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Arquitectura, Urbanismo, Projectos, Transportes, Infraestruturas e Outras Coisas do Género

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Marvila vai ter projeto de €1000 milhões de investimento em nova zona habitacional

 

Durante 50 anos foi uma fábrica de gás, mas vai passar a contar com duas mil novas casas

Durante 50 anos foi uma fábrica de gás, mas vai passar a contar com duas mil novas casas

 

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A zona Oriental de Lisboa vai ser palco de um projeto de investimento imobiliário na área residencial, nos terrenos da Matinha, freguesia de Marvila, que trará pelo menos duas mil novas habitações à cidade. A Matinha era das últimas zonas para onde a capital se podia expandir, segundo os especialistas ouvidos pelo Expresso. O investimento é de cerca €1000 milhões, excluindo o terreno, que custou €142 milhões em 2019.

Além das duas mil casas novas, o projeto conta com uma nova escola e vários serviços e negócios de lazer, para pensar a zona “como um bairro”, conta ao Expresso João Cabaça, presidente executivo da VIC Properties, promotora do projeto em causa. No total, “desde terrenos, descontaminação [dos solos], impostos, taxas, custos de construção, entre outros”, trata-se de um investimento superior a €1000 milhões, todo de capital privado, maioritariamente estrangeiro, “dados os montantes”, vindo de fundos de investimentos, fundos de pensões e outros semelhantes não divulgados por João Cabaça.

Recorde-se que naquela zona de Marvila estava uma fábrica de gás, que funcionou durante mais de 50 anos. Inaugurada em 1944, manteve-se operacional até ao final dos anos 90, mas só em 2006 as instalações industriais foram demolidas. “São solos que foram desativados, deixados altamente contaminados pelos antigos proprietários, sem que qualquer tipo de responsabilização fosse feita na altura e até aos dias de hoje”, critica o líder da promotora, pois é a VIC que agora é responsável por essa descontaminação — um processo que, no total, deverá demorar 12 meses, mas que já foi iniciado na segunda metade de 2024.

Para João Cabaça, o projeto da Matinha era a “peça que faltava” para ligar o centro da cidade ao Parque das Nações. A vereadora do Urbanismo da autarquia lisboeta, Joana Almeida, diz mesmo que é uma “peça muito relevante na consolidação da frente ribeirinha, na zona Oriental da cidade”. Mas terá Lisboa espaço para crescer mais? Pouco, mas tem.

A expansão de Lisboa

“Duvido que haja zonas para crescer com esta dimensão”, começa por referir Luís Mendes, urbanista. No entanto, refere que há zonas que, com dimensão menor, ainda têm potencial de crescimento, como Marvila, Vale de Santo António (entre a Graça e o Alto de São João), Lumiar e Carnide.

Contudo, sublinha que “Lisboa tem um tecido urbano muito consolidado”, não havendo muito “por onde crescer em nova construção”. Há, sim, muito para reabilitar — que é, na sua ótica, a chave para muitos dos problemas da cidade e do país. “Ninguém nega a necessidade de nova construção, há sempre prédios em derrocada ou com necessidade de demolição, mas não é necessário construir tanto como as imobiliárias querem, só que a nossa indústria da construção não está muito virada para a reabilitação urbana, mas sim para a construção”, critica.

Já a vereadora refere, além das áreas mencionadas pelo urbanista, as zonas do Beato, Penha de França, Olivais e Ajuda. Joana Almeida também se mostra adepta da reabilitação e aponta que existem “conjuntos de edifícios, alguns devolutos, outros subaproveitados, que apresentam grande potencial de reconversão e reabilitação”. Mas, se falarmos apenas de construção, a capital tem “cerca de 800 hectares de terrenos não urbanizados para nova construção”.

Paulo Caiado, presidente da Associação de Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), advoga que também é pela reabilitação que a cidade deve crescer: “A cidade está carregada de imóveis que precisam de ser reabilitados.” Ainda assim, olhando para a edificação totalmente nova, lembra também o Vale de Santo António e as zonas de Benfica e Olivais.

O que vai nascer na Matinha?

