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AndreSCP7

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  1. A custo 0 acho que não seria, o Sounders tem opção de renovação por mais um ano - acaba contrato a Dezembro de 25, passaria a Dezembro de 26. Mas a notícia vem do Merlo, que é o jornalista mais fiável da América do Sul/Central. Parece-me evidente que há interesse nosso, pelo menos.
  2. Acho que a grande diferença neste jogo, e também se notou em Nápoles - não gostei tanto da exibição como a maioria, especialmente na 1ª parte - foi que a pressão do Braga expôs completamente as nossas limitações colectivas a sair da pressão alta. Nem com o Porto tivemos tantas dificuldades. A equipa faz ali uma linha flat de 4 mais o GR e fica a circular, com muita calma para atrair o adversário. Até aqui, tudo certo. O problema é que o objetivo de atrair é precisamente para criares espaços e teres lances mais perigosos depois em quase-transição, e não sei se fizemos isso de forma limpa uma vez. A equipa alarga imenso o campo mas faltam ali movimentos de aproximação pelo meio e respetivos contramovimentos, há uma cratera no espaço central e as saídas acabam invariavelmente numa de duas formas - bola longa no Suarez, que foi claramente o MVP ontem mas não é o jogo dele, claro; ou passes para o extremo receber de costas, junto à linha e muitíssimo pressionado. Ou seja, ou vais perder a bola, ou vais ficar com ela à rasca, sem criar propriamente vantagens do trabalho que fizeste para atrair o adversário. E isto é algo que não se nota em 90% dos jogos. Aliás, quando eu escrevi aqui sobre o Sporting quase nem foquei nesse aspecto, não dava sequer para avaliar. As equipas não vêm cá pressionar até ao GR, ou fazem-no só em momentos muito esporádicos, portanto dá para remetê-los ao último terço e, aí, a equipa tem mais coisas interessantes trabalhadas. Mas ontem não conseguiram suster um domínio que permitisse andar nesses espaços com frequência. Se mantivermos a confiança - o que eu não sei se é líquido - acho que vamos continuar a ser bastante fortes com os pequenos. Mas com estas dificuldades na construção, a somar a outras que são mais chatas nestes jogos, vamos ter sempre muitas dificuldades com equipas que tenham mais qualidade individual e capacidade para vir pressionar a campo inteiro. Qualquer um dos 4 jogos podia ter caído para nós, mas o único em que fomos superiores foi com o Benfica, que tinha para aí 5 treinos.
  3. O AFS é aberrante, qualidade individual muito abaixo da média da liga mesmo. Só mesmo com um milagre enorme se safam. Já o Alverca é um bocado o contrário. Especialmente sem o terrorista futebolístico a 6, o Davy Gui não é a última bolacha do pacote mas ao pé dele é o Redondo. Continuo a não gostar propriamente do futebol jogado, mas com o plantel que construíram têm tudo para conseguir a manutenção de forma confortável
  4. O Flávio tem um cargo diferente, como tinha dito acima. Depois após o mercado de Janeiro passou de Head of Scouting para um novo cargo, como anunciado na altura. Mas o Portal assumiu mais responsabilidades sim, no fundo faz a coordenação do Scouting e a ligação entre ele e a estrutura acima dele. Ele tem isso tudo lá no linkedin dele aliás
  5. ? Não sei de nada. Vou perguntar. Mas em bom rigor o Flávio mudou de cargo depois da reestruturação de Janeiro, não será isso?
  6. Não é por ter sido expulso, mas este Abdullai é um dos piores jogadores que já vi na 1a liga. Não sei como se lembraram de um gajo destes, ele até em passes sem pressão a 2 metros tem dificuldades enormes. O resto do 11, na globalidade, até é bem interessante. Particularmente o Naves, o Amorim e os 2 extremos - o Lincoln para este nível é um overkill hilariante. E o Vitória não está a jogar nadinha, imagino que agora contra 10 melhore.
