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Shabby

Ataques de cães domésticos

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Nos USA, em vários estados os Pit e afins são raças proibidas. Btw, aqui em muitos menos cães, já mataram pelo menos 2 pessoas que me lembre, e isto só no Verão.

Tragédias, claro, mas esses números são mínimos, insignificantes...

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Tragédias, claro, mas esses números são mínimos, insignificantes...

 

Claro que mortes de seres humanos, que podiam ser evitados, são claramente insignificantes.

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Claro que mortes de seres humanos, que podiam ser evitados, são claramente insignificantes.

LOL

 

Esquece, esquece mesmo. Estás preocupado com mortes de seres humanos? Tens problemas bem maiores: acidentes de viação, atropelamentos, guerras, fome, violência doméstica, doenças.

Curiosamente nunca te vi a ti ou ao Zacker a tentar arranjar soluções ou a chamar a atenção para estes problemas que realmente matam pessoas, não 10 por ano, mas muitas muitas mais.

 

O que vocês fazem é demonizar uma raça de cães porque saírem 3 ou 4 notícias de ataques nos últimos meses. Vocês estão-se nas tintas para mortes de seres humanos.

 

Desculpa lá a descarga cair só em cima de ti.

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There are better ways to protect communities

If the goal is to offer communities better protection from dogs who might attack, then thoughtful legislation that addresses responsible dog keeping is in order. Legislation aimed at punishing the owner of the dog rather than punishing the dog is far more effective in reducing the number of dog bites and attacks. Well enforced, non-breed-specific laws offer an effective and fair solution to the problem of possible dog bites or attacks in all communities.

GSousa, gostava que me explicasses como é que se chegou a esta conclusão, se concordas com a afirmação e se, tal como o texto indica, defendes legislação que procure punir cidadãos.

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GSousa, gostava que me explicasses como é que se chegou a esta conclusão, se concordas com a afirmação e se, tal como o texto indica, defendes legislação que procure punir cidadãos.

Não tenho opinião formada sobre essa parte e foi por esse motivo que não a inclui no primeiro post onde mostrei esse artigo.

 

Defendo que os donos de cães com capacidade para causar ferimentos graves a humanos (cães de grande porte, portanto) tenham um apoio especializado para saber como evitar isso e para ajudá-los a serem donos mais responsáveis.

Editado por Gaberlunzie

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LOL

 

Esquece, esquece mesmo. Estás preocupado com mortes de seres humanos? Tens problemas bem maiores: acidentes de viação, atropelamentos, guerras, fome, violência doméstica, doenças.

Curiosamente nunca te vi a ti ou ao Zacker a tentar arranjar soluções ou a chamar a atenção para estes problemas que realmente matam pessoas, não 10 por ano, mas muitas muitas mais.

 

O que vocês fazem é demonizar uma raça de cães porque saírem 3 ou 4 notícias de ataques nos últimos meses. Vocês estão-se nas tintas para mortes de seres humanos.

 

Desculpa lá a descarga cair só em cima de ti.

 

Lol np, estamos aqui para discutir.

 

Estou preocupado sim, mas grande parte dos acidentes de viação por exemplo, são da nossa responsabilidade (não tinhamos a distância de segurança suficiente, excesso de velocidade, substâncias psicotrópicas ou álcool no sangue, etc.). Se nós próprios tivermos cuidado e fizermos uma condução defensiva, a probabilidade de termos acidente é muito menor, mas claro está que pode acontecer na mesma.

 

Agora um cão, não temos grande poder no que nos poderá acontecer. Basta um portão aberto por outra pessoa com um cão não propriamente amigável lá dentro, que a coisa pode correr para o torto, enquanto um carro que esteja prestes a ir para cima de nós, podemos desviar-nos e aí a probabilidade de ele nos perseguir depois é quase nula (a menos que a Mafia se queira ver livre de nós).