Durante vários anos os terrenos da Matinha estiveram na posse de Luís Filipe Vieira. Em 2012, o antigo presidente do Sport Lisboa e Benfica entregou o controlo desses ativos ao Grupo Espírito Santo (GES). Depois, a VIC Properties adquiriu o projeto em 2019. O terreno, que conta com mais de 30 hectares, já tem o ‘coração’ desenhado, mas ainda falta definir alguns pormenores, como rotundas e algumas ruas.

Mas o que será implantado nesses 30 hectares? João Cabaça diz que “a maioria do espaço será para uso residencial”, com duas mil habitações novas. Pensando no projeto como “um bairro”, tem “de se pensar, desde que uma família se levanta até que se deita, em tudo aquilo que é necessário”. Por isso será criada uma escola, “que será pública”, e haverá investimentos em espaços verdes (um total de 120 mil metros quadrados). Já no que toca aos espaços comerciais, haverá “um pouco de tudo, como ginásio, mercearia ou restaurantes”.

Adicionalmente, está previsto um espaço para hotel ou residência estudantil, mas o líder da promotora diz estar mais direcionado para investir em quartos para estudantes — até pela envolvência, com algumas faculdades perto, e o próprio novo hospital de Lisboa, “que terá também uma componente forte de educação”, ou seja, mais estudantes.

Tudo somado, a VIC estima que o valor no final da edificação seja de €2 mil milhões.

O projeto levará à criação de aproximadamente três mil novos postos de trabalho diretos, ainda que se admita o reaproveitamento de trabalhadores e fornecedores do projeto Prata (também no local), devido ao “know-how acumulado ao nível da construção pura e dura, mas também da relação [da empresa] com os locais”.

O líder da promotora vinca que ainda é “muito cedo” para revelar o valor pelo qual as casas serão vendidas, “mas diria que deverá estar em linha com o Prata”, onde os preços dos apartamentos (que começam nos T0) ficam nos €350 mil.

Para João Cabaça, a Matinha “é uma grande resposta à falta de habitação em Lisboa”, mas Luís Mendes lamenta que, apesar do “peso muito significativo” no mercado e da regeneração da cidade, não tenha uma parte da oferta destinada a habitação acessível. “Era importante que incluísse zonamento inclusivo, que facultasse 200 a 300 casas para a classe média baixa — uma espécie de quota afeta à habitação pública ou verdadeiramente acessível, que não ultrapasse os 30% do rendimento médio dos lisboetas”, declara.

E não se compromete com o início da construção, pois até ao momento “imensa coisa ocorreu a nível do camarário que tem vindo a dificultar bastante o licenciamento” do projeto e ainda aguarda que o contrato aprovado na autarquia de Lisboa em dezembro de 2024 seja assinado. “A ideia é começarmos com as obras de infraestrutura do primeiro loteamento dentro do projeto da Matinha o quanto antes.”

Relativamente à conclusão, também não revela grandes novidades, pois declara estar dependente das entidades públicas. Contudo, o jornal online “Observador” revelou, em agosto passado, que o projeto só estará concluído, na melhor das hipóteses, no início da próxima década, pois, após a descontaminação dos solos, a fase de construção ainda deverá estender-se por seis anos, de forma faseada.

 

https://expresso.pt/economia/economia_imobiliario/2025-01-30-marvila-vai-ter-projeto-de-1000-milhoes-de-investimento-em-nova-zona-habitacional-5b304b98

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Banco de Portugal na antiga Feira Popular

mw-1920

 

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Concentração de serviços dispersos pelo país deverá acontecer em Entrecampos, em Lisboa

O Banco de Portugal comprou por cerca de 40 milhões de euros, em 2018, um terreno na zona do Alto dos Moinhos, em Lisboa, mas não se vai mudar para lá. Depois de estudar outras alternativas, da Avenida de Berna ao Parque das Nações, é nos terrenos da antiga Feira Popular que o supervisor deverá concentrar as suas atividades.

Foi em comunicado que a autoridade comandada por Mário Centeno anunciou o princípio de acordo para o negócio: “O Banco de Portugal e a Fidelidade assinaram hoje um memorando de entendimento que estabelece as bases para a aquisição de um edifício localizado nos terrenos da antiga Feira Popular (na Parcela A da Unidade de Execução de Entrecampos), em Lisboa”.

