Ir para conteúdo

Descartes

Membro da Comunidade
  • Total de itens

    57.012
  • Registo em

  • Última visita

Tudo que Descartes publicou

  1. Isso seria uma perda de tempo. Tu nem conseguiste perceber que eu estava a comparar a mensagem do cartaz dos ciganos com o teu comentário. Em particular com os 2 primeiros pontos. O que o Esgaio faz às pessoas... 😁
  2. Um comentário político (ou piada, se quiserem) na mouche sobre essas declarações do Montenegro foi produzido pelo Santos Silva em entrevista ao Observador: “Se o primeiro-ministro quer que nós sejamos como o Cristiano Ronaldo a jogar à bola, como antigamente quando maravilhava os estádios com golos e jogadas espetaculares, estou 100% de acordo e todos os dias procuro cumprir esse desiderato, embora saiba que as minhas competências estão muito longe da genialidade de Cristiano Ronaldo”, começou por dizer. “Se o primeiro-ministro está a falar no Cristiano Ronaldo que foge aos impostos ou no que faz serviço — aliás, muito caro — prestado ao Estado da Arábia Saudita, no Cristiano Ronaldo admirador confesso de Donald Trump, irei dizer que todos os dias faço tudo o que posso para me situar nos antípodas dessa imagem”, concluiu o socialista.
  3. O principal problema é que, assim, deve ser difícil mudar o jogo para Braga.
  4. Pois. Eu já desconfiava que tu tens um problema a interpretar comparações.
  5. Está tudo errado. É como a história do cartaz dos ciganos. Em termos literais é um facto inquestionável, mas toda a gente sabe o que está ali escrito e qual a sua intenção. 1 - Sim, é óbvio. Mas convém que os destinatários da piada saibam que vão ouvir ou ler uma piada. Caso contrário estamos numa daquelas situações em que quem mete a pata na poça se desculpa com o clássico: "Estava só a brincar"; 2 - Sim, é óbvio. Mas convém que os destinatários do que ele ali escreve saibam que é "só para a rambóia". E não me parece, de todo, que seja esse o caso; 3 - Não. Não é uma piada. E não passa a ser uma piada só porque há quem lhe tenha achado graça; 4 - Não. Usar o Esgaio só torna o comentário percetível por quem acompanha o futebol e os espaços futebolísticos nas redes sociais. Exatamente porque o Esgaio é um alvo conhecido de cyberbullying; 5 - Isso é só parvo e ainda piora a questão.
  6. Duas ou três coisas sobre esse teu comentário: 1 - O Rui Rocha não é humorista (um abraço para a Joana); 2 - O twitter do Rui Rocha não é um espaço humorístico (um abraço para o ED); 3 - O post do Rui Rocha não é uma piada. É uma declaração política; 4 - O Esgaio não é o Cajó, ponta de lança do Alguidares de Baixo. Teve (e tem) uma carreira bastante aceitável, que milhares de jogadores de futebol que por aí andam não enjeitariam, pelo que o comentário do Rui Rocha nem cumpre com os objetivos a que se propõe, não fazendo sentido; 5 - Os comentários a que o Esgaio foi sujeito ao longo dos anos por parte de adeptos do Sporting relacionavam-se diretamente com a sua performance em termos profissionais. O comentário do RR é apenas uma forma de cyberbullying; Nota final: se quisermos fazer comparações entre futebolistas e políticos, tendo em conta as suas carreiras, podemos dizer que o Mário Soares ou o Cavaco Silva serão Ronaldos. O Rui Rocha, esse sim, será um Esgaio (chegou a um patamar a que poucos chegam mas não atingiu um nível de excelência). O Montenegro, que ele pretende atacar, estará num nível a que, em termos futebolísticos, chegou um Rui Costa ou João V. Pinto.
  7. Claro que sim. Não te prendas por nós.
  8. Sim, sim, tens, literalmente o Trump a liderar a democracia mais consolidada do mundo.
  9. Felizmente a Democracia salva-nos desse destino.
  10. Não vi nada deste jogo. Mas acho que foi um escândalo.
