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Guest Rumpas

elá :carinhoso:

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Citação do jornal "Record" online

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Relíquias em exposição no Museu do Desporto
Pode ver um livro de regras datado de 1899

Sabe quantas camadas e de que material é feito o piso de terra batida? Sabia que na década de 20 chegou-se a jogar ténis com raquetas de cordas de aço? Sabia que o primeiro livro de regras da modalidade surgiu em 1899 e só foram feitos 55 exemplares? Pode conferir estas e outras curiosidades na exposição “O Lawn Tennis em Portugal”, que é inaugurada hoje (15 h) no Museu do Desporto, e que estará aberta ao público até 10 de outubro.

Na semana que antecede a edição das bodas de prata do Portugal Open, os amantes do desporto em geral, mas em particular do ténis, vão poder apreciar um vasto e diversificado acervo que relata a história da modalidade até ao início dos anos 70, e que resulta de uma coleção privada do jornalista de Record Norberto Santos.

Os visitantes terão a oportunidade de ver autênticas relíquias. Para além das já referidas, destacamos uma raqueta centenária autenticada pela casa João Cardozo, que pertencia a um dos primeiros estabelecimentos comerciais, na Rua do Carmo, ou ainda numerosas revistas e livros, que destacam, por exemplo, figuras do futebol que jogaram ténis, como Eusébio e Jesus Correia, ou ainda outra vinda diretamente de Espanha com o ex-jogador do país vizinho Manuel Santana na capa.

Haverá também um minicampo de ténis, com som ambiente e com uma cadeira de árbitro trazida do Jamor, para além de várias raquetas personalizadas com o nome e a cara dos jogadores ou ainda chapéus que as senhoras usavam quando iam ver ténis nos anos 20.

Enfim, razões não faltam para se deslocar ao Museu do Desporto (Restauradores) para ver tudo isto. “Muitas das peças foram adquiridas em leilões, antiquários e feiras”, explicou o redator principal de Record, que recorreu a todos os meios para conseguir a “tal” peça. “Tenho uma raqueta que adquiri com a ajuda de um amigo, Carlos Baptista. Como estava a trabalhar, não tinha tempo para estar no leilão online, então foi ele que a comprou.”

Inauguração
O secretário de Estado do Desporto e da Juventude, Emídio Guerreiro, preside hoje à inauguração, uma cerimónia que conta ainda com outras personalidades do desporto, como Alfredo Vaz Pinto, João Lagos e João Cunha e Silva, antigos campeões nacionais.

João Sousa vai oferecer parte do equipamento
O melhor jogador português de todos os tempos vai contribuir para enriquecer o espólio do Museu do Desporto. João Sousa oferecerá parte do seu equipamento a um organismo que procura chegar a todos os públicos.

“O nosso museu trabalha um pouco diferente dos outros. Um dos nossos alvos são as escolas e quando estas fazem as marcações para as visitas, nós enviamos previamente um dossiê sobre a exposição que está patente para quando os alunos a visitarem já terem um certo conhecimento sobre a mesma”, disse a diretora do Museu do Desporto, Ana Semblano, que deverá receber também em breve um caiaque oferecido pelo vice-campeão olímpico Emanuel Silva.

Sobre a exposição que hoje é inaugurada, resulta de um grande esforço. “No museu somos seis pessoas e a trabalhar diretamente nesta exposição estamos três. É preciso estudar a temática, catalogar cada peça e contextualizá-la.”

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Ainda nada. O Gastão e o Rui devem receber, e depois talvez vá o restante para um jogador mais conceituado (Murray?).

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Nada sobre os WC para o Portugal Open, ainda?

Tendo em conta que o Wawrinka ainda não está certo, muita coisa pode mudar. Um deve ir para o Gasquet caso ele possa jogar, os outros para o Machado e Elias. Para já é assim.

 

No feminino vai para a Bouchard (WC para top-20 não conta como WC), Bárbara Luz, Koehler e outra.

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Nada sobre os WC para o Portugal Open, ainda?

 

Pelas informações que me deram, devem ser azúis este ano:

 

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Former British number one tennis player Elena Baltacha has died of liver cancer, aged 30.

 

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Born in Ukraine and raised in Scotland, Baltacha revealed she had the illness in March.

