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Sporting - História do Clube

Publicações recomendadas

Corrida Sporting na RTP2

 

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No próximo domingo, na RTP 2, a partir das 18h20, vai transmitir um programa com cerca de 25 minutos sobre a primeira edição da Corrida Sporting. Veja, ou reveja, os momentos relevantes desta prova popular, a opinião dos organizadores e participantes da prova de 10 mil metros, que na sua primeira edição bateu o recorde nacional de participantes à chegada.

 

sporting.pt

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Os 7-1 fazem 25 anos

 

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Por Pedro Figueiredo e Rui Miguel Melo

 

O Benfica' date=' treinado pelo inglês John Mortimore, foi campeão nacional na época 1986/1987, com apenas uma derrota. Foi a 14 de Dezembro de 1986, no Estádio José Alvalade. O Sporting venceu por 7-1 e, naquele que é o recorde de maior goleada em ‘derbies’ entre os rivais de Lisboa. Faz hoje 25 anos.

 

Aquela noite chuvosa de Dezembro transformou-se num dos resultados míticos do futebol português. Foi a melhor exibição da carreira de Manuel Fernandes, autor de quatro dos sete golos leoninos. O Sporting era treinado por Manuel José e colocou-se em vantagem por Mário Jorge.

 

Na segunda parte, Manuel Fernandes fez o 2-0 e Vando reduziu poucos minutos depois. A partir do 3-1, assistiu-se a um vendaval sportinguista, perante uma equipa do Benfica sem reacção. Os leões marcavam quase a cada ataque.

 

No final da época, o Benfica sagrou-se campeão nacional e o Sporting não foi além do quarto lugar. Mas continua a falar-se mais dos 7-1 do que do título conquistado pelos encarnados.

 

Ainda hoje Manuel Fernandes guarda em sua casa a bola desse ‘derby’. Foi um presente para a filha, Cláudia, que, naquela noite, fazia nove anos. Uma noite eterna para os sportinguistas.

 

[b']Reacções[/b]

 

Manuel Fernandes

«Curiosamente jogámos melhor na primeira parte, mas falhámos muitos golos. Na segunda fomos mais eficazes. O jogo deu em diferido e eu, depois de festejar o aniversário da minha filha, ainda vi o encontro na televisão.»

Litos

«O que me ficou para sempre na memória foram os golos do Manuel Fernandes, além dos que dei a marcar. Lembro-me do cruzamento que fiz na esquerda para o quinto golo do Sporting, que foi considerado golo da jornada. Não que tivéssemos ganho alguma coisa nessa época, mas a verdade é que o que continua a ser falado é esse resultado com o Benfica.»

 

Venâncio

«Fora de campo, muitos dos jogadores do Benfica moravam na zona Sul e eram nossos companheiros na Selecção. Quando acabou o jogo, apercebemo-nos do desalento e do desânimo e nem festejámos no campo por respeito. A festa aconteceu depois no balneário. Foi a apatia total a partir do 3-1 e podiam ter sido oito ou nove!»

 

Virgílio

«Foi um jogo que marcou, não só para quem viu, como para quem participou nele. Foi um resultado invulgar e dificilmente repetível. Para nós jogadores, os ‘derbys’ são demasiado intensos para se guardarem na memória, mas esse teve qualquer coisa de extraordinário.»

 

Álvaro Magalhães

«Recordo-me desse jogo, mas também me lembro que fomos campeões nacionais, que ganhámos a Taça de Portugal e foi a única derrota que tivemos em competições nacionais. Ninguém soube o que se passou naquela noite. Simplesmente, não fomos o Benfica. Mas também me lembro das palavras do presidente Fernando Martins, no balneário, a seguir ao jogo. Disse-nos que pior só se tivéssemos caído de um avião. Fez-nos ver que tínhamos saúde e que nada estava perdido. A seguir ao jogo, reflectimos em conjunto e a verdade é que não voltámos a perder.»