  11. Aqui fica uma síntese sobre os feitos dos tenistas portugueses em 2025. Centrando a análise nas finais disputadas e títulos conquistados nas várias categorias desde os SUB-12. CIRCUITO ATP Começamos com uma fácil. Em 2025 não houve nada. Nem uma final para amostra. O melhor que se conseguiu foram as meias finais do Nuno Borges em Auckland, logo no início do ano. Confirmou-se um padrão que se apresenta desde 2018. Só temos portugueses em finais nos anos pares. O que é um bom prenúncio para o próximo ano. CIRCUITO CHALLENGER - ATP Nos Challengers tivemos um ano muito fraco. Apenas duas finais disputadas, ambas pelo Henrique Rocha (em Oeiras e Matsuyama), e um título conquistado no Japão no final da temporada. Para encontrarmos pior temos que recuar até 2014 (duas finais perdidas pelo Gastão Elias). Em 2016 também só estivemos em 2 finais, mas nesse ano o Gastão ganhou as duas. E com menos finais disputadas temos que recuar a 2007, quando o Fred Gil ganhou o seu 2º Challenger da carreira em Sevilha. CIRCUITO FUTURE - ITF Quatro portugueses estiveram presentes em 11 decisões em 2025, conquistando 4 títulos. O Tiago Pereira foi o principal protagonista com 7 presenças em finais mas apenas ganhou uma delas, na Figueira da Foz. O Gastão Elias esteve em 2 finais ganhando ambas. Em Vila Real de Santo António no início do ano e no Porto no Verão. O quadro fica completo com o Frederico Silva, que ganhou um título também em Vila Real de Santo António e com o Tiago Torres que perdeu uma final em Pontevedra. Não foi mau, mas ficámos muito aquém dos números de 2024 (12 títulos em 17 finais) e de 2023 (16 títulos em 22 finais). CIRCUITO JÚNIOR (SUB 18) - ITF Foram 7 os portugueses que estiveram em 11 finais, conquistando 5 títulos. O Ricardo Leal, com 4 finais e 2 títulos (em Leiria e Vilamoura), foi a principal figura, seguido pelo João Morgado, com 3 finais e 1 título (em Bejar). O João Luís Silva (em Setúbal) e o Gonçalo Quintela (no Porto) ganharam as finais que disputaram, ao contrário do Martim Bernardo e do Duarte Lima Sanches que perderam as suas. De assinalar que a final de Setúbal, entre o João Luís Silva e o João Morgado, foi a única entre 2 portugueses. Apesar deste ter sido um ano com números comparáveis aos últimos anos (2024 - 10 finais e 7 títulos; 2023 - 18 finais e 5 títulos; 2022 - 12 finais e 4 títulos; 2021 - 14 finais e 5 títulos), temos que recuar a 2020 para encontrar o último em que nenhum português esteve numa final numa categoria acima das 2 mais baixas (J30 ou J60). Entre 2021 e 2024 nomes como o Jaime Faria, o Gonçalo Marques ou o João Dinis Silva estiveram pelo menos numa final de J100. CIRCUITO SUB 16 - TENNIS EUROPE Houve 7 portugueses a disputar 8 finais, conquistando 5 títulos. O único repetente, ganhando as duas finais que disputou, foi o Tiago Korrodi Ritto, que venceu no Porto e em Sintra, em 2 semanas consecutivas de setembro. Os outros campeões foram o Tomás Tocha (em Coimbra), o Afonso Coutinho (em Aviles) e o Tomás Vilaça (em Waterloo). Como finalistas derrotados ficaram o Duarte Lima Sanches, o Lourenço Correia e o Gonçalo Caramelo. Finais entre portugueses houve duas. A que opôs o Tocha ao Sanches em Coimbra e a que teve como protagonistas o Ritto e o Correia em Sintra. Esta geração não foi das mais bem sucedidas dos últimos tempos. Temos que recuar a 2018 para encontrar um ano com menos finais disputadas, apenas 6. CIRCUITO SUB 14 - TENNIS EUROPE Quatro portugueses disputaram 10 finais conquistando apenas 2 títulos. O único a celebrar no final foi o Luís Bernardo Saraiva que ganhou 2 das 3 finais em que participou (Larnaca e Manacor). No entanto, quem mais finais registou foi o Francisco Sardinha com 4, sempre nos principais torneios, destacando-se a final de Barcelona (um dos "Slams" da categoria) em que só soçobrou frente ao n.