“Este acordo, que culmina um extenso trabalho de análise técnica, funcional e jurídica, envolvendo equipas de ambas as entidades, reflete o interesse do Banco de Portugal em ali concentrar os seus escritórios em Lisboa e o compromisso da Fidelidade em concretizar a transação”, segundo diz a mesma nota. Em outubro, o jornal “Eco” tinha já adiantado esta possibilidade.

Não há qualquer referência a valores do investimento, sendo que a intenção é que o banco concentre aqui serviços hoje espalhados em vários edifícios, na Avenida Almirante Reis (em que o atual estado do edifício levou à instalação temporária no Edifício Marconi, também em Entrecampos), na Avenida da República e na Rua Castilho. A ideia é que a sede, na Rua do Comércio, continue ali a funcionar. O supervisor emprega cerca de 1700 trabalhadores, mas uma parcela fora da capital.

“O projeto apresenta uma infraestrutura moderna e funcional com os mais altos padrões de sustentabilidade, numa localização central com grande acessibilidade, integrada e aberta à comunidade, devendo estar concluído no terceiro trimestre de 2027”, segundo a nota do Banco de Portugal.

Em 2027, estará a cumprir-se um novo mandato de governador: o atual, ocupado por Mário Centeno, termina no verão deste ano. Pode haver recondução, os banqueiros até o viam com bons olhos, mas o Governo e os partidos que o sustentam têm sido muito críticos da sua postura.

O negócio ainda não está fechado: “A respetiva formalização está sujeita à conclusão satisfatória das negociações e à obtenção das aprovações necessárias.”

O edifício de escritórios do Banco de Portugal é um dos que ali se vai instalar, mas não o único, já que também a própria Fidelidade estará naqueles terrenos.

A seguradora acredita que a nova edificação — com “edifícios residenciais, escritórios, comércio, parqueamento, zonas verdes e outros espaços públicos” — vai posicionar “Entrecampos como um exemplo de revitalização urbana na Europa”. Há décadas que os terrenos estão sem utilização, quando a Feira Popular abandonou aquela localização (e Lisboa).

Já em relação ao terreno que o Banco de Portugal tem no Alto dos Moinhos, onde os procedimentos para a construção do projeto logo levantaram problemas, o Banco de Portugal não adianta no comunicado o que vai acontecer. Mas ainda Carlos Costa era governador e já se assumia que era um investimento que poderia dar mais-valias com a sua rentabilização, mesmo que não para uso próprio.

 

 

https://leitor.expresso.pt/semanario/semanario2727/html/economia/imobiliario/banco-de-portugal-na-antiga-feira-popular

 

 

 

Editado por kareca
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Citação de Tio Hans, Em 07/02/2025 at 15:04:

A nova ponte sobre o Tejo será rodo-ferroviaria.

Nova ponte de Lisboa vai ter carros e comboios

Nova ponte de Lisboa vai ter carros e comboios

Governo mantém o horizonte de 2034 para ter Porto e Lisboa ligados a Espanha 
por comboios de alta velocidade. Construção da linha entre o Porto e Lisboa avança no início de 2026

A nova ponte que vai ser construída sobre o rio Tejo, entre a zona de Chelas, em Lisboa, e o Barreiro, no distrito de Setúbal, vai ser rodoferroviária, servindo assim para o transporte rodoviário e ferroviário até ao novo Aeroporto Luís de Camões, a construir em Alcochete. Segundo apurou o Expresso, esta é a solução defendida pela Infraestruturas de Portugal (IP) no estudo que entregou ao Governo no final do ano passado — e que o Executivo vai acolher.

O MAPA DA ALTA VELOCIDADE

Nova ponte de Lisboa vai ter carros e comboios

As linhas de alta velocidade previstas para Portugal deverão estar concluídas entre 2032 e 2034, segundo o cronograma das Infraestruturas de Portugal. A empresa candidatou-se em janeiro a mais €955 milhões de financiamento europeu para a primeira fase da linha Porto-Lisboa, para a qual já lhe foram atribuídos €813 milhões. A IP pediu também €4,6 milhões para os estudos da linha Lisboa-Madrid incluindo a terceira travessia do Tejo.


