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Peplin

Arquitectura, Urbanismo, Projectos, Transportes, Infraestruturas e Outras Coisas do Género

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Citação de Tio Hans, Em 17/12/2025 at 19:17:

E então amiguinhos? O Pedro Duarte prometeu para amanhã novidades sobre o metrobus. 😍

Então?

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Citação de Tio Hans, há 11 horas:

Começa em fevereiro 

Ou seja, lá para junho é definida uma nova data.

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A CP recebeu esta semana o primeiro comboio novo desde os comboios que fazem os urbanos do Porto no início do século. Vai andar em testes para ser homologado e começarem a vir mais. É um momento histórico.

E depois temos estes interiores:

Train Transport Public transport Rolling stock Passenger car

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Citação de Tio Hans, há 22 minutos:

O Luís Filipe Menezes aziou muito forte no FB. Depois apagou, o boi.

Não há print? Afinal sempre devia andar mais ou menos comprometido com a solução proposta que consórcio.

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Citação de challenger, há 5 minutos:

Não há print? Afinal sempre devia andar mais ou menos comprometido com a solução proposta que consórcio.

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Citação de challenger, há 2 minutos:

E a alternativa proposta também não ia por em risco o investimento de certas empresas. Por exemplo: https://www.rtp.pt/noticias/economia/mudancas-do-tgv-em-gaia-ameacam-fabrica-de-motores-de-foguetoes-apoiada-pela-ue_n1693636

sim, mas repara, nessa localização não havia projetos imobiliários nem empresas para ele enriquecer os amigos

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Citação de Tio Hans, Em 19/12/2025 at 16:17:

A CP recebeu esta semana o primeiro comboio novo desde os comboios que fazem os urbanos do Porto no início do século. Vai andar em testes para ser homologado e começarem a vir mais. É um momento histórico.

E depois temos estes interiores:

Train Transport Public transport Rolling stock Passenger car

Só vi isto agora. Horrível a escolha de cores e a opção por 3+2.

Aliás, anunciar isto com pompa e circunstância como se estivéssemos na vanguarda do desenvolvimento ferroviário é uma bimbice boa para entreter pacóvios.

Editado por Peplin

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Riam-se:

Spoiler

Na discussão sobre a localização da nova estação de alta velocidade em Gaia, o município que é presidido por Luís Filipe Menezes (PSD) desde Novembro ainda não tinha tomado uma posição peremptória.
Na semana passada, foi conhecido o resultado da avaliação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que chumbou as alterações que o consórcio AVAN Norte queria introduzir ao projecto inicial do primeiro troço da linha de alta velocidade entre Porto e Lisboa.
No caderno de encargos do contrato de concessão, estava previsto que a estação de Gaia fosse construída em túnel, em Santo Ovídio. No entanto, no projecto de execução que apresentou, o agrupamento de construtoras, formado por Mota-Engil, Teixeira Duarte, Alves Ribeiro, Casais, Conduril e Gabriel Couto, instalava a estação em Laborim de Baixo, em Vilar do Paraíso.
O processo de participação na avaliação ambiental, cujos documentos foram entretanto publicados, permite conhecer de uma forma mais detalhada as posições das autarquias. No que diz respeito à mudança da localização da estação, Gaia e Porto puseram-se do lado do consórcio.
A câmara de Gaia, onde, em Novembro, nasceu um grupo de trabalho para estudar o processo, emitiu dois pareceres, ambos contra a estação enterrada. Num documento assinado por Luís Filipe Menezes, lê-se que “a opção por Santo Ovídeo (sic) não devia estar a ser debatida dado o importante tema da segurança”. O autarca alude à construção da estação a "70 metros de profundidade" (no estudo prévio, a profundidade indicada é de 55 metros) e a questões de segurança, tal como já argumentado pelo AVAN Norte, embora essa opção permitisse servir o centro da cidade e aproveitar o cruzamento das linhas Amarela e Rubi do Metro do Porto.

E prossegue: “a ideia de colocar a estação em Santo Ovídio é desde o início algo semelhante a meter um dinossauro numa caixa de fósforos”. Menezes classifica esta “possibilidade” de localização como um “verdadeiro atentado contra o município e os seus cidadãos”.
Na sua decisão, a APA sublinha que, apesar das alegações do consórcio sobre as questões de segurança, “nenhuma das autoridades competentes invocadas pela proponente emitiu pronúncia desfavorável ou evidenciou qualquer dificuldade com a solução apresentada em estudo prévio”.
Embora o impacto da localização se faça sentir menos no Porto, a câmara vizinha de Gaia, presidida por Pedro Duarte (PSD), também mostra preferência por Vilar do Paraíso. Alega que “a construção da estação em Santo Ovídio acarreta constrangimentos adicionais para a circulação na Ponte da Arrábida”.
“Inaceitável”, “desastrosa” e “insuportável”
O município de Gaia mantém exigências que já tinha tornado públicas, como o enterramento da linha “no máximo de extensão possível” e soluções “que reduzam quase a zero” os impactos em moradias e empresas nas freguesias de Canelas e Vilar do Paraíso.
O processo de construção da estação é parte da justificação para o parecer de Menezes, uma vez que a localização em Santo Ovídio “levaria a uma interdição de circulação quase absoluta desse local por alguns anos, com limitação do acesso ao Centro Hospitalar Gaia/Espinho”.
Esse aspecto – somado à limitação ao acesso à auto-estrada e à principal rua comercial da cidade e à demolição de “muitos imóveis” na entrada da rua Conceição Fernandes – torna a solução “inaceitável”, aos olhos do autarca.
Distribui ainda adjectivos por outros dos impactos esperados: aumento de circulação na Ponte da Arrábida? Levaria uma “situação desastrosa”; pressão de 300 veículos pesados por dia para o “desaterro” de Santo Ovídio? “Paralisaria a cidade durante três a quatro anos”, com os respectivos “custos ambientais radicais”, o que seria uma “hipótese insuportável de equacionar”.