 

Baltacha, who was British number one for nearly three years, retired from the sport in 2013.

 

"We are heartbroken beyond words at the loss of our beautiful, talented and determined Bally," said her husband Nino Severino.

 

Baltacha learned she had liver cancer in mid-January 2014, two months after retiring from professional tennis and just a few weeks after marrying.

 

"She was an amazing person and she touched so many people with her inspirational spirit, her warmth and her kindness," added her husband and long-time coach.

 

She was diagnosed with primary sclerosing cholangitis, a chronic liver condition which compromises the immune system, aged 19.

 

Despite her illness and multiple injury problems, Baltacha went on to reach the Australian Open third round in 2005 and 2010 and reached a career-high world ranking of 49.

 

She won 11 singles titles, made the third round of Wimbledon in 2002 and was part of Great Britain's Fed Cup team for 11 years.

 

The Lawn Tennis Association head of women's tennis Iain Bates said: "Today we have lost a shining light from the heart of British tennis - a true role model, a great competitor and a wonderful friend.

 

"We have so many special memories to cherish, but this leaves a gaping hole for everybody in both British and women's tennis, and words simply cannot express how saddened we are by this news.

 

"All our thoughts are with Nino and the rest of Elena's family. We will miss you Bal."

 

A host of stars including Andy Murray, Ross Hutchins, Martina Navratilova, Tim Henman, Greg Rusedski, Jamie Murray, Jonny Marray, Anne Keothavong and Heather Watson have agreed to take part in a fundraising event, The Rally Against Cancer - Rally For Bally, which will now be held in her memory on 15 June.

 

The mixed doubles exhibition matches at the Aegon Championships at Queen's Club, the Aegon Classic in Birmingham and the Aegon International in Eastbourne will raise money for Royal Marsden national cancer charity and Elena Baltacha Foundation.

 

http://www.bbc.com/sport/0/tennis/27280549

 

:cry:

Editado por Descartes

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Muito boa a reportagem d'A Bola de hoje, a que dedica as páginas centrais da edição impressa, centrada no Duarte Vale e suas ambições.

 

Eu transcrevo:

 

Pai, quero jogar ténis. Podes pagar?

 

Academias no estrangeiro custam milhares de euros por mês. Investimento da família é fundamental.

 

Os 150 dólares que Duarte Vale ganhou de prémio no Future do Egipto nem chegaram a casa. O português de 15 anos, sem ranking mundial, estreou-se no Portugal Open como um dos mais jovens de sempre a conseguir uma vitória num torneio profissional, acabou 2013 no Top 10 europeu [de Sub-14, nota minha] e o país parece-lhe cada vez mais pequeno. Ganhou 340 euros no Jamor e não tem uma ideia clara do que fará com o dinheiro, ao contrário do que espera do ténis. «Quero ser nº 1. Sei que o Top-100 será difícil e deveria responder isto, mas enquanto me deixarem sonhar quero ser nº 1

 

Chegou a hora de dar os primeiros passos. Maria João Ricou, a mãe, não tem dúvidas de que os tutores dos Salesianos que permitem que Duarte estude à distância, e treine 3h por dia, estão perto de dar lugar a uma Academia no estrangeiro. «Felizmente podemos ajudá-lo financeiramente, mas, por exemplo, em França, os tenistas treinam 6h e estudam 3h e a federação dá 40 mil euros ano às famílias. Em Portugal? Zero. Só não pagamos roupa, raquetas e ténis pois a Prince oferece

 

Este caminho pisaram já muitos pais, mesmo os dos mais cotados tenistas portugueses da atualidade. Até hoje Portugal apenas contou com cinco atletas no top-100 (Nuno Marques, Frederico Gil, Rui Machado, João Sousa e Michelle Brito) e cruzar fronteiras foi sempre a opção mais rentável. E mais cara.

 

Por vezes o pudor, outras porque não se consegue de facto contabilizar, não deixam fazer contas certas ao investimento, porque é sempre assim que os paitrocinadores das estrelas falam dos esforços financeiros e emocionais que ajudaram a concretizar sonhos. Gastão Elias conquistou uma bolsa na prestigiada Nick Bollieteri e, recorda o pai, só para estudar «valia 30 mil dólares». Hoje, uma mensalidade rondará os 10 mil euros. Na Barcelona Tenis Total de João Sousa, e por onde Rui Machado também passou, os 3 mil euros que Adelaide Sousa pagou já não chegam para entrar.

