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Shabby

Ataques de cães domésticos

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Esquisito, os Husky's costumam ser bastante obedientes. Deste-te ao trabalho de a ensinar? :mrgreen:

 

Eu tinha um, de olhos azuis e meigo como uma ovelha. Pena ter morrido do dia para a noite, de ataque cardíaco. E chamava-se Iuri (não, não é o Shaft).

:mrgreen:

 

Era novo o teu?

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Tinha uns 10/11 anos. Foi mesmo do dia para a noite. No dia anterior andei a brincar com ele à tarde, e ele estava bem, encontrá-mo-lo morto no dia a seguir. Mandámos o HVTMAD fazer uma autópsia, e morreu de ataque cardíaco fulminante...

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Esquisito, os Husky's costumam ser bastante obedientes. Deste-te ao trabalho de a ensinar? :mrgreen:

 

Eu tinha um, de olhos azuis e meigo como uma ovelha. Pena ter morrido do dia para a noite, de ataque cardíaco. E chamava-se Iuri (não, não é o Shaft).

Quando me deram a cadela ela já não era propriamente nova. Mas tenho um amigo meu com um cão da mesma raça e sofre do mesmo problema :mrgreen:

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Citação do jornal "Correio da Manhã" online

150px-Correiomanhalogo.png


Cruzamento de raças sem controlo da lei

Ibiza, o cão que na noite da passada sexta-feira matou uma mulher em Matosinhos, não estava catalogado como sendo de raça perigosa. Quem revelou à polícia que se tratava de um cruzamento de pitbull com um leão da Rodésia foi a filha da vítima, Cristina Afonso, mas o irmão, proprietário do cão, nega-o.


Ontem esteve no canil municipal e garantiu à veterinária que não sabe qual é a raça do cão. Manteve o que dissera em Março deste ano quando levou o animal até ao canil e conseguiu que o mesmo fosse considerado como sendo de raça indefinida.
Ao CM, a vereadora da Protecção Civil, Joana Felício, explicou ontem que existe uma lacuna na lei que permite que casos como estes ocorram. "Os cruzamentos de raças escapam ao controlo, uma vez que exames de sangue aos animais não estão sequer abrangidos pela lei. Se a veterinária não tiver toda a informação sobre o animal pode não conseguir definir se é perigoso [fica de fora do catálogo das sete raças consideradas perigosas], como parece ter acontecido".
A Câmara de Matosinhos não vai abrir inquérito ao canil pela omissão da informação na altura do registo. O desenrolar do caso está agora nas mãos do Ministério Público, que deverá decidir se o filho de Cristina irá responder criminalmente. Alguns vizinhos garantiram ao CM que durante o período em que esteve em casa de Cristina, o animal nunca saiu à rua, estando confinado ao pequeno espaço da habitação.
Ontem, o corpo da vítima, que irá hoje a enterrar, chegou à capela do Senhor de Matosinhos. Juntamente com familiares, Miguel transportou o caixão.


Fonte

Safaram-se da multa, incrível :lol:
Isto é como nos jogos: os híbridos são sempre mais fortes :mrgreen:
Continuo a achar que o cão é perigoso, dado que as duas raças (acho que "leão da rodésia" também está listada como perigosa) são perigosas. Se os 2 que fazem o cão, são de duas raças conhecidas, porque raio se trata de um cão de "raça indefinida"? Isto é muito estranho.
Portanto, o cão é abatido na mesma, e o dono safa-se de milhares de euros de multa. Espero que as leis se adaptem a estas situações, ou pode começar a haver mais disto...
No fim de contas, morreu a mãe da namorada... que situação do caraças.

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Não foi a mãe dele que morreu??

 

Quem revelou à polícia que se tratava de um cruzamento de pitbull com um leão da Rodésia foi a filha da vítima, Cristina Afonso, mas o irmão, proprietário do cão, nega-o
Editado por jmgv

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Ah, pois foi. Percebi que eram namorados. Xii, perderam os 2 a mãe por causa do cão, que cena doentia...

