim, é perfeitamente ok:

image.png

Também acaba por depois depender do formato dos ficheiros. .cbr e .cbz funcionam ainda melhor, mas .pdf é o mais comum e só por si não tem a melhor qualidade nem é optimizado para estes dispositivos.

Os piores são casos de double spreads que contam como duas páginas, dá para configurar para mostrar uma de cada vez mas evidentemente que faz mais sentido mostrar tudo de uma vez só para não cortar nada. A consequência é pronto, ficar tudo mais pequeno, mas ainda assim, para mim, é perfeitamente lidável. Não arranjei um exemplo fixe num comic, mas arranjei num manga:

image.png

Novamente, ainda está longe de ser o ideal e o tablet continua a ser melhor, mas acho perfeitamente razoável.

Esse do Batman está perfeito. Qual é o ereader que tens?

E não percebi bem o que é double spread. Mas se é algo que existe nos mangás não me chateia porque não leio o género 

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Citação de Petar Musa, há 3 minutos:

Esse do Batman está perfeito. Qual é o ereader que tens?

E não percebi bem o que é double spread. Mas se é algo que existe nos mangás não me chateia porque não leio o género 

Kobo Libra Colour.

Double spread seria algo como isto, que são duas páginas contínuas:

gN2QA0sxA0sarNBDrA2-uYau6izdhUJ4827ELKKr

ou isto

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Citação de El Shafto, há 49 minutos:

Já me aconteceu algo semelhante relativamente às falas, mas só mesmo em double spreads, que não é algo frequente e muito menos o é com balões que fiquem cortados, foi algo situacional. Mas lá está, é uma das limitações. O máximo que podes fazer é configurar como a página encaixa no ecrã, mas sujeitas-te a que o texto fique demasiado pequeno.

Lá está, é como disse, depende do quão picuinhas cada um for. Isto, para mim, é perfeitamente ok:

image.png

Também acaba por depois depender do formato dos ficheiros. .cbr e .cbz funcionam ainda melhor, mas .pdf é o mais comum e só por si não tem a melhor qualidade nem é optimizado para estes dispositivos.

Os piores são casos de double spreads que contam como duas páginas, dá para configurar para mostrar uma de cada vez mas evidentemente que faz mais sentido mostrar tudo de uma vez só para não cortar nada. A consequência é pronto, ficar tudo mais pequeno, mas ainda assim, para mim, é perfeitamente lidável. Não arranjei um exemplo fixe num comic, mas arranjei num manga:

image.png

Novamente, ainda está longe de ser o ideal e o tablet continua a ser melhor, mas acho perfeitamente razoável.

O meu problema é mesmo a cor, como tu disseste e bem, tem pouca saturação e foge muito ao original por isso. Em pdf não leio sequer.

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só por estar a ler Real, o @El Shafto ganha a discussão 

os e-readers são um produto nicho, para quem quer algo exclusivamente para ler, não tem as distrações dum tablet, tem maior longevidade e uma bateria duradoura, a própria experiência é mais semelhante a de ler um livro 

é por aí

 

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Acabei agora Stoner, de John Williams.

Recomendo bastante para quem queira ficar deprimido neste Outubro que se avizinha.

Escrita simples, sem floreados, que tornam a leitura da vida trágica do protaganista aquilo que ele sente que a mesma é: algo inevitável. 

Os últimos livros que li que me deixaram com esta sensação de niilismo complacente foram O Estrangeiro e o A Um Deus Desconhecido, por isso não fica em má companhia.

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Citação de Le God, há 5 horas:

Acabei agora Stoner, de John Williams.

Recomendo bastante para quem queira ficar deprimido neste Outubro que se avizinha.

Escrita simples, sem floreados, que tornam a leitura da vida trágica do protaganista aquilo que ele sente que a mesma é: algo inevitável. 

Os últimos livros que li que me deixaram com esta sensação de niilismo complacente foram O Estrangeiro e o A Um Deus Desconhecido, por isso não fica em má companhia.

se te quiseres matar antes do ano novo, recomendo seguir esse com the weight of things de Marianne Fritz e No longer human do Osamu Dazai

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Citação de Rain Dog, há 1 hora:

se te quiseres matar antes do ano novo, recomendo seguir esse com the weight of things de Marianne Fritz e No longer human do Osamu Dazai

Nunca li nenhum, mas obrigado pela recomendação. Parece mesmo o tipo de miséria que preciso no Outuno.

Porém, se sobrevivi à Estrada e ao Uma Casa na Escuridão, acho que vou sobreviver a esses.

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Citação de Longineu, Em 12/07/2025 at 18:39:

Pet Peeve: Livros que mudam as capas originais para as de filme quando recebem uma adaptação.

