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Homem do Bussaco

Portugueses nos três grandes

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Eu consigo ver coisas boas onde as pessoas só vêm coisas más. Têm a noção de quantos jogadores portugueses dos três grandes são emprestados todos os anos a equipas de menor dimensão, grande parte delas portuguesas? No fundo estão a permitir-lhes que possam ter um plantel para competir com custos reduzidos. Se efetivamente brilhassem nessas equipas, com certeza que no ano seguinte seriam chamados à equipa principal.

 

E isso acaba por ser um dos maiores cancros das restantes equipas portuguesas fora da tríade.

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O que me deixa um pouco triste, é o facto dos clubes de menor dimensão apostarem muito no campeonato brasileiro, nomedamente em divisões inferiores onde não existe praticamente qualidade.

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E isso acaba por ser um dos maiores cancros das restantes equipas portuguesas fora da tríade.

Tirando o facto de todos os anos saírem muitos jogadores e entrarem outros tantos, não estou a ver o malefício. Parece-me melhor que apostar em jogadores da 3ªDivisão brasileira.

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Tirando o facto de todos os anos saírem muitos jogadores e entrarem outros tantos, não estou a ver o malefício. Parece-me melhor que apostar em jogadores da 3ªDivisão brasileira.

Com os empréstimos dos três grandes, os "pequenos" não têm possibilidade de valorizar os seus activos, por exemplo.

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Com os empréstimos dos três grandes, os "pequenos" não têm possibilidade de valorizar os seus activos, por exemplo.

Mas ninguém os obriga a receber jogadores dos três grandes. Parece-me claro que se optam por essa política, é porque lhes é mais rentável.

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Tirando o facto de todos os anos saírem muitos jogadores e entrarem outros tantos, não estou a ver o malefício. Parece-me melhor que apostar em jogadores da 3ªDivisão brasileira.

 

 

Com os empréstimos dos três grandes, os "pequenos" não têm possibilidade de valorizar os seus activos, por exemplo.

 

Exactamente isto. E depois os clubes não saem da cepa torta financeiramente.

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Citação do jornal "A Bola" online

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O outro Benfica

São mais os que saíram que os que ficaram. Total de 22 jogadores foram cedidos mas podem voltar: em 2012/13 haverá equipa B na Luz.

Jorge Jesus idealizou plantel de 27 jogadores, que tem à sua disposição, mas, por entre apostas cujo rendimento não correspondeu, escolhas que foi sendo obrigado a fazer (por força dos limites nas inscrições) e com o elevado número de 22 jogadores emprestados, acabam por ser mais os profissionais a sair do que a ficar na Luz esta época.

Se aos 22 jogadores emprestados juntarmos as saídas da águia, a título definitivo (ver quadros anexos), foram mais de três dezenas os profissionais que debandaram da águia em busca de fama e fortuna noutras paragens.

Mas para a grande maioria dos profissionais cedidos a outros emblemas, o bilhete poderá ser de ida e volta à Luz. Durante a época, em clubes onde terão mais ocasiões de jogar e mostrar o seu valor do que o fariam nos encarnados, poderão reafirmar valia para voltarem à casa-mãe e envergar a camisola da águia já em 2012/13, época em que regressam as equipas B ao quadro competitivo do nosso futebol (II Divisão).


parece que está confirmado o regresso das equipas B

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Eu gostava de uma regra como na ucraniana de X jogadores portugueses no onze inicial. Isto a ser aplicado teria de ser lentamente.

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Penso já ter dado a minha opinião sobre este tema.

 

Pouco me importa se temos 20 ou 3 jogadores Portugueses. O que eu acho importante, é apostar na formação, independentemente da nacionalidade dos jogadores. Obviamente que se apostarmos mais na formação, aparecerão mais jogadores portugueses. Até aí tudo bem.

 

Qualquer regra que seja para restringir a aquisição de jogadores estrangeiros / extra-comunitários, sou totalmente contra. Aquilo que eu já sou favor, seria pedir um X número de jogadores formados no clube, aquando a inscrição nas ligas. E não falo de jogadores formados em Portugal mas sim mesmo no clube em questão. Penso que seria um bom incentivo.

 

Depois tem é de haver trabalho por parte dos clubes. Obviamente que se eles não virem vantagens na formação e tiverem outras formas menos dispendiosas de construir plantéis, vão optar por isso.

 

Apesar de não estar ligada directamente com a aposta na formação, outra regra que gostava que fosse adoptada, era proibir os jogadores emprestados a equipas da mesma liga. Enquanto os 3 grandes estiverem a colocar jogadores nas equipas "pequenas", menos elas apostam na formação. Sim, eu sei, ninguém lhes aponta uma arma à cabeça mas na perspectiva de um dirigente, é normal que utilizem estes protocolos como solução. Por várias razões: a primeira seria porque os clubes "pequenos" não devem participar no salário do jogador, a troca de X minutos em campo; os clubes também devem receber algumas contribuições monetárias (à lá FM) e num futebol em que as influências valem muito, é sempre bom ter um dos 3 grandes ao lado; grande parte das vezes, existe um acréscimo de qualidade ao plantel; a quarta razão, é que os dirigentes não sentem o mesmo que os adeptos. Os adeptos (os verdadeiros, não grande parte dos tuttis), não gostam nada de ver o seu clube baixar as calças a outros clubes, a troco de jogadores. Isso é impensável para um adepto mas para um dirigente, é só uma consequência.

