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Batalha da Floresta de Teutoburgo (Teutoburg Florest)

 

Gaius Octavius, filho adoptivo de Julius Caesar, tornou-se o primeiro imperador de Roma em 27 a.C. Roma era a principal potência militar do mundo conhecido e encontrava-se em franca expansão em praticamente todas as direcções: a ocidente, a Península Ibérica já caíra quase toda, a França e a Bélgica estavam controladas; a este, a Grécia e o Egipto caíram, assim como boa parte da Turquia; a sul, o norte de África era romano. Qual o alvo seguinte do expansionismo romano? A Germânia.

 

Ao contrário do que é comum pensar-se, as densas florestas germânicas não foram um obstáculo impenetrável para os romanos. Tradicionalmente, indica-se o rio Reno como a fronteira entre o mundo romano e o mundo bárbaro, mas na verdade as legiões romanos entraram pelo território germânico, derrotando tudo e todos até chegarem ao rio Elba, cerca de 500 km para além do rio Reno. A salvação dos germânicos foi uma revolta ocorrida nos Balcãs que obrigou estas legiões a abandonarem a Germânia e deram tempo aos bárbaros para se reorganizarem. Quando a rebelião foi dominada, Augusto enviou três legiões lideradas por Varus para a Germânia com o objectivo de confirmar a superioridade de Roma e submeter os novos povos ao sistema financeiro romano - daí a escolha de um cobrador de impostos brilhante, Varus, para liderar as legiões. Corria o ano 9 d.C.

 

O ardil aos romanos começou a ser preparado. Um dos principais conselheiros de Varus, Armínio, era germânico (filho de um chefe tribal que foi oferecido a Roma como resgate; na Itália teve a educação e o treino militar romano, tornando-se cidadão) e organizou, secretamente, uma emboscada na floresta de Teutoburgo. Armínio avisou Varus de uma revolta (fictícia) a ter lugar num local remoto da floresta, desconhecido dos romanos, e indicou um trajecto para lá chegar que estava, na verdade, armadilhado e preparado para uma gigantesca emboscada. Os cerca de 30 mil soldados romanos avançaram pelo trajecto sem qualquer organização, dispersos e desconcentrados pelo meio de bosques densos, caminhos estreitos, enlameados e colinas inclinadas. O ataque teve início com hordas de bárbaros a cercar os pequenos grupos de soldados romanos que se encontravam dispersos por dezenas de km ao longo da floresta, presas demasiado fáceis por se encontrarem num terreno que não conheciam, terem sido apanhados de surpresa e os seus escudos e setas se encontrarem inutilizáveis devido ao temporal que se abatia há uns dias.

 

Muitos milhares de soldados morreriam nessa primeira fase do ataque. Os que sobreviveram fugiram por um caminho mais acessível e aberto que entretanto encontraram, mas Armínio tinha previsto que tal iria acontecer e armou uma trincheira a bloquear o caminho, montando ainda muralhas laterais, cortando todos os caminhos de fuga possíveis. Atacados de todos os lados, a maioria dos romanos que sobreviveram à primeira vaga não resistiriam à segunda. Cerca de 20 mil homens morreram ou foram feitos prisioneiros naquela batalha.

 

As consequências desta humilhação foram profundas para Roma e indirectamente para os herdeiros da sua civilização. Primeiro que tudo, colocou um fim à senda vitoriosa da expansão romana que durava praticamente desde a fundação da cidade; depois, porque marcou o momento em que Roma se contentou com a sua fronteira a norte no rio Reno; foi também, provavelmente, a maior derrota da maior potência militar de sempre.

 

Por curiosidade, 40 anos depois do desastre o exército romano, após uma vitória na província da Dácia, libertou romanos que haviam sido escravizados pelos bárbaros nessa batalha.

 

Fonte: BlackHawk :tongue:

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Para mim o momento crucial da WW II, tivesse Hitler mantido o acordo secreto com Stalin e nao atacado a URSS, os alemães só paravam na Irlanda e estavamos todos aqui a comer sauercrauten. Dividir as forças foi o erro primeiro e maior de Hitler.

 

Para mim ainda maior erro que esse foi mandarem bombardear a cidade de Estalinegrado sabendo que ainda nao estava totalmente segura e terem entrado com o exercito para os escombros.

 

Vou deixar um meu contributo neste topico

 

Qualquer das teorias publicadas por Einstein ao longo do sec XX merecem ser referidas

 

Teoria dos fotões de Einstein

 

Equação fotoeléctrica de Einstein

 

A teoria ondulatória da luz interpretava, com êxito, todos os fenómenos luminosos conhecidos até então mas mostrou-se incapaz de interpretar o efeito fotoeléctrico que é consequência da acção das radiações luminosas sobre a matéria.