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Citação do jornal "Correio da Manhã" online

150px-Correiomanhalogo.png

Cruzamento de raças sem controlo da lei

 

Ibiza, o cão que na noite da passada sexta-feira matou uma mulher em Matosinhos, não estava catalogado como sendo de raça perigosa. Quem revelou à polícia que se tratava de um cruzamento de pitbull com um leão da Rodésia foi a filha da vítima, Cristina Afonso, mas o irmão, proprietário do cão, nega-o.

 

 

Ontem esteve no canil municipal e garantiu à veterinária que não sabe qual é a raça do cão. Manteve o que dissera em Março deste ano quando levou o animal até ao canil e conseguiu que o mesmo fosse considerado como sendo de raça indefinida.

Ao CM, a vereadora da Protecção Civil, Joana Felício, explicou ontem que existe uma lacuna na lei que permite que casos como estes ocorram. "Os cruzamentos de raças escapam ao controlo, uma vez que exames de sangue aos animais não estão sequer abrangidos pela lei. Se a veterinária não tiver toda a informação sobre o animal pode não conseguir definir se é perigoso [fica de fora do catálogo das sete raças consideradas perigosas], como parece ter acontecido".

A Câmara de Matosinhos não vai abrir inquérito ao canil pela omissão da informação na altura do registo. O desenrolar do caso está agora nas mãos do Ministério Público, que deverá decidir se o filho de Cristina irá responder criminalmente. Alguns vizinhos garantiram ao CM que durante o período em que esteve em casa de Cristina, o animal nunca saiu à rua, estando confinado ao pequeno espaço da habitação.

Ontem, o corpo da vítima, que irá hoje a enterrar, chegou à capela do Senhor de Matosinhos. Juntamente com familiares, Miguel transportou o caixão.

 

 

Fonte

Safaram-se da multa, incrível :lol:

Isto é como nos jogos: os híbridos são sempre mais fortes :mrgreen:

Continuo a achar que o cão é perigoso, dado que as duas raças (acho que "leão da rodésia" também está listada como perigosa) são perigosas. Se os 2 que fazem o cão, são de duas raças conhecidas, porque raio se trata de um cão de "raça indefinida"? Isto é muito estranho.

Portanto, o cão é abatido na mesma, e o dono safa-se de milhares de euros de multa. Espero que as leis se adaptem a estas situações, ou pode começar a haver mais disto...

No fim de contas, morreu a mãe da namorada... que situação do caraças.

Olha afinal era mesmo rafeiro.

 

Pode começar a haver mais disto? Porquê? Mas tu achas que alguém quis esta situação? Fdx.

 

EDIT: O cão nunca saia de casa quando estava com a mulher. :| Isso cria stress no cão.

Editado por Gaberlunzie

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Olha afinal era mesmo rafeiro.

 

Pode começar a haver mais disto? Porquê? Mas tu achas que alguém quis esta situação? Fdx.

Será? Li por aí que só o é quando a raça dos pais é desconhecida, e não se consegue reconhecer a raça do cão em questão. De qualquer forma, é como já foi dito: mesmo sendo algum tipo de rafeiro, tem origens de não uma, mas duas raças perigosas. Logo, pela lógica, é um cão perigoso. E se é um cão perigoso que escapa as regras dos cães perigosos, temos uma falha ao nível de leis.

 

E é óbvio que ninguém quis esta situação, mas, dado que é um tipo de cão (os de raça perigosa) que explodiu nos últimos 10 anos, trata-se de uma situação que vai tender a repetir-se. Ou há mais controlo, ou casos semelhantes serão deveras inevitáveis.

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É rafeiro para a lei.. o que faz com que animais de raça perigosa não cumpram os requisitos.. o que para ti deve ser algo bom, é menos um para as estatísticas que tanto falas

 

Obviamente que o rapaz não ia assumir o que a irmã confirmou, não dava jeito ser responsabilizado

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Será? Li por aí que só o é quando a raça dos pais é desconhecida, e não se consegue reconhecer a raça do cão em questão. De qualquer forma, é como já foi dito: mesmo sendo algum tipo de rafeiro, tem origens de não uma, mas duas raças perigosas. Logo, pela lógica, é um cão perigoso. E se é um cão perigoso que escapa as regras dos cães perigosos, temos uma falha ao nível de leis.

