Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Ghelthon

Dominique Strauss-Khan pode ser libertado

Publicações recomendadas

publico.png

 

Director-geral do FMI detido em Nova Iorque por agressão sexual

 

xin_262040624072651517201.jpg

 

O director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), o socialista francês Dominique Strauss-Kahn, foi detido sábado à noite em Nova Iorque, acusado de agressão sexual a uma empregada de um hotel.

 

Segundo um porta-voz da polícia nova-iorquina, Strauss-Kahn, até agora um provável candidato à presidência de França pelo Partido Socialista, foi detido no Aeroporto Internacional John F. Kennedy poucos minutos antes de embarcar num voo para Paris, estando acusado de "actos sexuais criminosos, incluindo tentativa de violação e sequestro".

 

O New York Times adianta que os incidentes aconteceram nessa mesma tarde, num hotel em Times Square. Segundo diferentes relatos, Strauss-Kahn, de 62 anos, terá surgido da casa de banho sem roupa e agarrado a empregada, lançando-a sobre a cama e forçando-a à prática de sexo oral.

 

A empregada conseguiu libertar-se e fugir do quarto, enquanto o economista francês, que é casado com a popular apresentadora de televisão fracesa Anne Sinclair, se vestia e dirigia rapidamente para o aeroporto, onde acabaria por ser retirado do avião poucos minutos antes da sua partida.

 

O advogado que o representa neste caso, já anunciou que o economista "declara-se inocente" de todas as acusações de que é alvo.

 

Dominique Strauss-Kahn ocupou diversos cargos de governação em França e apareceu nalgumas sondagens como o socialista mais bem posicionado para vencer o actual Presidente da França, Nicolas Sarkozy, nas próximas eleições, o que tem feito dele um provável candidato à presidência francesa pelo Partido Socialista.

 

Esta não, no entanto, a primeira controvérsia em que se vê envolvido. Em Outubro de 2008 foi obrigado a pedir publicamente desculpa por ter mantido uma relação com uma economista do FMI, que era sua subordinada. Um inquérito interno ilibou-o das suspeitas de assédio sexual e abuso de poder, apesar de ter sido repreendido por conduta imprópria pelo conselho superior do FMI.

 

Choque em França

A notícia está a provocar grande comoção em França, onde a detenção promete ter fortes impacto político, quando falta menos de um ano para as presidenciais. A secretária-geral do PS francês, Martine Aubry, emitiu esta manhã um comunicado, afirmando que a detenção surgiu "como um raio" a política nacional e pede ao partido para se manter "unido". Apesar de se declarar "estupefacta" com a acusação, Aubry lembra que DSK, como é conhecido em França, tem direito à presunção de inocência.

 

Já antes, a socialista Segolene Royal, que já anunciou a intenção de se voltar a candidatar à presidência, garantiu que "não vai aproveitar o que aconteceu em benefício próprio", sublinhando que Strauss-Kahn e a sua família devem ser respeitados.

 

Mas Marine Le Pen, líder da Frente Nacional e possível candidata do partido de extrema-direita às eleições, deixou claro que a corrida para as presidenciais se alterou irremediavelmente. "Este caso e estas acusações marcam o fim da pré-campanha de e Strauss-Kahn vão certamente levar o FMI a exigir a sua demissão", afirmou.

 

A UMP, o partido do Presidente Nicolas Sarkozy, mostrou-se mais contido. O ministro do Comércio, Pier Lellouche, afirmou que DSK, como é conhecido nos meios políticos franceses, "tem o direito à presunção de inocência", mas a confirmar-se a veracidade das alegações "será desastroso". Já o deputado da UMP Renaud Muselier considerou todo este caso "um desastre para a imagem da França" e irá "mudar completamente o jogo nas presidenciais".

_______________________________________________________________

1 de Julho de 2011

ex_logo.jpg

 

Strauss-Kahn: credibilidade da empregada de hotel posta em causa

 

Procurador de Nova Iorque está a duvidar da versão dos incidentes apresentada pela empregada que alega ter sido agredida sexualmente pelo ex-diretor geral do Fundo Monetário Internacional.