 

Com efeito, de acordo com a teoria ondulatória, a emissão fotoeléctrica deveria ocorrer para luz incidente de qualquer frequência, desde que o feixe luminoso fosse suficientemente intenso. Tornava-se, portanto, inexplicável a existência de um valor limite para a frequência da radiação incidente. Por outro lado, se o feixe de luz incidente fosse muito pouco intenso, isto é, se a potência radiante incidente na superfície do cátodo tivesse valor muito baixo, a energia que então caberia a cada um dos electrões seria muito inferior à energia necessária para a extracção de um electrão da superfície de um metal. Também não se poderia admitir que se tratasse de uma acumulação, no tempo, de energia incidente, pois a emissão fotoeléctrica é instantânea. O facto de a energia cinética máxima dos fotoelectrões ser independente da intensidade do feixe de luz monocromática incidente na superfície do cátodo, era igualmente inexplicável na teoria ondulatória, visto que, se houvesse uma distribuição uniforme de energia luminosa por toda a superfície do cátodo, a energia recebida por cada um dos seus electrões deveria ser directamente proporcional à intensidade do feixe luminoso monocromático incidente.

 

Einstein, em 1905, demonstrou que se podiam resolver as dificuldades atrás apontadas se se aplicasse, às radiações luminosas, a hipótese dos quanta que o físico Max Planck recentemente apresentara.

 

Max Planck, em 1900, apresentou a hipótese de que a emissão de energia radiante pela matéria não se faz de um modo contínuo mas por quantidades discretas, proporcionais à frequência da respectiva radiação. A cada uma dessas quantidades chamou quantum de energia.

 

Assim, Einstein, em vez de considerar a luz incidente como uma onda de frequência f, considerou-a como uma corrente de corpúsculos, recuperando uma ideia de Newton, os fotões, cada um dos quais de energia E proporcional à frequência f da onda considerada, e cuja constante de proporcionalidade, h, era a mesma que Planck deduzira a partir da sua hipótese:

 

E = hf

 

em que h se designa por constante de Planck:

 

h = 6,625 x 10-24 J s

 

Einstein considerou ainda que a intensidade da onda luminosa incidente é proporcional ao número de fotões que ela transporta.

 

Quando há emissão fotoeléctrica é por que um fotão de energia hf colide com um electrão da superfície de um metal, sendo completamente absorvido e, ao desaparecer, é transferida para o electrão toda a sua energia. Uma parte desta, E0, igual á energia de extracção do metal, é consumida para arrancar o electrão do átomo e para o afastar da superfície do metal; a restante energia, hf - E0, aparece como energia cinética do electrão emitido e representa a energia cinética máxima com que um fotoelectrão, supondo-o inicialmente em repouso, pode abandonar a superfície do metal.

 

Assim, segundo Einstein, podemos escrever:

 

hf - E0 = ½ m v2máx

 

Esta equação, designada por equação fotoeléctrica de Einstein, foi confirmada experimentalmente, em 1916, por Milikan, que a comprovou determinando os valores da energia cinética máxima dos fotoelectrões emitidos por vários elementos fotossensíveis, para diferentes frequências de luz monocromática, medindo os valores dos potenciais de paragem, V0, correspondentes a essas frequências.

 

Gráfico das medidas feitas por Milikan e que traduz a variação do potencial de paragem, V0, com a frequência f da radiação incidente num cátodo de césio e num cátodo de cobre.

E = | e V0 |

 

Milikan confirmou, assim, uma das previsões teóricas de Einstein: a energia cinética máxima dos fotoelectrões é função linear da frequência da radiação monocromática incidente.

 

O valor da constante de Planck, h, determinado a partir do declive das rectas da figura anterior, por Milikan, foi de 6,56 x 10-34 J s, em perfeito acordo com o valor deduzido por Planck ao estabelecer a sua teoria quântica (6,55 x 10-34 J s). O valor actualmente aceite para h é de 6,625 x 10-34 J s.

 

 

 

Interpretação das leis da emissão fotoeléctrica pela teoria dos fotões

 

A partir da teoria dos fotões torna-se fácil a interpretação das leis da emissão fotoeléctrica. A existência de um valor limite, f0, da frequência da radiação monocromática incidente, característica de cada metal puro, deduz-se da equação

 

hf - E0 = ½ m v2máx

 

supondo que cada fotão útil do feixe luminoso incidente possui apenas a energia suficiente, E0, para expulsar um electrão do metal. Então

 

hf0 = E0 ou f0 = E0 / h

 

Se a frequência da radiação incidente tiver um valor f < f0, os fotões individuais, qualquer que seja o seu número, que colidem com a superfície metálica por unidade de tempo, não terão energia suficiente para expulsar electrões.

 

Como a expulsão de um fotoelectrão corresponde à absorção de um fotão de energia hf > E0 ou hf = E0 , o número de electrões captados por unidade de tempo, pelo ânodo de uma célula fotoeléctrica, é proporcional ao número total de fotões que colidem com o cátodo, no mesmo intervalo de tempo e, por consequência, a corrente fotoeléctrica é proporcional à intensidade do feixe luminoso monocromático incidente. Da conjugação das expressões

 

hf - E0 = ½ m v2máx e hf0 = E0

 

temos que

 

½ m v2máx = h ( f - f0 )

 

Conclui-se então que a energia cinética máxima dos fotoelectrões só depende da frequência da radiação incidente e aumenta quando essa frequência também aumenta.

