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Amigos, deixo aqui uma questão que me tem atormentado nos últimos dias. 

Há cerca de 3 meses lancei-me como freelancer no ramo da escrita e preparação de candidaturas a projetos financiados por fundos comunitários (maioritariamente Erasmus e INTERREG). Um dos meus primeiros "clientes" foi um tipo italiano que apanhei no LinkedIn, que procurava estabelecer relações com freelancers como eu. O tipo foi bastante direto e disse que a forma de pagamento (após concluir todo o processo de escrita e candidatura, que é algo bastante atribulado) seria uma comissão do orçamento do total do projeto CASO este fosse aprovado (as hipóteses são mínimas, visto ser um universo bastante competitivo). Eu, inocente e com receio de não me poder agarrar a mais nada, lá aceitei. Com isto, entreguei-lhe 3 esboços para 3 projetos. Acontece que, passado mês e meio, encontrei clientes que, efetivamente, me estão a pagar pelos meus serviços, o que me faz pensar que estou a trabalhar de graça para o outro gajo que, inclusive, me pressiona bastante via e-mail e wpp, o que me está a deixar bastante cansado de colaborar com ele.

Dado que nada foi assinado entre as duas partes (tratou-se de algo "tácito"), até que ponto seria viável cortar com este tipo? Ele tem alguma ponta para me pegar? 

O que mais me custa é que o homem me possa prejudicar, ao falar mal de mim a outros possíveis clientes da sua rede.

Editado por Chaplin

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Citação de Chaplin, há 8 minutos:

Amigos, deixo aqui uma questão que me tem atormentado nos últimos dias. 

Há cerca de 3 meses lancei-me como freelancer no ramo da escrita e preparação de candidaturas a projetos financiados por fundos comunitários (maioritariamente Erasmus e INTERREG). Um dos meus primeiros "clientes" foi um tipo italiano que apanhei no LinkedIn, que procurava estabelecer relações com freelancers como eu. O tipo foi bastante direto e disse que a forma de pagamento (após concluir todo o processo de escrita e candidatura, que é algo bastante atribulado) seria uma comissão do orçamento do total do projeto CASO este fosse aprovado (as hipóteses são mínimas, visto ser um universo bastante competitivo). Eu, inocente e com receio de não me poder agarrar a mais nada, lá aceitei. Com isto, entreguei-lhe 3 esboços para 3 projetos. Acontece que, passado mês e meio, encontrei clientes que, efetivamente, me estão a pagar pelos meus serviços, o que me faz pensar que estou a trabalhar de graça para o outro gajo que, inclusive, me pressiona bastante via e-mail e wpp, o que me está a deixar bastante cansado de colaborar com ele.

Dado que nada foi assinado entre as duas partes (tratou-se de algo "tácito"), até que ponto seria viável cortar com este tipo? Ele tem alguma ponta para me pegar? 

O que mais me custa é que o homem me possa prejudicar, ao falar mal de mim a outros possíveis clientes da sua rede.

Não tendo qualquer conhecimento da parte legal do teu caso, o que eu faria tendo em conta a tua reputação era acabar o que falta do teu projeto com o Italiano e deixar claro que não vais voltar a colaborar com ele nos termos atuais, obrigado e boa tarde

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Citação de Chaplin, há 39 minutos:

Amigos, deixo aqui uma questão que me tem atormentado nos últimos dias. 

Há cerca de 3 meses lancei-me como freelancer no ramo da escrita e preparação de candidaturas a projetos financiados por fundos comunitários (maioritariamente Erasmus e INTERREG). Um dos meus primeiros "clientes" foi um tipo italiano que apanhei no LinkedIn, que procurava estabelecer relações com freelancers como eu. O tipo foi bastante direto e disse que a forma de pagamento (após concluir todo o processo de escrita e candidatura, que é algo bastante atribulado) seria uma comissão do orçamento do total do projeto CASO este fosse aprovado (as hipóteses são mínimas, visto ser um universo bastante competitivo). Eu, inocente e com receio de não me poder agarrar a mais nada, lá aceitei. Com isto, entreguei-lhe 3 esboços para 3 projetos. Acontece que, passado mês e meio, encontrei clientes que, efetivamente, me estão a pagar pelos meus serviços, o que me faz pensar que estou a trabalhar de graça para o outro gajo que, inclusive, me pressiona bastante via e-mail e wpp, o que me está a deixar bastante cansado de colaborar com ele.

Dado que nada foi assinado entre as duas partes (tratou-se de algo "tácito"), até que ponto seria viável cortar com este tipo? Ele tem alguma ponta para me pegar? 

O que mais me custa é que o homem me possa prejudicar, ao falar mal de mim a outros possíveis clientes da sua rede.

Não conheço os apoios a nível de erasmus e interreg mas a nível empresarial a nível da candidatura a fundos europeus/estatais o pagamento costuma ser uma percentagem do valor recebido pela empresa.

