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Gavazzo

Sporting - Futebol

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Eu gosto da 2ª só não consigo escolher entre o Santos e Rinaudo. E na frente para mim era o Postiga

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E na frente para mim era o Postiga

 

concordo. Temos uma equipa demasiado boa, é melhor usar um handicap para o resto da liga.

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O Timo foi para o City? Não vai ficar, Inglaterra tem pouco Sol.

Está à experiência.

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Às tantas fica e ainda acaba titular, Hans-Jörg Butt style.

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A vir não ficarias triste.

Mas algum sportinguista no seu perfeito juízo ficaria triste com isso? :lol:

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Mas algum sportinguista no seu perfeito juízo ficaria triste com isso? :lol:

Como catalão podias ficar.

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Eu não sou catalão, sou vila-realense.

Percebeste bem o que eu quis dizer. 8)

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O João Pereira parecia o Abel. Aquele lado parecia uma via verde.

Já o Evaldo parecia outro...

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Um amigo meu disse-me que sábado iria ser apresentado um jogador surpresa, a ver vamos

não sabes para que posiçao ?

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Um amigo meu disse-me que sábado iria ser apresentado um jogador surpresa, a ver vamos

 

nao gosto.

 

preferia que o plantel ficasse já fechado para dar tempo as novos jogadores (quase todos) adaptaram-se...mas esse novo jogador é decerteza o turan..

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LOL, jogador surpresa? Aposto que é o Turan e não é surpresa nenhuma :mrgreen:

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Rinaudo, tão forte que até venceu o azar

Reforço leonino já esteve quase a abandonar o futebol: não aguentava a dor na alma. Nessa altura, valeram-lhe os amigos. A história de um carácter forte contada por quem o acompanhou!

 

Quem olha para Rinaudo agora não vê um jovem receoso e temeroso. Mas o trinco do Sporting já o foi um dia. Por detrás do jogador duro, personalizado e maduro já esteve um menino frágil. Dobrado pelas curvas do infortúnio. Passou dois anos sem jogar e não aguentava a dor na alma.

 

Por isso quis deixar o futebol. «Foram dois anos e meio a levantar-me só para ir ao médico. Dormia, comia e levantava-me para ir ao médico outra vez. Era uma loucura», referiu Rinaudo numa entrevista. «Um dia disse-me que queria deixar o futebol», conta Martin Saggini ao Maisfutebol.

 

Saggini era o treinador de Rinaudo nas categorias jovens do Gimnasia. O próprio trinco garante que ele foi fundamental na carreira. Por isso já lhe agradeceu publicamente. «Disse-me que o futebol era uma prisão para ele. Não se sentia cómodo e queria regressar à aldeia dos pais», adianta Saggini.

 

O treinador mandou-o regressar a casa. Rinaudo ligou à mãe, deixou tudo em La Plata e partiu imediatamente. O pai foi de carro buscar-lhe as coisas mais tarde. Por detrás desta decisão estiveram duas roturas dos ligamentos: primeiro no joelho direito, recuperou e no primeiro jogo lesionou-se no esquerdo.

 

Por isso quis deixar tudo, voltar à aldeia e ao conforto dos pais. Nessa altura valeram os amigos. Um dele era Ricardo Glorio. Chegou ao Gimnasia com Rinaudo, levado pelo mesmo olheiro e foi viver com ele para o quarto de uma pensão. Durante dois anos foi como um irmão para o reforço leonino.

 

«Quando ele regressou a casa, não duvidei que voltava. Conhecia-o e sabia que ele queria muito jogar futebol. Ele dizia-me que não voltava, mas não estava muito seguro de si. Ele tem uma garra enorme. Essa fome de ultrapassar os desafios não ia permitir que não voltasse», diz Ricardo ao Maisfutebol.

 

Muitos telefonemas, muitas conversas e dois meses depois, Rinaudo voltou mesmo a La Plata. «O problema dele não eram os joelhos: era a cabeça. O joelho era uma desculpa. Só precisava de confiança», diz o antigo treinador. O amigo adianta que Rinaudo pensava estar escrito que nunca iria ser jogador.

