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rozas

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Citação de Poeira, há 1 minuto:

A diferença de regras confunde-me sempre, mas provavelmente para não arriscar 3 LL se for em acto de lançamento. Igual caso para o Travante, que no lançamento nem tenta defender para não arriscar 4-point play.

Agora é contra quem, Alemanha?

A Alemanha tem que ganhar à Finlândia para garantir o primeiro lugar, senão depende dos resultados, inclusivé o da Lituânia.

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O Sérgio Conceição tem 5 filhos, até parece que previu este Alemanha-Portugal no EuroBasket

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Citação de NICycles, há 5 minutos:

A Alemanha tem que ganhar à Finlândia para garantir o primeiro lugar, senão depende dos resultados, inclusivé o da Lituânia.

A Suécia se ganhar passa com a derrota de Montenegro. E Lituania sem Jokubaitis.

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Citação de pedrituh_9, Agora:

A Suécia se ganhar passa com a derrota de Montenegro. E Lituania sem Jokubaitis.

A Suécia já passou seja qual for o resultado. Tem a melhor diferença de pontos nos jogos entre Suécia, Montenegro e Grã-Bretanha. 

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Citação de NICycles, há 2 minutos:

A Suécia já passou seja qual for o resultado. Tem a melhor diferença de pontos nos jogos entre Suécia, Montenegro e Grã-Bretanha. 

Olha, pois já. Só olhei para virórias 😂

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Tive a ver o último período do Turquia vs Sérvia. Bela joga.

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Turquia 95-90 Sérvia

Sengun quase conseguiu o triplo-duplo com 28 pts, 13 reb e 8 ass

Turquia-Suécia
Sérvia-Finlândia
Letónia-Lituânia
Portugal-Alemanha

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Grande jogo o Espanha - Grécia. Espanha a precisar de ganhar e falha lances livres atrás de lances livres no fim 😅 Gostei de ver o miúdo Saint-Supery. 

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Raio-x ao adversário de Portugal no EuroBasket: até sem treinador, há “poucas hipóteses” contra a Alemanha que ninguém descobriu como parar

Liderados por Dennis Schröder e Franz Wagner, os adversários de Portugal nos oitavos de final têm triturado tudo e todos. Detentores do melhor ataque da competição, reúnem especialistas - como Andreas Obst ou Isaac Bonga - que ajudaram os germânicos a serem campeões do mundo e contribuem fortemente para a candidatura ao ouro no EuroBasket, 32 anos depois de vencerem o torneio pela primeira vez

A solução para travar a Alemanha está dentro de um armário cuja chave foi atirada para o fundo do oceano. Enquanto se continua a indagar sobre os métodos mais eficazes para fazer os germânicos abrandarem, um jardim de marcas históricas vai brotando no EuroBasket, compensando a devastação provocada sobre impotentes adversários. 

A perfeição será sempre uma promessa por cumprir. Ainda assim, a seleção alemã pode já estar sob a proteção da camada de ozono deste atributo sagrado. O entusiasmo de Portugal tentará parar esta avalanche nos oitavos de final do EuroBasket com a ressalva de que os campeões do mundo estão vigorosos e boa vontade não bastará.

Os alemães passaram incólumes pelo grupo B e asseguraram vitórias sobre Montenegro (106-76), Suécia (105-83), Lituânia (107-88), Reino Unido (120-57) e Finlândia (91-61). O feito de serem a primeira equipa a conseguir marcar mais de 100 pontos em cinco jogos consecutivos no EuroBasket não foi alcançado por muito pouco. De qualquer maneira, as memórias tenebrosas entregues aos adversários puderam ser usadas para desafiar outros registos. Os 32,8 pontos de vantagem correspondem à média mais elevada no EuroBasket desde 1969. Inclusivamente, neste século, ninguém tinha vencido um jogo por números tão significativos (+63) como a Alemanha fez frente ao Reino Unido.