  7. Foi ainda pior do que a estatística indica. Por muito mal que este Benfica jogue, jogo fenomenal do Gil. Um dos melhores que vi um pequeno fazer num campo destes. Todo o mérito para o César Peixoto
  8. Quanto ao primeiro parágrafo, certo. E eu nem sou o maior fã desta moda das perseguições individuais, embora perceba porque ganhou preponderância no futebol atual. Por mim, tinhamos a linha a pisar o meio campo e mesmo as referências de pressão eram um pouco menos individuais. Mas isso não te oferece uma pressão tão imediata quando o adversário quer reter a bola, daí a moda atual. Só que se é para fazer, temos de ser congruentes para não criar esses buracos entre setores. Se a linha média e avançada vão totalmente, mas os defesas ficam, esse espaço entre eles vai sempre existir e, contra boas equipas, explorado. Claro que se forem todos podem explorar as costas, mas aí a ideia é teres pressão suficiente na bola para ou impedires/dificultares muito esse tipo de passes ou matares o lance antes. Falando das ligações, e ao rever parte do jogo, notei ainda mais que tem faltado um pouco uma decisão melhor no penúltimo passe. Normalmente do Pote ou do Trincão, aliás. Há várias ruturas que não são seguidas e que eles não aproveitam, acabando por seguir com a bola e não tirar grande vantagem da coisa - porque o adversário não cai no engodo e continua nele. E 100% de acordo quanto ao Kocho. Acho que ou está demasiado recuado, ou quando sobe a coisa ainda não está bem articulada. Eu colocava o Hjulmand um pouco mais atrás do que tem jogado, até para dar uma cobertura mais eficaz para circular e para ajudar à ocupação racional dos espaços/reacção à perda. Não quer dizer que o Kocho não possa continuar a fazer a linha de 3 quando apropriado, até porque isso dificultou muito a pressão do Moreirense - o ala direito deles ficou várias vezes a meio caminho entre sair no Kocho ou cobrir o Mangas que estava alto e aberto, o que levou a várias situações interessantes. Mas continuo a achar que os movimentos complementares existem. Pode não estar no patamar ideal ainda, mas tens um nível interessante de ruturas a contrastar com os movimentos em apoio. Aliás, várias vezes o problema é mesmo os colegas não respeitarem essas ruturas - porque a linha adversária não afunda com elas e, por isso, o espaço está lá e não entre sectores - do que propriamente elas não existirem. É isso que depois leva a algum aparente excesso de jogo interior. @Wincing Hálldor por acaso ao rever o jogo (vou no minuto 25), o Moreirense teve ali um ou dois momentos mais prolongados em que nos empurrou para OD e a resposta da nossa equipa foi basicamente sobrecompensar e ter o pessoal da linha média a seguir tudo o que é rutura até à linha defensiva. Particularmente o Quenda e o Hjulmand, na sequência de que falo. E já tinha reparado um pouco nisso na 2ª parte. Neste jogo resultou bem, até porque o Moreirense não criou nada a partir desses momentos, mas estou curioso para ver como isso resulta contra equipas melhores. Acho que essa abordagem pode ser explorada, se a mantivermos - já tinha reparado que a fazemos por vezes, mas não de forma tão flagrante como naquela sequência. Sendo também curto e grosso, discordo das duas. O Inácio esteve muito bem com bola no último jogo, e achei o Vagiannidis genuinamente bom, melhor do que esperava. Se calhar é por aí também, do que vi dele na Grécia achei que ia ser razoável no máximo, mas gostei da qualidade técnica em condução dele no último terço e acho que ainda não conseguimos explorar de forma competente o que ele tem de melhor, que são as movimentações de rutura. A atacar é um upgrade claríssimo ao Fresneda, não que seja difícil.
