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Eden Hazard

[Núcleo] Gil Vicente FC

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Pois, ele teve alguns joguitos lesionado quando cá esteve. Mas como benfiquista, gostava que ele jogasse. :mrgreen:

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Citação do jornal "O Jogo" online

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De Paris para pagar muito caro

A euforia pela compra de um bilhete para estar presente num jogo histórico para o Gil Vicente - assinala, cinco anos depois, o regresso à Liga principal - é tanta que hoje os bilhetes de 65 euros, os mais caros, devem ser vendidos. Amanhã quem for ao Estádio Cidade de Barcelos há-de dar com o papel "esgotado" colado nas janelas das bilheteiras.

Nascida em Val-d'oise, nos arredores de Paris, Eveline não deixou escapar a oportunidade de levar o namorado, Damien, a irmã deste, Emilye, e o pai, Didier, a comprar bilhetes para ver um jogo especial, no qual também estarão mais dois familiares. "Estamos de férias na Apúlia, de onde os meus pais são naturais e como o meu namorado é jogador e adora futebol decidi trazê-lo", contou Eveline.

Formada em vendas, Eveline "é um bocadinho benfiquista", mas o principal motivo de "ir ao jogo" foi mesmo Damien. Com 22 anos, também natural da capital francesa, Damien é adepto do Marselha. Porquê, se é de Paris? "Marselha é Marselha", revelou, com um sorriso de fanático.

Defesa-central do Neuville, um clube dos regionais, Damien elegeu "Palmo Aimar" como o melhor jogador da equipa de Jorge Jesus. "Tem técnica, boa visão de jogo, é inteligente", preferindo não falar de Luisão. Quem sabe por ter estado perto de assinar pelo Paris Saint-Germain.

Enquanto o futuro sogro de Eveline preferiu ficar em silêncio, Damien não escondeu que ficou "espantado" com o preço dos bilhetes. "Comprámos de 35 euros e como levámos seis foram logo 210 euros. Lá não é assim: os bilhetes mais caros custam 15 euros e é para ver o Marselha, o Lyon, enfim, clubes de outra dimensão".

Tal como este casal de namorados muitos outros emigrantes que, desde segunda-feira, passaram pelas bilheteiras da casa do Gil Vicente terão ficado estupefactos com as notas que entregaram só para ver um jogo. E houve quem passasse por lá e dissesse uns palavrões quando soube que já só havia bilhetes a 45 euros. Paciência, vê-se no café, na TVI.

Claro que para António Fiusa a perspectiva é outra: "É caro? Eles têm outro nível de vida e têm a possibilidade, única, de ver o Gil num estádio desta categoria", afirmou o presidente do Gil Vicente sobre o estádio inaugurado em 2004.

210

Foi quanto Eveline pagou por seis bilhetes para ver o Gil VIcente-Benfica. "É uma vez", contou a namorada de Damien que na Ligue 1 paga, pelo bilhete mais caro, 15 euros.

Rodrigo Galo perto de ser emprestado pelo Braga

Rodrigo Galo não foi utilizado com o Aston Villa, sábado, na apresentação do Braga aos sócios, e não foi inscrito na UEFA, por isso aumenta a possibilidade de regressar a Barcelos. Prometido ao Gil Vicente, que o vendeu ao Braga, juntamente com Zé Luís, o lateral-direito foi um dos jogadores que contribuíram para o regresso do clube à I Liga (dois golos em 26 jogos) e tem, por isso, a vantagem de entrar, rapidamente, na estrutura de Paulo Alves.

Para o jogo de amanhã, com o Benfica, Yero é uma carta fora do baralho do treinador do Gil. O avançado continua a recuperar de um hematoma na coxa direita, pelo que estará fora dos planos de Paulo Alves. Operado aos ligamentos cruzados em Abril, Paulo Arantes, o capitão do Gil Vicente, já começou a trabalhar no relvado. Mais noticiário: ontem, ao fim da tarde já só havia mil bilhetes disponíveis e ficou definido que o jogo com o Benfica contará com 100 agentes da PSP.