 

E resolver a fome, etc., não é assim lá muito simples. Nas raças perigosas, a proibição ou então a maior limitação das mesmas (novas regras mas mais apertadas) é uma medida relativamente simples para resolver parte do problema (nunca resolveria na totalidade como é óbvio). No caso da proibição, quem já tivesse o cão, podia continuar a tê-lo, desde que legalizado claro, mas seria obrigatório castrar. Pelo menos é o que acho que devia ser feito.

 

E outro ponto que queria discutir. Tal como na estrada, que o nº de mortes em relação aos acidentes é de uma percentagem pequena, o mesmo acontece com os ataques dos cães no geral. Não há muitos ataques que causem mortes, mas há muitos que deixam danos, tanto leves como graves. E a probabilidade de os danos serem graves com cães como Pitbull ou afins são maiores, visto que são mais fortes, musculados, dificilmente largam a "presa", etc. E tal como nos acidentes rodoviários, o objetivo é evitá-los, porque sem esses acidentes nem se mete em causa se pode provocar mortes ou não.

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Guest fiasco

Pergunta 1 - Podes. Por exemplo, tens um filho de um Pastor Alemão e de uma Labradora (é o caso de uma das minhas cadelas). Como a sua fisionomia aparenta a de um Pastor Alemão, a cadela está registada como Pastora Alemã. Sabendo a raça dos pais e não havendo dúvidas de que o cão apresenta uma fisionomia dominante característica de uma delas, é atribuível a raça a esse híbrido.

 

Pergunta 2 - Não! Que mito, meu Deus! Não leves a mal, é uma força de expressão. Puros têm de ser os cães para serem registado em mostras caninas, tanto nacionais como internacionais, e cães passíveis de terem Pedigree. A partir do momento em que tens um híbrido (vou tomar como exemplo a de cima) podes, com todo o direito, dizer que é uma Pastora Alemã. Podes, eventualmente, acrescentar o "arraçada de Labrador", sendo um termo que se usa bastante, mas o facto de ser Pastora Alemã ninguém lho pode negar.

 

Mais alguma pergunta é só dizer, já estou a ver que há algumas dúvidas nestes aspectos e, no que eu souber, tentarei ajudar.

 

Isso é na teoria, na pratica um cruzamento de pastor alemao e labrador, dá rafeiro. a nao ser que se apure a raça e se dê origem a uma nova raça.

Popularmente usa-se o "arraçado de" para conferir algum "valor" ao animal, mas a verdade é que para o CPC, é um rafeiro.

 

O ideal é que só cães registados, com lop e chip possam pocriar, tudo o resto seria cão de companhia e esterilizados.

Havia maior controlo dos abandonos, dos acidentes, dos ataques e dos donos mais problematicos.

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LOL

 

Esquece, esquece mesmo. Estás preocupado com mortes de seres humanos?Tens problemas bem maiores: acidentes de viação, atropelamentos, guerras, fome, violência doméstica, doenças.

Curiosamente nunca te vi a ti ou ao Zacker a tentar arranjar soluções ou a chamar a atenção para estes problemas que realmente matam pessoas, não 10 por ano, mas muitas muitas mais.

 

O que vocês fazem é demonizar uma raça de cães porque saírem 3 ou 4 notícias de ataques nos últimos meses. Vocês estão-se nas tintas para mortes de seres humanos.

 

Desculpa lá a descarga cair só em cima de ti.

bold: Meu... isso é a sério!? :lol:! Isto é um tópico sobre um perigo público: os ataques de cães domésticos, principalmente de raças perigosas. É um perigo, quer admitas, quer não.

Não me vês aqui a falar de outras causas, portanto, deduzes que eu me esteja a marimbar para o resto!? Tenho de falar de tudo, para mostrar que me preocupo com tudo?!

Tipo, eu falo quando tenho algum conhecimento/quero aprender com o tópico. Felizmente, neste tópico, consegui as 2 coisas. E tive tendência em falar deste assunto, porque já testemunhei ataques destes.

 

italic: Não. Simplesmente, não. Aproveitei a noticia para dar a minha opinião, enquanto lia a de outros. Sabes, o propósito de um fórum...

