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FC Porto - Futebol

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Agora chegados a Portugal é altura de decidir quem fica e quem vai sair. O Addy, Atsu, David, são os três que vejo a serem emprestados. Até gostava que o David ficasse no plantel, gostei muito de o ver jogar, muito certo nas decisões e errou muito pouco, bom lateral para o futuro. Do Atsu vi menos, mas parece-me ser um jovem com muito valor, a maior qualidade dele é a velocidade, foi a que saltou mais à vista nos últimos jogos.

 

Gostava que o Castro ficassem no plantel, gosto muito dele, muito inteligente e é um jogador que tem muita raça. O Kelvin infelizmente ainda não de para ver grande coisa, não jogou com o Borussia e nos outros jogos como não houve transmissão não deu para tirar grandes conclusões. Mas deve ficar cá, ou então será emprestado.

 

Agora falta saber se com a chegada do Alex Sandro(se vier mesmo) o Rafa fica ou vai ser cedido, três defesa esquerdos não faz grande sentido. Além disso é preciso colocar o Beto numa equipa em que ele jogue regularmente.

 

O Addy é pena que ninguém o queira comprar... O David deve ser emprestado sim, até porque está numa fase em que deve jogar, o mesmo para o Atsu e Kelvin. Entre Rio Ave, Académica ou Paços de Ferreira, seriam excelentes escolhas.

 

O Castro não me parece que fique. São muitas opções para jogar no meio. Tenho pena, mas deve sair.

 

O Beto não está fácil mas ele deve querer sair para ver se vai ao Europeu. O problema, é que, em Portugal, as equipas já têm o posto ocupado e ele não vai para equipas mais pequenas. Deve passar mesmo por ser emprestado fora do país.

 

O CR10 é pena não haver quem lhe pegue também... Muita pena...

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David a ser treinado pelo Carlos Brito ou Rui Vitória era muito bom

 

FC Porto - Um a um

Publicada por P. Ungaro em 13:57

A ESTRELA: KLÉBER

 

Goleador diz presente antes que Falcao chegue

 

O primeiro bis como portista não significa uma grande exibição. Mas o ex-Marítimo voltou a ser o reforço que mais trabalhou para se poder afirmar como tal. Perdeu muitas bolas, mas isso também significa que nunca deixou de procurar (e encontrar) linhas de recepção. Se no primeiro golo mereceu a sorte no ressalto pela brilhante desmarcação a passe de Hulk, no segundo foi felino e oportuno a atacar a bola perante a inépcia de Kelvin e Castro. Voltou a ser perigoso de cabeça, mas a mira continua desafinada.

 

Remates 4

À baliza 3

Foras-de-jogo 1

Perdas de bola 6

Recuperações 3

Passes certos 10

Passes errados 3

 

COMO JOGARAM OS NOVOS

 

Djalma sem lugar na equipa de Castro

Addy

Regular. Não deu nas vistas por bons nem maus motivos. Limitou-se a cumprir na cobertura defensiva e no apoio tímido ao ataque.

 

Castro

Foi, até sair, a referência dos colegas e o primeiro impulsionador do ataque. Por aí se explica a quantidade impressionante de passes feitos: 34. E só falhou dois! Faltou alguma verticalidade.

 

Kelvin

O treinador notou-lhe falta de objectividade e não foi por acaso. O excelente toque de bola leva-o a alguns excessos, especialmente em jogos cuja dificuldade é mínima. Melhor no meio do que na ala.

 

Djalma

Foi, a par de Kléber, o rei das perdas de bola. A diferença é que o avançado jogou sozinho no meio de dois centrais e o angolano teve sempre espaço para decidir melhor. Exibição pouco conseguida e dois remates tortos.

 

Kadú

Aos 16 anos, recebeu um excelente prémio pela aplicação diária. Mas não teve qualquer oportunidade de mostrar serviço.

 

COMO JOGARAM OS OUTROS

 

Uma raiva Incrível

 

Beto

Sofreu um golo a frio sem ter qualquer responsabilidade. Uma única defesa vistosa, mesmo antes de sair.

 

Sereno

Poucas vezes presente quando o Verl atacou pelo seu lado, valeu-se da velocidade para ganhar posição e corrigir com o roubo de bola.

 

Otamendi

O mais interventivo a defender, tirou o pão da boca aos alemães recorrentemente. Completou 90 minutos e deu-se igualmente bem com Maicon e Rolando.