  9. Acho as bolas paradas ofensivas o menos estranho de tudo. É ver o 11 que jogou ontem, por exemplo. Temos um jogador acima da média nas bolas paradas ofensivas, que é o Inácio, e de resto anda tudo entre o mau e o... mau+? Especialmente em cantos, curiosamente o Hjulmand parece-me substancialmente melhor a atacar livres laterais, por exemplo. No jogo com o Kairat os cantos foram muito bem executados, por exemplo, mas nem assim marcámos por faltar ameaça na área. Quanto à questão da transição defensiva, largamente de acordo. Mesmo na pressão, sim, uma equipa com qualidade a circular vai conseguir quebrar a nossa pressão algumas vezes, e acho que um factor importante para isso é a linha defensiva. Os 4+2 da frente normalmente assumem comportamentos muito agressivos, com bastantes referências individuais e são, no geral, jogadores fortes a pressionar. Ter o Suarez como primeiro homem é logo uma ajuda grande, o rapaz é muito agressivo, corta as linhas de passe certas, tem bons timings e é, no geral, uma peste. Não é por acaso que já teve várias oportunidades precisamente vindas de recuperações altas que fez. Mas a linha defensiva, por vezes, é demasiado passiva. É uma área em que o RB tem adotado princípios que já estavamos a utilizar do ano passado imo, a equipa adota bem mais referências individuais na pressão do que outras equipas dele e através disso consegue matar mais ataques, mas não é tão constante como era ali no final do Amorim, e quando não o faz a linha prefer sempre recuar mais um pouco do que assumir comportamentos zonais mas mais agressivos. Não é preciso ir à loucura do Flick nesse momento - de que não sou fã, aliás - mas às vezes abusamos no sentido contrário. Na parte da falta de eficácia, não concordo tanto. Ou melhor, eu percebo o teu ponto, mas a) não acho que a largura total seja sempre necessária, embora em alguns momentos os nossos laterais possam atacar um bocadinho mais abertos e b) eu acho que o potencial de continuarmos a insistir e a iterar sob o ataque a este tipo de espaços é enorme. Acho que são zonas que requerem uma destreza técnica e de entendimento dos colegas superior, e a forma como exploramos esses espaços - há mais liberdade posicional ou até caos se quiseres caracterizar a coisa assim - requer mesmo uma ligação muito forte entre colegas, mas acho que ela se está a solidificar cada vez mais, temos jogadores com características para isso e quando a coisa pega criamos oportunidades de grande qualidade e muito limpas. Acho que faltam um pouco lances como o do 3º golo, que deve ser ao que te referes e que acontecia muito com o Amorim, mas aí sinceramente acho que ter o Mangas ali é sempre um problema, e o nosso pessoal da frente teve várias ocasiões para encontrar esse pessoal (Mangas ou Vagi) em rutura, o adversário não seguiu a rutura e eles mesmo assim não respeitaram o movimento. Que é um conceito que eu raramente gosto de referir, sequer - os jogadores não têm de passar porque a rutura existe, têm de a utilizar e depois decidir consoante a acção do adversário - mas acho que os próprios adversários muitas vezes percebem que o passe não vai entrar ali e por isso ignoram até movimentos de potencial alto. E discordo também quanto ao Suarez. Claro que em comparação com o Gyokeres não rompe tanto, mas acho a variabilidade de movimentos dele até à área é muito boa. A primeira oportunidade que tem ontem nasce justamente de uma rutura dele que o Debast descobre, e mesmo quanto à equipa em geral, no momento de organização ofensiva a variabilidade de movimentos da equipa parece-me boa. Há um contraste claro para o tempo do João Pereira, por exemplo, em que esse era mesmo capaz de ser o maior problema. A equipa tinha muitos jogadores por dentro e tentava combinar, mas quase ninguém ia no espaço e, por isso, a equipa era relativamente fácil de defender e criava pouco. Não acho que seja o caso aqui. O que me parece é que com o Amorim e com o Gyokeres a equipa tentava ao máximo criar situações de transição ou pseudo-transição (tens a bola mas atrais o adversário de forma a criares o espaço que se assemelha a uma), e aqui tentamos empurrar mais o adversário para trás e furar o bloco recuado deles. O ponto da alternância Kocho-Pote é bom. Também tenho notado alguma entropia, e acho que uma boa solução era o Pote por vezes ficar um pouco mais recuado. Acho que o Kocho tem coisas extremamente interessantes quando pode subir mais, mas de facto ele ou fica na construção a 3 - que é uma dinâmica engraçada e que tem servido para desequilibrar, o Moreirense teve imensas dificuldades na primeira parte com isso como o próprio treinador deles admitiu - ou, quando sobe, muitas vezes vai para o espaço do Pote e isso dificulta um pouco a reacção à perda e a recuperação depois. Mas acho que com o tempo eles próprios vão perceber isso. Estou curioso para ver como isto vai funcionar noutros jogos mais complicados. Como disse na altura, nem sequer achei o jogo com o FCP propriamente mau. Foi um clássico raro em Portugal no sentido em que foi, de facto, um bom jogo de futebol entre duas equipas de qualidade que tentaram jogar. Na última década acho que os dedos de uma mão sobram para contar os que encaixam nisso. Mas a derrota aceita-se perfeitamente, e isto tem de evoluir ainda mais para termos outro sucesso nesse tipo de jogos. Só que contra os outros... por exemplo, eu acho o Famalicão melhor equipa que o Vitória ao dia de hoje. E a verdade é que fomos lá e eles criaram muito pouco. Mesmo o Moreirense, estou convicto que vai ser melhor contra os outros 2, especialmente o Benfica. O Braga pode ser o ponto intermédio chato, pela qualidade individual superior que tem, mas também não jogam grande coisa e se não nos conseguirem tirar muito a bola vão passar mal também. E aí já correste 15/17 dos adversários que vais ter...