Então, estou a ler a tetralogia Assassins do Kotaro Isaka. O primeiro, Three Assassins tem uma capa muito bonita e quando desligo o Kobo fica com outra capa também muito bonita

Hoje vou começar o Bullet Train. Que tem uma excelente capa original. No entanto, sempre que desligar o aparelho vou ter que levar com isto. Porquê? ☹️

Não continuei o Bullet Train. Não me agarrou como o Three Assassins. 

Nestes ultimos meses li:

All The Sinners Bleed do S.A.Cosby 10/10 em Crime Thrillers. 

The Nevernight Chronicle do Jay Kristoff. Uma rapariga vai para uma escola de assassinos. Chaos ensues. Zero dúvidas que o Kristoff é o meu escritor de fantasia favorito. Mal posso esperar por Novembro que é quando vem a conclusão da trilogia do Vampiro 😍

Strange Houses do Uketsu. Não achei tão bom quanto o Strange Pictures mas está perto. Aparentemente o próximo vai ser chamado de Strange Buildings. Mal posso esperar 😂

Agora estou a ler The Devils do Joe Abercrombie. Não ia pegar nisto durante um tempo porque como vai ser mais uma saga, as chances de eu me esquecer do que aconteceu neste livro quando o 2º sair são muito grandes 😂 

O próximo, muito provavelmente será o rekt do Alex Gonzalez.

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Visitante

Terminada a leitura do último livro publicado pelo Murakami, intitulado "A cidade e as suas muralhas incertas", cada vez me sinto mais distante daquilo que outrora sentia ao ler os livros do autor, sinto que cada vez mais as suas narrativas já não estão ao mesmo nível que nos habituou (o que não quer de todo dizer que, se de hoje para amanhã fosse publicado outro, eu não iria ler), mas prova de que já não me cativa tanto é a quantidade de tempo que demorei para finalizar a leitura, e depois de terminar poder dizer, com toda a certeza, que não gostei por aí além. No início da leitura estava bastante entusiasmado e quem ler este comentário até ao fim vai perceber porquê, mas senti que do meio para a frente o rumo da história tomou caminhos um bocado duvidosos e de difícil interpretação. A parte mais interessante e feliz, é sem dúvida, o posfácio. Interessante porque aí ficamos a saber que esta era uma história com 40 anos de idade, lançada precipitadamente por um jovem Murakami em início de carreira, que se arrependeu de a ter publicado e que sempre alimentou o desejo de reescrever a obra mais à frente. Feliz, para mim, porque ao longo das páginas, variadissimas vezes, dei por mim a pensar em como esta narrativa tinha tantas semelhanças com outro título dele, que eu já li há muito tempo. Então e não é que, nesse mesmo posfácio (acho que é a primeira vez que leio um livro do Murakami que termina com um posfácio) ele admite que depois de editar o seu primeiro romance enquanto escritor "profissional", achou que era a altura certa de voltar a esta história, mas como não conseguiu encontrar o rumo certo para a história original, aproveitou aqui e ali algumas guidelines para escrever o outro título, o tal que vezes sem conta me veio à memória enquanto li este. Foi então com felicidade e alívio que li o posfácio, ficando porém com a certeza absoluta que a adaptação foi muito melhor conseguida do que o original, e com a dúvida de que passados 40 anos o Murakami tenha de facto encontrado o rumo ideal para a história que escreveu quando ainda era um jovem escritor sem provas dadas. 

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Estou à procura do "Mil planaltos", do Deleuze, edição em português de Portugal, que este esgotado em todo o lado e não encontro sequer em alfarrabistas. Alguém tem alguma sugestão onde o posso encontrar? 

 

Editado por dpitz

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Não sei se se enquadra bem aqui mas estou a escrever um livro e precisava de alguém que colocasse tudo em ordem para mandar imprimir na gráfica. Alguém sabe onde posso pesquisar? O livro seria para oferecer agora no natal então tinha de ser algo relativamente rápido.

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Leituras de 2025.

Português: 

Spoiler

 

“Viagens na minha terra”, Almeida Garrett (1846) 

“O crime do padre Amaro”, Eça de Queirós (1875) 

“O alienista”, Machado de Assis (1881) 

“A cidade e as serras”, Eça de Queirós (1901) 

“Poemas de Álvaro de Campos”, Fernando Pessoa (1930) 

“Grande sertão: Veredas”, João Guimarães Rosa (1956) 

“A floresta”, Sophia de Mello Breyner Andresen (1968) 

“As meninas”, Lygia Fagundes Telles (1973) 

“O genocídio do negro brasileiro: Processo de um racismo mascarado”, Abdias Nascimento (1978) 

“A costa dos murmúrios”, Lídia Jorge (1988) 

“O alquimista”, Paulo Coelho (1988) 

“As intermitências da morte”, José Saramago (2005) 