 

Fonte: http://profs.ccems.pt/PauloPortugal/CFQ/Fsica_Moderna/Teoria_Einstein.htm

Editado por PeDrOm14

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Batalha da Floresta de Teutoburgo (Teutoburg Florest)

 

Gaius Octavius, filho adoptivo de Julius Caesar, tornou-se o primeiro imperador de Roma em 27 a.C. Roma era a principal potência militar do mundo conhecido e encontrava-se em franca expansão em praticamente todas as direcções: a ocidente, a Península Ibérica já caíra quase toda, a França e a Bélgica estavam controladas; a este, a Grécia e o Egipto caíram, assim como boa parte da Turquia; a sul, o norte de África era romano. Qual o alvo seguinte do expansionismo romano? A Germânia.

 

Ao contrário do que é comum pensar-se, as densas florestas germânicas não foram um obstáculo impenetrável para os romanos. Tradicionalmente, indica-se o rio Reno como a fronteira entre o mundo romano e o mundo bárbaro, mas na verdade as legiões romanos entraram pelo território germânico, derrotando tudo e todos até chegarem ao rio Elba, cerca de 500 km para além do rio Reno. A salvação dos germânicos foi uma revolta ocorrida nos Balcãs que obrigou estas legiões a abandonarem a Germânia e deram tempo aos bárbaros para se reorganizarem. Quando a rebelião foi dominada, Augusto enviou três legiões lideradas por Varus para a Germânia com o objectivo de confirmar a superioridade de Roma e submeter os novos povos ao sistema financeiro romano - daí a escolha de um cobrador de impostos brilhante, Varus, para liderar as legiões. Corria o ano 9 d.C.

 

O ardil aos romanos começou a ser preparado. Um dos principais conselheiros de Varus, Armínio, era germânico (filho de um chefe tribal que foi oferecido a Roma como resgate; na Itália teve a educação e o treino militar romano, tornando-se cidadão) e organizou, secretamente, uma emboscada na floresta de Teutoburgo. Armínio avisou Varus de uma revolta (fictícia) a ter lugar num local remoto da floresta, desconhecido dos romanos, e indicou um trajecto para lá chegar que estava, na verdade, armadilhado e preparado para uma gigantesca emboscada. Os cerca de 30 mil soldados romanos avançaram pelo trajecto sem qualquer organização, dispersos e desconcentrados pelo meio de bosques densos, caminhos estreitos, enlameados e colinas inclinadas. O ataque teve início com hordas de bárbaros a cercar os pequenos grupos de soldados romanos que se encontravam dispersos por dezenas de km ao longo da floresta, presas demasiado fáceis por se encontrarem num terreno que não conheciam, terem sido apanhados de surpresa e os seus escudos e setas se encontrarem inutilizáveis devido ao temporal que se abatia há uns dias.

 

Muitos milhares de soldados morreriam nessa primeira fase do ataque. Os que sobreviveram fugiram por um caminho mais acessível e aberto que entretanto encontraram, mas Armínio tinha previsto que tal iria acontecer e armou uma trincheira a bloquear o caminho, montando ainda muralhas laterais, cortando todos os caminhos de fuga possíveis. Atacados de todos os lados, a maioria dos romanos que sobreviveram à primeira vaga não resistiriam à segunda. Cerca de 20 mil homens morreram ou foram feitos prisioneiros naquela batalha.

 

As consequências desta humilhação foram profundas para Roma e indirectamente para os herdeiros da sua civilização. Primeiro que tudo, colocou um fim à senda vitoriosa da expansão romana que durava praticamente desde a fundação da cidade; depois, porque marcou o momento em que Roma se contentou com a sua fronteira a norte no rio Reno; foi também, provavelmente, a maior derrota da maior potência militar de sempre.

 

Por curiosidade, 40 anos depois do desastre o exército romano, após uma vitória na província da Dácia, libertou romanos que haviam sido escravizados pelos bárbaros nessa batalha.

 

Fonte: BlackHawk :tongue:

O maior desastre do Império, talvez seguido do desaparecimento da Legio IX Hispania

Editado por OntheRadio

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em 43 d.C., o imperador Cláudio organizou uma invasão com seu general Aulo Pláucio a frente da força invasora, que contava com quatro legiões. Os historiadores discordam acerca dos motivos que levaram o imperador a empreender a conquista, ainda que muitos afirmem que foi o desejo de obter fama e boa reputação entre os romanos, já que suas deficiências como imperador eram evidentes. A desculpa formal para iniciar a conquista estava no fato de a Britânia ter grandes vínculos de entendimento e comércio com os Belgas da Gália através do canal da Mancha, pelo que Cláudio e seus conselheiros pensaram que a Gália não estaria nunca segura sem a anexação da Britânia. O próprio Cláudio assistiu à campanha durante algum tempo e, entusiasmado pelo êxito obtido, quis perpetuá-lo dando o nome de Britânico a seu filho.

 

Entretanto, os enfrentamentos foram duros. Depois do desembarque em Richborough, os filhos de Cimbelino (Cunobelinus), líder da confederação das tribos dos Catuvelaunos e os Trinovantes, Carataco e Togodumno ofereceram uma grande resistência, mas, tomados pela surpresa pela invasão, foram derrotados. Pláucio acampou à espera do imperador, a cuja chegada, procederam a tomar a capital de Cimbelino, Camulodunum (atual Colchester), o que provocou que numerosas tribos britânicas (atrebantes, icenos e brigantes) aceitassem a soberania romana.