Associados especiais

Os jogadores do Gil Vicente são todos sócios. Os que chegaram esta época poderão ainda não ter cartão, mas também vão ser associados. "Dar o exemplo" é o objectivo da Direcção de António Fiusa. Com o nº 774, Paulo Arantes, capitão, é o sócio mais antigo do plantel de Paulo Alves. Já André Cunha, natural de Cambeses, freguesia de Barcelos, e desde Janeiro de 2010 no Gil, é o sócio nº 1443. Desde Janeiro deste ano no Gil Vicente, que tinha representou em 2005/06 e em 2006/07, Jorge Baptista é o sócio 3224. Jorge e André mostram os bilhetes que este último "comprou para os amigos" verem um jogo especial.
Editado por Mario Cesar

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Claro que para António Fiusa a perspectiva é outra: "É caro? Eles têm outro nível de vida e têm a possibilidade, única, de ver o Gil num estádio desta categoria", afirmou o presidente do Gil Vicente sobre o estádio inaugurado em 2004.

 

Grande palhaço.

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Formada em vendas, Eveline "é um bocadinho benfiquista", mas o principal motivo de "ir ao jogo" foi mesmo Damien. Com 22 anos, também natural da capital francesa, Damien é adepto do Marselha. Porquê, se é de Paris? "Marselha é Marselha", revelou, com um sorriso de fanático.

 

Tudo para ver o Gil de volta à 1ª Liga! :mrgreen:

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O fiúza perdeu uma boa oportunidade para estar calado. E só espero que amanha seja goleado.

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O fiúza perdeu uma boa oportunidade para estar calado. E só espero que amanha seja goleado.

lol...

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Até gostei da subida do Gil à primeira liga, mas para virem com estes preços e estas palhaçadas mais vale voltarem para a Orangina.

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lol...

Vá a segunda frase do meu post não está necessariamente ligada com a parte do Fiúza, é mais a minha enorme costela benfiquista a falar.

 

Relativamente ao jogo acho que a grande hipótese do Gil está em aproveitar o lado esquerdo do Benfica, aquele Emerson é lento e como é o 1º jogo não sabe bem o que esperar e estará certamente inseguro, portanto se o gil for alternando entre Vieira e Laionel pode causar estragos.

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Citação do jornal "O Jogo" online

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Paulo Alves não está assustado com nome Benfica
O treinador do Gil Vicente, Paulo Alves, disse hoje não estar assustado com o nome do Benfica, adversário de sexta-feira no encontro que vai inaugurar a edição 2011/2012 da Liga portuguesa de futebol.

"É um adversário que motiva os jogadores e isso facilita o trabalho do treinador. Há pontos para disputar e nós vamos disputá-los ao milímetro. As dificuldades vão ser muitas, pois o adversário é servido de bons valores, mas nós vamos contrariar isso com grande atitude e determinação", afirmou na conferência de imprensa de antevisão do jogo.

O técnico disse estar bem documentado sobre a forma de jogar do Benfica, uma equipa que "está a praticar bom futebol e possui mais pontos fortes do que fracos".

"Serão os pontos fracos que teremos que explorar e temos jogadores para isso. Dentro do que temos, vamos arranjar a melhor estratégia para discutir os três pontos", sublinhou.

Em relação ao calendário complicado que o Gil Vicente tem neste início do campeonato, Paulo Alves não está preocupado com essa situação: "Ele está definido e temos que enfrentar isso com tranquilidade.

No entanto, Paulo Alves garantiu que o Gil Vicente pretende ser "uma das equipas que vai animar o campeonato através do bom futebol.

"Reconheço que há pontos a disputar, por isso teremos que ter um equilíbrio entre as duas situações: praticar bom futebol e pontuar", disse.

Depois de apresentar o novo patrocinador das camisolas do clube, o presidente gilista, António Fiúza, referiu que o grande objectivo é fazer uma época tranquila, pelo meio da tabela, para evitar situações dramáticas nas derradeiras jornadas.

António Fiúza afirmou ainda que o Gil Vicente "reúne condições, quer financeiras quer em infra-estruturas, para se manter na Liga" e fez votos para que este Gil Vicente - Benfica, a abrir a primeira jornada, "seja uma festa e que tudo corra bem".

Para a partida com o Benfica, Paulo Alves não conta com Paulo Arantes, João Pedro, Leandrinho e Yero, por se encontrarem a recuperar de lesões, no entanto, até poderá ser possível que Yero possa dar o seu contributo, pois a convocatória só sairá na sexta-feira, após um ligeiro treino matinal.

Gil Vicente e Benfica vão ser os protagonistas do jogo inaugural da Liga, a disputar às 20:45 de sexta-feira, no Estádio Cidade de Barcelos, que vai ter a lotação (12.500 espectadores) esgotada. O embate será dirigido pelo setubalense João Ferreira.

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Já não estou a perceber nada.