Estou-me a cagar para mortes humanas? Não! Fds, morrem mais de 2 pessoas a cada 10 segundos. O que é preocupar? Dado que há sempre gente a morrer, um gajo que se preocupe, é um gajo que esteja a lamentar isso tudo, não? É um gajo que vive a dar opiniões em tudo o que é assuntos de perigo público? Onde raio queres chegar?

Eu senti-me no direito de opinar nesta matéria, porque julgava ter algum conhecimento e experiência. Mais nada.

Essas suposições que fizeste são muito descabidas.

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Não tenho opinião formada sobre essa parte e foi por esse motivo que não a inclui no primeiro post onde mostrei esse artigo.

 

Defendo que os donos de cães com capacidade para causar ferimentos graves a humanos (cães de grande porte, portanto) tenham um apoio especializado para saber como evitar isso e para ajudá-los a serem donos mais responsáveis.

Na prática, propões que os potenciais donos tivessem uma série de aulas, a serem concluídas com testes, para obterem uma licença. Sem licença não lhes seria permitido manterem os cães.

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Guest fiasco

Os lobos também eram um perigo para as galinhas e gado.

Solução? Mata-los a todos.

 

Agora já poucos há.

Lince Ibérico idem aspas.

 

Ser Humano, a matar tudo o que mexe, desde 100000 A.C.

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Lol np, estamos aqui para discutir.

 

Estou preocupado sim, mas grande parte dos acidentes de viação por exemplo, são da nossa responsabilidade (não tinhamos a distância de segurança suficiente, excesso de velocidade, substâncias psicotrópicas ou álcool no sangue, etc.). Se nós próprios tivermos cuidado e fizermos uma condução defensiva, a probabilidade de termos acidente é muito menor, mas claro está que pode acontecer na mesma.

 

Agora um cão, não temos grande poder no que nos poderá acontecer. Basta um portão aberto por outra pessoa com um cão não propriamente amigável lá dentro, que a coisa pode correr para o torto, enquanto um carro que esteja prestes a ir para cima de nós, podemos desviar-nos e aí a probabilidade de ele nos perseguir depois é quase nula (a menos que a Mafia se queira ver livre de nós).

 

E resolver a fome, etc., não é assim lá muito simples. Nas raças perigosas, a proibição ou então a maior limitação das mesmas (novas regras mas mais apertadas) é uma medida relativamente simples para resolver parte do problema (nunca resolveria na totalidade como é óbvio). No caso da proibição, quem já tivesse o cão, podia continuar a tê-lo, desde que legalizado claro, mas seria obrigatório castrar. Pelo menos é o que acho que devia ser feito.

 

E outro ponto que queria discutir. Tal como na estrada, que o nº de mortes em relação aos acidentes é de uma percentagem pequena, o mesmo acontece com os ataques dos cães no geral. Não há muitos ataques que causem mortes, mas há muitos que deixam danos, tanto leves como graves. E a probabilidade de os danos serem graves com cães como Pitbull ou afins são maiores, visto que são mais fortes, musculados, dificilmente largam a "presa", etc. E tal como nos acidentes rodoviários, o objetivo é evitá-los, porque sem esses acidentes nem se mete em causa se pode provocar mortes ou não.

São da nossa responsabilidade, nós humanos, certo. E é também da nossa responsabilidade reduzir ao mínimo as mortes e os ferimentos graves com acidentes de viação ou atropelamentos. Existem também medidas que podem ser implementadas, novas ideias, soluções, etc.

Se banirmos os carros, claro que acabam os acidentes de trânsito, tal como acabam as mortes por ataque de cães se os banirmos. Em termos de gravidade deveria estar à frente o banimento dos carros pois morrem mais pessoas de acidentes de viação ou atropelamentos por automóveis.

 

De qualquer maneira não acredito que a solução seja banir alguma coisa.