 

Falava de azar, de perseguição e de fatalismo. Um par de meses em casa chegou para arrumar as ideias. Telefonou a Martin Saggini e disse-lhe que queria voltar. O treinador recebeu-o de braços abertos. «Ele só precisava de carinho. Precisava de apoio dos pais, dos amigos e dos treinadores», garante.

 

«Dizíamos-lhe que tinha de voltar: em três dias ou num ano, mas tinha de voltar. Que eram só lesões e faziam parte do futebol. Só precisava de se tranquilizar», adianta o amigo Ricardo. «Quando voltou falávamos muito com ele. O Rinaudo é um tipo que tem algo de especial», conta Saggini.

 

Nessa altura entra em cena Topo Sanguinetti. Era o treinador da equipa principal e, três meses após Rinaudo começar a jogar, foi buscá-lo para a equipa principal. «Sabíamos que a vida tem destas coisas», conta. «A cabeça de um jogador de futebol é complicada e ele tinha estado muito tempo sem jogar.»

 

«Mas superou essa fase e começou a jogar ao melhor nível. Estava com força mental. Só precisa disso. É um trinco com uma vontade tremenda. Contagia todos os colegas e é um líder. Começou a jogar na equipa principal e nunca mais deixou de ser titular. Tinha 19 anos e tornou-se um símbolo do clube», diz.

 

Voltando atrás, Saggini emociona-se ao falar do reforço leonino. Parece quase estar a chorar. «Ele é um tipo especial, sabe? Não fui só eu que o marquei, ele também me marcou. É um rapaz a quem quero muito: é honesto, tem uma grande paixão pelo futebol e é um grande amigo. É um tipo raríssimo.»

 

Em La Plata toda a gente quer o melhor a Rinaudo. Luis de Blasis, por exemplo, era pai de Pablito, um colega do trinco leonino. Dava-lhes boleia e acompanhava-os para todo. Para o Maisfutebol só tem uma frase: «Diga a Portugal que o Fito Rinaudo é melhor pessoa que jogador. Que Deus o proteja sempre.»

 

maisfutebol.iol.pt

 

Rinaudo, a paixão por mate e... motos

Reforço do Sporting gosta de chá e... bolachas, corridas de carros e de ganhar, claro

 

Quem conhece Rinaudo diz que ele tem uma paixão louca pelo futebol. Mas não é a única paixão da vida dele: as motas ocupam quase o mesmo espaço. O reforço leonino chegou a correr e conseguir bons resultados. Mas depois veio o futebol e uma grande desilusão: o pai vendeu-lhe a mota sem o avisar.

 

Quando Rinaudo viajou para La Plata, deixando a aldeia natal, o pai desfez-se da outra paixão do jogador. «Tinha medo que o filho se magoasse e queria que se concentrasse apenas no futebol», contam. Rinaudo nunca mais voltou a correr, mas nem por isso largou essa paixão pelas corridas.

 

Ricardo Glorio foi para o Gimnasia com Rinaudo e levado pelo mesmo olheiro. Foram viver juntos para um quarto de pensão e partilharam todos os momentos até que Rinaudo começou a jogar na equipa principal, mudou-se para um apartamento e fez dessa casa o ponto de encontro de amigos.

 

«Encontrávamo-nos lá e passávamos muito tempo juntos. Então o Rinaudo comprou uma playstation para jogarmos, mas não comprou jogos de futebol. Achava que devíamos distrair-nos: só jogávamos jogos de corridas de carros e motos. Ele era louco por esses jogos. E ganhava sempre, era muito competitivo.»

 

O resto do tempo era passado à volta do chá... e bolachas. «Bebíamos mate e íamos comendo bolachas enquanto falávamos. Conversávamos da família, de como corriam os treinos, das nossas vidas», conta. «A verdade é que desfrutávamos do tempo livre com muita, muita calma. Gostávamos de relaxar.»

 

Ricardo Glorio ainda tentou ser jogador de futebol, mas hoje está apenas numa equipa amadora. Na última época jogou em Itália, na Série D. Mas regressou à Argentina para jogar apenas por prazer. Para trás deixou a formação em La Plata, no Gimnasia y Esgrima, onde chegou apenas com quinze anos.

