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Dinheiro, investimentos e literacia financeira

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Com a actual situação mundial continua a ser "seguro" ter dinheiro naquelas aplicações financeiras dos bancos que metem foco nas grandes empresas mundiais?

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Citação de smashing_pumpkin , Em 15/03/2026 at 08:01:

Com a actual situação mundial continua a ser "seguro" ter dinheiro naquelas aplicações financeiras dos bancos que metem foco nas grandes empresas mundiais?

Pa.. a minha opinião como relativo noob nisto..

Primeiro, essas aplicações financeiras dos bancos tradicionais não costumam ser grande coisa, cobram % de comissão muito maior que um ETF global numa corretora low-cost qualquer (XTB, Degiro, Trading 212..), e ao serem geridos de forma ativa e não passiva tendem também a ter menor performance que os índices passivos que simplesmente refletem o mercado. São muito raros os gestores que conseguem ter melhor rentabilidade que a média do mercado, e não conseguem ser sustentáveis com isso ao longo prazo

Segundo, a "segurança" de uma aplicação financeira e/ou ETF desses é sempre relativa ao prazo em que queres ter lá o dinheiro, o mercado accionista pode ser sempre volátil a curto prazo, nisto considerando o "curto prazo" como 2, 3, 4, 5 anos, tens sempre a possibilidade de teres o azar de apanhares anos de seca e quando fores buscar o dinheiro ao fim desses anos, teres perdido dinheiro. No entanto a prazos de 10 ou 20 anos aí a possibilidade de o perderes é muito mais baixa, porque historicamente eventualmente o mercado recupera. Além disso recentemente em Portugal as regras mudaram, e o que pagas de imposto sobre as mais-valias é mais baixo caso mantenhas o ativo durante mais anos.

Terceiro, andar a olhar ao timing das coisas costuma ser má ideia, "agora é altura para comprar", "agora é altura para vender" costuma quase sempre dar m*rda, muito pouca gente consegue realmente fazer isso sem se espalhar

No entanto... é inegável que a situação atual não está muito famosa e o que me deixa mais nervoso é que tens uma crise mundial já bastante real a começar a se desenrolar, e ainda não vimos quebra quase nenhuma em cotação em bolsa, o que é um bocado bizarro, no Covid quebrou, nas tarifas quebrou. Neste momento nós estamos já com vários anos seguidos de bolsa em euforia sempre a subir, uma cada vez maior facilidade de noobs como nós investirem com 3 cliques no telemóvel, uma crença online de que a bolsa vai sempre subir, e começa-me a cheirar a esturro a curto prazo. O que para mim não é grande problema porque estou a pensar no que invisto a longo prazo (ver o parágrafo acima - não interessa se cair a 3 ou 4 ou 5 anos, o que me interessa é a 20), MAS, até a longo prazo as coisas começam a cheirar a esturro, o historial da bolsa americana é de ser sempre a subir mesmo que estagne uma década aqui ou ali, no entanto estamos a começar a entrar numa nova zona sem precedentes em que não é de descartar as possibilidades de que a) que o dólar deixe de ser a grande moeda mundial, b) os USA percam o estatuto de super-potência, c) tenham uma grande crise de dívida, d) ao serem cada vez mais agressivos perante os europeus e outros aliados, inventem novos obstáculos aos investidores não-americanos. "This time it's different" -> eu sei que estas palavras são perigosas, nunca foi, mas será que desta vez é?

Como eu não sei até que ponto estes cenários catastróficos são da minha cabeça pessimista, ou não, apenas invisto um x modesto por mês, e um outro x modesto vai para poupanças em produtos mais seguros mas também muito menos rentáveis (ie, certificados aforro). E no fundo o investimento é isso, é descobrires quanto risco estás confortável em tomar, porque mais risco mais hipóteses de lucro, sem risco não tens lucro.

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Citação de noikeee, há 29 minutos:

Pa.. a minha opinião como relativo noob nisto..