 

Tal como existem maneiras de tentarmos escapar de um atropelamento (isto é bastante difícil, já escapei de um com uma mota) existem maneiras de tentarmos escapar de um ataque de um cão. Não é ataque certo, muito menos morte certa. A primeira solução óbvia é subir para cima de um carro e ficar em cima do tejadilho. Podes também correr (se o cão estiver a guardar uma zona não te vai perseguir muito tempo), entrar num sítio com muita gente, usar uma arma (pedra, pau)...

Como vês tens poder para escapar da situação, talvez mais do que de um atropelamento.

 

Em relação a resolver a fome, gosto daquela lógica: hoje em dia temos o conhecimento, os recursos e a vontade de terminar com a fome no mundo. Porque não o fazemos então?

 

O que dizes do que foi escrito no artigo que em certas comunidades em que foi proibida certa raça os 'donos irresponsáveis' moveram-se para outra raça? Não será isso apenas mover o problema em vez de o tentar resolver?

 

Claro que a probabilidade de existirem danos maiores se o cão for mais forte é maior. Tal como se fores atropelado por um camião tens mais probabilidades de sofreres ferimentos graves do que se for uma mota ou um mata-velhos.

 

Por último gostava de dizer que escusam de andar na rua cheios de medo de aparecer um pit bull para vos comer. Somos 10 milhões e morrem meia dúzia por ano (e nem todos por pit bull) portanto com sorte ainda vos sai o Euromilhões com mais facilidade.

 

Na prática, propões que os potenciais donos tivessem uma série de aulas, a serem concluídas com testes, para obterem uma licença. Sem licença não lhes seria permitido manterem os cães.

Não. Não falei em testes. Falei em apoio contínuo, portanto ao longo da vida do cão e não apenas um teste e depois dada a aprovação e nunca mais se aconselhar o dono.

De preferência uma visita de vez em quando para verificar as condições em que o cão vive.

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Não. Não falei em testes. Falei em apoio contínuo, portanto ao longo da vida do cão e não apenas um teste e depois dada a aprovação e nunca mais se aconselhar o dono.

De preferência uma visita de vez em quando para verificar as condições em que o cão vive.

E os serviços desses profissionais seriam contratados por opção do dono? Ou tratar-se-ia de uma necessidade legal ter um certificado/comprovativo da contratação desse apoio antes da obtenção do cão?

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Isso é na teoria, na pratica um cruzamento de pastor alemao e labrador, dá rafeiro. a nao ser que se apure a raça e se dê origem a uma nova raça.

Popularmente usa-se o "arraçado de" para conferir algum "valor" ao animal, mas a verdade é que para o CPC, é um rafeiro.

 

O ideal é que só cães registados, com lop e chip possam pocriar, tudo o resto seria cão de companhia e esterilizados.

Havia maior controlo dos abandonos, dos acidentes, dos ataques e dos donos mais problematicos.

 

Teoria nalgumas partes, concordo contigo. No entanto pratica-se muito em Portugal a moda do "pagar" para se registar como rafeiro. Muito mais do que se pensa...

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Não há raças de cães perigosas, defendem especialistas

 

Um dos maiores especialistas mundiais em comportamento canino está em Portugal. O veterinário britânico Ian Dunbar participa num seminário de três dias que arranca esta sexta-feira no Auditório do Alto dos Moinhos, em Lisboa.

 

Não espere que o seu cão cresça para o levar a uma escola de treino. O alerta é de um dos maiores especialistas mundiais em comportamento canino, o veterinário britânico Ian Dunbar.

 

As pessoas pensam que se comprarem um cão de raça pura que ele vai ser perfeito. Pensam que vai crescer a saber todas as regras da casa, a gostar de pessoas e de outros cães, e não percebem que têm de socializá-lo e treiná-lo antes dos 3 meses. E o tempo passa depressa. Quanto mais velho o cachorro, mais tempo demora o treino. Por exemplo, se tivermos um cachorro de 3 meses que tem medo de pessoas, vai demorar uma hora ou uma semana, se já tiver 5 meses, o treino vai levar 3 meses, e se o cão já tiver 8 meses vai demorar 3 anos, explica o especialista.