Quando pedimos a Diogo Cunha que aponte os pontos fortes da Alemanha, há um silêncio. É como se as ideias tivessem resolvido sair todas ao mesmo tempo, bloqueando a porta com o aumento súbito do tráfego. “É difícil escolher por onde começar.” O português é responsável pelo desenvolvimento dos jovens do Wurzburg, acumulando funções como treinador principal dos sub-19 e como adjunto da equipa B do clube que atua na principal divisão alemã e participa na Liga dos Campeões. Enquanto alguém que semeia jogadores no país, sabe o que dizer sobre o adversário da seleção nacional. 

Raio-x ao adversário de Portugal no EuroBasket: até sem treinador, há “poucas hipóteses” contra a Alemanha que ninguém descobriu como parar
Milad Payami

A Alemanha tem “duas estrelas que claramente dominam nas suas posições”. O técnico de 26 anos refere-se a Dennis Schröder e a Franz Wagner, os únicos jogadores da mesma nacionalidade com mais de 20 pontos de média e os dínamos do ataque mais produtivo do EuroBasket (105,8). O que uns têm em abundância, os outros têm em falta. Portugal é o segundo pior conjunto do torneio em termos de marcação de pontos (63), apenas batido pelo Chipre, que caiu na fase de grupos sem qualquer vitória. 

Dennis Schröder foi o MVP do último Mundial e “está confortável no modo FIBA”, nota Diogo Cunha. É uma vida dupla a do base que, na NBA, ciranda de franchise em franchise. Capitão de equipa, tem dito que a mentalidade da Alemanha é “diferente”. “Quando cheguei à seleção, ficávamos felizes por terminar em sétimo ou oitavo lugar. Nos últimos anos, queremos lutar pelo ouro”, destacou no início do torneio o segundo alemão a ultrapassar os 500 pontos marcados no EuroBasket. Quem foi o primeiro? Dirk Nowitzki, claro. Schröder vai chegar aos oitavos de final como o melhor marcador (553) da história do EuroBasket ainda no ativo. “Nunca vou receber o mesmo amor que o Dirk Nowitzki, porque sou negro”, assumiu.

Quem “surpreendeu muito” o elemento da estrutura do Wurzburg foi Franz Wagner. Normalmente, “os jogadores que dominam fisicamente costumam ter dificuldades”, pois encontram mais defensores na área pintada do que na NBA. O jogador dos Orlando Magic ultrapassa esse contratempo com o “balanço perfeito” entre “lançar de fora a uma percentagem estável” e a capacidade de “passar a bola mesmo quando está no garrafão”.

As hipóteses são muito poucas

Fora das grandes figuras, dotadas de uma panóplia de manhas para colocarem a bola no cesto, o basquetebol faz-se dos especialistas que os complementam. Andreas Obst evidencia-se no tiro exterior, sendo “reconhecido no mundo inteiro” por essa “qualidade quase inata”. No EuroBasket, está a lançar triplos com 53,6% de eficácia. “Desde o último Campeonato da Europa melhorou bastante na defesa”, explica Diogo Cunha. “Lembro-me que as equipas o atacavam muito, porque ele era mais frágil.”

Para impedir as equipas contrárias de marcar, existem os membros superiores de Isaac Bonga, moldados para capturarem presas. A Alemanha conta com o extremo para fazer o “trabalho sujo”. Com garras onde os defensores comuns têm mãos, agarra-se ao adversário em qualquer zona do campo, diminuindo o tempo de ataque e importunando a organização. O lisboeta que analisa a seleção alemã junto da Tribuna Expresso diz tratar-se do “exemplo perfeito” do que deve ser um role player. “Muitas vezes, é assim que se faz uma carreira: a defender, com um lançamento estável com o qual o treinador pode contar, a lutar pelas bolas e a ganhar ressaltos.”

No mínimo, para conseguir ser tão dominante como a Alemanha, são precisos jogadores e staff. Abrindo uma exceção, os medalhados de bronze da última edição vão se conduzindo pelo EuroBasket sem treinador principal. Álex Mumbrú, que sucedeu a Gordon Herbert, foi hospitalizado após sofrer uma infeção aguda. As tarefas têm sido asseguradas pelo adjunto, Alan Ibrahimagic.