 

 

FREDERICO GIL

 

«Só nos torneios ATP se consegue ganhar dinheiro»

 

Gil caiu no ranking por questões de saúde e usa o dinheiro que juntou para se patrocinar

 

Frederico Gil é o português que mais dinheiro ganhou na contabilidade do ATP: 1.389.345 dólares. Ocupa um modesto 934º lugar no ranking, mas há três anos era uma das estrelas nacionais e era 62º. Problemas de saúde ditaram a queda, da qual está a reerguer-se. «Fui autónomo aos 21 anos. A partir do 150º no ranking conseguia pagar viagens, estadia, alimentação aos treinadores que viajavam comigo, além do fee semanal ou diário. Há 11 anos uma época custava-me no mínimo 40 mil euros, para estar sempre acompanhado. Tinha 18 anos», conta o sintrense.

 

«Ganhei um milhão e 400 mil euros brutos mas, destes, temos de tirar 30 por cento dos impostos, que desconto nos torneios. Agora, a minha estrutura conta com um treinador, um preparador físico e um psicólogo, além das viagens. Viajava com duas pessoas, cheguei a gastar 10 a 12 mil euros por mês. Hoje gasto entre 3 e 6 mil euros, em três ou quatro torneios e acompanhado por uma pessoa. Uso o dinheiro que ganhei nos últimos anos e é como se fosse o meu patrocínio», explica Gil.

 

«A Prince dá-me raquetas e sacos, a Solinco cordas e a Gold Nutrition suplementos. São grandes ajudas, que valem dinheiro, 2 ou 3 mil euros cada, mas não é dinheiro. Agora os torneios que jogo são de outro nível. Um Future dá mil dólares para o campeão, o Challenger seis ou sete mil, já paga a viagem e, se correr bem, paga as despesas do treinador, mas não ganhas dinheiro. A nível do ATP já consegues pagar e ficar com algum dinheiro. Isto tudo sem patrocínios», remata.

 

 

RUI MACHADO

 

«O circuito só valoriza os 10 melhores»

 

«Vivi numa residência de tenistas, num quarto triplo, sem despesas extras com pa(i)trocínio»

 

Rui Machado foi para Espanha aos 15 anos, para a Academia Barcelona Tenis Total

 

Decidiu que queria ser profissional em 2002. Aos 15 anos deixou o Algarve e correu atrás do sonho. «As dificuldades começam aqui. Há 15 anos fui para Espanha. É preciso arranjar casa, pagar treinos, comer. Tudo investimento do meu pai. Total paitrocínio nos primeiros 5 anos», contabiliza Rui Machado, atualmente 230º do ranking ATP, que lhe atribui um mealheiro de 843.586 euros. «O circuito não valoriza os atletas de segunda linha, apenas os primeiros 10 do mundo. O meu primeiro patrocínio surgiu aos 19 anos, mas dinheiro só recebi há quatro anos, com a TMN, já depois de todo o investimento.»

 

Em 2011 chegou a nº 59. «O circuito está cada vez mais exigente. Atinge-se o top-100 aos 25 anos e até lá é só investimento. Para uma família portuguesa normal, os valores que estamos a falar são insuportáveis. Tive a sorte do meu pai poder pagar. O glamour é o que sai nos media. São muitos momentos de sofrimento para poucos momentos de glamour.»

 

 

GASTÃO ELIAS

 

A ditadura do ranking e o fair play de Gastão

 

«Na luta de todos os meses, vai dando para as despesas. Não consigo viver do ténis»

 

Tenista da Lourinhã esteve três anos na famosa Academia Nick Bolletieri com uma bolsa

 

Para o ATP, Gastão ocupa o 182º lugar na lista dos melhores do mundo. «Neste momento recebo umas raquetas da Head. Mas, por exemplo, não tenho roupa, sobra-me alguma do contrato com a Adidas que tinha há seis anos», conta, sempre com um sorriso, mostrando uns calções que eram de Pedro Sousa. «Não acredito que haja muitas marcas que queiram estar ligadas a alguém com este ranking», assume com fair play. Diz o ATP que ganhou 302.892 euros. «Já gastei muito mais de certeza!»