O autarca que regressou à câmara de Vila Nova de Gaia após um interregno de 12 anos considera que a estação mais afastada do centro da cidade seria “uma grande oportunidade para a revitalização económica e social” da freguesia.
E repete algo que já tinha exigido: a construir-se ali uma estação, tem de haver uma ligação de metro. No entanto, para já, isso é tudo menos garantido. A Metro do Porto já veio dizer que essa extensão não está no seu plano de investimentos. No projecto de execução que apresentou, o consórcio AVAN Norte propôs a bifurcação da linha Amarela para servir Vilar do Paraíso, mas não garantiu o seu financiamento.
A decisão da APA parece não acompanhar a análise de Menezes. Em Santo Ovídio, a “articulação assegurada à linha de metro” era “particularmente relevante” e “com impactes socioeconómicos positivos e significativos”. Vilar do Paraíso perde essa virtude, passando a “localizar-se numa zona periférica, na qual não está assegurada a necessária intermodalidade com outros meios de transporte público e onde os acessos rodoviários são limitados”.
As pontes de Oliveira do Douro
Outra das alterações significativas que o AVAN Norte introduziu em relação ao caderno de encargos foi a travessia do Douro. O caderno de encargos previa a construção de uma única ponte rodoferroviária, com dois tabuleiros. No projecto de execução, o consórcio sugeriu a construção de duas pontes, uma para cada modo, que ligariam Gaia ao Porto, entre as freguesias de Oliveira do Douro e Campanhã.
Vila Nova de Gaia já tinha anunciado a oposição à proposta, muito por conta do custo que representaria ligar as vias municipais à ponte rodoviária. Por isso, “a opção das duas pontes é a única apreciável”, escreve Luís Filipe Menezes.
Aqui, o município do Porto também o diverge abertamente da opção do consórcio, defendendo que “uma única ponte era a que melhor respondia aos objectivos municipais”. Sublinha que, a avançar a construção de duas travessias, “o seu custo não deverá ser imputado ao município.
Entre o plano de inicial e a proposta das construtoras, a adaptação da estação de Campanhã à alta velocidade deixou de ter um “edifício ponte”, para ter apenas uma passagem superior pedonal. O parecer do município do Porto nota que estava prevista a criação de áreas de espera abertas na passagem superior, o que, com vento e chuva, será “menos confortável para os utilizadores”. A autarquia sugere que esta área seja fechada, “de forma a proteger eficazmente os utentes em quaisquer condições climatéricas”.

Fonte: Público

 

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A TAP anunciou uma rota entre o Porto e a Terceira a partir do final de março. O anúncio foi feito há 15 dias. Entretanto, já só vai começar a 1 de julho. Boa publicidade.

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Citação de Petar Musa, há 1 hora:

O Marco Martins vai ser destituído da TMP.

Já estou com saudades da selfie diária a usar transportes públicos. O meu Linkedin nunca mais vai ser o mesmo.

  • Haha 2

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Citação de vidz, há 4 horas:

Já estou com saudades da selfie diária a usar transportes públicos. O meu Linkedin nunca mais vai ser o mesmo.

Ainda tem a dos bombeiros... mas por pouco tempo. Também vai andar de lá, mais dia, menos dia.

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Queria pedir uma ajuda de alguém que perceba das coisas de climatização, isolamento e afins de casa faxabore. 🤓

1) Estava a pensar instalar aquecimento central (aqueles radiadores de parede) na casa da minha mãe (uma moradia sem gás canalizado). Eu não sei se ela lidaria bem com ar condicionado ou não mas queria uma forma de aquecimento da casa e esta surgiu-me imediatamente. Em conversa, uma pessoa amiga de uma conhecida diz que instalou isso em casa dela com a tubagem por fora das paredes e que funciona bem, mas ainda não tive a possibilidade de falar com essa dita pessoa. Alguém que já o tenha feito que me saiba dar mais informações acerca da sua experiência e ou de como instalar uma coisa dessas além, claro, dos custos?

2) Em minha casa pensei fazer o mesmo ou então ir para o ar condicionado mas para já queria fazer isolamento interior das paredes (já que os velhotes do meu prédio não percebem a diferença que fazia se o fizessemos do lado de fora...). Alguém já fez e pode dizer-me a sua experiência? Além disso, se for daqui de Lisboa, pode dar-me um contacto de alguém que tenha feito isso e tenha gostado do trabalho?

Muito agradecido pela gentileza.

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Tenho sempre uma sorte do crl com os Alfas. Hoje uma avaria qualquer em Pampilhosa que levou a 1 hora e 30 de atraso numa viagem de menos de 3 horas. 

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Citação de Tio Hans, há 57 minutos:

A reportagem é do Carlos Enes, por isso é melhor fazerem uma fact checking antes.

Já li hoje de manhã que a reportagem está cheia de erros e que as coisas não são bem como ele conta. Não sei se é assim mas tendo em conta o histórico do jornalista em questão é melhor levar as coisas com algum cuidado. Quando se trata de reportagens desse senhor sobre a ferrovia, normalmente só saem disparates.

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