“Que importa a fúria do mar”, Ana Margarida de Carvalho (2013) 

“Racismos: Das cruzadas ao século XX”, Francisco Bethencourt (2013) 

“A cor do inconsciente: Significações do corpo negro”, Isildinha Baptista Nogueira (2021) 

“Dispositivo de racialidade: A construção do outro como não ser como fundamento do ser”, Sueli Carneiro (2023) 

 

Inglês: 

Spoiler

 

“Thumbelina”, Hans Christian Andersen (1835) 

“Siddhartha”, Hermann Hesse (1922) 

“Toward the Final Solution: A History of European Racism”, George L. Mosse (1978) 

“The Birth of Israel: Myths and Realities”, Simha Flapan (1987) 

“Ordinary Men: Reserve Police Battalion 101 and the Final Solution in Poland”, Christopher R. Browning (1992) 

“Let’s Get Invisible!”, R. L. Stine (1993) 

“Night of the Living Dummy”, R. L. Stine (1993) 

“The Girl Who Cried Monster”, R. L. Stine (1993) 

“Welcome to Camp Nightmare”, R. L. Stine (1993) 

“The Ghost Next Door”, R. L. Stine (1993) 

“The Haunted Mask”, R. L. Stine (1993) 

“Be Careful What You Wish For...”, R. L. Stine (1993) 

“The Iron Wall: Israel and the Arab World”, Avi Shlaim (2001) 

“A History of Modern Palestine: One Land, Two Peoples”, Ilan Pappé (2003) 

“Better for All the World: The Secret History of Forced Sterilization and America’s Quest for Racial Purity”, Harry Bruinius (2006) 

“Israel and Palestine: Reappraisals, Revisions, Refutations”, Avi Shlaim (2009) 

“What Does It Mean to Be White?: Developing White Racial Literacy”, Robin DiAngelo (2012) 

“Lives in Common: Arabs and Jews in Jerusalem, Jaffa and Hebron”, Menachem Klein (2014) 

“The Biggest Prison on Earth: A History of Gaza and the Occupied Territories”, Ilan Pappé (2016) 

“Justice for Some: Law and the Question of Palestine”, Noura Erakat (2019) 

“The Hundred Years’ War on Palestine: A History of Settler-Colonial Conquest and Resistance”, Rashid Khalidi (2020) 

 

Francês: 

Spoiler

 

“Les trois mousquetaires”, Alexandre Dumas (1844) 

“Le Comte de Moret”, Alexandre Dumas (1865) 

“La demoiselle aux yeux verts”, Maurice Leblanc (1927) 

“L’homme à la peau de bique”, Maurice Leblanc (1927) 

“L’agence Barnett et Cie”, Maurice Leblanc (1928) 

“La demeure mystérieuse”, Maurice Leblanc (1929) 

“Le cabochon d’émeraude”, Maurice Leblanc (1930) 

“La barre-y-va", Maurice Leblanc (1931) 

“La femme aux deux sourires”, Maurice Leblanc (1933) 

“Victor, de la brigade mondaine”, Maurice Leblanc (1933) 

“La Cagliostro se venge”, Maurice Leblanc (1935) 

“Les milliards d’Arsène Lupin”, Maurice Leblanc (1941) 

“Robe de marié”, Pierre Lemaitre (2009) 

“Le dernier amour d’Arsène Lupin”, Maurice Leblanc (2012) 

 

Espanhol: 

Spoiler

 

“Papelucho”, Marcela Paz (1947) 

“El túnel”, Ernesto Sabato (1948) 

“Papelucho casi huérfano”, Marcela Paz (1951) 

“Papelucho historiador”, Marcela Paz (1955) 

“Papelucho detective”, Marcela Paz (1957) 

“Papelucho en la clínica”, Marcela Paz (1958) 

“Aura”, Carlos Fuentes (1962) 

“La Tía Julia y el Escribidor”, Mario Vargas Llosa (1977) 

“Como agua para chocolate”, Laura Esquivel (1989) 

“La sombra del viento”, Carlos Ruiz Zafón (2001) 

“Temporada de huracanes”, Fernanda Melchor (2017)

 

 

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O que li este ano

storygraph-wrap-up-cover-collage-2025.jp

Menos do que quis mas tive uns DNFs e meti uns em pausa porque não era o momento certo 😅

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Citação de bmfpcdm, Em 31/12/2025 at 22:09:

Leituras de 2025.