 

Com Rinaudo partilhou a adolescência e a passagem para a idade adulta. Viveu história de amizade, e de saias. Até ao dia em que o reforço leonino se chateou com ele, por causa da namorada. «Foi uma brincadeira que fiz e que deixou o Rinaudo furioso. Andou uma série de dias sem falar comigo», conta.

 

«Tínhamos ido a um bar: eu, ele e as nossas namoradas. Então eu aproveitei um instante em que eles estavam distraídos, peguei no copo do Rinaudo e despejei a bebida na cabeça da namorada dele. Olhei para o lado, a disfarçar, e ela pensou que tinha sido ele. Pegou no copo e atirou-lhe com a bebida à cara», sorri.

 

A namorada de Rinaudo saiu furiosa e o jogador do Sporting culpou sempre Ricardo. «Andamos uns dias em que falava com ele e ele não me respondia. Mas sabia que aquilo lhes passava. Por dentro só me ria», conta. «Tenho saudades desses tempos e saudades do Rinaudo. É um grande amigo», acrescenta.

 

maisfutebol.iol.pt

Editado por tclaro92

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Quaresmão :prayer: Isso é que era, era a p*ta da loucura no estádio...

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Quaresmão :prayer: Isso é que era, era a p*ta da loucura no estádio...

Era muito amor.

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Quaresmão :prayer: Isso é que era, era a p*ta da loucura no estádio...

Olha que não me admiro nada , como anda aquilo pela Turquia .

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«Tenho ambição de campeão» - Capel

 

Depois das lágrimas da despedida a Sevilha, o extremo acedeu a dar entrevista exclusiva a A BOLA. O espanhol conta que chega ao Sporting para devolver o título nacional ao clube, confessa que o projecto leonino o cativou desde o primeiro dia e na comparação com Futre aponta para poder marcar tantos golos como «el português» fez em Espanha.

 

- Depois de tanto tempo no Sevilha, sente-se preparado para a primeira aventura fora de Espanha?

- Estou ansioso, confiante e preparado para começar a trabalhar. Vou dar o máximo em prol do clube que depositou confiança em mim. Estou muito agradecido. Vou representar um grande clube de Portugal e da Europa, onde espero continuar a crescer como jogador e contribuir com títulos.

 

- Porque escolheu o Sporting?

- Estou feliz e orgulhoso pela forma como fui recebido. Foi o clube que mais se mostrou interessado nos meus serviços, aquele que apostou em mim e se esforçou, ao ponto de ter concretizado o seu desejo ao contratar-me. Por isso, estou muito agradecido e vou retribuir a confiança que depositaram em mim.

 

- O que mais pesou na decisão?

- Escolhi o Sporting pela ambição que as pessoas que dirigem o clube e os jogadores demonstram, bem como pelo projecto que me foi apresentado.

 

- Satisfeito com o projecto...

 

- Cativou-me, é ambicioso, tem pernas para andar. Que o Sporting volte a ser o que foi no passado. Vamos trabalhar para torná-lo cada vez maior, à medida das ambições dos seus adeptos.

 

- O objectivo é ser campeão?

- Claro! Vou com o único objectivo de lutar para ser campeão. Essa é a única ambição que me move. Tenho ambição de campeão!

 

Leia mais na edição impressa de A BOLA

 

abola.pt

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o Capel tem é uma cabeça enorme lol

 

vamos a isto, único gajo em quem repouso enormes expectativas.

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Percebeste bem o que eu quis dizer. 8)

Percebi, simplesmente não entendi a pertinência da questão. Qualquer jogador do plantel principal do Barcelona seria um adição fantástica ao Sporting portanto, tal como eu, qualquer sportinguista ficaria feliz pela vinda do Abidal.

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Percebi, simplesmente não entendi a pertinência da questão. Qualquer jogador do plantel principal do Barcelona seria um adição fantástica ao Sporting portanto, tal como eu, qualquer sportinguista ficaria feliz pela vinda do Abidal.

Do Abidal ? .. wt* ?

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