 

Entretanto, Carataco tentou organizar a facção anti-romana, forte nos vales e montanhas galesas. Os quatro anos seguintes foram utilizados pelos romanos para consolidar suas posições romanas no sudeste, sudoeste e nas Midlands. Por volta de 47 d.C., a fronteira provincial estava constituída por uma linha imaginária que ia de Exeter a Lincoln. Chichester se converteu no principal centro romano da ilha. Neste ano, Pláucio foi sucedido por Ostório Escápula, quem iniciou o ataque contra as tribos rebeldes de Gales, os Siluros e os Ordovicos, a mando de Carataco, que foram derrotados em 49 d.C. Carataco fugiu e buscou refúgio entre os Brigantes, tribo que ocupava o norte da atual Inglaterra, mas foi entregue por sua rainha, Cartimândua, aos romanos. Paralelamente, em 49, criava-se a colônia romana de Camulodunum.

 

A derrota de Carataco, entretanto, não trouxe consigo a conquista de Gales, coisa que não ocorreria definitivamente até quase dez anos depois, sob o mando do procônsul romano Caio Suetônio Paulino. Paralelamente, os romanos apoiavam a facção pró-romana dos Brigantes, encabeçada pela rainha Cartimândua, que manteve uma política pró-romana frente à facção anti-romana liderada por seu marido (finalmente, em 71 d.C., o reino dos Brigantes seria anexado por Roma).

 

Entretanto, entre 60 e 61 d.C., começou a rebelião dos Icênios, comandados pela sua rainha Boadiceia (Budicca ou Boudicca), descontentes pela anexação de seus territórios efectuada pelos romanos. Apoiada por outras tribos, como a dos Trinovantes, lutou com grande dureza e conseguiu inclusive expulsar Suetônio Paulino da cidade de Londinium (atual Londres), ainda que finalmente este acabasse com a rebelião. As colônias romanas de Camulodunum, Londinium e Verulamium foram destruídas. Estima-se que entre setenta e oitenta mil pessoas foram mortas nas três cidades. O governador romano, Suetônio Paulino, reuniu duas legiões e derrotou os revoltosos em batalha na qual a proporção das tropas era de vinte para cada romano. Depois desta revolta começou um período mais tranquilo, ainda que não longo de novas rebeliões, que possibilitou o começo da romanização.

 

Com a conquista de Cláudio, Britânia passou a ser província romana regida por um governador. Desde seu início como nova província ofereceu a Roma uma grande insegurança, pelo que teve necessidade de uma constante presença militar, sobretudo a norte e a leste da linha formada pela calçada de Exeter a Lincoln (antiga Lindum). Teve contínuas revoltas, sendo necessária a execução de grandes obras para facilitar o acesso das legiões até ao norte. Uma destas obras foi a construção de uma ponte sobre o rio Tâmisa. O governador Gneu Júlio Agrícola se viu obrigado a dirigir uma nova expedição militar para submeter à tribo celta dos ordovicos em 78 d.C., localizada na atual Gales e dois anos depois chegou até à Caledônia (atual Escócia), na que as tribos dos Pictos conservavam a sua independência.

 

Em 84, deu-se a batalha do monte Gráupio, no norte, na qual as tropas romanas derrotaram decisivamente a confederação caledônia (Tácito cita 10.000 mortes entre os caledônios, nome que os romanos davam aos Pictos). Os romanos terminaram por recuar após a batalha para uma linha mais defensável ao longo do istmo de Forth-Clyde. No início do século II, a fronteira recuou um pouco mais para o sul, na linha do istmo de Solway-Tyne. Adriano viria a ordenar a construção, naquela linha, a partir de 120, da famosa muralha que levaria seu nome.

 

As sucessivas revoltas de tribos locais exigiam a manutenção na ilha de pelo menos três legiões, o que conferia a um governador ambicioso a base para uma rebelião em busca da dignidade imperial. Ao longo de sua história, a província assistiu a rebeliões militares e a usurpadores imperiais. A tentativa, da parte de Septímio Severo, de solucionar este problema - a divisão da província (e do poder militar) em duas, Britânia Superior e a Inferior (início do século III) - logrou manter a paz na região por pouco menos de um século.

 

Nova rebelião da parte de um usurpador, no final do século III, levou o imperador Constâncio Cloro a redividir a província em quatro:

 

Maxima Caesariensis (sediada em Londres);

Britannia Prima;

Flavia Caesariensis; e

Britannia Secunda.

 

Esta divisão integrou a reforma administrativa de Diocleciano (293). A Britânia tornou-se uma das quatro dioceses (governada por um vigário) da prefeitura das Gálias.

 

No século IV, o território começou a ser atacado por saxões, a leste, e por irlandeses, a oeste. Uma série de fortes costeiros foi construída com o propósito de preveni-los.