 

Maicon

Tentou várias vezes lançar os avançados a partir da retaguarda. Jogo sem qualquer problema de maior e até uma oportunidade para brilhar. Tentou o chapéu a Mandic a 60 metros de distância. E esteve quase…

 

Fernando

Ia marcando um grande golo a 30 metros da baliza e outro mais perto. Destacou-se mais no ataque, mas não era difícil…

 

Hulk

A expulsão contra o Moenchengladbach deixou-o com fome de bola. Tanta que procurou individualizar na maioria das situações. Ora, no brasileiro isso não é um defeito, pois foi assim que o FC Porto criou as melhores e mais bonitas situações de golo. Esteve nos três golos, mas é aquela assistência para Kléber que fica na retina.

 

Fucile

Começou na direita, terminou na esquerda. De um lado ou outro, o mesmo fulgor da estreia contra o Moenchengladbach, a fazer esquecer que voltou de férias há quatro dias. Foi o melhor lateral da equipa.

 

Sapunaru

Duas subidas perigosas e pouco mais. O jogo quase não passou pelo seu lado.

 

Rolando

O Verl já pouco atacava quando entrou. Nem terá suado…

 

Souza

Assumiu (e bem) todas as responsabilidades defensivas num meio-campo bastante criativo. Mas não tinha de se posicionar tão atrás…

 

João Moutinho

Fantástico no futebol rendilhado ao primeiro toque, mas mais devagar do que na véspera. É natural, o cansaço deixou marcas.

 

Rúben Micael

Não pareceu sentir-se confortável num meio-campo com quatro homens, embora tenha sido num idêntico que despontou no Nacional. Jogou simples, como sempre.

 

Belluschi

Regresso à competição dois meses depois. A lesão ainda pesa…

 

Varela

Jogou no meio e isso limitou-lhe os movimentos e a explosão. Ainda assim, quase marcava de cabeça…

 

in "ojogo.pt"

 

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Dois sistemas que não batem o cansaço

Publicada por P. Ungaro em 13:55

 

O FC Porto terminou o estágio com uma vitória sobre os amadores do Verl, mas com uma exibição cinzenta, sobretudo na segunda parte. O desgaste ao fim de 11 dias de intenso trabalho, misturado com a exigência física do encontro da véspera justificam parte da sonolência. A falta de entrosamento entre alguns jogadores, o mau rendimento de outros e a experiência táctica final (4x1x3x2) explicam o resto: uma equipa que ainda precisa de afinações em todos os sectores e condicionada pela ausência de vários candidatos ao onze. O protagonista é que se mantém inalterado: Hulk. Marcou um golo de grande penalidade e esteve nos lances dos outros dois, respondendo à expulsão da véspera com uma boa exibição. Kléber bisou, mas até podia ter saído do jogo com uma mão-cheia de golos. Djalma voltou a decepcionar.

 

Desta vez, houve pouco jogo pelas alas, com excepção do lado direito quando Hulk ou Kelvin surgiam por lá. Do outro lado a relva foi pouco pisada porque Addy não subia e Djalma, insista-se, esteve desastrado. O FC Porto entrou a perder - golo do Verl aos 2' - e demorou a reagir, percebendo-se rapidamente a tendência para gerir a posse de bola sem grandes acelerações ou desequilíbrios. Ainda assim, foram criadas oportunidades mais do que suficientes para nova goleada, mas o cansaço pesou bastante na hora de finalizar. Kléber empatou, após um bom passe do Incrível, que completou a cambalhota através de uma grande penalidade.

 

Ao fim de uma hora de jogo, e já depois de Kléber voltar a empurrar para as redes, Vítor Pereira mudou a equipa e o sistema, ensaiando um 4x1x3x2 que, admitiria no final, poderá ser útil ao longo da época, mas não necessariamente com os mesmos intervenientes. Neste caso, aproveitou a qualidade dos três médios criativos - Moutinho, Rúben e Belluschi, que jogaram na mesma linha -para privilegiar o jogo interior. Souza actuou mais junto ao sector defensivo, com Hulk e Varela na frente. O "lifting" táctico não trouxe velocidade ao encontro e, na prática, o mais emocionante foi contar os minutos para o apito final. Do jogo e do estágio na Alemanha...

