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Citação de footboy23, há 4 minutos:

Eu trabalho à 8 anos numa empresa e nunca assinei nada xD

És efetivo.

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Citação de pedritsh, há 2 horas:

Vai a algum advogado daí perto ou que conheças e trata-te disso. Tenho a certeza que terá a receber alguma coisa

Não e preciso gastar dinheiro em advogados.

A ACT ajuda a resolver. 

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Citação de Robe, há 35 minutos:

O que tens achado da Irlanda a nível de qualidade de vida?

Pensei em ir para aí em 2022, entretanto o meu primo aceitou uma proposta para a Microsoft da Irlanda e com o salário dele, acaba por não poupar assim tanto porque os preços daí são absurdos, principalmente do alojamento. 

Torci logo o nariz.

Acho bom. Não sei quanto ele foi ganhar, mas tirando as rendas e a falta de imóveis para arrendar, os preços de supermercado não são assim tão diferentes de PT (tirando peixe e afins), e os gastos gerais não variam muito. Além de que o mercado de trabalho é imensamente superior em quase todos os aspetos. 

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Citação de footboy23, há 1 hora:

Eu trabalho à 8 anos numa empresa e nunca assinei nada xD

 

Citação de pedritsh, há 1 hora:

És efetivo.

Isso é que era. A minha esposa trabalhava para e-redes via manpower. Ela despediu-se e só pagaram as férias etc. Perguntámos à ACT e eles disseram que está correcto pois o contrato nem é indeterminado (efectivo) nem certo (temporário), ou seja é termo incerto. Estão nos moldes dos trabalhadores temporários a nível de direitos o que é estúpido.

Íamos comprar casa e no banco confirmaram o mesmo. O mesmo se passa na Vodafone que tenho uma amiga que está lá desde 2010 e não é efectiva.

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Citação de RoMbA, há 5 minutos:

 

Isso é que era. A minha esposa trabalhava para e-redes via manpower. Ela despediu-se e só pagaram as férias etc. Perguntámos à ACT e eles disseram que está correcto pois o contrato nem é indeterminado (efectivo) nem certo (temporário), ou seja é termo incerto. Estão nos moldes dos trabalhadores temporários a nível de direitos o que é estúpido.

Íamos comprar casa e no banco confirmaram o mesmo. O mesmo se passa na Vodafone que tenho uma amiga que está lá desde 2010 e não é efectiva.

O contrato com a manpower era de termo incerto? Qual a vantagem de um trabalhador escolher esse tipo de contrato?

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Citação de RoMbA, há 8 minutos:

 

Isso é que era. A minha esposa trabalhava para e-redes via manpower. Ela despediu-se e só pagaram as férias etc. Perguntámos à ACT e eles disseram que está correcto pois o contrato nem é indeterminado (efectivo) nem certo (temporário), ou seja é termo incerto. Estão nos moldes dos trabalhadores temporários a nível de direitos o que é estúpido.

Íamos comprar casa e no banco confirmaram o mesmo. O mesmo se passa na Vodafone que tenho uma amiga que está lá desde 2010 e não é efectiva.

Mas o facto de se ter despedido não faz diferença?

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Citação de kareca, há 11 minutos:

O contrato com a manpower era de termo incerto? Qual a vantagem de um trabalhador escolher esse tipo de contrato?

Deve ser so necessidade, digo eu

Ha uns anos valentes fui a uma entrevista da Manpower e também me apresentaram isso creio, com um base de 200 euros (part time) lul a mulher ainda teve coragem de dizer que era um base pequeno mas ao menos existia, ao contrário de outros concorrentes 🥴

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Citação de RoMbA, há 2 horas:

Já somos dois sendo assim com essa dúvida.

@Duda34 anda cá 

Sim, é. Os contratos de trabalho não precisam de ser redigidos a escrito. Só estão sujeitos a forma alguns tipos de contrato de trabalho (o mais vulgar deles, o contrato a termo certo).