Primeiro, essas aplicações financeiras dos bancos tradicionais não costumam ser grande coisa, cobram % de comissão muito maior que um ETF global numa corretora low-cost qualquer (XTB, Degiro, Trading 212..), e ao serem geridos de forma ativa e não passiva tendem também a ter menor performance que os índices passivos que simplesmente refletem o mercado. São muito raros os gestores que conseguem ter melhor rentabilidade que a média do mercado, e não conseguem ser sustentáveis com isso ao longo prazo

Segundo, a "segurança" de uma aplicação financeira e/ou ETF desses é sempre relativa ao prazo em que queres ter lá o dinheiro, o mercado accionista pode ser sempre volátil a curto prazo, nisto considerando o "curto prazo" como 2, 3, 4, 5 anos, tens sempre a possibilidade de teres o azar de apanhares anos de seca e quando fores buscar o dinheiro ao fim desses anos, teres perdido dinheiro. No entanto a prazos de 10 ou 20 anos aí a possibilidade de o perderes é muito mais baixa, porque historicamente eventualmente o mercado recupera. Além disso recentemente em Portugal as regras mudaram, e o que pagas de imposto sobre as mais-valias é mais baixo caso mantenhas o ativo durante mais anos.

Terceiro, andar a olhar ao timing das coisas costuma ser má ideia, "agora é altura para comprar", "agora é altura para vender" costuma quase sempre dar m*rda, muito pouca gente consegue realmente fazer isso sem se espalhar

No entanto... é inegável que a situação atual não está muito famosa e o que me deixa mais nervoso é que tens uma crise mundial já bastante real a começar a se desenrolar, e ainda não vimos quebra quase nenhuma em cotação em bolsa, o que é um bocado bizarro, no Covid quebrou, nas tarifas quebrou. Neste momento nós estamos já com vários anos seguidos de bolsa em euforia sempre a subir, uma cada vez maior facilidade de noobs como nós investirem com 3 cliques no telemóvel, uma crença online de que a bolsa vai sempre subir, e começa-me a cheirar a esturro a curto prazo. O que para mim não é grande problema porque estou a pensar no que invisto a longo prazo (ver o parágrafo acima - não interessa se cair a 3 ou 4 ou 5 anos, o que me interessa é a 20), MAS, até a longo prazo as coisas começam a cheirar a esturro, o historial da bolsa americana é de ser sempre a subir mesmo que estagne uma década aqui ou ali, no entanto estamos a começar a entrar numa nova zona sem precedentes em que não é de descartar as possibilidades de que a) que o dólar deixe de ser a grande moeda mundial, b) os USA percam o estatuto de super-potência, c) tenham uma grande crise de dívida, d) ao serem cada vez mais agressivos perante os europeus e outros aliados, inventem novos obstáculos aos investidores não-americanos. "This time it's different" -> eu sei que estas palavras são perigosas, nunca foi, mas será que desta vez é?

Como eu não sei até que ponto estes cenários catastróficos são da minha cabeça pessimista, ou não, apenas invisto um x modesto por mês, e um outro x modesto vai para poupanças em produtos mais seguros mas também muito menos rentáveis (ie, certificados aforro). E no fundo o investimento é isso, é descobrires quanto risco estás confortável em tomar, porque mais risco mais hipóteses de lucro, sem risco não tens lucro.

O seguro era mesmo nesse tipo de cenários catastróficos, e se são plausíveis, pois é dinheiro que teoricamente nunca será necessário, apesar de ser uma quantia algo avultada.

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Citação de smashing_pumpkin , há 28 minutos:

O seguro era mesmo nesse tipo de cenários catastróficos, e se são plausíveis, pois é dinheiro que teoricamente nunca será necessário, apesar de ser uma quantia algo avultada.

Acho que ninguém te pode responder, ninguém sabe o futuro...

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6) Fontes de informação 

 

Para um investidor passivo e de longo prazo, quais são as melhores fontes de informação?

Nota prévia: não conheço nenhuma das fontes referidas na resposta. 