 

E é óbvio que ninguém quis esta situação, mas, dado que é um tipo de cão (os de raça perigosa) que explodiu nos últimos 10 anos, trata-se de uma situação que vai tender a repetir-se. Ou há mais controlo, ou casos semelhantes serão deveras inevitáveis.

Pelos vistos aos olhos dos profissionais do canil era um rafeiro.

Se calhar até temos uma falha. Não sei como funcionam os cruzamentos e o que é que as ninhadas herdam. Pelo que sei pode diluir as características dos pais. O Uncloded já disse que pode também funcionar ao contrário. Portanto como vês ninguém se entende neste assunto.

 

Claro que se vai repetir. Coisas destas acontecem x vezes por ano. Agora não vai haver nenhum boom nos ataques por causa deste caso.

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Mas o 'boom' dos ataques já se deu, Gaber. Foi nos últimos anos, com a continua adopção de cães de raça perigosa. É o controlo da mesma que se quer apoiar. E, bolas, se se conhecem os pais do cão (tomando este exemplo em conta), é óbvio que um gajo quer que os mesmos estejam sujeitos ao controlo das raças perigosas, porque se trata de um cão perigoso (neste caso, são 2 raças perigosas, o cão tem de ser perigoso... não inventes).

 

Até podia ser uma mistura de 50 raças, não me interessa, controlem-no. Haja controlo destas raças. Um gajo não poder estar descansado na rua, quando vê um cão destes sem açaime (plus dono do ghetto), é que me chateia.

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Já agora estou curioso: O que achas dos boxers? Não são considerados raça perigosa mas têm vindo a atacar pessoas nos últimos anos.

 

Eu devo viver num mundo à parte, mas passam-se semanas sem ver um pit bull. :lol:

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Eu tenho boxers, e são cães fáceis de controlar. Para esses, é que não te faltam estudos a comprovar a docilidade da raça...

 

 

Mas eu estava a falar só de pitbulls? Estava-me a referir a cães de raça perigosa. Ou também não vens nenhum?

Se não, és um sortudo do catano.

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Pode funcionar ao contrário - tanto podes adoptar características dos dois pais como a mistura do genótipo dar em características novas.

 

O que me chama à atenção é o facto de um cruzamento de Pitbull e Leão da Rodésia, raças identificáveis facilmente pelo seu fenótipo, dar em rafeiro: nem me venham com tretas. Devem descobrir o veterinário responsável pela atribuição da "rafeirice" e investigar este caso. Sim, porque isto me cheira a dinheiro por trás da decisão.

 

Há alguma foto do cão em questão?

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Guest fiasco

Ainda no passado fim de semana estive a rebolar na relva com a minha Bulldog e 3 "Pitbulls", American Staffordshire Terrier, (uma fêmea e dois machos, um dos machos estava a concorrer) que pertenciam a uns espanhóis, na relva do jardim do Estoril, e com uma fartura na mão.

 

Vi a minha vida a passar em frente aos meus olhos.

Só que neste caso, era a minha namorada.

De resto sobrevivemos todos, inclusive fartura.

 

 

infelizmente há muito zé do boné que quer os cães como extensão de uma p*cha pequena, e são esses que dão má fama ás raças.

dobers, depois rotts e agora os "Pitbulls" (as 3/4 raças que se englobam nessa designação popular)

 

Dou graças a Deus por os Boerboel, Cane Corsos Italianos e Mastiffs ainda custarem uma grande pipa de massa, e os donos\criadores fazerem questão disso mesmo, porque senão havia de ser bonito.

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Eu tenho boxers, e são cães fáceis de controlar. Para esses, é que não te faltam estudos a comprovar a docilidade da raça...

 

 

Mas eu estava a falar só de pitbulls? Estava-me a referir a cães de raça perigosa. Ou também não vens nenhum?