O problema é que, não estando redigido a escrito, será uma questão de prova para se determinar se estamos perante um contrato de trabalho (sem termo) ou uma prestação de serviços. É preciso analisar vários aspetos - horário, salário, férias, poder disciplinar, entre outros aspetos característicos do contrato de trabalho.

No caso que mencionaram aí, se houver desconto para a SS, facilmente se descortina um contrato de trabalho. Se esses descontos for IRS, é indiferente porque também os há na prestação de serviços.

E nesse caso acima também parece tratar se de um despedimento por extinção do posto de trabalho. Sem confirmar a lei, creio que há lugar a uma indemnização, ainda que esse despedimento ocorra nesses termos. São 12 ou 15 dias de salário por cada ano de serviço completo.

Citação de Takumi Fujiwara, há 3 horas:

Quando alguém se demite com direito a um mês de férias, havendo a possibilidade de ou gozar os dias ou trabalhar e receber esses dias, quem é que decide isso? O empregado ou o empregador? 

Já escrevi aqui sobre isso. As férias são decididas por acordo entre empregador e trabalhador. Na falta de acordo, decide o empregador. Tem lógica.

Em caso de denúncia do contrato de trabalho (ou seja, cessação por iniciativa do trabalhador), é comum que se utilize os dias de férias para cobrir os “dias a dar à casa”. É o proposto pelo trabalhador e o empregador, uma vez que vai deixar de contar com aquele trabalhador, não ganha nada em mantê-lo ali quando já o pode substituir. Para além de que se habilita a poder pagar outros itens como horas extras, se nesses dias forem realizadas. Mas o empregador é perfeitamente livre de recusar esse pedido e exigir o trabalho ao trabalhador. Normalmente, motivado por exigências da empresa, trabalho que tem de ser desempenhado por aquele específico trabalhador. Nesse caso, havendo férias por disfrutar no fim do emprego, terão de ser pagas 

Citação de pedritsh, há 3 horas:

Tu. Tens as férias, metes.

Errado. Explicado acima

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Citação de kareca, há 28 minutos:

O contrato com a manpower era de termo incerto? Qual a vantagem de um trabalhador escolher esse tipo de contrato?

Com uma manpower faz todo o sentido que seja termo incerto. Esse termo vai ser (1) o trabalhador deixa de ser necessário, mas não se sabe se e quando; ou (2) o termo coincide com o fim da relação contratual entre a manpower e a beneficiária. Não faz sentido para a empresa celebrar contrato a termo certo, porque pode continuar a precisar do trabalhador findo esse termo. Para o trabalhador esse contrato só compensava se ele continuasse a ser preciso, o que exigiria renovações de contrato (se a empresa quisesse continuar com ele, claro) e assim facilmente atingir se ia o contrato sem termo. Chegados aqui, naturalmente que o contrato sem termo não é do agrado da empresa. Finda a relação com a empresa beneficiária, o trabalhador continuaria ligado à manpower e teria que continuar a receber salário e outras prestações laborais, sem que a manpower estivesse a ser “abastecida” pela empresa beneficiária. Naturalmente que é o cenário ideal para o trabalhador, mas é um cenário impensável e insustentável para a empresa manpower.

Conclusao, termo incerto é o mais razoável 

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Citação de Duda34, há 2 minutos:

Com uma manpower faz todo o sentido que seja termo incerto. Esse termo vai ser (1) o trabalhador deixa de ser necessário, mas não se sabe se e quando; ou (2) o termo coincide com o fim da relação contratual entre a manpower e a beneficiária. Não faz sentido para a empresa celebrar contrato a termo certo, porque pode continuar a precisar do trabalhador findo esse termo. Para o trabalhador esse contrato só compensava se ele continuasse a ser preciso, o que exigiria renovações de contrato (se a empresa quisesse continuar com ele, claro) e assim facilmente atingir se ia o contrato sem termo. Chegados aqui, naturalmente que o contrato sem termo não é do agrado da empresa. Finda a relação com a empresa beneficiária, o trabalhador continuaria ligado à manpower e teria que continuar a receber salário e outras prestações laborais, sem que a manpower estivesse a ser “abastecida” pela empresa beneficiária. Naturalmente que é o cenário ideal para o trabalhador, mas é um cenário impensável e insustentável para a empresa manpower.