Canais de YouTube:

  • Ben Felix – Common Sense Investing – provavelmente o canal mais respeitado do YouTube sobre investimento passivo
  • Rob Berger – conteúdo muito prático sobre ETFs e planeamento de reforma
  • Ramin Nakisa – PensionCraft – explica ETFs e faz análises macroeconómicas, é muito popular entre os investidores europeus

Outros conteúdos:

  • Bogleheads: comunidade inspirada em John Bogle, fundador da Vanguard, defensores de ETFs baratos, investimento passivo e simplicidade 

Deve-se manter o alerta no YouTube, pois mesmo partindo de conteúdos de qualidade, o algoritmo tende a promover previsões de mercado, ações para comprar “agora”, e vídeos alarmistas.

Vários estudos demonstram que os investidores que consomem menos notícias financeiras têm melhores resultados.

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O Ben Felix é porreiro

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7) Valor FIRE 

 

Nota prévia: este conjunto de questões tem respostas muito menos concretas / rigorosas, o que se deve em boa parte a não haver uma “resposta certa” para estas perguntas. 

 

Considerando uma carteira com 10% liquidez, 20% obrigações, 50% ETFs globais e 20% ETFs setoriais ou ativos alternativos, qual é a % FIRE adequada? 

O portefólio considerado terá um retorno real (líquido de inflação) médio anual de 4-5%. Para essa carteira, uma percentagem de retirada prudente é 3%. 

 

Mesmo atingindo o valor FIRE, não pretendo parar de trabalhar, para não perder o direito à reforma da Segurança Social. Isso significa que posso considerar uma percentagem FIRE superior, ou iniciar a fase de levantamento ainda antes de me reformar? 

Parar de trabalhar “demasiado cedo” tem um custo elevado: menos anos de descontos, penalização por reforma antecipada, e consequentemente uma pensão mais baixa. Continuar a trabalhar, mesmo após atingir a independência financeira, aumenta muito o rendimento total na velhice. 

O impacto no valor FIRE de continuar a trabalhar consiste na subtração das despesas futuras anuais pelo salário líquido anual previsto. Isto significa que o valor FIRE diminui, e consequentemente será atingido numa fase mais precoce da vida. Assim, a fase de levantamento coincidiria com o período de vida ativa, juntando-se o montante levantado ao salário, permitindo aumentar o nível de vida. 

 

O racional do FIRE é “viver dos rendimentos”, sem colocar em causa o capital. Mas e se o meu objetivo for esvaziar totalmente o capital? Se tiver como objetivo chegar aos 100 anos com 0€, qual é o impacto no valor FIRE e/ou na percentagem de levantamento? 

Este plano é possível e chama-se “safe withdrawal with depletion” ou decumulação programada. 

O racional FIRE “padrão” implica a preservação do capital por tempo indefinido, existindo até uma probabilidade elevada de se terminar com um montante superior ao valor FIRE com que se iniciou a fase de levantamento. 

Se o objetivo for consumir progressivamente o capital, então a percentagem de levantamento pode ser superior aos 3% referidos, por exemplo 5%. Em alternativa, pode considerar-se uma percentagem de levantamento que se reduz progressivamente, isto é, começar por levantar 6% na vida ativa, e terminar a levantar 2% no final da velhice.

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Onde metem poupanças de forma a não correr riscos? A prazo? Certificados de aforro? 

Estive a ver que o revoltada 2,5% mas não percebi bem como funciona

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Citação de Quan Chi, Em 08/03/2026 at 17:50:

3) Operacionalização

 

Um investidor a longo prazo deve apenas comprar ativos, ou também vender?

Em Portugal, cada venda gera um evento tributável (28% sobre as mais-valias). Por isso, vender quando a % de um ativo está acima do objetivo não é um método eficiente fiscalmente.

O método mais utilizado por investidores europeus de longo prazo é o rebalanceamento por compras (buy-only rebalancing). Este método consiste em canalizar a compra periódica para o ativo mais subponderado da carteira. As vantagens deste método são o não pagamento de impostos, o baixo custo e a simplicidade da estratégia.