 

 

Spoiler

 

A possibilidade de a terceira travessia do Tejo servir apenas para com­boios chegou a ser admitida pelo Governo. Isto não só porque a componente rodoviária não é consensual, sobretudo em Lisboa, devido à entrada de mais carros na cidade, mas também porque ter carros a atravessar a ponte custa mais €600 milhões do que ter apenas comboios. Mas a necessidade de ter um bom acesso rodoviário ao novo aeroporto da região de Lisboa também pesou na decisão.

O concurso para a infraestrutura, orçada em €2,2 mil milhões, é considerado prioritário pelo Governo, que o quer lançar rapidamente, atendendo a que a concessão das outras duas pontes — 25 de Abril e Vasco da Gama — termina em março de 2030. É sua intenção que a nova ponte seja incluída no novo contrato de concessão, que assim ficará com todas as três travessias sobre o Tejo feitas a partir de Lisboa.

Nova travessia entre Lisboa e o Barreiro só terá de estar pronta quando o aeroporto Luís de Camões estiver operacional

Dificilmente a nova ponte estará construída em 2030, quando a atual concessão terminar, pois, além do lançamento do concurso, será depois necessária a fase de projeto e a avalia­ção ambiental. Mas desde que tenha sido feita a adjudicação da obra, a ponte poderá estar a ser construída com a nova concessão das pontes já em vigor. Atualmente a concessão está nas mãos da Lusoponte, empresa detida em partes iguais pela Mota-Engil e pela Vinci (proprietária da ANA, a concessionária dos aeroportos portugueses).

Nova ponte de Lisboa vai ter carros e comboios

Alta velocidade a partir de 2032

Em última instância, a nova travessia do rio só terá de estar finalizada quando o novo aeroporto estiver a funcionar, o que o Governo quer que aconteça em 2034 e a ANA diz que só será possível em 2037.

Na lista das grandes obras públicas para os próximos anos em Portugal estão também as linhas de alta velocidade ferroviária (LAV). E para que o novo aeroporto sirva todo o país será necessário que se faça a sua ligação à LAV entre o Porto e Lisboa (ver mapa da alta velocidade).

Na LAV Porto-Lisboa a construção do primeiro troço entre o Porto e Oiã, no distrito de Aveiro, que inclui a nova ponte sobre o rio Douro, vai arrancar no início do próximo ano, de acordo com a LusoLav, o consórcio de seis empresas portuguesas que ganhou a concessão da obra. O mesmo consórcio foi o único candidato à concessão do segundo troço, entre Oiã e Soure, no distrito de Coimbra, estando agora o júri do concurso a verificar se a proposta cumpre o caderno de encargos. Se cumprir, é provável que as seis construtoras que integram a LusoLav — Mota-Engil, Teixeira Duarte, Casais, Alves Ribeiro, Conduril e Construções Gabriel A.S. Couto — fiquem também responsáveis pela construção do trajeto entre Oiã e Soure.

TERCEIRA TRAVESSIA DO TEJO (TTT)

A nova ponte entre Lisboa (Chelas) e o Barreiro deverá custar €2,2 mil milhões e em 2009 já tinha sido planeada aquando do primeiro concurso da alta velocidade ferroviária.

Nova ponte de Lisboa vai ter carros e comboios Nova ponte de Lisboa vai ter carros e comboios

 

A primeira fase desta nova linha entre o Porto e Lisboa e que inclui os troços Porto-Oiã e Oiã-Soure deverá estar consumada até ao final de 2030. A segunda fase, entre Soure e o Carregado, já no distrito de Lisboa, tem em curso o processo de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA), prevendo-se o lançamento do concurso do contrato de concessão no primeiro trimestre de 2026 e a conclusão da obra em 2032.

A terceira fase, o pequeno troço entre o Carregado e Lisboa, só estará terminado após 2032 e fará a ligação à nova ponte e, a partir do Barreiro, ao aeroporto, estando também em aberto a hipótese de se fazer uma ligação direta do Carregado ao novo aeroporto sem ter de passar pela cidade de Lisboa. A ponte fará também a ligação à linha que o Executivo quer construir entre o Barreiro e Évora, que se juntará à que está a ser finalizada entre Évora e Elvas. A expectativa é de que após 2032 se possa fazer a ligação entre o Porto e Lisboa em apenas 1h15m e após 2034 se faça a ligação de Lisboa a Madrid em apenas três horas.

