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Peplin

Arquitectura, Urbanismo, Projectos, Transportes, Infraestruturas e Outras Coisas do Género

Publicações recomendadas

Citação de kareca, há 8 horas:

Serão 249 unidades, com tipologias que vão do T0 ao T5, “o que significa naturalmente uma gama de soluções residenciais e, como é normal, valores distintos em função das áreas e tipologias. Trata-se de uma oferta residencial pensada para um público que valoriza não apenas o imóvel em si, mas também o ecossistema urbano em que se insere”, acrescenta o gestor.

Mal posso esperar pelos anúncios "Venha conhecer este maravilhoso T0 de 35 m2 no coração da cidade, com um design vanguardista e acabamentos de luxo, uma oportunidade imperdível para investimento ou para a sua HPP por apenas 450.000€"

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casas para ricos sem qualquer espaço livre utilizável porque os ricos que lá vão viver não vão querer pobres a serem felizes e a tocar em relva tão perto do chihuahua deles 

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Citação de kareca, há 21 horas:

Estes meninos que não passem pelo kiss & fly de lisboa

No Porto, a m*rda dos torniquetes está sempre a causar um caos. Não sei se é aquela m*rda que não funciona, se são as pessoas que são burras e não sabem ver as horas.

Mas no geral, a experiência no aeroporto do Porto é positiva e, quando é em família com a bebé, melhor ainda.

Já o de Lisboa parece um campo de refugiados.

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Citação de Petar Musa, há 1 hora:

No Porto, a m*rda dos torniquetes está sempre a causar um caos. Não sei se é aquela m*rda que não funciona, se são as pessoas que são burras e não sabem ver as horas.

Mas no geral, a experiência no aeroporto do Porto é positiva e, quando é em família com a bebé, melhor ainda.

Já o de Lisboa parece um campo de refugiados.

Funcionam mal, mas já foram piores. A somar a isso há os imbecis que se esquecem que têm 10 minutos para sair de lá sem pagar e empancam tudo. A ANA instalou, recentemente, uma máquna para pagamento mesmo ao lado da saída das partidas. Quanto às chegadas não sei.

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Nas Partidas o que eu acho super engraçado é a quantidade de lombas todas juntas que enfiaram no chão junto das cancelas. É só ver pessoal a balançar a fazer marcha atrás e a virar para a máquina do lado porque um zé tá preso na máquina. 

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Citação de pedropb13, há 4 minutos:

Nas Partidas o que eu acho super engraçado é a quantidade de lombas todas juntas que enfiaram no chão junto das cancelas. É só ver pessoal a balançar a fazer marcha atrás e a virar para a máquina do lado porque um zé tá preso na máquina. 

Isto tem explicação. Os tvde, que não sendo considerados transporte público, só podiam entrar de borla duas vezes por dia naquela zona, para não pagarem, colavam-se ao carro da frente na hora da saída, sem dar tempo para a cancela baixar. Agora arriscam-se a estragar o carro.

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Citação de fornix, há 5 horas:

Mal posso esperar pelos anúncios "Venha conhecer este maravilhoso T0 de 35 m2 no coração da cidade, com um design vanguardista e acabamentos de luxo, uma oportunidade imperdível para investimento ou para a sua HPP por apenas 450.000€"

Exageraste e muito, para baixo.

Os T0 do Campo Novo (prédios novos ao lado do estádio do Sporting) estavam a 800k em planta, e já foi há 2 ou 3 anos.

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Citação de Tio Hans, há 2 horas:

Isto tem explicação. Os tvde, que não sendo considerados transporte público, só podiam entrar de borla duas vezes por dia naquela zona, para não pagarem, colavam-se ao carro da frente na hora da saída, sem dar tempo para a cancela baixar. Agora arriscam-se a estragar o carro.

Fds surreal

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Citação de Quan Chi, há 2 horas:

Exageraste e muito, para baixo.

Os T0 do Campo Novo (prédios novos ao lado do estádio do Sporting) estavam a 800k em planta, e já foi há 2 ou 3 anos.

Inicialmente ainda pensei em 400k e decidi subir 50k. Em Braga, os T0 em planta andam atualmente nos 250k. Por isso imaginei que em Lisboa fossem o dobro.

Ingenuidade a minha.

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Citação de Tio Hans, há 11 horas:

Pode não ser a coisa mais bonita do mundo, mas em termos de urbanísticos, está no ponto.

parece o distrito económico de Amsterdam

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Novo hobby do banana. Faz tudo menos gerir o clube.

Editado por antifa
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Citação de Ghelthon, há 2 horas:

Até fico emocionado.

Novamente, se ninguém for preso...

  • Concordo! 3

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Citação de Tio Hans, há 22 minutos:

https://eco.sapo.pt/2026/04/23/ceu-a-vista-maior-torre-de-apartamentos-do-pais-vai-nascer-em-gaia/

Construção em altura a dois passos de uma estação de metro. Que país é este que eu não conheço?