Se não, és um sortudo do catano.

Lá está. Há quem tenha pits e os ache meigos. Tu tens boxers e achas-os meigos, se tivesses pits achavas-os meigos também.

 

Pode funcionar ao contrário - tanto podes adoptar características dos dois pais como a mistura do genótipo dar em características novas.

 

O que me chama à atenção é o facto de um cruzamento de Pitbull e Leão da Rodésia, raças identificáveis facilmente pelo seu fenótipo, dar em rafeiro: nem me venham com tretas. Devem descobrir o veterinário responsável pela atribuição da "rafeirice" e investigar este caso. Sim, porque isto me cheira a dinheiro por trás da decisão.

 

Há alguma foto do cão em questão?

Até agora tens mostrado conhecimento do assunto, mas eu tenho ficado confuso com as tuas participações e tenho umas perguntas:

-Podes atribuir uma raça a um cão pela sua aparência mesmo que os seus pais sejam de raças diferentes?

-Um cão para ser de raça não tem de ser puro?

 

Eu pessoalmente se tivesse a comprar um cão (nunca vou fazer isto devido à quantidade de cães que existe para adopção, mas há quem faça) e me estivessem a vender um cão filho de Dálmata e Labrador como sendo um cão da raça Labrador eu pessoalmente ria-me na cara da pessoa.

 

Em relação á questão toda encontrei um artigo interessante e que ilustra a minha opinião de forma bem mais articulada do que eu consigo fazê-lo:

Laws banning or strictly regulating certain breeds won't solve the problem of dog bites and aggression

 

Breed bans aren't necessary to protect people from dog bites

There are more than 4.5 million dog bites each year. This is an estimate as there is no central reporting agency for dog bites, thus breed and other information is not captured. Out of the millions of bites, about 10-20 are fatal each year. While certainly tragic, it represents a very small number statistically and should not be considered as a basis for sweeping legislative action.

 

The dog bite numbers don't tell the whole story

It is imperative that the dog population in the community be understood. To simply pull numbers of attacks does not necessarily give an accurate representation of a breed. For example, if you were reviewing a study that states there have been 5 attacks by golden retrievers in a community and 10 attacks by pit bull type dogs in that same community it would appear that pit bull types are more dangerous. However, if you look at the dog populations in that community and learn that there are 50 golden retrievers present and 500 pit bull types, then the pit bull types are actually the safer breed statistically.

 

The breed doesn't predict the bite

While breed is one factor that contributes to a dog's temperament, it alone cannot be used to predict whether a dog may pose a danger to his or her community. A September 2000 study published in the "Journal of the American Veterinary Medical Association" (VetMed Today: Special Report) further illustrates this point. The report details dog bite related fatalities in the United States from 1979 through 1998 and reveals that over the 19 years examined in the study at least 25 different breeds or crossbreeds of dogs were involved in fatally wounding human beings. Breeds cited range from oft-maligned pit bull types and Rottweilers to the legendary "forever loyal" breed of St. Bernards. The study was conducted by a group of veterinarians, medical doctors, and psychology and public health experts.

 

Breed-specific laws don't work

The main conclusion of the study was that breed-specific legislation doesn't work for several reasons:

 

There are inherent problems in trying to determine a dog's breed, making enforcement of breed-specific legislation difficult at best.

Fatal attacks represent a very small portion of bite-related injuries and should not be the major factor driving public policy.

Non-breed-specific legislation already exists and offers promise for the prevention of dog bites.

Banning one breed just creates demand for a new "killer" dog

Two decades ago, pit bull types and Rottweilers (the most recent breeds targeted) attracted little to no public concern. At that time, it was the Doberman pinscher who was being vilified. In 2001, few people had heard of the Presa Canario breed involved in the tragic, fatal attack on Diane Whipple in California in January of that year. Now that breed is being sought by individuals who desire the new "killer dog."

 

Unfortunately, the "problem dog" at any given time is often the most popular breed among individuals who tend to be irresponsible, if not abusive, in the control and keeping of their pets. Simply put, if you ban one breed, individuals will just move on to another one. Banning a breed only speeds up the timetable.