 

Ao proibir os empréstimos a clubes da mesma divisão, além de acabar com algumas desconfianças quando esses jogadores defrontam o clube empregador, juntamente com uma regra de ter X jogadores formado no clube, penso que poderia ter um resultado positivo.

 

O problema é que se os clubes "pequenos" não fizerem barulho, no pasa nada...

Editado por Jack Wilshere

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Só não acho sequer hipótese pedirem aos treinadores para jogarem com X jogadores nacionais no 11, porque isso é complicar a vida a quem orienta (treinadores) e facilitar a vida a quem treina (jogadores, neste caso nacionais).

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A aposta na formação não pode ser vista como uma solução unicamente das ligas profissionais. O problema dela vem de detrás, ib4 das distritais. Seria preciso uma volta de 180º graus e todas as associações terem alguém com a mentalidade e capacidade para dar a volta a toda a bandalheira que são as ligas mais baixas (em termos de formação dos jovens) e perceber que é dali que grande parte dos talentos aparecem. Mas aquilo que eu procuro é quase utopia, portanto nem valia a pena..

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Penso já ter dado a minha opinião sobre este tema.

 

Pouco me importa se temos 20 ou 3 jogadores Portugueses. O que eu acho importante, é apostar na formação, independentemente da nacionalidade dos jogadores. Obviamente que se apostarmos mais na formação, aparecerão mais jogadores portugueses. Até aí tudo bem.

 

Qualquer regra que seja para restringir a aquisição de jogadores estrangeiros / extra-comunitários, sou totalmente contra. Aquilo que eu já sou favor, seria pedir um X número de jogadores formados no clube, aquando a inscrição nas ligas. E não falo de jogadores formados em Portugal mas sim mesmo no clube em questão. Penso que seria um bom incentivo.

 

Depois tem é de haver trabalho por parte dos clubes. Obviamente que se eles não virem vantagens na formação e tiverem outras formas menos dispendiosas de construir plantéis, vão optar por isso.

 

Apesar de não estar ligada directamente com a aposta na formação, outra regra que gostava que fosse adoptada, era proibir os jogadores emprestados a equipas da mesma liga. Enquanto os 3 grandes estiverem a colocar jogadores nas equipas "pequenas", menos elas apostam na formação. Sim, eu sei, ninguém lhes aponta uma arma à cabeça mas na perspectiva de um dirigente, é normal que utilizem estes protocolos como solução. Por várias razões: a primeira seria porque os clubes "pequenos" não devem participar no salário do jogador, a troca de X minutos em campo; os clubes também devem receber algumas contribuições monetárias (à lá FM) e num futebol em que as influências valem muito, é sempre bom ter um dos 3 grandes ao lado; grande parte das vezes, existe um acréscimo de qualidade ao plantel; a quarta razão, é que os dirigentes não sentem o mesmo que os adeptos. Os adeptos (os verdadeiros, não grande parte dos tuttis), não gostam nada de ver o seu clube baixar as calças a outros clubes, a troco de jogadores. Isso é impensável para um adepto mas para um dirigente, é só uma consequência.

 

Ao proibir os empréstimos a clubes da mesma divisão, além de acabar com algumas desconfianças quando esses jogadores defrontam o clube empregador, juntamente com uma regra de ter X jogadores formado no clube, penso que poderia ter um resultado positivo.

 

O problema é que se os clubes "pequenos" não fizerem barulho, no pasa nada...

Sem tirar nem pôr, é isto mesmo.

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Quantas vezes é que é preciso dizer que não é possível criar um limite mínimo de portugueses porque isso estaria a violar as leis da União Europeia, e que os brasileiros têm de contar como portugueses devido ao acordo que o nosso estado tem com o estado brasileiro? Ninguém se lembra destes dois "pormenores"?

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Penso já ter dado a minha opinião sobre este tema.

 

Pouco me importa se temos 20 ou 3 jogadores Portugueses. O que eu acho importante, é apostar na formação, independentemente da nacionalidade dos jogadores. Obviamente que se apostarmos mais na formação, aparecerão mais jogadores portugueses. Até aí tudo bem.

 

Qualquer regra que seja para restringir a aquisição de jogadores estrangeiros / extra-comunitários, sou totalmente contra. Aquilo que eu já sou favor, seria pedir um X número de jogadores formados no clube, aquando a inscrição nas ligas. E não falo de jogadores formados em Portugal mas sim mesmo no clube em questão. Penso que seria um bom incentivo.