  10. Tenho gostado muito, na globalidade. O maior problema é mesmo na transição defensiva, diria. É um pouco um trade-off de atacar com tantos jogadores, e eu aceito em larga medida viver com isso, mas à primeira vista acho que falta ali alguma articulação especialmente com os médios, e mesmo o comportamento dos centrais por vezes devia ser mais agressivo - acho que se notou mais com o Kairat que hoje. A organização defensiva não tem sido muito testada, mas acredito que possamos sofrer, tanto por características dos jogadores - sem Diomande ainda mais - como pela própria falta de habituação da equipa a passar tempo nesse momento. Aconteceu um pouco com o Sporting do Amorim no seu último estágio evolutivo, em que era uma equipa maravilhosa e massacrava os adversários, mas sofremos imenso contra o PSV e mesmo nos primeiros 25 minutos com o City porque não havia Coates e havia menos hábitos em OD, provavelmente até em treino. Posto isto, a equipa assume posicionamentos bastante agressivos em organização ofensiva, encontra espaços interiores com grande competência e depois tem ali um trio que opera com uma qualidade muito acima da média nessas nesgas de espaço e rebenta com as organizações defensivas da nossa liga. A facilidade que temos em criar oportunidades com a bola controlada - sem ser em cruzamentos - contra blocos compactos e baixos compete seriamente com o melhor do Amorim. O Suarez contribui bastante para isso, sim, mas mesmo os caminhos que a equipa procura são bons e o Rui Borges, claramente, tem procurado aproveitar e potenciar as ligações que existem entre os 3. De resto, os tais posicionamentos agressivos que referi criam overloads enormes muitas vezes, e com mais um passe ou uma melhor decisão conseguiam criar oportunidades ainda melhores, particularmente em transição. Se melhorarmos nisso, e começarmos a marcar o que criamos - do que conheço do Suarez e do próprio histórico dele por exemplo, tanto tem jogos destes como outros em que cai tudo e marca 3 ou 4 - vamos ser ainda mais demolidores. E acho que a esmagadora maioria das equipas do nosso campeonato não tem qualidade individual suficiente para expor de forma flagrante os aspectos que mencionei acima. Porque, apesar de tudo, em 5 jogos fora Porto para o campeonato, temos 0 golos sofridos de bola corrida e muito poucas oportunidades concedidas sequer. Em bom rigor, o maior problema se calhar é mesmo a bola parada, pelo menos internamente😂
  11. Os penaltis adicionam à volta de 0.75, ainda é menos 0.5 do que dizes com os 2. De resto, continuo a gostar mais do Sporting do Rui Borges do que esperava. E até fui uma das pessoas que o pediu quando estava no Vitória
  12. Justo. Mas os meus critérios também são diferentes dos da maioria, concedo que se o critério for a contagem de troféus ou o G+A somado do ano civil é absurdo ganhar ele.
  13. O Simões é muito interessante, mas tenho alguma dificuldade em avaliar o quão pronto está ao dia de hoje. Apareceu no contexto de incineradora do JP e teve as dificuldades normais de toda a gente aí, depois com o RB estava a melhorar, fez um jogo fantástico com o Bologna e quando parecia que ia ter espaço real para agarrar o lugar teve a lesão que o afastou para o resto da época. Nas cameos dele na pré-época não o achei fantástico, mas aí a equipa globalmente estava bem abaixo do nível atual. E na B estava a jogar a um nível elevado, mas nunca na posição que se quer que ocupe na A. Acho que o Mateus era melhor, porque vinha de ser o melhor médio da liga fora 3 grandes e é o fit perfeito para um 8 de grande, em todos os sentidos. O trajecto da carreira dele após a venda surpreendeu-me zero. Mas o Simões merece claramente espaço para ir entrando e mostrar o que vale, especialmente com o Morita sempre no estaleiro. Não acho que deva ser titular, pelo menos por agora, mas devia ser ele a entrar para o lugar do Kocho e raramente é. O treinador confia um pouco menos nele do que devia, nesta fase.