 

As crescentes dificuldades romanas com os bárbaros no continente durante o final do século IV e no século V fizeram com que tropas romanas fossem gradativamente retiradas da Bretanha. Um usurpador, Constantino III, levou suas tropas da Britânia para a Gália em 407, onde foi derrotado por Constâncio, magister militum (posteriormente nomeado Augusto como Constâncio III) de Honório. Em 409, os bretões expulsaram a administração civil romana.

 

Os ataques saxões recrudesceram e, eventualmente, o sul da ilha foi ocupado por estes em cerca de 600 d.C. Muitos Bretões refugiaram-se na atual Bretanha francesa (Bretagne), donde o nome.

 

Deixo aqui o meu pequeno contributo.

Foi uma conquista dura e inacabada. A Bretanha era uma mescla de povos liderados por guerreiros, com diferenças vincadas e muitas guerras pelos meio.

Os Romanos tentaram a união de modo a garantirem a coesão do território mais a norte da Capital, mas tal advinhou-se muito complicdo devido às enormes barreiras culturais daquele mundo à parte separado pela àgua do Canal da Mancha.

Um facto curioso é que durante as invasões de Claúdio, o mesmo chegou a utilizar elefantes de guerra, acho que 3. O que causou o choque nas populações locais,visto que foi a primeira vez que um elefante pisou solo bretão.

Dizia-se que durante as reuniões com os chefes das tribos, Claúdio chegava mesmo a meter os elefantes perto da mesa onde discutiam para impor respeito, medo e ao mesmo tempo mostrar o seu poder.

O afastamento da capital do Império, a grande mescla de povos, a manutenção de uma vincada identidade cultural fizeram com que esta província fosse a primeira a cair em mãos bárbaras, em 409.

No entanto muitas histórias e contos ficaram marcados nos romanos, entre os quais o misterioso desaparecimento da Nona nas longíquas terras do Norte e há ainda quem afirme que é por esta altura que surge Arturius, um bretão que integrava as legiões e que se revolta contra os romanos e expulsa-os da ilha dando origem ao conto do Rei Artur

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wow :prayer:

Adoro esse tipo de histórias. Isso dava um filme brutal.

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wow :prayer:

Adoro esse tipo de histórias. Isso dava um filme brutal.

Eu adorava ver um filme retratando algumas partes importantes da nossa história. Por exemplo a batalha de Aljubarrota, batalha de Alcácer Quibir ou até mesmo o cerco do Porto.

Editado por Mr. Bacano

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A Conquista do Império Azteca

 

Antes da Conquista

 

A conquista dos Astecas começou a ser planeada quando os exploradores Francisco Córdoba e Juan de Grijalva, que visitaram a costa do México retornaram trazendo boas notícias acerca daquele Império, o que deixou o governador de Cuba Diogo Velasquez, bastante inspirado com a ideia de organizar uma expedição para explorar e conquistar a região, tendo nomeado Hernán Cortés para dirigi-la.

 

Hernán Cortés era um tabelião que acompanhou o governador Diogo Velasquez na conquista de Cuba em 1511, tendo recebido como recompensa grandes propriedades, onde se instalou e fez fortuna. Após a indicação do seu nome pelo governador vendeu as suas terras e financiou a expedição com o próprio dinheiro. Uma rivalidade entre Cortés e Velásquez e a ambição de Cortés levou a que este partisse sem avisar com cerca de quinhentos oficiais e soldados, cerca de cem marinheiros, centenas de criados indígenas, quatorze canhões e vários cavalos.

 

Inicio da Conquista

 

Cortés passou algum tempo na ilha de Cozumel, tentando converter os indigenas ao Cristianismo. Durante a sua estadia, Cortés soube que havia homens brancos a viver na peninsula de Yucatán (Iucatão) e descobriu que estes eram naufragos espanhóis, Gerónimo de Aguillar e Gonzalo Guerrero. Aguillar juntou-se ao espanhóis, enquanto que Guerrero terá lutado juntamente com os Maias contra os castelhanos. Aguillar, devido ao seu conhecimento das línguas maias, tornou-se um tradutor importante para Cortés.

 

Cortés seguiu o seu caminho pela península de Yucatán, chegando a uma pequena localidade junto ao mar chamada Potonchan. Apesar do pouco ouro encontrado, foi aqui que os espanhóis encontraram o seu maior trunfo, uma mulher cujo nome é conhecido por Malinche. Malinche, provavelmente proveniente de familias ricas da cidade, foi trazida para os barcos de Cortés juntamente com outras mulheres maias com o intuito de agradar seus homens mas ela revelou saber o que mais ninguém sabia, a língua falada pelos aztecas. Desta forma, Cortés falava em castelhano a Aguillar, este traduzia em maia a Malinche e esta comunicava directamente com os enviados aztecas que vinham com oferendas de ouro e prata para prazentear o conquistador espanhol.

 

O passo seguinte foi descobrir a actual cidade de Veracruz, o ponto de partida para a conquista do Império Azteca. Os espanhóis foram bem recebidos e Cortés rapidamente convenceu Chicomecoatl, o líder dos Totonacas, a revoltar-se contra os aztecas. Embora não fosse um aliado poderoso, já era um começo. Esta "conquista" veio na altura certa para Cortés pois chegavam rumores de que Diego Velasquez denunciou-o à coroa espanhola, acusando-o de traição. Era imperativo que esta jornada fosse um sucesso a todos os níveis para redimir-se do Rei, pelo que fundar uma cidade e convertê-la ao Cristianismo foi uma estratégia inteligente. No entanto, estes rumores não foram indiferentes aos homens de Cortés, já que houve tentativas de fugir pelas naus para perto de Velasquez, traição que Cortés antecipou e mandou destruir todos os barcos para prevenir situações semelhantes no futuro.