Ainda assim, há algumas situações em que vender pode fazer sentido:

  • Quando um ativo cresce muito, p.e. se o peso de criptoativos aumentar de um objetivo de 5% para 20%
  • Quando existe alteração de estratégia, p.e. vender um ETF setorial para comprar um ETF de outro setor
  • Quando se chega à “reforma”, isto é, à fase de retirada do dinheiro, em que se começa a viver do dinheiro acumulado 

 

Qual a periodicidade mais adequada para fazer o rebalanceamento da carteira? 

A maioria dos estudos defende que é bom fazê-lo trimestralmente, mas que anualmente é suficiente. Rebalancear mensalmente pode ser pouco benéfico. No entanto, muitos investidores utilizam o método de rebalanceamento por compras referido na questão anterior, com 1 compra mensal. 

Para minimizar os custos, devem ser feitas, no máximo, 1 a 2 compras por mês, evitando comprar vários ativos diferentes. 

Uma estratégia ligeiramente diferente consiste no threshold balancing, que consiste em definir limiares mínimos e máximos de % de peso na carteira para cada ativo, e apenas agir (comprando ou vendendo) quando esses limites são violados. Este método é mais eficiente do ponto de vista dos custos que o rebalanceamento por compras, pois normalmente implica um menor número de transações. 

 

O que deve ser tido em conta nas transferências de dinheiro dos bancos comerciais “tradicionais” para as corretoras? 

Por regra de AML (anti money laundering) o titular da conta de investimento deve ser o mesmo (mesmo nome) que o da conta bancária de origem do dinheiro. 

Deve-se verificar se a corretora atribuiu um IBAN individual (em nome do investidor) ou um IBAN coletivo (em nome da corretora, onde tem que se colocar o número de conta no Assunto/Referência). Caso se falhe este número de referência no IBAN coletivo, o dinheiro fica no “limbo” e o processo de recuperação é burocrático e lento. Os IBANs devem ser sempre verificados dentro das apps das corretoras, nunca utilizando IBANs enviados por email. 

Transferências SEPA (transferências em euros e dentro da zona Euro) são normalmente gratuitas nos bancos digitais ou no homebaking da maioria dos bancos “tradicionais”. Apesar do custo nulo ou residual, deve evitar-se fazer muitas transferências pequenas, por adicionarem complexidade fiscal e de rastreamento. Isto é, apesar de transferir dinheiro para uma corretora não ser um evento fiscal (não é necessário declarar depósitos, transferências ou levantamentos), caso um dia se tenha que justificar a origem dos fundos é muito mais fácil mostrar e explicar 12 transferências anuais do mesmo montante do que 60 transferências anuais em momentos e em montantes irregulares. 

 

Perguntas para os veteranos do tópico:

  • Qual é a vossa estratégia de rebalanceamento da carteira?
  • Quais são os principais cuidados que têm na transferência de dinheiro de bancos comerciais para corretoras?

Sobre rebalancear, eu sigo a estratégia de como dizem aí. Tenho uns 70% do portfolio num ETF (MSCI World), que vou só comprando e não vendo. Só vendo quando preciso do dinheiro para uma despesa grande, ainda que para isso costumo manter uma quantidade de dinheiro razoável antes para estar preparado (por exemplo para umas férias que sei que vão ser mais caras).

O resto tenho investido em ações especificas. Aí, quando entro, penso qual é a minha estrátegia. É um investimento a largo prazo, ou é um trade esperando o re-rate dos multiplos que, por alguma razão, estão abaixo do normal histórico e do sector, tendo em conta os fundamentals da empresa?

Se é o primeiro, só vendo quando a história da empresa mudou vs a minha tese quando investi. Se é o segundo, quando entro já tenho mais ou menos um target price para sair. O primeiro seria um Alphabet ou um RTX (para dizer açoes que tenho), o segundo seria um trade como fiz em Target em que entrei no dip a 90 dollars mais ou menos e já saí a 117, que era onde havia uma resistência por estar perto dos niveis em que esteve trading de 2022-2025.