Conclusao, termo incerto é o mais razoável 

Sim, eu percebo a vantagem para a empresa ao contrário das consultoras de IT, por exemplo. Mas para o trabalhador não percebo a vantagem (tirando a falta de alternativa de trabalho, claro).

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Citação de Solero, há 2 horas:

Mais um amigo que vai para a Suiça em Maio, já é o terceiro em menos de meio ano. Trabalha em IT e vai para lá dobrar um salário que para os padrões portugueses já é muito, muito bom. Gostava de ter esta coragem e debato-me todos os meses em relação a isto porque a minha empresa está disponível para isso, mas acabo sempre por pensar "o dinheiro não é tudo".

Eu não ia para a Suiça pelo dobro do salário.

Olhando só para a parte pecuniária proporcionalmente provavelmente ia poupar menos do que cá. O salário era o dobro, os custos eram 3 ou 4 vezes mais.

Editado por Ego Sum

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Citação de Ego Sum, há 2 minutos:

Eu não ia para a Suiça pelo dobro do salário.

Olhando só para a parte pecuniária proporcionalmente provavelmente ia poupar menos do que cá. O salário era o dobro, os custos eram 3 ou 4 vezes mais.

O solero deu a dica e o amigo já ganhava acima da média por aí, portanto o dobro é capaz de ser mais que suficiente 

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Citação de a.lopes, há 12 minutos:

O solero deu a dica e o amigo já ganhava acima da média por aí, portanto o dobro é capaz de ser mais que suficiente 

Certo, mas financeiramente qual seria a motivação para essa mudança? Para mim seria nenhuma, proporcionalmente ficaria pior.

 

Fui ver com dados concretos. Considerando o que ele disse vamos assumir que a pessoa ganha 60k por ano em PT (4.3k por mês, a dividir por 14 meses).
You would need around 10,726.9€ (10,587.3Fr.) in Zurich to maintain the same standard of life that you can have with 4,200.0€ in Porto (assuming you rent in both cities)

Ou seja como suspeitei acima o dobro do salário não é o suficiente para manter a qualidade de vida que tem cá.
 

 

No lugar desse amigo só ponderaria mudar se o desafio fosse mais interessante, tivesse mais possibilidade de progressão, ou por razões pessoais.

 

EDIT: claro que se o objetivo for amealhar mais por um par de anos e voltar a PT, em termos absolutos compensa. Se cá poupar 20k por ano, lá vai poupar 31k.

Editado por Ego Sum
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Citação de Ego Sum, há 2 horas:

Eu não ia para a Suiça pelo dobro do salário.

Olhando só para a parte pecuniária proporcionalmente provavelmente ia poupar menos do que cá. O salário era o dobro, os custos eram 3 ou 4 vezes mais.

Só para clarificar e porque este meu amigo não é propriamente um aventureiro mas um gajo que considero bastante terra a terra e sei que isto foi uma decisão bastante ponderada. Ele vai ganhar algo entre 100 a 120k sendo que atualmente está com 45-50k, se não me engano. Importa salientar que a namorada está numa situação praticamente igual e vão juntos para la. O plano é ficar por lá 3 anos e voltar para comprar uma casa e recomeçar a vida cá com outro conforto. Acrescento isto só para dar mais um bocado de contexto que pode ajudar a perceber a motivação deles. Achei interessante partilhar porque para a grande maioria das pessoas, com salários excelentes como eles têm em Portugal, muito provavelmente, emigrar não estaria nos planos. 
 

Quanto aos números que o @Ego Sum partilhou, obrigado mas o que me parece é que quem emigra acaba por ter custos mais elevados mas também se vê forçado a eliminar despesas que não são essenciais, acabando por ajudar à poupança. Nesse aspeto, acredito que quem emigra já vai com a mentalidade de não jantar fora todos os fins de semana, por exemplo, o que acaba por significar uma perda de qualidade de vida, de certa forma. 