 

Verl 1 FC Porto 3

Estádio Na Der Poststrasser |Alemanha

Árbitro Christian Bandurski [Alemanha]

-

Verl

 

Milos Mandic; Julian Schmitd, Andreas Saur, Guerino Capretti e Fabian Grosseschallau; Jannik Schroder, Lauretta, Jeton Arifi e Janos Bluhm; Marco Schneider e Matthias Haeder

 

Jogaram ainda: Arne Kampe, Lukas Brenk, Marco Kaminski, Martin Fuhsy, Dennis Buschening, Tim Manstein, Alaadin Nas, Schubert, Siebrecht e Mário Bertram

 

Treinador RAIMUND BERTELS

 

FC Porto

 

Beto; Sereno, Otamendi, Maicon e Addy; Fernando, Castro e Kelvin; Hulk, Djalma e Kléber

 

Jogaram ainda: Kadú, Fucile, Rolando, Souza, Christian, Belluschi, Rúben Micael, Varela, João Moutinho, Sapunaru

 

Treinador VÍTOR PEREIRA

-

ao intervalo 1-2

GoLOS Jeton Arifi, 2', Kléber, 26', Hulk, 37' g.p. e Kléber, 52'

CARTÕES Nada a registar

 

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Souza, Castro e Kléber :heart:

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O Palito postou isso no FB, acho que é o de cima á direita ou o terceiro a contar da esquerda. :lol:

Editado por HelderFCP

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O Palito postou isso no FB, acho que é o de cima á direita. :lol:

Deve ser é o 3 em cima a contar da esquerda :compinchas:

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Deve ser é o 3 em cima a contar da esquerda :compinchas:

 

Agora que vi melhor também me pareceu, já tinha editado. :p

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Mandem o Micael embora e deixem lá o Castro em paz.

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Neste momento, o Micael é mais útil que o Castro, apesar de gostar muito do Castro.

 

No entanto, para o Porto ter uma aposta séria no Castro, não pode, no caso de vender algum dos médios, ir buscar o Danilo, ou alguém do género, porque se não, nunca haverá espaço para o Castro. Para além do espaço, permitia também que ele errasse mais, isto porque, ele no Porto, e por gostar tanto do Porto e por ser Porto, tende a "acusar" as oportunidades e a errar mais que o normal, sendo também importante neste caso, que ele se sinta útil, e com margem para poder errar, e não ao primeiro erro nunca mais ter uma oportunidade.

 

Acerca disto, penso que foi o Wenger, que realçou isto mesmo, sabia o potencial do Cesc, tinha o Vieira, e sabia que no caso do Vieira ficar, nesse ano, o Cesc ia jogar muito menos. Prescindiu do Vieira de modo a que o Cesc crescesse com margem e sabendo claro que ia errar, como é normal.

 

No caso do Castro, é necessário também apostar e acreditar, e deixar errar.

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O Addy é pena que ninguém o queira comprar... O David deve ser emprestado sim, até porque está numa fase em que deve jogar, o mesmo para o Atsu e Kelvin. Entre Rio Ave, Académica ou Paços de Ferreira, seriam excelentes escolhas.

 

O Castro não me parece que fique. São muitas opções para jogar no meio. Tenho pena, mas deve sair.

 

O Beto não está fácil mas ele deve querer sair para ver se vai ao Europeu. O problema, é que, em Portugal, as equipas já têm o posto ocupado e ele não vai para equipas mais pequenas. Deve passar mesmo por ser emprestado fora do país.

 

O CR10 é pena não haver quem lhe pegue também... Muita pena...

O Addy quando veio falava-se que tinha um grande potencial e que podia dar um bom lateral esquerdo, até agora ainda não vi grande coisa, talvez por uma questão de oportunidades. O Atsu vai ser emprestado, seguramente. Quanto ao Kelvin tenho algumas dúvidas, mas provavelmente será emprestado, Académica seria uma opção boa, por estar lá o Pedro Emanuel.

 

Também gostava que o Castro ficasse mas temos o meio-campo com muitas soluções e todas elas com muita qualidade, o que torna mais difícil a que o Castro jogue regularmente. O Beto deve ir para o estrangeiro é o mais óbvio, e o CR10, devia de ser vendido mas não sei até que ponto haja clubes que lhe dão aquilo que ele recebe no Porto.

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Epá, o Belluschi e o Guarin são muito mais completos que o Micael e têm a mesma ou mais capacidade técnica e inteligência. Além disso, não temos ninguém com as características do Moutinho. Para que é que vamos ficar com três médios ofensivos (e ainda há o James) e um oito?