 

Acabei por me fazer sócio e comprei cadeira. Ou seja, hoje não pago nada, certo? Mas o meu tio diz que, há uns anos, nos jogos com os grandes se pagava, etc.. Fui ao site no outro dia e dizia que sócios com cadeira anual não pagavam, mas hoje já não está lá isso. Estou confuso e provavelmente com receio de ter de pagar quando já paguei quotas até Março e tenho cadeira.

 

Alguém me pode tirar esta dúvida, por favor? :medinho:

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Já não estou a perceber nada.

 

Acabei por me fazer sócio e comprei cadeira. Ou seja, hoje não pago nada, certo? Mas o meu tio diz que, há uns anos, nos jogos com os grandes se pagava, etc.. Fui ao site no outro dia e dizia que sócios com cadeira anual não pagavam, mas hoje já não está lá isso. Estou confuso e provavelmente com receio de ter de pagar quando já paguei quotas até Março e tenho cadeira.

 

Alguém me pode tirar esta dúvida, por favor? :medinho:

claro que não pagas. Eu também sou sócio e tenho cadeira. A única coisa que tens a pagar é a mensalidade

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Sim, isso está até Março. Uff, estava a ver que ainda me ia zangar com alguém ou o catano. :mrgreen:

 

Grato pela atenção.

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É HOJE crlH É HOJE :heart:

GIL VICENTE!

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Vamos la ver como o Gil se apresenta. Mas se o Gil quer dar luta espero que o Vieira não jogue como avançado centro.

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O viera como avançado centro parece-me ( não acompanhei muito a pré-época ) um enorme desperdício, agora também tenho noção que as soluções para esse lugar , neste momento, são poucas ou nenhumas.

Vamos lá ver como corre.

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pode jogar a avançado, mas deve ter indicação para se inclinar para as alas.

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Vou adicionar ao primeiro post um vídeo dos golos de cada jornada. Já coloquei frente ao Slb.

Editado por Mario Cesar

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Laionel: “Vi que tinha oportunidade de fazer golo e fui feliz.”

 

Laionel, autor do segundo golo gilista ficou feliz pelo golo e pelo resultado (2-2) obtido ante o Benfica.

 

“Vi que tinha oportunidade de fazer golo e fui feliz. É sempre um momento especial. Conseguimos um bom resultado, com uma das equipas favoritas à conquista do título. Com muita humildade e união, vamos procurar alcançar os nossos objectivos”, disse Laionel, em declarações à TVI.

 

Paulo Alves: “Os jogadores acreditaram e revelaram personalidade muito forte”

 

Paulo Alves, treinador do Gil Vicente gostou da primeira parte da sua equipa, bem como a atitude dos seus jogadores. O técnico gilista considerou que a haver um vencedor seria o conjunto de Barcelos.

 

“Antes do jogo, disse aos jogadores que não tinham de ter receio. Provou-se. Fizemos uma boa primeira parte, mas o Benfica foi mais eficaz. Criaram duas oportunidades e não as desperdiçaram. Mas, a verdade, é que as melhores chances de golo pertenceram-nos durante esse período. Por outro lado, soubemos aproveitar o facto de sabermos que, tendo um jogo na terça-feira, o Benfica iria tentar resolver cedo e depois gerir o resultado”, considerou o técnico português.

 

“Ao intervalo, no balneário, insisti que se mantivéssemos a mesma postura poderíamos empatar ou até ganhar. Os jogadores acreditaram e revelaram personalidade muito forte. O empate é justo, contudo, a haver um vencedor teria de ser o Gil Vicente”, concluiu.

 

Nascido para os tramar

RODRIGO CORTEZ

Para os adeptos do Benfica, não deve haver muita diferença entre Laionel e... Lúcifer. O avançado que - do nada - roubou ontem dois pontos aos encarnados já os tinha obrigado a uma derrota na primeira jornada da época passada, ao serviço da Académica, e contribuído com um golo para um empate do Setúbal, em 2008/09. No total, em onze golos apontados nas três épocas (mais uma jornada) que leva em Portugal, este brasileiro nascido em Campos Belos marcou três ao Benfica. Um "case study" que raia o paranormal, à imagem do que também são os inícios de época de Jorge Jesus no Benfica - zero vitórias em três arranques, numa equipa que não entra a ganhar desde 2004.

 

Há duas épocas, no ano do último título, foi o Marítimo a conquistar dois pontos ao Benfica na primeira jornada da Liga; na última temporada, foi a vez da Académica, graças a um tiro do meio da rua deste Laionel, a vencer na Luz; e, como não há duas sem três, Laionel voltou ontem a estragar os planos ao treinador e à equipa das águias, impondo-lhes um empate que na altura em que foi obtido não parecia justo, mas que nos minutos finais os encarnados acabaram por justificar, mostrando que, sem Cardozo, não há chuveirinho que faça as defesas contrárias meterem água.