Quanto à linha Barreiro-Évora, obra orçada em €1,3 mil milhões, os estudos necessários ao seu desenvolvimento estão em fase de contratação e deverão estar concluídos até final do primeiro semestre de 2026, por forma a dar início à AIA no segundo semestre desse ano.

O Governo admite que a concessão da LAV entre Lisboa e Évora inclua não apenas a conceção e construção do troço Barreiro-Évora, mas também a exploração comercial de toda a linha até à fronteira, em Elvas, para posterior ligação a Madrid. O facto de a exploração comercial não ter sido incluída no concurso da LAV Porto-Lisboa poderá ter afastado poten­ciais concorrentes. A acontecer agora na ligação Lisboa-Elvas, poderá trazer para o concurso de concessão empresas como a Brisa ou a própria Vinci.

Quanto à linha Évora-Elvas, tem conhecido sucessivos atrasos, porque um dos troços esteve parado — a empresa espanhola Sacyr queixou-se de que o projeto estava malfeito —, mas as obras foram retomadas e espera-se agora que fique pronta em setembro deste ano. Depois ainda será necessário fazer testes e obter as certificações necessárias para que os comboios — de passageiros e de mercadorias — comecem finalmente a circular.

Linha entre évora e elvas tem conhecido sucessivos atrasos e deverá estar finalmente concluída em setembro

O Governo queria ter a ligação à fronteira — e, consequentemente, a Madrid — pronta também em 2034, mas para que haja um comboio direto a ligar as duas capitais ibéricas será necessário adotar o Sistema Europeu de Controlo Ferroviário Europeu (ETCS, na sigla inglesa). Enquanto isso não acontecer, será necessário trocar de comboio na fronteira.

Porto-Vigo após 2032

Há outra importante obra em perspetiva a partir do Porto, que passa pela ligação da segunda maior cidade do país a Vigo, em Espanha. A ideia é que a ligação entre estas duas cidades que hoje demora cerca de 2h30 passe a ser feita em apenas 50 minutos a partir de 2032.

A IP refere que “está a concluir o estudo prévio e o estudo de impacte ambiental das fases 1 e 2 do projeto, devendo o processo de AIA iniciar-se no primeiro semestre de 2025”. A primeira fase deverá estar concluída em 2032 e corresponde a dois troços, o primeiro dos quais a ligar a estação de Campanhã ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro e o segundo a ligar Braga a Valença, no distrito de Viana do Castelo, a caminho da fronteira. A segunda fase corresponde à ligação do aeroporto do Porto a Nine e só deverá estar completada após 2032, aproveitando-se o troço já existente entre Nine e Braga.

 

 

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Espero que a ponte fique preparada para levar com mais duas linhas de caminho de ferro.

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Qual a ponte mais atribulada de passar às 8 da manhã num dia de semana? 

Freixo ou Arrábida? O destino seria à beira do porto de Leixões.

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Citação de Hammerfall, há 1 minuto:

Qual a ponte mais atribulada de passar às 8 da manhã num dia de semana? 

Freixo ou Arrábida? O destino seria à beira do porto de Leixões.

Arrábida parece-me sempre pior

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Citação de Petar Musa, há 15 minutos:

Arrábida parece-me sempre pior

A mim também, ainda por cima ter de passar em frente ao Norteshopping, parece ser uma m*rda.

Mas como seria só às 8h, pode a Arrábida estar melhor a essa hora que o Freixo e pior tipo às 9h 

Citação de kareca, Agora:

É o que o waze/google maps disserem. 

neste assunto, sinto que o waze é mais fiável a dar-me "atalhos" que o maps. fico sempre com a sensação que tem melhor em conta o trânsito, acidentes, etc

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Citação de kareca, há 28 minutos:

É o que o waze/google maps disserem. 

É isto.

É completamente imprevisível e depende se houve algum toque entre carros na vci.