Editado por Solero
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Citação de kareca, há 3 horas:

O contrato com a manpower era de termo incerto? Qual a vantagem de um trabalhador escolher esse tipo de contrato?

Era o que havia antigamente 😛 dou-te um exemplo que passou na minha fábrica. Quando mudámos de "dono", propuseram passar a efectivo a malta que lá estava mas com a condição de ganharem menos. Uns aceitaram, outros não e continuaram como temporários por outra empresa no final das contas e a ganhar mais.

Citação de footboy23, há 3 horas:

Mas o facto de se ter despedido não faz diferença?

Não. Para eles é tudo igual. Recebeu o que tinha direito. Fomos pais e ficámos com o bebé em casa. Supostamente a chefe disse que depois da licença lhe dava trabalho em casa. Ainda estamos à espera ahah tendo conta que foram quase 10 anos dela lá, ao menos tinham dado os papéis para o desemprego.

Citação de FabioK, há 2 horas:

Deve ser so necessidade, digo eu

Ha uns anos valentes fui a uma entrevista da Manpower e também me apresentaram isso creio, com um base de 200 euros (part time) lul a mulher ainda teve coragem de dizer que era um base pequeno mas ao menos existia, ao contrário de outros concorrentes 🥴

É o que faz haver concursos. Ela pertencia à Ergor e tinha "direitos". Entretanto a Manpower ganhou os concursos e só está quem quer. 

Citação de Duda34, há 2 horas:

Com uma manpower faz todo o sentido que seja termo incerto. Esse termo vai ser (1) o trabalhador deixa de ser necessário, mas não se sabe se e quando; ou (2) o termo coincide com o fim da relação contratual entre a manpower e a beneficiária. Não faz sentido para a empresa celebrar contrato a termo certo, porque pode continuar a precisar do trabalhador findo esse termo. Para o trabalhador esse contrato só compensava se ele continuasse a ser preciso, o que exigiria renovações de contrato (se a empresa quisesse continuar com ele, claro) e assim facilmente atingir se ia o contrato sem termo. Chegados aqui, naturalmente que o contrato sem termo não é do agrado da empresa. Finda a relação com a empresa beneficiária, o trabalhador continuaria ligado à manpower e teria que continuar a receber salário e outras prestações laborais, sem que a manpower estivesse a ser “abastecida” pela empresa beneficiária. Naturalmente que é o cenário ideal para o trabalhador, mas é um cenário impensável e insustentável para a empresa manpower.

Conclusao, termo incerto é o mais razoável 

É isso 🙂 se o balcão da e-redes fechasse em Aveiro, a empresa ou lhe pagava a rescisão e tinha direito ao fundo de desemprego ou então teriam de lhe arranjar trabalho na vodafone e afins (atendimento ao público)

Citação de Ego Sum, há 1 hora:

Certo, mas financeiramente qual seria a motivação para essa mudança? Para mim seria nenhuma, proporcionalmente ficaria pior.

 

Fui ver com dados concretos. Considerando o que ele disse vamos assumir que a pessoa ganha 60k por ano em PT (4.3k por mês, a dividir por 14 meses).
You would need around 10,726.9€ (10,587.3Fr.) in Zurich to maintain the same standard of life that you can have with 4,200.0€ in Porto (assuming you rent in both cities)

Ou seja como suspeitei acima o dobro do salário não é o suficiente para manter a qualidade de vida que tem cá.
 

 

No lugar desse amigo só ponderaria mudar se o desafio fosse mais interessante, tivesse mais possibilidade de progressão, ou por razões pessoais.

 

EDIT: claro que se o objetivo for amealhar mais por um par de anos e voltar a PT, em termos absolutos compensa. Se cá poupar 20k por ano, lá vai poupar 31k.

Antes de ir para a Renault em 2002 como temporário, estive para ir com um amigo trabalhar para Espanha fazer dragagens. Ganhava 3k por mês, trabalhava 12h e só tinha o domingo de folga. Na Renault fazia 8h por dia e apenas cinco dias por semana e sacava +- 1k. Por vezes o dinheiro não é tudo na vida mas também não podemos opinar sobre as decisões das pessoas. Cada um sabe de si.