 

Tlaxcala e Cholula

 

O caminho até Tenochtitlan, capital azteca, encurtava-se e os castelhanos chegaram a Tlaxcala, uma união de mais de 200 cidades, cuja principal cidade era igualmente Tlaxcala. Havia uma rivalidade entre os tlaxcaltecas e os aztecas e pairava o medo que fossem conquistados pelos seus poderosos rivais, algo que convenceu-os a se aliarem à causa espanhola, apesar de uns conflitos iniciais. Cortés ficou 20 dias na capital, conquistando a confiança dos lideres tlaxcaltecas.

 

Entrando no núcleo de cidades aztecas mais importantes, Cortés, juntamente com 1000 tlaxcaltecas, marchou até Cholula. Como esta era uma cidade sagrada, tinha um exercito mínimo e os aztecas não tiveram outro remédio que não receber o exército de Cortés. No entanto, o líder dos aztecas, Moctezuma, queria acabar com os avanços espanhóis e ordenou um ataque surpresa durante a noite. Felizmente para os castelhanos, Malinche convivia com as mulheres nobres de Cholula e mal soube destes planos avisou Cortés que decidiu fazer desta cidade um exemplo para os aztecas que o ousassem desafiar, matando milhares de indigenas e incendiando a cidade. O "Massacre de Cholula" espalhou o medo pelo México inteiro, convencendo os povos a submeterem-se a Cortés em vez de sofrerem um destino semelhante.

 

Conquista de Tenochtitlan

 

Moctezuma, impressionado com o poder e a crueldade castelhana, não se opôs e deixou Cortés instalar-se em Tenochtitlan. O espanhol removeu os ídolos aztecas da grande piramide da cidade, construiu altares a S. Maria e S. Cristovão, terminou qualquer tipo de sacrificio humano, algo comum na capital azteca e ainda tornou Moctezuma prisioneiro, mantendo-o vivo a troco de largas quantias de ouro, aumentando assim a tensão entre o povo azteca e os invasores.

 

Entretanto, tropas enviadas por Diego Velasquez cuja missão era prender Cortés e levá-lo para ser julgado em Cuba aproximavam-se. O conquistador espanhol, perante esta ameaça à sua glória, levou grande parte dos seus homens, deixou Pedro de Alvarado a comandar o resto em Tenochtitlan e enfrentou as tropas de Velasquez. Perante uma desvantagem numérica enorme, Cortés saiu vencedor e regressou à capital azteca. A resistência azteca aumentava e chegou ao ponto de cercar o palácio, onde se encontravam os castelhanos. Moctezuma morreu, não se sabe como nem porquê mas pensa-se que pode ter sido obra de Cortés, os rebeldes elegeram Cuitláhuac como novo imperador e não tardou até que os espanhóis tivesse que se retirar da cidade.

 

As mortes de milhares de homens do seu exército fizeram com que Cortés jurasse vingança. Para tal, o plano foi formar uma aliança ainda mais poderosa com Tlaxcala e conquistar as cidades em redor de Tenochtitlan. Seguidamente, o exército dirigiu-se à capital azteca e cercou-a durante 8 meses. Os aztecas não resistiram mais e a cidade que um dia fora tão imponente como Constantinopla sucumbiu aos pés da aliança espanhola-tlaxcalteca.

 

Cortés foi perdoado pela coroa espanhola, estava conquistada a Nova Espanha e lançadas as fundações para o sucesso espanhol no Novo Mundo. Resta só dizer que aliar-se aos espanhóis teve o seu custo, uma vez que 40 anos da conquista já os tlaxcaltecas pagavam tributos aos espanhóis, tal como eles sempre se tinham recusado a fazer ao Império Azteca.

 

Fontes: wikipedia inglesa/espanhola e http://www.bibliapage.com/astecas.html

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Eu adorava ver um filme retratando algumas partes importantes da nossa história. Por exemplo a batalha de Aljubarrota, batalha de Alcácer Quibir ou até mesmo o cerco do Porto.

Por acaso se houvesse orçamento para tal a história Portuguesa daria para filmes e séries históricas brutais.

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Por acaso se houvesse orçamento para tal a história Portuguesa daria para filmes e séries históricas brutais.

Já tou a ver adaptações para o cinema dos livros "Viagens no Tempo" da Ana Mª Magalhães e da Isabel Alçada :mrgreen:

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Por acaso se houvesse orçamento para tal a história Portuguesa daria para filmes e séries históricas brutais.

Tenho quase a certeza que um filme da batalha de Aljubarrota daria muito sucesso e seria visto, pelo menos, na Europa toda.

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Adoro esse tipo de histórias. Isso dava um filme brutal.