  14. A (primeira) saída do João Pereira foi bem chorada, porque subiram o idiota do Pedro Coelho que é 10x pior, e o treinador da B antes do João Pereira era o Celikkaya, que é o pior treinador que já vi numa equipa de formação do Sporting. Já o Gião tem sido muito melhor que o próprio João Pereira, e ainda mais que os outros todos. A equipa tem evoluido de forma consistente, joga bem, e com resultados muito acima dos jogadores que tem imo. Acertaram em cheio aqui.
  15. Como é que estamos mais curtos? Os únicos jogadores de impacto no plantel que sairam foram os 2 avançados, que foram substituidos pela à data 2ª e 3ª contratações mais caras da nossa história, e foste buscar o Kocho e o Vagiannidis para o lugar de ninguém. Pode-se argumentar que o plantel é pior na mesma porque perdeste o impacto do Gyo, mas "mais curto" não vejo como - a não ser que se conte com as lesões do Bragança e do Nuno, mas ambos devem estar disponíveis o mesmo tempo que estiveram na época passada, especialmente o segundo (apesar de eu achar que ainda vai demorar)
  16. O objectivo principal será sempre esse, certo, mas quem lá está não pode só pensar nos próximos 3/9 meses. Por absurdo, se algum clube árabe chegasse cá e espetasse 90M no Trincão hoje o clube tinha sempre de aceitar, mesmo que fosse uma perda absolutamente nociva para o clube no curto prazo - bem mais que o Inácio imo, pelas características do nosso plantel. Especialmente tendo em conta o contrato do Inácio. Se me garantirem que ele fica e renova, a coisa já muda um pouco de figura. Até porque este mercado provavelmente vai continuar a estar lá para ele. Quanto à última questão, o que me disseram ontem é que era treta. Mas vem do lado do Sporting, e com os saudis a coisa funciona de forma algo estranha. Não me chocava nada que à altura do que me disseram não tivesse chegado nada aqui, e que de repente espetem com a proposta sem mais nem menos.
  17. Certo, mas se não o venderes e falhares a Champions na mesma (pode perfeitamente acontecer) passa a ser duplamente tenebroso porque vais ter de vender 2 ou 3 titulares lol. Um factor adicional de perigo aqui é que o Inácio tem contrato até 2027. Se eu fosse a ele não renovava, porque isso aumenta o poder negocial do jogador, e num caso desses no próximo verão ninguém paga mais de 20M por um central da liga Portuguesa a 1 ano de acabar o contrato. Nesta fase eu só vendia mesmo pelos 60, mas se lá chegarem e o jogador quiser, força. É aguentar 3 meses e usar os fundos depois - desta vez mesmo, se puder ser.
  18. Faz sentido. Do Bafdili não vi imenso, espreitei só uns jogos na equipa B do Genk e notava-se o talento, mas também que estava a jogar numa liga fisicamente muito exigente para um puto de 16/17 anos e franzino. Mas algumas das coisas que mais me agradaram nele até foram sem bola - é muito agressivo e perspicaz a ler e a cortar linhas de passe
  19. O que andou sempre a circular, e que eu sinceramente não dei muito crédito porque isto tudo sempre me pareceu demasiada areia, é que o Kevin preferia o Sporting e sempre quis muito vir para cá. Deve ir ali bater no tecto salarial, mas duvido que supere. Ao que parece era mesmo verdade😂
  20. Aparece em muitos lances deste resumo, foi o último jogo que fez (é o #11). E salvou-os da eliminação certa aos 6:12, parecia o St. Juste prime😂
  21. Aí talvez, mas o único jogador dos falados pelo qual alguma vez o SCP chegaria a estes valores era o Kevin. Eu acho toda a rábula do extremo altamente criticável, atenção, mas é por aí.
  22. Se o Yeremay se fizesse por '30 e uns pozinhos', tinha vindo.
  23. Isto do Kevin seria desespero também, mas ao menos é um desespero por um gajo com tudo para ser marcante no tugão e com potencial claro de valorização, mesmo tendo em conta os valores gigantes pelos quais certamente viria, se assinasse. A viagem de montanha russa acaba em breve, é aguentar😂
  24. Se o Jota vem por 15M é indesculpável. Um jogador que a estrutura não quer e que andou o mercado inteiro a tentar nos moldes de menor risco possível, por ser um pedido muito forte do treinador, a vir a 2x o preço que custou ao Nottingham há um ano depois de uma época banal... seria evidentemente uma movimentação no desespero, completamente estúpida. Se é para fazer asneiras dessas, genuinamente mais vale ficarem quietos.
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