Raio-x ao adversário de Portugal no EuroBasket: até sem treinador, há “poucas hipóteses” contra a Alemanha que ninguém descobriu como parar

O desfalque não colabora com as aspirações portuguesas. “As hipóteses são muito poucas, há que ser honesto.” Para que a equipa de Mário Gomes se mantenha dentro do jogo é preciso “gerir muito bem a transição defensiva”, o que pode passar por “não ser ganancioso a ir ao ressalto ofensivo”. Uma partida “com menos posses de bola ajudará” a que o resultado não dispare. O plano de jogo nacional, sugere Diogo Cunha, pode passar por sobrecarregar as principais figuras do oponente com faltas. Outra possível solução é aproveitar a menor profundidade no jogo interior. Daniel Theis destaca-se nessa área, mas não tem alternativas do mesmo nível (Mo Wagner e Johannes Voigtmann estão lesionados e Isaiah Hartenstein excluiu-se da convocatória). 

A laranja que a Alemanha estima

À semelhança do que acontece noutras modalidades, o basquetebol na Alemanha é um assunto sério. “Os jogadores jovens são vistos como um investimento por parte do clube, algo que vai dar retorno no futuro, ou porque os clubes conseguem algum dinheiro ou porque acabas por ter o 11.º ou 12.º lugar do plantel preenchido com alguém que quer representar o clube e cobra cinco vezes menos do que um alemão que não seja daqui”, explica Diogo Cunha. 

O membro da estrutura do Wurzburg trabalha diretamente com “oito a dez jogadores que o clube considera terem alto potencial” e desenha um plano à medida das necessidades de cada um. Em Portugal, “é muito arriscado tentar ser jogador profissional” e os que o conseguem, fazem-no “a receber 300€ por debaixo da mesa”. Já os treinadores preferem “fazer nome ganhando o campeonato regional” em detrimento de “desenvolverem jogadores”. “Na Alemanha, os treinadores de formação têm contratos de 12 meses e, normalmente, mais do que um ano. Não pensam ‘este ano tenho de ganhar para ter oportunidade num sítio melhor’” 

Diogo Cunha chegou à Alemanha em 2021 e desde a temporada passada que está no Wurzburg. A oportunidade surgiu depois de ter estudado Gestão Desportiva em Coventry, Inglaterra, e realizado um estágio em Pamplona, Espanha. “Adoro Portugal. Se pudesse regressar, consideraria. Mas aqui tudo é muito mais profissional e há muita coisa que está mais avançada.” Talvez o trabalho de fundo se sinta quando a seleção nacional enfrentar uma Alemanha a correr atrás do seu segundo EuroBasket, 32 anos depois de ter conquistado o primeiro.

 

 

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A ganhar por 5 a 4 minutos do intervalo, coisa linda. Estamos a fazer um jogaço.

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Aquele alley-oop com o Neemias foi impressionante.

Bela joga, a defesa está a ser ótima. Estamos a obrigar a Alemanha a tomar más decisões no ataque organizado.

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Temos um bom plano para desacelerar a Alemanha. Obrigar a jogar meio campo e não sair em contra ataque como gostam. Fora os últimos 2 minutos, conseguimos bem isso. 

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O Neemias sentou quase todo o 2° período e não tem faltas. Vamos precisar de o ter a jogar 90% do que falta, e é se não for mesmo o restante jogo.

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A diferença na qualidade dos jogadores é tal que mesmo tendo uma % de 3 pts digna de um torneio inter-turmas a Alemanha mesmo assim está na frente de uma forma que sente-se não será ameaçada por Portugal. 

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Citação de Poeira, há 31 minutos:

O Neemias sentou quase todo o 2° período e não tem faltas. Vamos precisar de o ter a jogar 90% do que falta, e é se não for mesmo o restante jogo.

Olha que os minutos sem Neemias curiosamente no último jogo e neste têm sido dos melhores 🤣

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