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Citação de Ghelthon, há 7 horas:

É sequer possível passar um recibo de vencimento a alguém que não tem contrato? Pergunta honesta, nunca pensei muito no assunto mas não parece fazer grande sentido.

Sim, e é por isso que a lei prevê os contratos verbais como legais - para proteção do trabalhador.

Indo à ACT com os recibos eles fazem-lhes as contas e notificam os ex empregadores, caso não seja possível chegar a acordo julgo que a SS chega-se à frente com os proporcionais do SF e SN.

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Citação de Solero, há 1 hora:

O plano é ficar por lá 3 anos e voltar para comprar uma casa e recomeçar a vida cá com outro conforto

Ouço e leio sempre este tipo de conversa e acho que no geral nunca acontece. As pessoas acabam por se habituar à nova vida.

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Citação de Claudiojp, há 8 horas:

É, já estive em procura ativa no Q4 de 2021, fiz cerca de 10-20 entrevistas e depois voltei à carga em Março de 2022 até Junho, onde devo ter feito outras 30. As ofertas não passavam disto, 900€ brutos, e depois ajudas de custo para chegar aos 1100€.

Não mandes para consultoras, manda para empresas que vendem um produto ou serviço. Pagam melhor e sem ajudas de custos

Não tenho andado à procura, mas supostamente o investimento agora está mais caro, há menos vagas, e até layoffs. Mas há de ctz empresas em contraciclo tbm

Editado por Plagio o Original
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Citação de Solero, há 2 horas:

Ele vai ganhar algo entre 100 a 120k sendo que atualmente está com 45-50k, se não me engano.

São valores brutos?

Se fossem os dois a receber isso, n ia embora

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Citação de Solero, há 2 horas:

Quanto aos números que o @Ego Sum partilhou, obrigado mas o que me parece é que quem emigra acaba por ter custos mais elevados mas também se vê forçado a eliminar despesas que não são essenciais, acabando por ajudar à poupança. Nesse aspeto, acredito que quem emigra já vai com a mentalidade de não jantar fora todos os fins de semana, por exemplo, o que acaba por significar uma perda de qualidade de vida, de certa forma. 

 

Citação de RoMbA, há 2 horas:

Por vezes o dinheiro não é tudo na vida mas também não podemos opinar sobre as decisões das pessoas. Cada um sabe de si.

Opinar podemos, julgar é que não 😛

Cada um tem os seus objetivos e maneira de levar a vida. Pessoalmente a não ser que estivesse numa situação financeira precária, ou pelas razões que referi acima, não faria a escolha.

Aliás, eu fiz essa escolha recentemente. Quando a Spotify me abordou há 1 ou 2 anos fiz o balanço das implicações de me mudar para Estocolmo ou Copenhaga e preferi ficar por cá.

 

Citação de Plagio o Original, há 27 minutos:

São valores brutos?

Se fossem os dois a receber isso, n ia embora

Deverão ser brutos, pelo menos os valores de exemplo que estava a dar eram brutos e não considerando impostos.

Considerando impostos a história pode ser outra.

  • 60k em Portugal em 2022 era taxado a 44.2% (sem filhos 31.4% + 11% SS)
  • 120k em Zurich é taxado a 25%.
  • 120k no Dubai é taxado a 5%.

Em Portugal não se fica rico com o rendimento do trabalho...

Editado por Ego Sum

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Citação de Ego Sum, há 7 minutos:

Deverão ser brutos, pelo menos os valores de exemplo que estava a dar eram brutos e não considerando impostos.

Considerando impostos a história pode ser outra.

  • 60k em Portugal em 2022 era taxado a 44.2% (sem filhos 31.4% + 11% SS)
  • 120k em Zurich é taxado a 25%.
  • 120k no Dubai é taxado a 5%.

Em Portugal não se fica rico com o rendimento do trabalho...