 

Em vésperas de um confronto europeu decisivo quanto à possível entrada na Liga dos Campeões, o Benfica teve aparentemente a abordagem corrrecta ao encontro. Foi visível a vontade da equipa em resolver cedo a partida, dando tudo por tudo para chegar ao golo o mais cedo possível. Terá sido nesse sentido que Jorge Jesus optou por deixar Witsel fora do onze inicial, preferindo acrescentar mais uma unidade ao ataque: Franco Jara, como homem mais adiantado da equipa.

 

O Benfica sabia ao que ia e entrou fortíssimo no encontro, de olhos na baliza contrária. Gaitán, Aimar, Nolito, Jara e Saviola - qual deles o mais rápido? A velocidade do quinteto e a qualidade dos passes para as costas da defesa gilista foram duas receitas que esta, estática de tão surpreendida que ficou com a abordagem, não conseguiu contrariar.

 

Daqueles cinco benfiquistas, Nolito era o único novo no plantel e mostrou que já está mais do que bem adaptado, abrindo o activo logo na primeira vez em que a equipa foi à área contrária. O Gil até reagiu bem, dispondo logo a seguir de uma boa oportunidade para empatar, negada por Artur com uma grande defesa a remate de Luís Carlos, mas o Benfica levava de casa o tal ardil que sempre que podia colocava em prática: passes rasgados por entre dois defesas e sprints dos homens da frente a tentar gerar o pânico. Assim surgiu também o segundo tento forasteiro, numa triangulação ultra-sónica entre Jara e Saviola, por este finalizada.

 

O plano de Jorge Jesus corria às mil maravilhas: jogo resolvido cedo e a partir dali era só gerir o esforço e começar a pensar na deslocação à Holanda. Só que no futebol há um elemento impossível de controlar - o factor humano. As ideias podem ser muito bonitas e bem interpretadas colectivamente, mas um simples erro, por mais pequeno que seja, pode deitar tudo a perder. Foi o que aconteceu. Ainda antes do intervalo, Rúben Amorim falhou num ataque do Gil que parecia apenas mais um, fácil de desfazer, e Hugo Vieira reduziu para 2-1.

 

A crença de que o jogo estava ganho, por parte do Benfica, e a convicção de que não estava perdido, por parte da turma de Barcelos, também ajudou. E muito, sobretudo na segunda metade. Apesar da diferença mínima, nunca as águias pensaram que iriam deixar escapar a vitória. Reentraram numa toada lenta, arriscando pouco ou nada, com posse de bola mais do que controlada. Só que, como antes não tinham previsto o erro de um dos seus, nessa altura esqueceram-se de que os adversários por vezes também se transcendem.

 

Era altura de aparecer o tal diabrete, Laionel, que para a próxima até pode defrontar o Benfica com uma cauda, uma barbicha e um tridente nas mãos. Na época passada, Roberto ficou a ver, agora foi a vez de Artur nada poder fazer. Faltavam cerca de 20 minutos para o final e ao Benfica só restava o chuveirinho. Faltou Cardozo, para encostar um dos muitos cruzamentos sem destinatário...

 

Que falta fez a arte de Aimar para chegar de novo à vantagem

 

Foi uma surpresa a presença de Witsel no banco de suplentes. Jesus preferiu apostar no tradicional 4x1x3x2, deixando o belga no banco e encarregando - em exclusivo - Aimar das conduções de bola pela zona central. A táctica resultou e, apesar do golo sofrido à beira do intervalo, o Benfica sempre tinha, afinal, concretizado duas oportunidades. Só que Jorge Jesus foi obrigado a mudar de táctica para a segunda parte, substituindo Aimar - que se queixava de problemas físicos - pelo belga. As águias apostaram então mais na segurança defensiva arriscando menos no ataque. O treinador não contava com o empate gilista e a verdade é que, depois disso, muita falta fez a criatividade de Aimar ao meio-campo.

 

Jogo no Estádio Cidade de Barcelos.

 

Assistência: 12.032 espetadores.

 

Gil Vicente – Benfica, 2-2.

Ao intervalo: 1–2.

 

Marcadores:

 

0-1, Nolito, 07 minutos.

 

0-2, Saviola, 20.

 

1-2, Hugo Vieira, 37.