Editado por antifa
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Citação de Hammerfall, há 4 horas:

neste assunto, sinto que o waze é mais fiável a dar-me "atalhos" que o maps. fico sempre com a sensação que tem melhor em conta o trânsito, acidentes, etc

Certo, quando não te manda por caminhos de terra de batida. Uma vez fui a um casamento em Coimbra e aquilo era numa quinta meio isolada. Apanhamos um Uber e o Waze estava a mandar o gajo literalmente pelo meio do mato

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Citação de Hammerfall, há 7 horas:

Qual a ponte mais atribulada de passar às 8 da manhã num dia de semana? 

Freixo ou Arrábida? O destino seria à beira do porto de Leixões.

 

Citação de Petar Musa, há 7 horas:

Arrábida parece-me sempre pior

Da minha experiência de Gaia para a Maia, Arrábida era pior a maior parte dos dias, independentemente da hora. Mas seguia religiosamente o Maps/Waze por causa dos acidentes, que existiam todos os dias.
Por outro lado, sais um pouco a seguir à ponte (apesar de que a saida para a AEP é horrivel desse lado), enquanto que pelo Freixo ainda tens de dar uma boa volta e a saída não é muito melhor. Diria que a maior parte das vezes te vai mandar pela Arrábida.

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O Waze é melhor que o Maps.

O único defeito que lhe aponto é só recalcular o caminho se houver um acidente grande ou se nós não seguirmos no caminho que ele estava a dar. Implica que numa viagem grande em que se vá acumulando trânsito tenhamos que colocar manualmente a recalcular de X em X minutos.

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O Waze é melhor GPS, o Maps é melhor mapa.

Queres ver serviços, restaurantes, pontos de interesse, ruas, etc? Maps. Queres conduzir e obter direções e indicações de trânsito, obstáculos, eventos? Waze.

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Caiu um poste de sinalização mesmo depois da saída para a Areosa, sentido porto lisboa

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Citação de Hammerfall, há 12 minutos:

Caiu um poste de sinalização mesmo depois da saída para a Areosa, sentido porto lisboa

Arrábida-Freixo*

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Citação de Tio Hans, há 7 minutos:

Arrábida-Freixo*

Parecia a descer o Dragão, era?

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Citação de Hammerfall, há 7 minutos:

Parecia a descer o Dragão, era?

Mesmo antes. Nó das Antas.

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Citação de NIkeL, há 5 horas:

O Waze é melhor GPS, o Maps é melhor mapa.

Queres ver serviços, restaurantes, pontos de interesse, ruas, etc? Maps. Queres conduzir e obter direções e indicações de trânsito, obstáculos, eventos? Waze.

Nunca me passou sequer pela cabeça usar o Waze para outra coisa que não GPS.

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O governo aprovou um novo plano ferroviário nacional. Ainda se sabem pouquíssimos detalhes, mas inclui AV no Algarve, a linha violeta do metro de Lisboa e, ainda, fora do pfn uma série de obras rodoviárias.

Editado por Tio Hans

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Citação de Tio Hans, há 2 minutos:

O governo aprovou um novo plano ferroviário nacional. Ainda se sabem pouquíssimos detalhes, mas inclui AV no Algarve, a linha violeta do metro de Lisboa e, ainda, fora do pfn uma série de obras rodoviárias.

Deve estar o túnel sob o Tejo, Algés - Trafaria

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Citação de kareca, há 1 minuto:

Deve estar o túnel sob o Tejo, Algés - Trafaria

A única que foi referida é o alargamento do ip3 entre Coimbra e Viseu.

Entretanto...

https://www.dn.pt/local-geral/custo-estimado-do-metrobus-guimarães-braga-passou-de-79-para-mais-de-300-milhões-de-euros?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

Anda cá @Black Hawk

Editado por Tio Hans

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Citação de Tio Hans, há 13 minutos:

Absolutamente surreal. Tudo o que envolve esta palermice dos Metrobus mete-me nojo. Só serve mesmo para meter dinheiro nos bolsos de muita gente.

Até tenho medo de imaginar o custo final em Coimbra. O financeiro, porque o custo de a cidade ficar esquartejada por uma linha de autocarros glorificada e mascarada de metro já o vamos pagar para o resto da vida.

Editado por Black Hawk
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Citação

Projeto prevê a ligação em 45 minutos entre Guimarães e a futura estação ferroviária de alta velocidade de Braga, um período de tempo cerca do dobro do percorrido atualmente de carro por autoestrada.

Ok, mas porquê?

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