 

Eu adoro este tipo de histórias em que um exército/armada mais forte e aparentemente invencível é desbaratado e humilhado. Os truques, a manha, a inteligência de quem sabe como enganar algo mais poderoso :carinhoso:

 

Quem gostar pode pesquisar pelas batalhas de Crécy, Agincourt e Stirling Bridge (esta última foi retratada no Braveheart). São já em ambiente medieval e são batalhas em que exércitos pequenos deram tareias a adversários muito superiores em números.

 

Eu adorava ver um filme retratando algumas partes importantes da nossa história. Por exemplo a batalha de Aljubarrota, batalha de Alcácer Quibir ou até mesmo o cerco do Porto.

 

Já tinha pensado nisso e nem era necessário ser feito por portugueses. Até os americanos encontravam na nossa história bons argumentos para filmes, o problema maior seria a falta de interesse que uma batalha ou acontecimento na nossa história provocaria no público americano, mesmo que o filme fosse muito bom.

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Já tinha pensado nisso e nem era necessário ser feito por portugueses. Até os americanos encontravam na nossa história bons argumentos para filmes, o problema maior seria a falta de interesse que uma batalha ou acontecimento na nossa história provocaria no público americano, mesmo que o filme fosse muito bom.

Os Americanos gostam muito de histórias de heróis e em que os mais fracos vencem os mais fortes, do género do Braveheart.

 

Por isso é que acho que Hollywood ia gostar da nossa história para fazerem filmes, por exemplo a luta entre D. Pedro e D. Miguel dá para fazer uma serie até. :mrgreen:

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Para isso faziam com o Afonso Henriques. Tinha de tudo, o herói que se revolta contra um reino poderoso, contra a sua própria mãe, consegue resistir e fundar o seu próprio reino, defende-se dos castelhanos e dos leoneses, derrota os mouros, e até tinha um final à Braveheart: o herói cheio de vida e corajoso partiu uma perna (ou o joelho, agora não me lembro qual) numa batalha, esteve preso e nunca mais recuperou totalmente, acabando por morrer doente e em decadência, mas os seus sucessores continuaram o seu caminho e cumpriram o seu sonho :carinhoso:

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Não conheço. Mas filme de guerra por Manoel de Oliveira? É coisa para não ter corrido muito bem.

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Os filmes dele costumam ser muito filosóficos e desvalorizam mais o movimento. Num filme de guerra a acção é fundamental e não sei se o Manoel de Oliveira o terá conseguido fazer.

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Os filmes dele costumam ser muito filosóficos e desvalorizam mais o movimento. Num filme de guerra a acção é fundamental e não sei se o Manoel de Oliveira o terá conseguido fazer.

Ah, pois, como disse, não vi nem sei como é o filme. Mas bem, ser fundamental não é, depende do que queres que o filme atinja.

 

Bem, é questão de alguém ver (Não é muito grande, 1h50) e vir cá contar o que achou, já que houve curiosidade geral por um filme sobre as guerras/História de Portugal. Eu não o verei para já, prefiro ter mais background histórico antes de me meter nele. :mrgreen:

 

Fica aqui o trailer, anyway:

Editado por Marcello Lippi

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Para isso faziam com o Afonso Henriques. Tinha de tudo, o herói que se revolta contra um reino poderoso, contra a sua própria mãe, consegue resistir e fundar o seu próprio reino, defende-se dos castelhanos e dos leoneses, derrota os mouros, e até tinha um final à Braveheart: o herói cheio de vida e corajoso partiu uma perna (ou o joelho, agora não me lembro qual) numa batalha, esteve preso e nunca mais recuperou totalmente, acabando por morrer doente e em decadência, mas os seus sucessores continuaram o seu caminho e cumpriram o seu sonho :carinhoso:

O filme 300 versão D. Afonso Henriques :mrgreen:

 

This is Portugal !!

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Esse filme é o Non ou a Vã Glória de Mandar. Assisti este ano lectivo na aula de História A e retrata episódios que vão desde a Batalha de Alcácer Quibir até à Guerra Colonial, tocando ainda aspectos da nossa literatura, como a Ilha dos Amores. Pessoalmente, não gostei muito.

 

btw, a minha prof. de História disponibilizou-nos um documento acerca das anotações de Manoel de Oliveira acerca do filme. Se quiserem, peçam :)

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O dia 6 de junho de 1944 entrou para a história como o Dia "D". Neste dia, os aliados ocidentais iniciaram a ofensiva contra as tropas alemãs no Canal da Mancha.

 

Durante anos, a decisão por uma grande ofensiva sobre o Canal da Mancha foi motivo de fortes controvérsias entre os aliados ocidentais. Inicialmente, não houve consenso quanto à proposta da União Soviética de abrir uma segunda frente de batalha na Europa Ocidental, a fim de conter as perdas russas nos violentos combates contra as Forças Armadas alemãs.

 

Somente no final de 1943, decidiu-se em Teerã planejar para a primavera seguinte a chamada Operação Overlord – a maior operação aeronaval da história militar.

 

Nos meses seguintes, mais de três milhões de soldados norte-americanos, britânicos e canadenses concentraram-se no sul da Inglaterra para atacar os alemães na costa norte da França. Além disso, dez mil aviões, sete mil navios e centenas de tanques anfíbios e outros veículos especiais de guerra foram preparados para a operação.