 

2-2, Laionel, 73.

 

Gil Vicente: Adriano Facchini, Éder, Sandro, Cláudio, Júnior Caiçara, Luís Manuel, André Cunha, João Vilela, Laionel (Pedro Moreira, 82), Hugo Vieira (Paulo Lima, 90) e Luís Carlos (Tó Barbosa, 67).

 

(Suplentes: Jorge Baptista, Rui Faria, Daniel, Pedro Moreira, Tó Barbosa, Paulo Lima e Mauro).

 

Benfica: Artur, Ruben Amorim, Jardel, Garay, Emerson, Javi Garcia, Pablo Aimar (Witsel, 46), Nolito, Franco Jara, Saviola e Nico Gaitán (Enzo Perez, 60).

 

(Suplentes: Eduardo, Bruno César, Maxi Pereira, Matic, Rodrigo Mora, Witsel e Enzo Perez).

 

Árbitro: João Ferreira (Setúbal).

 

Acção disciplinar: Cartão amarelo para João Vilela (75) e Hugo Vieira (77).

 

Gil Vicente um a um

 

Hugo Vieira abre o livro para Laionel se inspirar

 

MARCO GONÇALVES

Adriano Facchini 5

 

Sofreu dois golos sem quaisquer hipóteses, evidenciando sempre segurança.

 

Éder Sciola 5

 

Teve de enfrentar o homem do momento na Luz, Nolito, e sentiu alguns problemas na fase inicial. Porém, fechou a sua exibição com saldo positivo.

 

Sandro 6

 

Foi um verdadeiro patrão da defesa. Somou diversos cortes importantes, não se atemorizando com o estatuto dos jogadores do Benfica.

 

Cláudio 5

 

Oscilou mais do que o colega, mas aguentou-se bem quando foi preciso segurar o 2-2.

 

Caiçara 6

 

Destacou-se por travar primeiro Gaitán e depois Enzo Pérez.

 

Luís Manuel 6

 

Deu enorme estabilidade à equipa e evitou que os centros rasteiros do Benfica para o coração da área fossem mortais. Foi o mais recuado no meio-campo, mas ainda tentou fazer a diferença na frente, tendo feito o passe para o 2-1.

 

João Vilela 5

 

No reencontro com as águias teve sobretudo um papel defensivo, que cumpriu a rigor.

 

André Cunha 5

 

Muita luta e entrega a ajudar a equipa a garantir um ponto.

 

Luís Carlos 6

 

Fez uma boa exibição. Irrequieto, fez diversas diagonais com perigo e mostrou qualidade para destacar-se na Liga.

 

Laionel 7

 

Esteve alguns furos abaixo dos colegas de ataque, mas foi um dos heróis da noite pelo grande golo que valeu o empate.

 

Tó Barbosa 3

 

Primeiro à esquerda e depois ao meio, iniciou a jogada do golo do empate e depois ajudou a defender o ponto.

 

Pedro Moreira 2

 

Refrescou o meio-campo e ajudou a fechar caminhos ao ataque encarnado.

 

Paulão -

 

Entrou apenas para queimar tempo e segurar o empate.

 

Éder

 

"Toda equipa fez um bom trabalho"

 

Éder Sciola teve uma estreia complicada no campeonato português, já que foi pelo lado defendido pelo lateral-direito que o Benfica atacou com mais insistência. "O Benfica escolheu o meu lado para atacar forte e o Nolito é muito rápido, mas penso que a equipa fez um bom trabalho", sustentou o brasileiro para quem "o Gil soube lutar muito", encontrando "forças para buscar o empate". Éder Sciola, garante que pode melhorar mas deixou clara a prioridade: "O importante é continuar a trabalhar muito para conseguir outro bom resultado frente ao FC Porto que, sendo campeão a jogar em casa será ainda mais difícil".

 

A figura: Hugo Vieira

 

Com gosto para bater nos grandes

O avançado que o Gil Vicente descobriu nos distritais tem um gostinho especial para "bater" nos grandes. Depois de ter bisado em 2010/11 ante o FC Porto, Hugo Vieira voltou a facturar frente ao Benfica, assumindo-se como uma peça-chave para o empate. Sobretudo porque ao fuzilar Artur no 2-1, reanimou a sua equipa, devolvendo-lhe a esperança de conseguir um bom resultado. Muito activo e pressionante, causou problemas à defesa encarnada e aos 90' ainda tentou chegar ao triunfo, procurando surpreender Artur, mas o tiro saiu ligeiramente por cima.

 

Fonte: Ojogo

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