 

 

abola.pt

 

 

Faz hoje 25 anos dos 7-1 ao Benfica. :handclap:

 

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Eterno Manuel Fernandes. :prayer:

 

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Editado por Bugias

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7-1 :prayer:

 

Manuel Fernandes :prayer:

 

Sporting :heart:

 

Que pena de não ter viso este jogo ao vivo :-|

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Manuel Fernandes: "Prazer em golear o nosso rival"

 

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25 anos depois dos 7-1 ao Benfica, Manuel Fernandes, autor de quatro dos sete golos, recorda, na edição do jornal ‘Sporting’, esse jogo e esses tempos de jogador.

 

Jornal "Sporting" – 25 anos depois, como recorda os 7-1 ao Benfica?

Manuel Fernandes – Foi um resultado anormal, entre dois grandes clubes e desde então até esta data, nunca mais existiu um resultado com seis golos de diferença. Fiz parte dessa equipa maravilhosa. Recordo-me de que, nesse jogo, estivemos melhor na primeira parte do que na segunda e, nos primeiros 45 minutos, só marcámos um golo. O Meade falhou alguns golos e eu também. No segundo tempo, num lance de cabeça, marquei o 2-0 e recordo-me perfeitamente desse jogo porque tenho lá o DVD e, de vez em quando ,vou vê-lo. O Benfica reduziu para 2-1, depois nós marcámos o 3-1 e, a partir desse golo, foi bom sentir que os jogadores do Benfica bloquearam, não conseguiam acompanhar os nossos movimentos. O resultado começou a avolumar-se e, nos últimos 20 minutos, marcámos quatro golos, mas podíamos ter marcado mais, porque os jogadores do Benfica já não sabiam o que estavam a fazer dentro de campo. Para qualquer «leão» como eu, ganhar ao Benfica é sempre muito bom e ficar na história de um jogo é fantástico. Fiquei na história do Sporting não só por este jogo, mas os miúdos que nunca me viram jogar sabem que marquei quatro golos ao Benfica. Foi uma partida marcante e única na minha vida. Para além do prazer que tive em golear o nosso rival.

 

Dos quatro golos, qual foi o que lhe deu mais gozo marcar?

O que marquei na sequência de um cruzamento do Litos e, em voo, fiz o golo de cabeça, esse foi o mais bonito. Mas também gostei muito do segundo, também de cabeça, na sequência de um pontapé de canto.

 

Acredita que o carinho e o carisma que tem junto dos sportinguistas se deve muito a esse jogo?

As pessoas, até aos 40 anos, recordam-me pela carreira que fiz. Mas, os mais novos ligam-se muito a esse encontro. Nunca escondi o amor que sinto pelo nosso Clube, recusei propostas, inclusivamente do nosso rival Benfica, e hoje sinto-me feliz por terminar a minha carreira no Sporting, que era algo que sempre tive em mente.

 

Comemorar as bodas de prata dos 7-1 e estar ao serviço do Sporting é ouro sobre azul?

É excelente. Em muitos clubes por onde passei, fui prejudicado por nunca esconder o meu sportinguismo e, muitas vezes, tive de aturar coisas de alguns dirigentes que não sei como aguentei. Nunca escondi que queria terminar a carreira no nosso Clube.

 

Entre Sporting e Benfica a rivalidade é, hoje em dia, maior, ou mais pequena do que há 25 anos?

É igual. Um dos meus prazeres foi, em 12 anos como jogador do Sporting, em partidas para o campeonato, ter jogado os 24 «derbies». Não falhei nenhum, sempre fiz questão de jogar esses jogos e a rivalidade já havia e vai haver sempre. O jogo do ano é sempre este.

 

Na rivalidade pessoal, Bento foi o seu maior rival dentro de campo?

A rivalidade era mais colectiva do que individual, embora o Bento fosse o meu último obstáculo a ultrapassar para marcar e tive um caso com ele em que foi expulso, porque me deu com o braço no queixo, caí e ele foi expulso. A rivalidade entre os jogadores era saudável, mas o ambiente que rodeia jogos com esta natureza é o mais importante.