 

Mas este é apenas um dos muitos conselhos que Ian Dunbar vai deixar nos três dias de seminário, em Lisboa, explica Cláudia Estanislau, treinadora da escola de treino e comportamento de cães It´s all about dogs.

 

"No primeiro dia ele irá falar sobre como se podem usar recompensas para reforçar comportamentos. No segundo dia sobre a prevenção de problemas comportamentais e no terceiro dia vai falar da estrutura social entre os cães.

 

Ian Dunbar considera também que não faz sentido criar listagens de cães potencialmente perigosos: Esse tipo de raciocínio é o mesmo que dizer que há determinadas nacionalidades de pessoas que são perigosas. Cães são cães! E basicamente os cachorros pequenos mordem mais, os cães maiores fazem mais estragos quando mordem e os cães mais velhos vão ficar cansados das pessoas se não forem socializados enquanto são cachorros. E é tão fácil socializar os cães para eles gostarem das pessoas, crianças, homens , estranhos. É triste que os donos não saibam que têm de fazer isto antes dos cães terem 3 meses.

 

Caso contrário, corre-se o risco de criar um animal perigoso, alerta a treinadora Claudia Estanislau. Quando uma pessoa adquire uma raça e ela não está incluída na tal lista, a pessoa pensa que o cão não é perigoso, então não vai fazer nada porque pensa que aquele animal nunca vai ser perigoso. Acho que devia existir uma lei que se baseasse em como podemos educar e treinar cães para que nenhum seja perigoso. Porque existem cães perigosos em todas as raças, sublinha.

 

E se tivesse que recomendar um cão para exercer actividades treinadas de assistência num hospital de crianças, Ian Dunbar não tem dúvidas na raça: nada mais nada menos do que um "pitbull".

 

É preciso uma raça que tenha elasticidade. Um 'pitbull' é como uma bola de bowling, atiramos e ele diz: 'Vamos fazer outra vez'. Tudo o que é preciso é um pouco de socialização e os 'pitbull' auto-socializam. Vêem uma pessoa e dizem: 'Hey, sou um 'pitbull', prazer em conhecê-lo'. São facilmente socializáveis e são a raça mais fácil de treinar para que se mantenham calmos e controlados, garante Ian Dunbar.

 

É que com um dono indicado podemos encontrar num "pitbull" a melhor raça de todas, acrescenta o especialista britânico em comportamento canino

 

Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=76438

 

Isto deve calar muita gente que me chamava otario... continuem a querer irradicar certas racas animais, eu ca' vou continuar a tentar irradicar certos pensamentos humanos.

 

Como disse antes, evitem falar do que nao sabem, muito menos afirmarem como sendo donos da verdade absoluta, ainda por cima sendo pasteleiros e falando de medicina...

Editado por T3chnick

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Olha o Dunbar - que referência que esse senhor é!

 

Mas sim, já o tinha dito - há cães que têm nos genes uma tendência para ser mais agressivos que outros. Mas com ensino, dedicação, carinho e, acima de tudo, formação por parte dos donos, são todos meiguinhos. Basta ver os Boxers - "ui, raça perigosa, etc etc" e são meigos e doces como tudo. O cão reflecte a personalidade do dono, é o que costuma dizer o meu Coordenador de Curso.

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Outra vez? Eu sei bem que é possível, tal como sei que é uma raça criada para ser destemida, pouco sensível à dor, e ter uma mordedura mortal. Isto são factos. E é por estes factos que se defendeu que deveriam ser limitados a donos que têm algum tipo de formação com cães, pois o real perigo é deixá-los nas mãos de quem não sabe. Com a maior parte dos cães, isto não é problema, mas trata-se de um cão com as características do pitbull.

 

Excelente vídeo de educação de um cão destes: http://www.youtube.com/watch?v=nmGKtby43Oc&feature=related

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Vai dar hoje na Rtp1 uma reportagem sobre este tema dos caes de raça perigosa e sobre as responsabilidades, as 21:00 salvo erro

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Vai dar hoje na Rtp1 uma reportagem sobre este tema dos caes de raça perigosa e sobre as responsabilidades, as 21:00 salvo erro

Sim, às 21:00 no programa Linha da Frente

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Não há, para já, nenhuma indicação sobre as circunstâncias em que o cão mordeu a criança ou sobre a posição dos donos do animal.