º 1 deste escalão, o grego Rafael Pagonis. As restantes finais foram atingidas pelo João Deus (2) e pelo Nuno Graça Moura. Esta categoria não tem evidenciado resultados significativos, pelo menos desde 2010 (até onde vão os meus registos e a base de dados do Tennis Europe). No ano passado só tivemos 3 finais e apenas uma em 2023. As 10 finais disputadas em 2025 estabelecem um novo recorde, ultrapassando as 9 que aconteceram em 2013. CIRCUITO SUB 12 - TENNIS EUROPE Apenas 4 finais e 2 títulos. O Alexandre Calheiros ganhou as 2 que disputou e o Alex Gameiro perdeu as 2 em que esteve. No mês passado, em Ponta Delgada, estiveram os 2 frente a frente. A outra vitória do Calheiros aconteceu em Carcavelos. O Gameiro foi o único que chegou à final num torneio no estrangeiro, em Granada. Em todo o caso, não foi nada mau. Melhor que 4 finais só encontramos em 2015, com 5. E desde 2017 que não se chegava às 4.
  12. Não ligues. Eu é que fui burro. Vi a barra do "conteúdo oculto" e o meu cérebro assumiu que se tratava do boneco dos Simpsons. De qualquer forma, sim. Qualquer um desses outros títulos são mais rigorosos do que o título CM.
  13. Pedimos desculpa pela interrupção da emissão. Estaremos de volta dentro de 15 minutos.
  14. O Tiago Torres é o novo campeão nacional, tendo derrotado o Francisco Rocha na final. Os principais favoritos ficaram-se pelas meias finais. O Jaime Faria perdeu com o Rocha e o Gastão Elias com o Torres.
  15. Como se não bastasse a desinformação da extrema direita... Essas agressões e roubo de 10 euros aconteceram em 2016. Há quase 10 anos. O que, aliás, se descreve no corpo da notícia. A notícia de hoje foi apenas a decisão do Tribunal em manter a pena suspensa de 2 anos. Sim, bem sei que é uma notícia CM e que é um título CM. Mas colocá-la aqui com o título apenas por copy/paste sem qualquer contextualização não me parece a forma mais correta. A não ser que queiramos mudar este espaço para CMpt.
  16. Na verdade nós já estamos apurados. O Caldas precisa de ganhar os 4 jogos que lhe faltam (um deles com a Académica); o Atlético só pode empatar um dos que lhe faltam (um deles com a Académica); e a Académica precisa de ganhar 3. Estas 3 condições são impossíveis de acontecer em simultâneo. Só não estamos matematicamente apurados (e se calhar até estamos) porque ainda há questões relacionadas com igualdade pontual que ainda envolvem também o Amora e a U. Santarém.
  17. Eu não sou supersticioso mas é curioso que a maior vitória da época tenha acontecido quando eu expressei publicamente que não acreditava.
  18. O americano Nishesh Basavareddy chegou às 10 vitórias na carreira na 3ª ronda da NextGen Finals ao derrotar o Engel.
  19. Uma vitória amanhã na Covilhã coloca-nos com 11 pontos de avanço sobre o 5º classificado com apenas 12 pontos por disputar. Ou seja, com o acesso à fase de promoção e consequente manutenção praticamente garantida. Dito isto, e como estou a falar do Belenenses, é óbvio que não vai acontecer.
  20. Duas coisas que me têm irritado recentemente: 1 - A tendência que já vi escrita por mais do que uma vez de que o discurso radical introduzido pelo Ventura nas questões da imigração, apesar de condenável, ter permitido discutir esse assunto livremente sem que as pessoas fossem acusadas imediatamente de serem racistas ou xenófobas. Ou, segundo a minha interpretação, que a normalização do discurso de ódio protagonizado pelo Chega ter permitido que as pessoas expressem livremente opiniões racistas e xenófobas sem qualquer tipo de condenação social. O que muito satisfaz as pessoas que têm opiniões racistas e xenófobas. 2 - A tendência, que já vem de longe mas que assumiu recentemente contornos insuportáveis, de comentar a política como se se tratasse de futebol. Onde os debates se analisam como partidas de futebol e cada sondagem publicada se avalia como uma jornada do campeonato. Cada vez que se diz que o Candidato A ultrapassou o candidato B e segue na frente por x pontos dá-me vontade de atirar a televisão pela janela.
  21. As peças do puzzle começam a encaixar-se. Afinal o assassino só passou por Torres Novas para tirar o secundário. Ele é originário do Entroncamento. A terra dos fenómenos e de eleitores do Chega.
×
×
  • Criar Novo...