Quanto à pergunta aí da situação atual, não mudei em nada a minha estrátegia. Continuo a comprar todos os meses e a tentar ver oportunidades em single stocks.

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Citação de dpitz, há 2 horas:

Onde metem poupanças de forma a não correr riscos? A prazo? Certificados de aforro? 

Estive a ver que o revoltada 2,5% mas não percebi bem como funciona

O melhor e com menos "chatices" é, neste momento, a conta do Revolut, mas a taxa de 2.5% acaba em Julho penso. Tens também a Trade Republic com juros de 2%.

Se não te importares de ter mais trabalho (subscrever coisas, domiciliações e afins), então é certificados de aforro ou os links que challenger deixou em cima. Aquele user do Reddit faz um trabalho incrível nesses temas.

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Que critérios têm em consideração para escolher um ETF?

Nomeadamente ETFs bastante semelhantes entre si (ex.: World) com "dezenas" a cumprirem os critérios básicos de fund size >1bi, TER igual, acumulativos, domicílio na Irlanda ou Luxemburgo (o impacto das diferenças fiscais traduz-se diretamente na rentabilidade do fundo, correto?), replicação física... Escolhem o que tiver maior dimensão por uma questão de "segurança", ou escolhem o de determinada gestora de ativos (ex.: Vanguard), ou outro critério qualquer?

Vi anteriormente que a tracking difference e o tracking error são indicadores relevantes, mas não os encontrei nas páginas dos ETFs do justETF.

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Citação de Quan Chi, há 10 horas:

Que critérios têm em consideração para escolher um ETF?

Nomeadamente ETFs bastante semelhantes entre si (ex.: World) com "dezenas" a cumprirem os critérios básicos de fund size >1bi, TER igual, acumulativos, domicílio na Irlanda ou Luxemburgo (o impacto das diferenças fiscais traduz-se diretamente na rentabilidade do fundo, correto?), replicação física... Escolhem o que tiver maior dimensão por uma questão de "segurança", ou escolhem o de determinada gestora de ativos (ex.: Vanguard), ou outro critério qualquer?

Vi anteriormente que a tracking difference e o tracking error são indicadores relevantes, mas não os encontrei nas páginas dos ETFs do justETF.

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Acho que é a primeira vez que concordo nalguma coisa com o @bobzz

Escolhe duma vez um, VWCE ou WEBN ou IWDA e pára de perguntar 30.000 m*rda ao ChatGPT 

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Citação de noikeee, há 37 minutos:

Acho que é a primeira vez que concordo nalguma coisa com o @bobzz

Escolhe duma vez um, VWCE ou WEBN ou IWDA e pára de perguntar 30.000 m*rda ao ChatGPT 

Aceito a crítica.

Mas eu ainda só estou na fase de estudo. E usei outras fontes para além do ChatGPT.

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Citação de noikeee, há 2 horas:

Acho que é a primeira vez que concordo nalguma coisa com o @bobzz

Escolhe duma vez um, VWCE ou WEBN ou IWDA e pára de perguntar 30.000 m*rda ao ChatGPT 

Concordo, mas esses que referes não são todos iguais, o IWDA só segue países desenvolvidos (MSCI World), os outros dois são All World (têm também os emergentes).

Btw, se a tua escolha é MSCI World, neste momento a melhor escolha é o UETW.

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Eu sei que o IWDA é diferente, só estava a mencionar os mais conhecidos e que a maior parte do pessoal usa

Não conheço o UETW

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Citação de challenger, há 4 horas:

Concordo, mas esses que referes não são todos iguais, o IWDA só segue países desenvolvidos (MSCI World), os outros dois são All World (têm também os emergentes).

Btw, se a tua escolha é MSCI World, neste momento a melhor escolha é o UETW.

e agora o porquê (é esse tipo de informação que o @Quan Chi pretende saber)

Editado por bobzz

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Citação de bobzz, há 6 minutos:

e agora o porquê (é esse tipo de informação que o @Quan Chi pretende saber)

Tem a TER mais baixa e em comparação com, por exemplo, o SPPW (que costuma ser outro dos mais recomendados) reverte para o fundo uma maior percentagem dos ganhos com o empréstimo de títulos.