 

O Ministério Público de Nova Iorque detetou "grandes contradições" no testemunho da empregada de hotel que alega ter sido agredida sexualmente pelo ex-diretor geral do Fundo Monetário Internacional, o que poderá colocar em causa a acusação de Strauss-Kahn.

Clique para aceder ao índice do dossiê Escândalo DSK

 

O jornal "The New York Times", que cita fontes não identificadas ligadas ao processo, avança que o gabinete do Procurador de Nova Iorque está a duvidar da versão dos incidentes apresentada pela empregada de hotel desde que fez queixa contra o responsável a 14 de maio, apesar de as provas forenses indicarem "evidências claras" de um encontro sexual com Dominique Strauss-Kahn.

 

Por outro lado, refere o mesmo diário, o Ministério Público terá detetado alguns aspetos irregulares sobre o pedido de asilo aos Estados Unidos pela empregada de hotel, de 32 anos e origem guineense, e eventuais ligações a atividades criminosas como lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.

 

Segundo as fontes citadas pelo jornal norte-americano, a mulher terá tido uma conversa telefónica com um homem que se encontra preso no mesmo dia em que ocorreu o incidente com Strauss-Kahn sobre os eventuais benefícios que poderia obter se acusasse o responsável.

 

O jornal acrescenta que o Ministério Público teve na quinta-feira uma reunião com os advogados de Strauss-Kahn para lhes apresentar os detalhes dos desenvolvimentos da investigação.

 

Acusação pode cair por terra

Apesar de a próxima comparência em tribunal do ex-diretor geral do FMI estar agendada para 18 de julho, Strauss-Kahn vai hoje apresentar-se ao juiz do Supremo Tribunal de Nova Iorque cerca das 11h30 locais (16h30 em Lisboa) alegadamente para procurar a revisão das condições da sua prisão domiciliária.

 

Durante esta audiência, o gabinete do Procurador poderá alegar estar a enfrentar "problemas com o caso" pelo que os investigadores descobriram, o que poderá resultar na eliminação de algumas das acusações contra Strauss-Kahn, refere o "The New York Times ".

 

De volta à política?

Entretanto os aliados políticos de Strauss-Kahn em França esperam que as novas dúvidas do Ministério Público de Nova Iorque sobre a credibilidade do testemunho da empregada de hotel possam reavivar a sua eventual candidatura à presidência francesa.

 

Michele Sabban disse hoje que o Partido Socialista francês deveria "suspender" o calendário das primárias para as presidenciais em sequência dos novos desenvolvimentos do caso. A data limite para apresentação das candidaturas é 13 de julho e o escrutínio está agendado para 9 a 16 de outubro.

 

Strauss-Kahn, de 62 anos, foi detido a 14 de maio no aeroporto internacional John F. Kennedy, em Nova Iorque, por alegado abuso sexual de uma empregada do hotel onde ficou alojado em Manhattan e foi formalmente acusado de sete crimes, entre eles tentativa de violação, tendo-se declarado inocente a 6 de junho.

 

Está desde 21 de maio em prisão domiciliária numa casa luxuosa em Nova Iorque que aluga por 50 mil dólares (€34.500) mensais, obrigado a usar uma pulseira eletrónica e vigiado 24 horas por guardas armados e um sistema de videovigilância que tem de pagar do seu próprio bolso e cujos custos ascendem a mais de 200 mil dólares (€138 mil) por mês.

bloomberg_logo2.gif

 

Strauss-Kahn Prosecutors Agree to Release Him

 

Prosecutors agreed to release former International Monetary Fund chief Dominique Strauss-Kahn on his own recognizance, two people familiar with the matter said.

 

Strauss-Kahn, accused of a sexual attack on a hotel maid in New York, will have his bail returned and would still be subject to travel restrictions while he faces charges, said the people, who didn’t want to be identified because they aren’t authorized to speak on the matter.

 

The Manhattan District Attorney’s office plans to tell a New York state court judge today that its investigation raised doubts about the victim’s credibility, said a third person familiar with the matter. Prosecutors disclosed the information to Strauss-Kahn’s lawyers, the person said. At that 11:30 a.m. hearing before New York State Supreme Court Justice Michael Obus, the bail issue is scheduled to be discussed.