Português: 

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“Viagens na minha terra”, Almeida Garrett (1846) 

“O crime do padre Amaro”, Eça de Queirós (1875) 

“O alienista”, Machado de Assis (1881) 

“A cidade e as serras”, Eça de Queirós (1901) 

“Poemas de Álvaro de Campos”, Fernando Pessoa (1930) 

“Grande sertão: Veredas”, João Guimarães Rosa (1956) 

“A floresta”, Sophia de Mello Breyner Andresen (1968) 

“As meninas”, Lygia Fagundes Telles (1973) 

“O genocídio do negro brasileiro: Processo de um racismo mascarado”, Abdias Nascimento (1978) 

“A costa dos murmúrios”, Lídia Jorge (1988) 

“O alquimista”, Paulo Coelho (1988) 

“As intermitências da morte”, José Saramago (2005) 

“Que importa a fúria do mar”, Ana Margarida de Carvalho (2013) 

“Racismos: Das cruzadas ao século XX”, Francisco Bethencourt (2013) 

“A cor do inconsciente: Significações do corpo negro”, Isildinha Baptista Nogueira (2021) 

“Dispositivo de racialidade: A construção do outro como não ser como fundamento do ser”, Sueli Carneiro (2023) 

 

Inglês: 

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“Thumbelina”, Hans Christian Andersen (1835) 

“Siddhartha”, Hermann Hesse (1922) 

“Toward the Final Solution: A History of European Racism”, George L. Mosse (1978) 

“The Birth of Israel: Myths and Realities”, Simha Flapan (1987) 

“Ordinary Men: Reserve Police Battalion 101 and the Final Solution in Poland”, Christopher R. Browning (1992) 

“Let’s Get Invisible!”, R. L. Stine (1993) 

“Night of the Living Dummy”, R. L. Stine (1993) 

“The Girl Who Cried Monster”, R. L. Stine (1993) 

“Welcome to Camp Nightmare”, R. L. Stine (1993) 

“The Ghost Next Door”, R. L. Stine (1993) 

“The Haunted Mask”, R. L. Stine (1993) 

“Be Careful What You Wish For...”, R. L. Stine (1993) 

“The Iron Wall: Israel and the Arab World”, Avi Shlaim (2001) 

“A History of Modern Palestine: One Land, Two Peoples”, Ilan Pappé (2003) 

“Better for All the World: The Secret History of Forced Sterilization and America’s Quest for Racial Purity”, Harry Bruinius (2006) 

“Israel and Palestine: Reappraisals, Revisions, Refutations”, Avi Shlaim (2009) 

“What Does It Mean to Be White?: Developing White Racial Literacy”, Robin DiAngelo (2012) 

“Lives in Common: Arabs and Jews in Jerusalem, Jaffa and Hebron”, Menachem Klein (2014) 

“The Biggest Prison on Earth: A History of Gaza and the Occupied Territories”, Ilan Pappé (2016) 

“Justice for Some: Law and the Question of Palestine”, Noura Erakat (2019) 

“The Hundred Years’ War on Palestine: A History of Settler-Colonial Conquest and Resistance”, Rashid Khalidi (2020) 

 

Francês: 

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“Les trois mousquetaires”, Alexandre Dumas (1844) 

“Le Comte de Moret”, Alexandre Dumas (1865) 

“La demoiselle aux yeux verts”, Maurice Leblanc (1927) 

“L’homme à la peau de bique”, Maurice Leblanc (1927) 

“L’agence Barnett et Cie”, Maurice Leblanc (1928) 

“La demeure mystérieuse”, Maurice Leblanc (1929) 

“Le cabochon d’émeraude”, Maurice Leblanc (1930) 

“La barre-y-va", Maurice Leblanc (1931) 

“La femme aux deux sourires”, Maurice Leblanc (1933) 

“Victor, de la brigade mondaine”, Maurice Leblanc (1933) 

“La Cagliostro se venge”, Maurice Leblanc (1935) 

“Les milliards d’Arsène Lupin”, Maurice Leblanc (1941) 

“Robe de marié”, Pierre Lemaitre (2009) 

“Le dernier amour d’Arsène Lupin”, Maurice Leblanc (2012) 

 

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“Papelucho”, Marcela Paz (1947) 

“El túnel”, Ernesto Sabato (1948) 

“Papelucho casi huérfano”, Marcela Paz (1951) 

“Papelucho historiador”, Marcela Paz (1955) 

“Papelucho detective”, Marcela Paz (1957) 

“Papelucho en la clínica”, Marcela Paz (1958) 

“Aura”, Carlos Fuentes (1962) 

“La Tía Julia y el Escribidor”, Mario Vargas Llosa (1977) 

“Como agua para chocolate”, Laura Esquivel (1989) 

“La sombra del viento”, Carlos Ruiz Zafón (2001) 

“Temporada de huracanes”, Fernanda Melchor (2017)

 

 

curiosidade, lês quantas páginas por hora???

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Citação de Rōnin, há 11 minutos:

curiosidade, lês quantas páginas por hora???

Não faço ideia. Vai variar do tipo de livro que se lê, também. Um livro de Arrepios, por exemplo, deve dar para acabar num par de horas.

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