Olhando para o preço por metro quadrado, ver que um T1 custa quase 300 mil euros, um T3 custaria acima do meio milhão de euros, também começo a não querer conhecer mais este país. É sempre a subir.

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Citação de Tio Hans, há 19 minutos:

https://eco.sapo.pt/2026/04/23/ceu-a-vista-maior-torre-de-apartamentos-do-pais-vai-nascer-em-gaia/

Construção em altura a dois passos de uma estação de metro. Que país é este que eu não conheço?

Vai-se a ver e a estação não está dimensionada para todo esse potencial uso.

Citação de zunaiki, há 1 minuto:

Olhando para o preço por metro quadrado, ver que um T1 custa quase 300 mil euros, um T3 custaria acima do meio milhão de euros, também começo a não querer conhecer mais este país. É sempre a subir.

Os estrangeiros precisam de morar nalgum lado.

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Citação de zunaiki, há 5 minutos:

Olhando para o preço por metro quadrado, ver que um T1 custa quase 300 mil euros, um T3 custaria acima do meio milhão de euros, também começo a não querer conhecer mais este país. É sempre a subir.

Isso é consequência de não haver mais projetos destes.

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Citação de Tio Hans, há 37 minutos:

Isso é consequência de não haver mais projetos destes.

Ou será (também) consequência de termos imigrantes a pagar casas a pronto?

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Citação de Ghelthon, há 6 minutos:

Ou será (também) consequência de termos imigrantes a pagar casas a pronto?

Eu acho que já expliquei isto um milhão de vezes, mas explico a milionésima primeira. Existe um enorme desfasamento entre a oferta e a procura de casas.

Há muito mais gente à procura de casa do que casas disponíveis e isso faz subir os preços. Dir-me-ás que há imensas casas disponíveis. É verdade, mas casas em aldeias de Montalegre são absolutamente inúteis quando as pessoas vivem no Porto ou em Lisboa ou em Coimbra. E não as podes transportar de um lado para o outro. São casas, não são bicicletas ou cadeiras.

Quais são as causas deste desequilíbrio?

- Do lado da oferta, temos uma redução significativa neste século na construção e reabilitação de imóveis, muitíssimo agravada com a crise do subprime, troika e por aí fora. Está a recuperar, mas está longe do necessário, não só para suprir as novas necessidades que surgem, mas também os anos passados. Temos também uma tendência histórica das moradias, das vivendas, especialmente nos subúrbios e prédios baixos, e, por fim, a burocracia. Todos nós conhecemos decisões inenarráveis de autarquias, atrasos e coisas afins. Já agora, a falta de habitação pública também contribui imenso.

- Do lado da procura, temos também vários factores decisivos. Começamos com a inclinação do país para o litoral, onde estão os empregos e as oportunidades, concentra cada vez mais pessoas nessa região do país. Eu duvido que as casas nas aldeias de Montalegre estejam tão caras quanto isso. Temos uma alteração no padrão dos agregados familiares, hoje mais pequenos, o que para uma mesma população obriga à existência de mais casas (e não vamos enfiar diferentes famílias na mesma casa à força, ao estilo soviético), tens muitos estrangeiros que vêm para cá viver (e não vamos ser cheganos e correr com eles), tens muitos portugueses que emigram, mas mantêm uma casa em Portugal para vir passar férias, tens as habitações transformadas em hóteis e AL (embora muitas destas estivessem devolutas aquando da transformação), etc.

Por fim, há um outro factor que contribui para o aumento do preço das casas, que é o custo de as construir. Há falta de mão-de-obra, os salários, nomeadamente o mínimo têm subido, o preço dos materiais, também.

Provavelmente esqueci-me de uma série de factores. Mas a única solução é construir casas. Construir, construir, construir. Incentivar a oferta e não a procura (os drs. Costa e Montenegro deviam borrar a cara com estrume). Construir em altura, desenvolver os transportes públicos, desenvolver as áreas juntos aos transportes públicos, que é a origem desta conversa. As imagens abaixo são as estações ferroviárias de Coina, na margem sul do tejo, onde param comboios da Fertagus e Braga, uma das maiores cidades do país, onde param urbanos do Porto e um ou outro alfa, pelo menos. O que é que vez à volta. Campos, terrenos. Porque é que não existe um plano para urbanizar as envolventese enchê-las de casas e escritórios?

estação de coina.jpg

estação de braga.jpg

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A periferia também está cara. Este mês um amigo comprou uma moradia numa zona remota que faz parte do concelho de Santa Maria da Feira, pagou entre 450 a 500 mil, fiquei chocado por os preço praticados a essa distância dos grande centros já estarem assim. E não foi ele que fez mau negócio porque passado uma semana para as outras casas ao lado aumentaram 30 mil.

