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corinthiano

'Matei 255 pessoas e não me arrependo', diz ex-atirador americano no Iraque

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Se estavas a falar das reacções dos CMPTianos, não iam ser as mesmas e por razões óbvias.

 

São óbvias? Se calhar, mas provavelmente são parvas.

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Guest Vladimir Ilitch

a levar no rabo

:mrgreen:

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Tanta indignação por parte de cidadãos de um país que foi formado graças à espada de um homem que deve ter morto na sua vida centenas (ou milhares) de árabes e castelhanos...:lol:

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já matei a minha namorada mais vezes e também não me arrependo.

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Acho normal que ele não se arrependa na medida em que provavelmente acredita que era uma questão de matar ou morrer, quer para se proteger a ele quer para proteger os colegas, no momento ou num futuro próximo.

 

Não sou tão extremista como vocês ao julgar o homem. Sou da opinião que a guerra deve trazer muitos traumas a quem lá está, inclusive algumas distorções mentais sobre a noção de matar, morrer, quem é o inimigo, sobrevivência, etc...

Isto.

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Tanta indignação por parte de cidadãos de um país que foi formado graças à espada de um homem que deve ter morto na sua vida centenas (ou milhares) de árabes e castelhanos...:lol:

 

Será que os contextos são comparáveis?

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Que ele não se arrependa eu compreendo. Que ele tenha acho divertido já não.

Quem vem de guerras deve sempre ter um acompanhamento psicológico e este parece-me que precisa mesmo.

Editado por SAS_Operative

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Cena do caraças, o gajo adorava o que fazia. A maioria dos soldados tem orgulho em representar o exercito do seu país, sentir-se útil mas no que toca a matar a maioria chega a ficar com traumas ara o resto da vida.

 

Uma coisa completamente diferente é ter prazer em ser soldado outra coisa é ter prazer em matar.

 

Tanta indignação por parte de cidadãos de um país que foi formado graças à espada de um homem que deve ter morto na sua vida centenas (ou milhares) de árabes e castelhanos...:lol:

 

Não é comparável, a época e metalidades eram completamente diferente.

Editado por DanielCBTavaress

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A época em que ele matou essas pessoas é diferente, mas nós agora, nesta época, continuamos a idolatrar o homem.

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Se é considerado herói, os outros é que são estúpidos porque lhe chamam tal, não é ele.

 

Quanto ao que ele diz, remeto para o meu post anterior. Acredito perfeitamente que o homem tenha algumas noções bem distorcidas fruto do ambiente em que esteve. Ninguém no seu perfeito juízo considera divertido matar 255 pessoas.

 

E outra coisa: se fosse um rebelde iraquiano a limpar 255 americanos, quase que aposto que as reacções eram diferentes.

 

Concordo

 

Que ele não se arrependa eu compreendo. Que ele tenha acho divertido já não.

Quem vem de guerras deve sempre ter um acompanhamento psicológico e este parece-me que precisa mesmo.

 

isto!

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Não é de admirar. Passamos a vida a construir estátuas a heróis de guerra que mataram centenas de pessoas. Talvez no futuro ele também tenha direito a uma.

 

Tens exemplos?

 

Tanta indignação por parte de cidadãos de um país que foi formado graças à espada de um homem que deve ter morto na sua vida centenas (ou milhares) de árabes e castelhanos...:lol:

 

Xiu :lol:

 

Duvido que ele tenha morto centenas, mas os exércitos sob o seu comando sim.

 

Será que os contextos são comparáveis?

 

São.

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"Adorei o que fiz. Ainda adoro. Se as circunstâncias fossem diferentes - se minha família não precisasse de mim - eu voltaria em um piscar de olhos", escreve o atirador.

the hurt locker

 

 

E outra coisa: se fosse um rebelde iraquiano a limpar 255 americanos, quase que aposto que as reacções eram diferentes.

Claro que seria diferente. Normalmente os snipers heróis de guerra são do país invadido e não do país invasor.

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Tens exemplos?

 

 

 

Xiu :lol:

 

Duvido que ele tenha morto centenas, mas os exércitos sob o seu comando sim.

 

 

 

São.

Tenho. Por exemplo a estátua do Admiral David Glasgow em Washington DC, em NY e no Michigan.

Editado por GSousa

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Será que os contextos são comparáveis?

Guerra é guerra o inimigo é o inimigo, matar ou ser motor é o mesmo , agora ou no tempo do Afonsinho...

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DEADLY HALL OF FAME


  1.  
  2. Chris Kyle's 255 kills set a record among American marksman and his 2,100-yard shot is unbelievable. But snipers around the world have surpassed him in other ways.
  3. The most kills: Simo Häyhä, a Finnish sniper, holds the record with 542 Soviet soldiers shot during the Russian invasion of Finland in World War II. Numerous Soviet snipers killed more than 400 soldiers while fighting the Germans.
  4. Longest shot: Corporal of Horse Craig Harrison, a British marksman, killed two Taliban machine gunners in Afghanistan in 2009 from 2,700 yards with a .338 Lapua Magnum rifle.
  5. Most innovative: Legendary U.S. Marine sniper Carlos Hathcock made a 2,000-yard shot in 1967 during the Vietnam War with a .50-caliber Browning machine gun fitted with a scope mount of Mr Hathcock's own design. It was a record that stood for 35 years.
  6. Previous record: Adelbert F. Waldron, a U.S. Army marksman in the Vietnam War, held the previous American record with 109 kills. Mr Hathcock had 93 kills.
     

 

Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2081430/255-confirmed-kills-Meet-Navy-SEAL-Chris-Kyle--deadliest-sniper-US-history.html#ixzz1igrxEuE9

 

 

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Acho normal que ele não se arrependa na medida em que provavelmente acredita que era uma questão de matar ou morrer, quer para se proteger a ele quer para proteger os colegas, no momento ou num futuro próximo.

 

Não sou tão extremista como vocês ao julgar o homem. Sou da opinião que a guerra deve trazer muitos traumas a quem lá está, inclusive algumas distorções mentais sobre a noção de matar, morrer, quem é o inimigo, sobrevivência, etc...

 

 

Isto. handclap.gif

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Camper!

:lol:

 

Acho normal que ele não se arrependa na medida em que provavelmente acredita que era uma questão de matar ou morrer, quer para se proteger a ele quer para proteger os colegas, no momento ou num futuro próximo.

 

Não sou tão extremista como vocês ao julgar o homem. Sou da opinião que a guerra deve trazer muitos traumas a quem lá está, inclusive algumas distorções mentais sobre a noção de matar, morrer, quem é o inimigo, sobrevivência, etc...

Sou da mesma opinião, o bold em especial porque acho ser uma questão fulcral neste assunto.

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Eu percebo o não ter remorsos devido aquela ideia de "o meu inimigo quer-me morto mas eu vou matar-lo primeiro". Eu percebo que haja um espécie de orgulho profissional.

 

Mas há ali certas partes que me mostram uma mentalidade xenófoba e hiper-religiosa. E é isso que me mete mais impressão...

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