 

Depois tem é de haver trabalho por parte dos clubes. Obviamente que se eles não virem vantagens na formação e tiverem outras formas menos dispendiosas de construir plantéis, vão optar por isso.

 

Apesar de não estar ligada directamente com a aposta na formação, outra regra que gostava que fosse adoptada, era proibir os jogadores emprestados a equipas da mesma liga. Enquanto os 3 grandes estiverem a colocar jogadores nas equipas "pequenas", menos elas apostam na formação. Sim, eu sei, ninguém lhes aponta uma arma à cabeça mas na perspectiva de um dirigente, é normal que utilizem estes protocolos como solução. Por várias razões: a primeira seria porque os clubes "pequenos" não devem participar no salário do jogador, a troca de X minutos em campo; os clubes também devem receber algumas contribuições monetárias (à lá FM) e num futebol em que as influências valem muito, é sempre bom ter um dos 3 grandes ao lado; grande parte das vezes, existe um acréscimo de qualidade ao plantel; a quarta razão, é que os dirigentes não sentem o mesmo que os adeptos. Os adeptos (os verdadeiros, não grande parte dos tuttis), não gostam nada de ver o seu clube baixar as calças a outros clubes, a troco de jogadores. Isso é impensável para um adepto mas para um dirigente, é só uma consequência.

 

Ao proibir os empréstimos a clubes da mesma divisão, além de acabar com algumas desconfianças quando esses jogadores defrontam o clube empregador, juntamente com uma regra de ter X jogadores formado no clube, penso que poderia ter um resultado positivo.

 

O problema é que se os clubes "pequenos" não fizerem barulho, no pasa nada...

 

Eu concordo com a regra dos X jogadores formados no clube, mas tenho algumas dúvidas em relação à tua ideia dos empréstimos. Não tem sido muito o caso dos jogadores que chegaram à selecção nos últimos anos, mas muitas vezes é benéfico para os jogadores promissores dos 3 grandes estarem numa equipa da 1ª liga. Eu vejo casos tipo o Nelson Oliveira, ok não jogou muito, mas se essa regra tivesse em vigor ele o ano passado estaria emprestado a uma equipa da Orangina, teria treinado num nível inferior, e teria mais dificuldades para saltar para a equipa A do Benfica.

 

Para isso entrar em vigor acho que para compensar tínhamos de deixar as equipas B chegarem à Orangina, nem que aumentassem a Orangina para mais clubes. É que tendo as equipas B lá, apesar dos jogadores terem na mesma que saltar da Orangina para os 3 grandes, ao menos têm a possibilidade de mais facilmente alternarem entre ambos os plantéis, mesmo durante a época.

 

E as equipas B teriam naturalmente de ter limites muito restritos em relação a jogadores maiores de idade (ex. máximo de 3 jogadores c/ mais de 23 anos, como fazem na Alemanha).

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Eu gostava de uma regra como na ucraniana de X jogadores portugueses no onze inicial. Isto a ser aplicado teria de ser lentamente.

 

Na Russia também é assim. No campeonato só podes ter 5 estrangeiros em simultâneo no onze titular.

Editado por David_slbenfica

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E as equipas B teriam naturalmente de ter limites muito restritos em relação a jogadores maiores de idade (ex. máximo de 3 jogadores c/ mais de 23 anos, como fazem na Alemanha).

Uma equipa A e outra sub-23. Gosto da ideia. A haver empréstimos seriam maioritariamente de jogadores com mais de 23 anos, basicamente para "tapar buracos" nas equipas mais pequenas.

Editado por Mica

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Na Russia também é assim. No campeonato só podes ter 5 estrangeiros em simultâneo no onze titular.

Essa era a ideia original, mas nunca ninguém a seguiu religiosamente. Lembro-me perfeitamente da equipa B do FC Porto servir para rodar Nica's Panduru's e Butorovic's da vida.

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Fico triste não ver por exemplo o Castro ter uma oportunidade, devia de haver uma regra que limitasse a estrangeirada... Chegar aos juniores e jogar para o boneco é frustrante. Gostava que o Porto fizesse igual ao Barcelona e criar uma mentalidade desde as camadas jovens aos seniores e ir apostando neles. Tão cedo não vamos ver um Vítor Baía, Fernando Couto, Domingos...

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Se calhar não é o melhor tópico mas...

...estava a ver no zerozero e há lá uma cena que permite ver quantos jogadores de x nacionalidade há nas ligas. Temos 143 brasileiros contra 182 portugueses... 32,3% dos jogadores da nossa liga são brasileiros. Ok, isto não é novidade nenhuma, mas fiquei um bocado "chocado" com os números. Em mais nenhum campeonato se vê algo semelhante. Tem de ser feito alguma coisa. Urgentemente.

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É a tal cena que se falou no tópico do Bayern, os raios dos espanhóis e dos alemães têm uma sorte danada com os putos. Nascem ensinados os maganos...

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Vi agora o tópico e o Benfica tem 7 como o Sporting, para manipular as coisas sempre na mó de cima :grin:

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