 

"Malcolm Allison foi um excelente condutor de homens"

 

Disse que gosta de rever o jogo. Porquê?

Tenho o jogo todo na memória, mas como tenho o DVD, de vez em quando volto a rever.

 

Os 7-1 aconteceram também pelo ambiente que se vivia na equipa?

Tive várias fases nos 12 anos em que estive no Sporting. Quando passei a capitão de equipa, uma das minhas preocupações foi criar bom ambiente no grupo de trabalho e, acima de tudo, respeitei os meus colegas para eles me respeitarem a mim. Mas, fazendo prevalecer a minha posição dentro do grupo e a partir de determinada altura, houve uma pessoa que foi importante nesse espírito de grupo: Malcolm Allison, que foi um excelente condutor de homens.

 

25 anos depois, o que é que mudou no futebol?

Mudou a linguagem, mas, acima de tudo, mudou uma coisa muito importante: antigamente, as equipas jogavam com os blocos mais esticados e isso dava mais possibilidades de desmarcação. Hoje, jogando com blocos baixos, os jogadores têm dificuldades de penetração e têm de se arranjar soluções para combater isso. No meu tempo, os blocos não jogavam tão baixo, eram mais esticados e com a perspicácia e a intuição que tínhamos, fugíamos.

 

sporting.pt

 

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http://www.youtube.com/watch?v=iWu26T1LeTU&

 

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Dia histórico! :prayer:

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Aproveito este tópico para dar os parabéns à Juventude Leonina pelos 36 anos de aniversário. Afinal de contas, esta claque faz parte (e muito) da história deste clube.

 

Ficam aqui algumas imagens:

 

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Um vídeo de 28/11/2011, quando todos os adeptos juntavam-se para depois seguirem para o estádio da luz, para jogarem contra o Benfica.

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Um vídeo de 28/11/2011, quando todos os adeptos juntavam-se para depois seguirem para o estádio da luz, para jogarem contra o Benfica.

Por pouco não apareço :mrgreen:

 

Muitos parabéns! Fazem parte da história do Sporting! Nos melhores momentos são a claque que mais apoio dá e que mais prazer dá ver. A melhor claque é a Torcida, mas a Juve tem outra mística, é outra coisa... Muitos parabéns.

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já agora pergunto aqui: qual a origem da cara do símbolo da Juve? É um dos criadores da claque?

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já agora pergunto aqui: qual a origem da cara do símbolo da Juve? É um dos criadores da claque?

 

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já agora pergunto aqui: qual a origem da cara do símbolo da Juve? É um dos criadores da claque?

É o miúdo dos U2.

 

O João Rocha metia sempre musica deles no antigo alvalade.

 

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Parabéns ao enorme Francisco Stromp, que hoje faria 120 anos se fosse vivo. Obrigado por tudo.

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Deve estar às voltas no túmulo.

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Se visse o estado a que o clube chegou provavelmente arrependeria-se de o ter criado.

 

Não fosse esta enorme massa associativa e a história construida todos estes anos, e acredito que isto já tinha tombado há meia duzia de anos.

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Encontra-se já à venda a Caderneta de Cromos que retrata a história ímpar do Sporting Clube de Portugal desde a sua fundação em 1906 até ao dia 1 de Julho de 2012. Ao longo de 50 páginas poderá reviver grandes nomes de atletas e momentos históricos de equipas que ficaram eternas no coração de todos os Sportinguistas.

 

Os 364 cromos encontram-se divididos nas seguintes categorias:

 

Emblemas

Resumo Histórico

Votação do Melhor 11 da história do futebol leonino

Mais Craques

Equipas de Futebol

Estádios

Academia

Museu

Multidesportivo

Modalidades

Lendas

Olímpicos

Equipas de Modalidades

Palmarés Nacional

Palmarés Europeu

A Força do Nº12

 

Até dia 7 de Outubro, todos os Sócios detentores de Lugar Especial e Sócios com Gamebox 10 Anos (cartão dourado) irão beneficiar de uma promoção especial na Loja Verde (Piso o) no Alvaláxia - Shopping & Lazer: 10% desconto na caderneta e oferta de 10 cromos para iniciar esta colecção histórica do Sporting Clube de Portugal.