 

 

Operação anunciada pelo rádio

 

 

A 6 de junho de 1944, foi anunciada pelo rádio a chegada do "Dia D" - o Dia da Decisão. A operação ainda havia sido adiada por 24 horas, devido ao mau tempo no Canal da Mancha e, por pouco, não fora suspensa.

 

Antes do amanhecer, pára-quedistas e caças aéreos já haviam bombardeado trincheiras alemãs e destruído vias de comunicação. Uma frota de aproximadamente 6.500 navios militares atracou num trecho de cerca de 100 quilômetros nas praias da Normandia, no noroeste da França.

 

No final do primeiro dia da invasão, mais de 150 mil soldados e centenas de tanques haviam alcançado o continente europeu. Graças à supremacia aérea dos aliados, foi possível romper a temível "barreira naval" de Hitler e estabelecer as primeiras cabeceiras de pontes. As perdas humanas – 12 mil mortos e feridos – foram menores do que esperadas, visto que o comando militar alemão fora surpreendido pelo ataque.

 

 

Os nazistas previam uma invasão, mas não sabiam onde ela ocorreria. Também não chegaram a um consenso sobre a melhor maneira de enfrentá-la. Por causa do mau tempo, eles esperavam que a operação fosse adiada para o verão europeu. Em função de manobras simuladas pelos aliados, Hitler concentrara o 15º exército na parte mais estreita do Canal da Mancha, onde previa ser atacado.

 

As demais tropas alemãs permaneceram no interior do país, em vez de serem estacionadas na costa, como havia pedido inutilmente o marechal-de-campo Erwin Rommel. Graças a esses erros estratégicos, os aliados escaparam de uma violenta contraofensiva alemã.

 

Apesar disso, o avanço das tropas aliadas enfrentou forte resistência. A cidade de Caen, que os ingleses pretendiam libertar já no dia do desembarque, só foi entregue pelos alemães no dia 9 de junho, quase toda destruída. As defesas nazistas no interior da França só foram rompidas a 1º de agosto, uma semana depois do previsto.

 

O "Dia D", comandado pelo general Dwight D. Eisenhower, foi o ataque estratégico que daria o golpe mortal nas forças nazistas. "Esse desembarque faz parte de um plano coordenado pelas Nações Unidas - em cooperação com os grandes aliados russos - para libertar a Europa. A hora da libertação chegou", profetizou o próprio Eisenhower, a 2 de junho.

 

Paris foi libertada a 25 de agosto, Bruxelas, a 2 de setembro. A fronteira alemã anterior ao início da guerra foi cruzada pelos aliados em Aachen a 12 de setembro, ao mesmo tempo em que eram realizados bombardeios aéreos contra cidades industriais alemãs. No início de 1945, os soviéticos (pelo leste) e os norte-americanos (pelo oeste) fizeram uma verdadeira corrida para chegar primeiro a Berlim, para comemorar a vitória definitiva sobre a Alemanha nazista.

 

fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,319002,00.html

 

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Caso queiram acrescentar algo, estão á vontade

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Só uma curiosidade: os alemães durante muito tempo pensaram que o desembarque era uma manobra de distracção e continuaram à espera do "verdadeiro" desembarque. Quando perceberam que aquele era o verdadeiro desembarque já era tarde para o conter.

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Eu li que a Alemanha nao pode evitar o ataque porque o Hitler foi enganado por um espião duplo que lhe deu um local errado do desembarque. Se é verdade ou não isso ja não sei

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Os filmes dele costumam ser muito filosóficos e desvalorizam mais o movimento. Num filme de guerra a acção é fundamental e não sei se o Manoel de Oliveira o terá conseguido fazer.

Cá para mim o filme é todo este frame durante 2 horas:

 

non3.jpg

 

Durante essas duas horas o homem da imagem conta como a lata que tem na mão o ajudou a sobreviver durante a guerra. :mrgreen:

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Eu li que a Alemanha nao pode evitar o ataque porque o Hitler foi enganado por um espião duplo que lhe deu um local errado do desembarque. Se é verdade ou não isso ja não sei

 

O Hitler tinha um espião bem posicionado em Londres, mas os ingleses conseguiram metê-lo a trabalhar para eles sem que os alemães suspeitassem disso. É possível que tenha enviado um local falso para o desembarque. Aliás, os Aliados deram uma tareia aos alemães a nível de espionagem, muito da vitória aliada veio por aí. Eles cedo conseguiram descodificar o código que os alemães usavam nas comunicações e com isso tiveram sempre informações privilegiadas sobre o posicionamento, o armamento e os abastecimentos às divisões alemãs.

 

Cá para mim o filme é todo este frame durante 2 horas:

 

http://4.bp.blogspot.com/_WtrVP7yIK54/SWETRd_3ssI/AAAAAAAAAVc/UOwyvyL8nto/s400/non3.jpg

 

Durante essas duas horas o homem da imagem conta como a lata que tem na mão o ajudou a sobreviver durante a guerra. :mrgreen:

 

Vindo do Manoel de Oliveira eu não me admirava nadinha :lol:

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