Para além disso é possível ver que é o fundo acumulativo com melhor comportamento a 1 ano. Em prazos mais longos não tem um comportamento tão bom porque a TER foi substancialmente reduzida há pouco tempo o que faz com que o comportamento anterior não seja tão bom devido a isso.

Claro que não tem o fund size de um IWDA mas tem liquidez suficiente.

O David Almas deu uma explicação mais pormenorizada no Boletim Tlim (que já aconselhei a subscrever) de Janeiro.

 

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Alguma dica relativamente ao número de ETFs em que se deve investir?

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Citação de Ghelthon, há 6 horas:

Alguma dica relativamente ao número de ETFs em que se deve investir?

Vou deixar umas ideias soltas, haverá pessoal mais entendido.

Antes disso, convém perceber se queres acumulativos ou distribuitivos, entre outras coisas como a TER, tamanho do fundo, histórico, se queres em € ou não, etc.

Respondendo ao número depende do que queres, maior diversificação possível, ou estar exposto a determinados setores, países, etc? ou duplicar essa exposição?

Um exemplo, se alguém quer uma diversificação total, 1 ETF como o VWCE ou outro similar, resolve o assunto.

Se a seguir queres escolheres outro ETF que siga o SP500 já estás a aumentar a exposição aos USA.

 

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Citação de Ghelthon, há 6 horas:

Alguma dica relativamente ao número de ETFs em que se deve investir?

Para além do que o @Kenny Omega disse acima, não faz sentido comprar muitos ETFs iguais ou muito parecidos, basicamente estás a duplicar custos.

Uma dica comum para investidores amadores/iniciantes é ter um único ETF mundial, decidindo apenas se esse ETF inclui mercados emergentes ou não. É a melhor estratégia para muito longo prazo, e é o que vou fazer para os meus filhos quando começar a investir.

Depois se quiseres brincar aos investidores, claro que podes ter bem mais. Um portefólio habitualmente sugerido, e que vai em linha com o que o Burkina meteu aqui há umas semanas, é teres 20-30% em baixo risco, 50-70% no "núcleo", e 10-20% em alto risco/convicções. Dentro de cada categoria tanto podes ter 1 único produto como 2 ou 3, dependendo de se quiseres reforçar exposição em algum mercado específico.

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Citação de Quan Chi, há 26 minutos:

Para além do que o @Kenny Omega disse acima, não faz sentido comprar muitos ETFs iguais ou muito parecidos, basicamente estás a duplicar custos.

Uma dica comum para investidores amadores/iniciantes é ter um único ETF mundial, decidindo apenas se esse ETF inclui mercados emergentes ou não. É a melhor estratégia para muito longo prazo, e é o que vou fazer para os meus filhos quando começar a investir.

Depois se quiseres brincar aos investidores, claro que podes ter bem mais. Um portefólio habitualmente sugerido, e que vai em linha com o que o Burkina meteu aqui há umas semanas, é teres 20-30% em baixo risco, 50-70% no "núcleo", e 10-20% em alto risco/convicções. Dentro de cada categoria tanto podes ter 1 único produto como 2 ou 3, dependendo de se quiseres reforçar exposição em algum mercado específico.

Só para dar conta que neste aspecto, se alguém quiser seguir uma recomendação de investimento mais "segura" ou com mais diversificação que inclua uma percentagem de um índice All World e uma percentagem de obrigações tem os Vanguard Lifestrategy. Existem vários com diferentes percentagens mas normalmente o mais falado é o 60/40 com 60 de All World e 40 de obrigações (porque uma das recomendações desde já muito tempo dada por muito especialistas é seguir este modelo de 60/40). Assim não há custos duplicados nem custos de rebalanceamento. O fundo automaticamente faz isso. Tem um TER mais elevado mas evita chatices e preocupações para quem quer seguir esta estratégia.

https://www.justetf.com/en/etf-profile.html?isin=IE00BMVB5P51

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