 

:lol;

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:lol;

 

a circunstacia, foi em casa, em que os pais da criança, são os donos do animal, tanto quanto soube, foi a 3ª vez que o miudo deu entrada no hospital atacado pelo bicho.

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Pelo que disseram na notícia, estava escuro e a criança foi lá brincar com ele. Como é normal, o cão deve ter-se assustado e atacou. E pronto, por causa de uma idiotice destas vai-se matar mais um animal e dá-se mais fama a uma raça por causa da estupidez dos donos.

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Pelo que disseram na notícia, estava escuro e a criança foi lá brincar com ele. Como é normal, o cão deve ter-se assustado e atacou. E pronto, por causa de uma idiotice destas vai-se matar mais um animal e dá-se mais fama a uma raça por causa da estupidez dos donos.

 

Isso foi a estoria que se contou depois, a versão que eu ouvi logo quando a criança entrou, foi de que o miudo estava a brincar na sala com uma bola foi para junto da taça da comida e quando o puto a foi buscar o cão atacou logo.

 

O que é problematico é que o cão não está registado, não tem vacinas em dia, não tem seguro, não foi a 1ª nem a 2ª vez que uma situação destas aconteceu, e pelo que soube ainda agora, a probabilidade de sobrevivencia é inferior a 5%, sendo que em termos de reações cerebrais apenas registam actividade do lado direito, do lado esquerdo não dá sinal, mesmo que sobreviva a sequelas vão ser enormes, e não conseguirá ter uma qualidade de vida minimamente decente.

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Isso foi a estoria que se contou depois, a versão que eu ouvi logo quando a criança entrou, foi de que o miudo estava a brincar na sala com uma bola foi para junto da taça da comida e quando o puto a foi buscar o cão atacou logo.

 

O que é problematico é que o cão não está registado, não tem vacinas em dia, não tem seguro, não foi a 1ª nem a 2ª vez que uma situação destas aconteceu, e pelo que soube ainda agora, a probabilidade de sobrevivencia é inferior a 5%, sendo que em termos de reações cerebrais apenas registam actividade do lado direito, do lado esquerdo não dá sinal, mesmo que sobreviva a sequelas vão ser enormes, e não conseguirá ter uma qualidade de vida minimamente decente.

 

Gente a fazer de conta que são donos de cães...

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A culpa é claro, dos pais da criança que não estavam a tomar conta do filho pequeno e dos donos do cão que não estavam a controlar a situação.

 

Se o cão se assustou ou não, já não sei, mas o meu cão quando se assusta não salta para atacar, pode sim, ladrar. E se o cão ataca quando está assustado a culpa é totalmente dos donos.

 

Ah, não tinha lido a resposta do Bazuka, se assim for repito que a culpa é totalmente dos donos e não do cão. O cão é um ser irracional e como tal tem de ser controlado e educado (dentro dos possíveis) para saber reagir a estas situações. Quem deveria ser abatido é o dono que não regista o cão e que nem lhe dá as vacinas. O meu, não saiu para a rua sem ter as vacinas em dia, levei-o logo após o 1º mês a tomar as vacinas, a registá-lo, já foram várias centenas de euros com todo o tipo de situações que já tive de pagar, mas também digo-vos que sinto-me orgulhoso pela forma como tratei o meu animal e que não tenho qualquer problema em dá-lo a conhecer a qualquer pessoa que ele desconheça. Não é um animal violento, nem tem razões para o ser. E se fosse, certamente estaria ao lado para evitar estas situações.

 

E até considero que o não registo e vacinação do cão deveria dar uma multa bem superior a todas as vacinas que o cão precisa de levar, podia ser que aí a falta de registo não compensasse..

Editado por htc

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