 

Breed bans create new problems

Communities that have banned specific breeds have discovered that it has not been the easy answer they thought it would be. In some areas, media hype has actually increased the demand for dogs whose breed is in danger of being banned. Furthermore, animal control agencies, even those that are well funded and equipped, have found the laws to be an enforcement nightmare.

 

Breed bans don't address the problem

Restrictions placed on a specific breed fail to address the larger problems of abuse, aggression training, and irresponsible dog ownership. Again, breed alone is not an adequate indicator of a dog's propensity to bite. Rather, a dog's tendency to bite is a product of several factors, including, but not limited, to:

 

Early socialization, or lack thereof, of the dog to people.

Sound obedience training to help the dog recognize where he or she "fits" with regard to dominance and people, or mistraining for fighting or increased aggression.

Genetic makeup, including breed and strains within a breed.

Quality of care and supervision by the owner (is the dog part of the family or is she kept chained outside?).

Current levels of socialization of the dog with his or her human family.

Behavior of the victim.

Whether the dog has been spayed or neutered.

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Guest fiasco

Gaberlunzie, o Chris Rock tinha uma frase acerca de um ataque de um tigre ao seu tratador, que resume isso tudo muito bem:

 

That tiger ain't go crazy,

that tiger went tiger!

You know when he was really crazy?

When he was riding around on a unicycle with a Hitler helmet on!

 

São animais. Domésticos é certo, mas são animais.

A mesma "burrice" e "falta de inteligência" que lhes dá piada nalgumas situações, e que adoramos.

Noutras pode funcionar contra nós.

 

Eu nunca irei culpar um animal por agir como um animal.

Mas nunca demorarei mais que 1 segundo a apontar o dedo ao dono.

Editado por fiasco

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Até agora tens mostrado conhecimento do assunto, mas eu tenho ficado confuso com as tuas participações e tenho umas perguntas:

-Podes atribuir uma raça a um cão pela sua aparência mesmo que os seus pais sejam de raças diferentes?

-Um cão para ser de raça não tem de ser puro?

 

Eu pessoalmente se tivesse a comprar um cão (nunca vou fazer isto devido à quantidade de cães que existe para adopção, mas há quem faça) e me estivessem a vender um cão filho de Dálmata e Labrador como sendo um cão da raça Labrador eu pessoalmente ria-me na cara da pessoa.

 

Pergunta 1 - Podes. Por exemplo, tens um filho de um Pastor Alemão e de uma Labradora (é o caso de uma das minhas cadelas). Como a sua fisionomia aparenta a de um Pastor Alemão, a cadela está registada como Pastora Alemã. Sabendo a raça dos pais e não havendo dúvidas de que o cão apresenta uma fisionomia dominante característica de uma delas, é atribuível a raça a esse híbrido.

 

Pergunta 2 - Não! Que mito, meu Deus! Não leves a mal, é uma força de expressão. Puros têm de ser os cães para serem registado em mostras caninas, tanto nacionais como internacionais, e cães passíveis de terem Pedigree. A partir do momento em que tens um híbrido (vou tomar como exemplo a de cima) podes, com todo o direito, dizer que é uma Pastora Alemã. Podes, eventualmente, acrescentar o "arraçada de Labrador", sendo um termo que se usa bastante, mas o facto de ser Pastora Alemã ninguém lho pode negar.

 

Mais alguma pergunta é só dizer, já estou a ver que há algumas dúvidas nestes aspectos e, no que eu souber, tentarei ajudar.

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Lá está. Há quem tenha pits e os ache meigos. Tu tens boxers e achas-os meigos, se tivesses pits achavas-os meigos também.

 

 

Até agora tens mostrado conhecimento do assunto, mas eu tenho ficado confuso com as tuas participações e tenho umas perguntas:

-Podes atribuir uma raça a um cão pela sua aparência mesmo que os seus pais sejam de raças diferentes?

-Um cão para ser de raça não tem de ser puro?

