Mayday Publicado Junho 8 Ligar Telheiras a Benfica nunca vai avançar porque obrigava a que os comboios se cruzassem. Essa do túnel deve acontecer ao mesmo tempo que o aeroporto. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado Julho 1 Citação de Tio Hans, Em 23/04/2026 at 11:57: Eu acho que já expliquei isto um milhão de vezes, mas explico a milionésima primeira. Existe um enorme desfasamento entre a oferta e a procura de casas. Há muito mais gente à procura de casa do que casas disponíveis e isso faz subir os preços. Dir-me-ás que há imensas casas disponíveis. É verdade, mas casas em aldeias de Montalegre são absolutamente inúteis quando as pessoas vivem no Porto ou em Lisboa ou em Coimbra. E não as podes transportar de um lado para o outro. São casas, não são bicicletas ou cadeiras. Quais são as causas deste desequilíbrio? - Do lado da oferta, temos uma redução significativa neste século na construção e reabilitação de imóveis, muitíssimo agravada com a crise do subprime, troika e por aí fora. Está a recuperar, mas está longe do necessário, não só para suprir as novas necessidades que surgem, mas também os anos passados. Temos também uma tendência histórica das moradias, das vivendas, especialmente nos subúrbios e prédios baixos, e, por fim, a burocracia. Todos nós conhecemos decisões inenarráveis de autarquias, atrasos e coisas afins. Já agora, a falta de habitação pública também contribui imenso. - Do lado da procura, temos também vários factores decisivos. Começamos com a inclinação do país para o litoral, onde estão os empregos e as oportunidades, concentra cada vez mais pessoas nessa região do país. Eu duvido que as casas nas aldeias de Montalegre estejam tão caras quanto isso. Temos uma alteração no padrão dos agregados familiares, hoje mais pequenos, o que para uma mesma população obriga à existência de mais casas (e não vamos enfiar diferentes famílias na mesma casa à força, ao estilo soviético), tens muitos estrangeiros que vêm para cá viver (e não vamos ser cheganos e correr com eles), tens muitos portugueses que emigram, mas mantêm uma casa em Portugal para vir passar férias, tens as habitações transformadas em hóteis e AL (embora muitas destas estivessem devolutas aquando da transformação), etc. Por fim, há um outro factor que contribui para o aumento do preço das casas, que é o custo de as construir. Há falta de mão-de-obra, os salários, nomeadamente o mínimo têm subido, o preço dos materiais, também. Provavelmente esqueci-me de uma série de factores. Mas a única solução é construir casas. Construir, construir, construir. Incentivar a oferta e não a procura (os drs. Costa e Montenegro deviam borrar a cara com estrume). Construir em altura, desenvolver os transportes públicos, desenvolver as áreas juntos aos transportes públicos, que é a origem desta conversa. As imagens abaixo são as estações ferroviárias de Coina, na margem sul do tejo, onde param comboios da Fertagus e Braga, uma das maiores cidades do país, onde param urbanos do Porto e um ou outro alfa, pelo menos. O que é que vez à volta. Campos, terrenos. Porque é que não existe um plano para urbanizar as envolventese enchê-las de casas e escritórios? https://x.com/BrunoVPires/status/2071914871621325029 O urbanismo é em Portugal é uma ciência oculta. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado Julho 2 https://www.publico.pt/2026/06/30/economia/noticia/obra-ferroviaria-460-milhoes-euros-parada-espera-certificacao-2179837 😂😂😂 Compartilhar este post Link para o post
AdrianoGomes Publicado Julho 2 Citação de Tio Hans, Em 01/07/2026 at 11:22: https://x.com/BrunoVPires/status/2071914871621325029 O urbanismo é em Portugal é uma ciência oculta. Eu moro perto de uma estação na linha de Braga. Um "maluco" comprou um terreno e tem construído bastante. A freguesia cresceu umas 800 pessoas nos últimos 4 anos. E a estação de comboios está cheia de carros de malta que vai trabalhar para o Porto (mais malta que provavelmente compraria casa aqui) A mim parece-me que ou aparece alguém a comprar terrenos e a construir, ou então as coisas não avançam. 1 Compartilhar este post Link para o post
challenger Publicado Julho 2 Citação de Tio Hans, Em 01/07/2026 at 11:22: https://x.com/BrunoVPires/status/2071914871621325029 O urbanismo é em Portugal é uma ciência oculta. Óbvio, na Suiça há a brincadeira de se dizer que a empresa de caminhos de ferro é uma empresa imobiliária que também opera comboios porque explora muito do imobiliário à volta das estações. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado Julho 3 Citação de challenger, há 8 horas: Óbvio, na Suiça há a brincadeira de se dizer que a empresa de caminhos de ferro é uma empresa imobiliária que também opera comboios porque explora muito do imobiliário à volta das estações. As próprias estações são autênticos centros comerciais/edifícios de escritórios. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado Thursday às 17:31 Citação Novo aeroporto avança com entrega do relatório de engenharia ao Governo, que já olha para a Terceira Travessia do Tejo Presidente executivo da ANA -Aeroportos de Portugal, Thierry Ligonnière, explica ao ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, ao Ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e ao secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Espírito Santo (segundo à direita),o plano de expansão do Aeroporto Humberto Delgado, que estará a funcionar até à inauguração do Luís de Camões. André Kosters/Lusa ANA entrega esta semana o relatório técnico do Aeroporto Luís de Camões, um investimento que oscilará entre os 6,1 mil milhões de euros e os 8 mil milhões. Governo está a avançar na concessão das infraestruturas de acesso, nomedamente a Terceira Travessia do Tejo que fará a ligação entre Chelas e o Barreiro. Luz verde ambiental é um dos desafios O relatório técnico do novo aeroporto de Lisboa, previsto para o Campo de Tiro de Alcochete, onde estará detalhada a parte de engenharia da infraestrutura, o maior investimento de sempre, vai ser entregue esta semana pela ANA - Aeroportos de Portugal, conforme o previsto. É o terceiro dos cincos relatórios que a ANA vai entregar ao Governo, e é um dos mais complexos, nos quais a concessionária tem há longos meses equipas multidisciplinares a trabalhar. Até dia 31 de julho, a concessionária francesa Vinci, liderada por Thierry Ligonnière, terá de entregar o relatório de Impacto Ambiental à Agência Portuguesa do Ambiente (APA). A questão ambiental tem-se revelado um dos temas mais desafiantes na construção das infraestruturas na Europa, nos últimos anos. O relatório que a ANA irá entregar até sexta-feira ao Governo é o documento onde estará detalhada toda a parte de engenharia do Aeroporto Luís de Camões. “Trata-se de um projeto completo, técnico e de engenharia, onde já estará definido, com detalhe, o que será o novo aeroporto: as pistas, os sistemas de 'taxyway', 'stands' ou terminais”, explicou na quarta-feira o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, no Parlamento. O Luís de Camões arrancará inicialmente com duas pistas, e poderá depois aumentar até quatro pistas, dependendo da procura. O governante esclareceu ainda que depois deste relatório técnico, o Executivo de Luís Montenegro irá receber em janeiro de 2027 o relatório financeiro. O investimento previsto situa-se entre os 6,1 mil milhões e os 8 mil milhões de euros, e será financiado pela ANA através de taxas aeroportuárias. Um ano depois, em janeiro de 2028, chega a proposta final. A ANA já avisou que o custo das taxas aeroportuárias irá aumentar. A desmilitarização do Campo de Tiro de Alcochete tem de ficar concluída até 2029, ano em que está previsto o arranque das obras, e já foi aprovada em Conselho de Ministros uma verba de 4,5 milhões de euros para o efeito. Contrato de concessão deverá ser renegociado O novo aeroporto, como admitiu já Miguel Pinto Luz, deverá estar construído dentro de 10 a 12 anos, o que atira a inauguração do Luís de Camões para 2038, dando assim mais de uma década de vida à Portela, onde a ANA está a preparar agora a expansão. O contrato de concessão da Vinci dos aeroportos portugueses termina em 2062, e tem-se admitido que, na sequência da construção do novo aeroporto, será renegociada, com um alargamento do prazo. O assunto mantém-se ainda longe dos holofotes mediáticos. A ANA já pretendia renegociar o contrato na sequência das obras de melhoria da operação e do investimento de €300 milhões em curso no Aeroporto Humberto Delgado, cuja conclusão está prevista para 2027. Obras na Portela que não ficarão por aqui, já que o Governo exigiu uma expansão do Aeroporto Humberto Delgado, por forma a permitir que se acrescente à saturada Portela mais pelo menos quatro movimentos por hora — passando o aeroporto a acomodar 42 movimentos, contra os atuais 38. Infraestruturas de acesso avançam Paralelamente ao aeroporto será construída a Terceira Travessia do Tejo (TTT), um novo troço de autoestrada e a alta velocidade de ligação entre Lisboa e Madrid, com uma duração prevista de três horas. Haverá, perspetiva-se, financiamento europeu, parcerias público privadas, taxas aeroportuárias e novas concessões para as três pontes (a da Lusoponte na 25 de abril e Vasco da Gama termina em 2030). Segundo o jornal online ECO, o modelo proposto ao Governo para concessionar a TTT vai integrar as pontes 25 de Abril e a Vasco da Gama na mesma concessão para a construção da Terceira Travessia do Tejo, e somar-lhe o túnel Algés-Trafaria. O custo ascende a 5,5 mil milhões, 3,5 mil mihões para a terceira travessia e o resto para o túnel. O Expresso sabe que na semana passada o secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Espírito Santo, esteve numa visita ao Barreiro, onde a TTT foi o tema forte. A TTT, que incliu uma ponte rodoferroviária entre Chelas e o Barreiro, será financiada no âmbito da concessão da Ponte 25 de Abril e da Vasco da Gama. O Eco avançou esta semana que a proposta do modelo de gestão entregue ao Governo, defende a integração das diversas travessias do Tejo numa única concessão. A atual, para as pontes 25 de Abril e Vasco da Gama, pertence à Lusoponte. O objetivo é ter a nova ponte concluída em 2034. A infraestrutura terá seis faixas rodoviárias, três em cada sentido, e quatro linhas ferroviárias, destinadas à ferrovia convencional e à alta velocidade. A submissão do estudo de impacto ambiental está prevista para o quarto trimestre deste ano. A TTT e o túnel serão financiados no âmbito de Parcerias Público-Privada. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado Thursday às 21:39 Citação de challenger, Em 02/07/2026 at 23:30: Óbvio, na Suiça há a brincadeira de se dizer que a empresa de caminhos de ferro é uma empresa imobiliária que também opera comboios porque explora muito do imobiliário à volta das estações. Ou Hong Kong. Compartilhar este post Link para o post