Do que fui batendo no mercado, encontrava moradias equivalentes no Porto a 15 minutos de bicicleta da Boavista "só" 50 mil acima.

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Citação de Tio Hans, há 54 minutos:

Eu acho que já expliquei isto um milhão de vezes, mas explico a milionésima primeira. Existe um enorme desfasamento entre a oferta e a procura de casas.

Há muito mais gente à procura de casa do que casas disponíveis e isso faz subir os preços. Dir-me-ás que há imensas casas disponíveis. É verdade, mas casas em aldeias de Montalegre são absolutamente inúteis quando as pessoas vivem no Porto ou em Lisboa ou em Coimbra. E não as podes transportar de um lado para o outro. São casas, não são bicicletas ou cadeiras.

Quais são as causas deste desequilíbrio?

- Do lado da oferta, temos uma redução significativa neste século na construção e reabilitação de imóveis, muitíssimo agravada com a crise do subprime, troika e por aí fora. Está a recuperar, mas está longe do necessário, não só para suprir as novas necessidades que surgem, mas também os anos passados. Temos também uma tendência histórica das moradias, das vivendas, especialmente nos subúrbios e prédios baixos, e, por fim, a burocracia. Todos nós conhecemos decisões inenarráveis de autarquias, atrasos e coisas afins. Já agora, a falta de habitação pública também contribui imenso.

- Do lado da procura, temos também vários factores decisivos. Começamos com a inclinação do país para o litoral, onde estão os empregos e as oportunidades, concentra cada vez mais pessoas nessa região do país. Eu duvido que as casas nas aldeias de Montalegre estejam tão caras quanto isso. Temos uma alteração no padrão dos agregados familiares, hoje mais pequenos, o que para uma mesma população obriga à existência de mais casas (e não vamos enfiar diferentes famílias na mesma casa à força, ao estilo soviético), tens muitos estrangeiros que vêm para cá viver (e não vamos ser cheganos e correr com eles), tens muitos portugueses que emigram, mas mantêm uma casa em Portugal para vir passar férias, tens as habitações transformadas em hóteis e AL (embora muitas destas estivessem devolutas aquando da transformação), etc.

Por fim, há um outro factor que contribui para o aumento do preço das casas, que é o custo de as construir. Há falta de mão-de-obra, os salários, nomeadamente o mínimo têm subido, o preço dos materiais, também.

Provavelmente esqueci-me de uma série de factores. Mas a única solução é construir casas. Construir, construir, construir. Incentivar a oferta e não a procura (os drs. Costa e Montenegro deviam borrar a cara com estrume). Construir em altura, desenvolver os transportes públicos, desenvolver as áreas juntos aos transportes públicos, que é a origem desta conversa. As imagens abaixo são as estações ferroviárias de Coina, na margem sul do tejo, onde param comboios da Fertagus e Braga, uma das maiores cidades do país, onde param urbanos do Porto e um ou outro alfa, pelo menos. O que é que vez à volta. Campos, terrenos. Porque é que não existe um plano para urbanizar as envolventese enchê-las de casas e escritórios?

estação de coina.jpg

estação de braga.jpg

Essa zona de Coina é a famosa reta de coina.

Mas quem vê a imagem assim não sabe que a muito poucos quilômetros vivem milhares de pessoas entre quinta do conde, fernão ferro e pinhal de frades e pinhal general a 10 minutos de carro dessa estação. Onde há alguma oferta mas não em altura.

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Citação de Tio Hans, há 1 hora:

 

Plenamente de acordo com tudo. A questão aqui é que para muito do que falas não há uma solução mágica, e as soluções que há precisam de tempo.

Mas há outras coisas com impacto imediato que poderiam ser feitas, especialmente do lado da procura. Alguns exemplos:

  • acabar com o financiamento a 100%, que basicamente está a servir para aumentar os preços e a arranjar situações bem complicadas para o futuro de muita gente;
  • impedir a compra de imóveis de habitação por parte de estrangeiros - é muito bonito atrair investimento, mas parece-me perverso fazê-lo com um bem essencial que não está ao alcance dos locais;
  • taxar habitações além da primeira.
  • etc.

E claro que se um Governo PS não o fez, não será a coligação AD/Chega a fazê-lo. Mas que há muito que se pode fazer com efeitos imediatos, isso há. E nem entro nos "comunismos" de limitar preços e rendas.

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Citação de Mayday, há 1 hora:

Essa zona de Coina é a famosa reta de coina.

Mas quem vê a imagem assim não sabe que a muito poucos quilômetros vivem milhares de pessoas entre quinta do conde, fernão ferro e pinhal de frades e pinhal general a 10 minutos de carro dessa estação. Onde há alguma oferta mas não em altura.

Reta de Coina e não só porque há ali pinhal e terreno baldio que nunca mais acaba.

A urbanização mais próxima dessa estação é capaz de estar a uns 3km. E esses milhares nessa terra é uma zona onde existem muito poucos prédios 

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