 

Eu pessoalmente se tivesse a comprar um cão (nunca vou fazer isto devido à quantidade de cães que existe para adopção, mas há quem faça) e me estivessem a vender um cão filho de Dálmata e Labrador como sendo um cão da raça Labrador eu pessoalmente ria-me na cara da pessoa.

 

Em relação á questão toda encontrei um artigo interessante e que ilustra a minha opinião de forma bem mais articulada do que eu consigo fazê-lo:

Esse artigo está completo? É que só leio é " não se deve fazer isto, porque não resulta dado a tal, tal, tal". Mas e soluções? :lol:

Isso só sabe dizer que as atitudes que se tomam estão erradas, mas não sugere nada para melhorar. Banir uma raça perigosa é incorrecto? Mas então como querem que se aja? Ignora-se tudo, se aconteceu, aconteceu?

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Esse artigo está completo? É que só leio é " não se deve fazer isto, porque não resulta dado a tal, tal, tal". Mas e soluções? :lol:

Isso só sabe dizer que as atitudes que se tomam estão erradas, mas não sugere nada para melhorar. Banir uma raça perigosa é incorrecto? Mas então como querem que se aja? Ignora-se tudo, se aconteceu, aconteceu?

There are better ways to protect communities

If the goal is to offer communities better protection from dogs who might attack, then thoughtful legislation that addresses responsible dog keeping is in order. Legislation aimed at punishing the owner of the dog rather than punishing the dog is far more effective in reducing the number of dog bites and attacks. Well enforced, non-breed-specific laws offer an effective and fair solution to the problem of possible dog bites or attacks in all communities.

 

http://www.humanesociety.org/animals/dogs/facts/statement_breed_specific_legislation.html

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Ah, pois é melhor, sem dúvida. O dono é que sabe o que faz com o cão, e se for ele a sair por baixo, com certeza que os ataques diminuiriam. Mas e aplicar isso? E ideias? Manda-se isso para o ar, e lava-se as mãos? Isso são coisas que têm de ser propostas com cabeça, tronco e membros, a quem tem poder para as mudar.

Diz que não se deve fazer X, que se deve sancionar mais os donos. Mas e exemplos concretos? Eu acredito que isso seja o melhor, mas se é para pensar a sério, que se façam as coisas até ao fim.

Estando como estamos, mais vale banir raças perigosas. Aparece outra? Bane-se também!

Ficar a olhar é que é pior, dado o que se tem.

Ou isto, ou restringem a autorização de posse destas raças a pessoal que sabe lidar com as mesmas, pessoal que tem condições. Se se permitem raças perigosas para qualquer pessoa, sem condições ou conhecimento em lidar com as mesmas, ataques irão, inevitavelmente, ocorrer. E é por isso que apoio que se proceda ao banimento das raças perigosas. Por duvidar que se apliquem outras leis. Por acreditar que, ou se banem as raças perigosas, ou se fica como se está (e entre estas 2 opções, acho o banimento mais viável).

Editado por Zacker

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A ler o que tu dizes e parece uma calamidade. :lol:

 

Nos USA (onde existem triliões mais cães que aqui) morrem 20~30 pessoas por ano. Aqui são menos. Qual é a calamidade que vem por aí?

 

Queres ver que não existe calma para arranjar uma solução como deve ser em vez de banir tudo o que se mexe?

Aliás achas mesmo que alguém está preocupado com isto além do 'povinho'? Claro que não!

Editado por Gaberlunzie

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A ler o que tu dizes e parece uma calamidade. :lol:

 

Nos USA (onde existem triliões mais cães que aqui) morrem 20~30 pessoas por ano. Aqui são menos. Qual é a calamidade que vem por aí?

 

Queres ver que não existe calma para arranjar uma solução como deve ser em vez de banir tudo o que se mexe?

Aliás achas mesmo que alguém está preocupado com isto além do 'povinho'? Claro que não!

 

Nos USA, em vários estados os Pit e afins são raças proibidas. Btw, aqui em muitos menos cães, já mataram pelo menos 2 pessoas que me lembre, e isto só no Verão.

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