 

“When the district attorney outlined the charges voted on by the grand jury, he said the office would continue to investigate the facts of this case, wherever they lead,” Erin Duggan, a spokeswoman for Manhattan District Attorney Cyrus Vance Jr., said in an e-mail today in response to questions about the handling of the case. “That is exactly what the office has done.”

 

‘Certain Disclosures’

“There will be certain disclosures made about the credibility of the witness,” Benjamin Brafman, Strauss-Kahn’s lawyer, said yesterday in a phone interview. The hearing scheduled for today will include a request for “substantial modifications” to Strauss-Kahn’s bail conditions, Brafman said. He declined to comment further.

 

Strauss-Kahn, 62, is awaiting trial on charges of sexually assaulting and attempting to rape a Manhattan hotel maid on May 14. He pleaded not guilty and is free on bail under security conditions that include electronic monitoring and an armed guard.

 

The former IMF chief is living in a rented townhouse in the Tribeca section of Manhattan, only blocks from the courthouse. Since his release from jail on May 20, he has been allowed to leave home only for legal, medical and religious purposes. He posted $1 million cash bail and a $5 million bond.

 

Strauss-Kahn is accused of attacking a housekeeper, a 32- year-old from Guinea, at the Midtown Manhattan Sofitel on May 14, grabbing her breasts and trying to pull down her pantyhose, prosecutors have said in court papers. The former IMF chief attempted to rape her and forced her to engage in oral sex, according to the indictment.

 

Media Leaks

In a May 25 letter to the Manhattan district attorney complaining about media leaks in the case, Brafman and co- counsel William Taylor III said that, if they wanted to feed the media frenzy, they could release information that would “gravely undermine the credibility” of the woman.

 

The prosecutor’s office responded in a letter May 26 saying it was “troubled” by the defense lawyers’ claims they possessed information that might negatively affect the case and the woman’s credibility.

 

“We are aware of no such information,” Manhattan Assistant District Attorney Joan Illuzzi-Orbon wrote. “If you really do possess the kind of information that you suggest that you do, we trust you will forward it immediately.”

 

Strauss-Kahn was indicted on seven counts, including attempted rape, sexual abuse, unlawful imprisonment and forcible touching. If convicted of the top charges, he faces as long as 25 years in prison.

 

Polls had shown Strauss-Kahn as the potential candidate with the best chance of beating French President Nicolas Sarkozy in next May’s general election. Socialist Party hopefuls have until July 13 to register for their primary, which is scheduled for October.

 

The case is People v. Strauss-Kahn, 2526/11, Supreme Court of the State of New York, New York County (Manhattan).

Editado por Ghelthon

Compartilhar este post


Link para o post

Não temos que pagar o que devemos !!!!!!!

Basicamente é isto. Nós pedimos dinheiro emprestado ao gajo, ele empresta e vai dentro, não temos que lhe pagar! Tamos safos camaradas!!!

Compartilhar este post


Link para o post
Guest Vladimir Ilitch

Se isto for realmente provado, estimo que se espete contra um poste

Compartilhar este post


Link para o post

Muito bom. A confirmar-se, não sei como é que alguém com as suas responsabilidades e com a sua notoriedade internacional é capaz de pôr tudo em risco por causa disto.

Compartilhar este post


Link para o post

Acho que ficar provado, nós temos o dever moral de ... não pagar! :mrgreen:

Compartilhar este post


Link para o post

Se isto for realmente provado, estimo que se espete contra um poste

 

Se isto ficar realmente provado, os postes é que se vão espetar nele.

Compartilhar este post


Link para o post
Guest Vladimir Ilitch

Se isto ficar realmente provado, os postes é que se vão espetar nele.

I see what u did there, blackhawk 8)

Compartilhar este post


Link para o post

I see what u did there, blackhawk 8)

Eu também vi o que fizeste aí. :mrgreen:

Compartilhar este post


Link para o post

Como já tinha dito no tópico da Política, o homem já tem antecedentes em actos deste género.

Compartilhar este post


Link para o post

Como já tinha dito no tópico da Política, o homem já tem antecedentes em actos deste género.

 

Deste genero nao tem nenhum antecedentes.

Compartilhar este post


Link para o post

Deste genero nao tem nenhum antecedentes.

Não houve uma jornalista que o acusou de a ter "atacado"?

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...