N me ia embora na mesma com cada um a receber 60k

Já vivem os dois bem, pra quê que vão pro frio ou pro deserto, longe da familia e amigos?

Se fosse uma melhoria mesmo muito boa na qualidade de vida para pelo menos um deles, considerava

Editado por Plagio o Original
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Citação de Plagio o Original, há 3 horas:

São valores brutos?

Se fossem os dois a receber isso, n ia embora

Sim

Editado por Solero

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Citação de Claudiojp, há 21 horas:

Sim.

É, já estive em procura ativa no Q4 de 2021, fiz cerca de 10-20 entrevistas e depois voltei à carga em Março de 2022 até Junho, onde devo ter feito outras 30. As ofertas não passavam disto, 900€ brutos, e depois ajudas de custo para chegar aos 1100€.

Sei que sim, quando andei a mandar CVs por acaso não cheguei a mandar para nada disso.

Oh man, eu entrei aqui, estive 7 meses sem contrato a ganhar 700€ líquidos por fora para depois no final passar um recibo verde de ato único. Isto de Janeiro de 2020 a Julho de 2020. Depois estive 9 meses com aquele contrato de estágio IEFP, a ganhar também lá a miséria que eles pagavam para um gajo Licenciado, mais o subsidio de alimentação (724€+sub), mais uns variáveis (que como o nome diz, é variável e depende da faturação da empresa) de cerca de 45€/mês. De Julho de 2020 a Abril de 2021. Só depois disso me fizeram o 1º contrato (sem termo), 814€ brutos, mais subsidio de alimentação, mais o tal variável em ajudas de custo de cerca de 60€ por mês. Este primeiro durou de Abril de 2021 a Junho de 2022. Depois o ano passado lá fui aumentado, estava com esperança de ser um bom aumento, mas.... 850€ base, e o variável passou para o dobro (cerca de 120€/mês). Foi isto.

Depois pronto entrou o facto de quando andei em entrevistas eram às 3 por empresa, depois as consultoras ainda me mandavam fazer outra com o cliente e isto satura-me. Gosto de tempo para mim, para a minha família, para os meus amigos, e especialmente para o meu filho. E fazer 4 entrevistas para depois me oferecerem ordenados miseráveis tal e qual como estou agora, ainda me falarem em regimes híbridos ou escritórios em Alfragide que é sempre fácil de lá chegar, epa, não, perda de tempo.

Man, o meu filho nasce estou eu há 5 meses nesta empresa. O meu foco de atenção e prioridade mudou, o meu filho passou a ocupar uma grande parte do meu tempo pessoal e deixei andar, achas que tinha lá eu tempo para andar aí à procura e a andar em 30 mil entrevistas com um bebé recém nascido? Para além de que nessa altura ainda não estava descontente como estou agora com a minha situação laboral.

eu não sou de IT mas sei bem o que é isso de 4 ou 5 entrevistas para depois oferecerem um salário igual ou pior.

Tens de mentir e mentir bem, dizer que ganhas o dobro do que realmente ganhas e que não estás ativamente à procura mas que mandaste CV porque a posição te pareceu interessante. Se lhes atirares logo no início que só te mudas se for financeiramente vantajoso e que estás a ganhar 1500 líquidos evitas logo essa trapalhada de n+1 entrevistas

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Citação de Ego Sum, há 14 horas:

Em Portugal não se fica rico com o rendimento do trabalho...

Então? 🥲

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Citação de Rain Dog, há 2 horas:

eu não sou de IT mas sei bem o que é isso de 4 ou 5 entrevistas para depois oferecerem um salário igual ou pior.

Tens de mentir e mentir bem, dizer que ganhas o dobro do que realmente ganhas e que não estás ativamente à procura mas que mandaste CV porque a posição te pareceu interessante. Se lhes atirares logo no início que só te mudas se for financeiramente vantajoso e que estás a ganhar 1500 líquidos evitas logo essa trapalhada de n+1 entrevistas

ya a mim já raramente me chateiam. Digo logo que menos de X nem vale a pena. querem contratar mas não querem pagar

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