 

O preço de venda ao público é 4 EUR para a cadeneta e 0,50 EUR da carteira que inclui 5 cromos.

Achei que se enquadrava melhor aqui. Interessante, até era capaz de me meter nisto, duvido é que encontre muita gente com quem trocar :mrgreen:

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Tinha ouvido dizer que era a mais velha associada de qualquer clube europeu, não só português.

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Guest Dpitz

Tinha ouvido dizer que era a mais velha associada de qualquer clube europeu, não só português.

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‘Memórias de Peyroteo’

 

No domingo, às 15h00, na Loja Verde do Estádio José Alvalade é lançado o livro «Memórias de Peyroteo» . Uma autobiografia do maior goleador de sempre do futebol português e um dos maiores ícones da história do Sporting Clube de Portugal.

 

Este acontecimento está integrado nas actividades programadas para o JOGO DOS SÓCIOS, que se realiza às 18h00, desse dia, frente ao Nacional da Madeira.

 

O evento contará com as presenças de Fernando Peyroteo (filho do nosso goleador) e das velhas glórias do Sporting, Hilário da Conceição e José Pérides.

 

sporting.pt

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Francisco Stromp nasceu há 121 anos

Francisco Stromp, figura ímpar do Sporting Clube de Portugal, nasceu a 21 de Maio de 1892.

 

Filho de Francisco dos Reis Stromp, médico, e de Elisa Lima de Oliveira Roxo, teve cinco irmãos: Octávia, Mário, Helena, José e António. Os dois últimos foram, como ele, fundadores do Sporting Clube de Portugal e a irmã Helena, uma exímia jogadora de ténis no clube. Nesse tempo, vivia a família Stromp no Lumiar, mais propriamente na Estrada da Torre, onde hoje se situa o Colégio S. João de Brito.

 

Muito estimado pelos seus condiscípulos, Francisco Stromp era considerado o aluno querido do Liceu Camões, tendo ainda frequentado o Instituto Superior Técnico.

 

O alto conceito em que tinha as virtudes do desporto e o respeito pela ética desportiva, faziam dele o amigo sem limites, mesmo com os seus adversários das pugnas desportivas. Ficaram famosas as usas alocuções no balneário, antes do inicio dos jogos, quando, muitas vezes com os olhos marejados de lágrimas, incitava os colegas a dignificarem o clube.

 

Em 1916 sofreu um grande revés, ano em que seu irmão António, com apenas 22 anos de idade contraíu a sífilis, doença para a qual não eram conhecidos tratamentos eficazes. António viria a falecer cinco anos depois, em 1921. Três anos depois, Francisco e a sua família descobrem que tinha sido atacado pela mesma doença. A sua vida começa a transformar-se por completo, vindo a falecer por vontade própria a 1 de Julho de 1930.

 

Alinhou pelo 1º team de futebol desde a época de 1908/09 aos dezasseis anos, até 1923/24. Participou em 107 jogos na categoria principal do clube, a médio-direito ou avançado-centro e foi seu capitão durante uma dezena de anos. Em 1923 conduziu o seu clube à conquista do Campeonato de Portugal.

 

Desde a fundação do Clube até ao dia da sua morte, nunca deixou de se confundir com o próprio Sporting, que mais não constituiu que o prolongamento afectivo da sua própria família. Daí o reconhecimento do Sporting Clube de Portugal com a atribuição das distinções de sócio de mérito, sócio benemérito e, a título póstumo, a de sócio honorário, ocupando, ainda, por decisão da Assembleia Geral, eternamente, o nº de associado que possuía, nº3.

@Sporting.pt

 

Muita atenção ao bold.

Editado por doom_master

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Stromp :heart:

 

E ir às lágrimas para incentivar os colegas e para transmitir aquela paixão, fdx :heart:

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