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Estou muito descrente que o Micael regresse à boa forma, de forma consistente, que apresentou antes da lesão no ombro, em 09/10. Por mim, se surgisse uma proposta interessante, podíamos vender o homem.

 

Outro caso "problemático" é o Rodriguez. Continua a ser muito instável e propício a lesões, além de que mama um salário principesco e termina contrato em Junho de 2012... Ou vendemos o uruguaio neste defeso, e sempre recebemos qualquer coisinha, ou sai no próximo Verão a custo 0 (partindo do princípio que não volta à forma de 08/09, claro), o que seria um terrível negócio a nível financeiro.

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Se fosse portista, não me importava nada de me ver livre do Rodriguez. Ganha muito, está lesionado constantemente, pode render um bom encaixe financeiro e há inúmeras soluções para a posição dele.

 

Eu não desgosto do Micael. Apesar de para mim ser o diver madeirense e não o novo Zidane, reconheço-lhe alguma qualidade para substituir o Moutinho quando este não pode jogar. Além disso, é português, o que dá jeito para as inscrições na Europa.

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Se fosse portista, não me importava nada de me ver livre do Rodriguez. Ganha muito, está lesionado constantemente, pode render um bom encaixe financeiro e há inúmeras soluções para a posição dele.

 

Eu não desgosto do Micael. Apesar de para mim ser o diver madeirense e não o novo Zidane, reconheço-lhe alguma qualidade para substituir o Moutinho quando este não pode jogar. Além disso, é português, o que dá jeito para as inscrições na Europa.

 

Concordo.

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Sim, mas entre mandar embora o Micael que é formado localmente e o Castro que é formado localmente e no clube, acho que não é difícil a escolha. Além disso, o Micael no lugar do Moutinho só contra equipas que não incomodem muito, é desesperante ver a incapacidade do Micael para defender.

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Se há quem queira o Martins, também haverá interessados no Micael. Não acho que seja um jogador difícil de vender, não me parece é que o treinador e a direcção estejam interessados nisso.

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Que propostas é que interessam? 10 milhões?

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Tendo em conta que custou 3 milhões por 60% do passe, e que ele tem ido à selecção nacional, até golos fez, e é provável que continue a ir, sim, 10 milhões parece-me bem. O Porto não vende só porque sim.

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Se fosse portista, não me importava nada de me ver livre do Rodriguez. Ganha muito, está lesionado constantemente, pode render um bom encaixe financeiro e há inúmeras soluções para a posição dele.

 

Eu não desgosto do Micael. Apesar de para mim ser o diver madeirense e não o novo Zidane, reconheço-lhe alguma qualidade para substituir o Moutinho quando este não pode jogar. Além disso, é português, o que dá jeito para as inscrições na Europa.

 

Eu começo é a duvidar que ele possa dar um bom encaixe financeiro, sinceramente. Recentemente, a única hipótese que tem sido apontada é o Peñarol, que duvido que consiga fazer uma proposta interessante... Lembro-me que se falou da Rússia, mas já foi há tanto tempo :x

 

O Micael tem demasiada pouca agressividade para aquela posição, imo

 

Já agora, volta-se a falar de Kelvin e Addy para a UD Leiria, por empréstimo

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Não estás a confundir com o Maxi? Falou-se foi no Rubin Kazan e não foi assim há tanto tempo

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O Micael é pouco agressivo a disputar a bola, e não é reactivo como o Moutinho, ou até o Bellsuchi, no entanto, ele defende bem, antecipa muito bem os lances e é muito concentrado, viu-se por exemplo contra o Borussia no sábado. Agora, claro que é diferente dos outros médios, salta menos à vista porque corre menos, mas oferece outras coisas, é muito competente a gerir os ritmos da equipa, encontra sempre espaço para receber, e de frente, tornando-se muito mais útil que o Guarín, por exemplo, para uma primeira fase de construção.

 

Parece-me que este ano, e dado a ausência do Guarín e do Belluschi na pré - época, a motivação dele é maior, e como tal, pode ser que até ele comece já a disputar com mais agressividade e que se "agarre" à vaga deixada pelo Guarín e pelo Belluschi e que se sinta mais importante mesmo no grupo.

 

Para concluir, são jogadores diferentes, que oferecem coisas diferentes, sendo que esta variabilidade é óptima, essencialmente, porque são jogadores bons.

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Prefiro ficar com o Rúben. Verdade seja dita, ainda não houve uma aposta forte nele.

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