 

Depois da experiência na famosa Academia americana, onde entrou por ser o número 2 da Europa na altura, mudou-se para S. Paulo. «O meu contrato com o Jaime [Oncins] tem um preço fixo, pago à semana, o que não é mau, atendendo a que ele nem sempre viaja, mas depois há percentagem do prize money, viagens, hotéis, alimentação» contabiliza. «Para estar tranquilo preciso de 50 a 60 mil dólares. Se calhar nem dá para todas as despesas, mas para saber todos os meses que o mês seguinte está garantido. Tenho sorte porque vivo em casa do meu treinador, não gasto na estadia nem na comida. O Jaime ajuda-me nisso.»

 

 

JOÃO SOUSA

 

«O João só é autónomo desde 2012»

 

«Pagávamos 750 euros a uma família e o João comia asinhas de frango ou duas salsichas»

 

Melhor tenista português de sempre vive em Barcelona há 10 anos

 

Enquanto João Sousa treina, a mãe segue de perto os gestos do filho mais velho, sempre a matar saudades. «Custa muito, mas era o sonho dele e pelos filhos fazemos tudo», repete Adelaide.

«Esteve numa Academia em regime de internato e depois mudou para esta, onde continua até hoje, mas como externo. Da primeira vez que fui visitá-lo fiquei muito sensibilizada. O João estava numa família que lhe emprestava uma bicicleta e ele subia e descia uma montanha todos os dias, uns 3 km à hora do calor», recorda.

 

«Em 2004 pagávamos 1750 euros no internato. Só a estadia. À parte havia as deslocações para torneios, alimentação, treinador. Depois, quando passou a viajar sozinho, tinha medo que o assaltassem ou o raptassem... É muito bonito.» O sorriso deixa de ser envergonhado.

 

«Abdicámos de algumas coisas. A última vez que fui de férias foi em 2003. Falam muito, mas ele só começou a "sobreviver" em 2012. Não para juntar dinheiro, mas para pagar as contas. Sempre que podia ia a Barcelona levar-lhe comida. Dividia em tupperwares, num saco térmico, chegava lá e metia no congelador. Ele estudava e trabalhava e ainda tinha de ir fazer o jantar e isso incomodava-me. Depois, esteve com uma família. Pagávamos 750 euros só para a alimentação até percebermos que comia asinhas de frango!!! A alternativa eram salsichas, mas só duas salsichas cada um! Não há coração de mãe que aguente uma coisa destas», defende.

 

Finalmente, o tenista português, 25 anos, instalou-se num apartamento e enche de orgulho os portugueses. Diz o ATP que o vimaranense (40º) já ganhou, até hoje, 958.332 dólares.

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Andy appoints Amelie Mauresmo as new coach

 

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Andy has appointed French coach and former World Number 1, Amelie Mauresmo, as his new coach, initially for the grass court season.

 

Amelie, the current French Fed Cup Captain, has won two Grand Slam singles titles, Wimbledon and the Australian Open alongside a Silver Medal at the 2004 Olympics. She has also worked with several top French tennis players, recently helping Marion Bartoli win her first major at Wimbledon in 2013.

 

Andy said of the appointment: “I’m excited by the possibilities of the new partnership and Amelie is someone I have always looked up to and admired. She’s faced adversity plenty of times in her career, but was an amazing player and won major titles, including Wimbledon.”

 

“I have a very strong coaching team already in place, but I think Amelie brings with her experience and tactical expertise and will push us all to improve. Everyone I know talks very highly of Amelie, as a person and coach, and I’m convinced that her joining the team will help us push on – I want to win more grand slams.”

 

Amelie Mauresmo added: “I’m really excited to be able to work with Andy. He’s an amazingly talented tennis player and I feel I have plenty to offer both him and the team around him. I’m looking forward to getting down to work and helping him win more Grand Slams.”

 

http://www.andymurray.com/news/andy-appoints-amelie-mauresmo-as-new-coach/

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@Spellman_Katie: Gulbis just interviewed by BBC radio 2 re Mauresmo appointment. Said he's hoping to be coached by Sharapova or Ivanovic, can't decide which

sabe largo

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