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Citação de a.lopes, há 2 horas:

Não tendo qualquer conhecimento da parte legal do teu caso, o que eu faria tendo em conta a tua reputação era acabar o que falta do teu projeto com o Italiano e deixar claro que não vais voltar a colaborar com ele nos termos atuais, obrigado e boa tarde

Obrigado, Lopes. Estou tentado a seguir essa abordagem... se as coisas tivessem sido diferentes no trato, talvez estivesse mais recetivo a outro tipo de abordagens.

Citação de smashing_pumpkin , há 2 horas:

Não conheço os apoios a nível de erasmus e interreg mas a nível empresarial a nível da candidatura a fundos europeus/estatais o pagamento costuma ser uma percentagem do valor recebido pela empresa.

Referes-te a colaborações encetadas por empresas/grupos de consultoria ou o que referiste também se aplica a consultores em nome individual? O que disseste é algo que não tinha mente, pois tem-me sido dito por colegas do ramo que o pagamento deste tipo de serviços abrange sempre um "x" para o antes (pago antes de saber o desfecho da candidatura) e uma pequena percentagem "de sucesso" caso a candidatura seja aprovada. Talvez funcione em moldes diferentes consoante a "call". 

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Citação de Chaplin, há 3 horas:

Obrigado, Lopes. Estou tentado a seguir essa abordagem... se as coisas tivessem sido diferentes no trato, talvez estivesse mais recetivo a outro tipo de abordagens.

Referes-te a colaborações encetadas por empresas/grupos de consultoria ou o que referiste também se aplica a consultores em nome individual? O que disseste é algo que não tinha mente, pois tem-me sido dito por colegas do ramo que o pagamento deste tipo de serviços abrange sempre um "x" para o antes (pago antes de saber o desfecho da candidatura) e uma pequena percentagem "de sucesso" caso a candidatura seja aprovada. Talvez funcione em moldes diferentes consoante a "call". 

Nos casos que conheço o sucesso é praticamente garantido e pode ser por aí que passa este modelo de pagamento. Sendo mais difícil o tal sucesso, diria que faz todo o sentido um pagamento garantido pelo submissão.

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Citação de Jody Bhengu, Em 10/11/2023 at 23:29:

Provavelmente já houve aqui esta questão mas aqui vai.

Apresentei a minha carta de demissão no passado dia 8/11 e o último dia seria 6/1 sei que tenho de dar os 60 dias por lei por estar na empresa há mais de 2 anos a minha questão é em relação às férias do ano seguinte, as deste ano já gozei todas e a minha pergunta é, posso trabalhar 1 mês e usar as férias do ano seguinte no outro mês? Ou sou obrigado neste caso a trabalhar os 2 meses? Temos alguma lei que diga isto ou é uma questão de chegar acordo com a empresa? 

 

 

Alguém consegue ajudar o moço?

Também tenho essa curiosidade 

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Citação de Jody Bhengu, Em 10/11/2023 at 23:29:

Provavelmente já houve aqui esta questão mas aqui vai.

Apresentei a minha carta de demissão no passado dia 8/11 e o último dia seria 6/1 sei que tenho de dar os 60 dias por lei por estar na empresa há mais de 2 anos a minha questão é em relação às férias do ano seguinte, as deste ano já gozei todas e a minha pergunta é, posso trabalhar 1 mês e usar as férias do ano seguinte no outro mês? Ou sou obrigado neste caso a trabalhar os 2 meses? Temos alguma lei que diga isto ou é uma questão de chegar acordo com a empresa? 

Tens de chegar a acordo com a empresa para poderes utilizar férias de 2024 em 2023. Aliás, mesmo que quisesses tirar férias apenas de 1 a 8 de Janeiro terias de o fazer com o consentimento da empresa.

Não sei qual é o emprego mas atenção à questão das férias no período pré saída. Certifica-te que tens forma de provar a validação das férias. Infelizmente não seria o primeiro chico esperto que dava um ok verbal e depois usava a tua ausência como Abandono do Posto de Trabalho (que basicamente significa rescisão de contrato e indemnização ao empregador). Não é algo que aconteça regularmente mas há casos e alguns são de pessoas que até tinham boas relações com os empregadores.

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Citação de Lurker, há 13 minutos:

Tens de chegar a acordo com a empresa para poderes utilizar férias de 2024 em 2023. Aliás, mesmo que quisesses tirar férias apenas de 1 a 8 de Janeiro terias de o fazer com o consentimento da empresa.

Não sei qual é o emprego mas atenção à questão das férias no período pré saída. Certifica-te que tens forma de provar a validação das férias. Infelizmente não seria o primeiro chico esperto que dava um ok verbal e depois usava a tua ausência como Abandono do Posto de Trabalho (que basicamente significa rescisão de contrato e indemnização ao empregador). Não é algo que aconteça regularmente mas há casos e alguns são de pessoas que até tinham boas relações com os empregadores.

E se a rescisão de contrato for efetiva a 21 de janeiro?

Na mudança do ano, "ganha-se" os 22 dias de férias que depois são usados até ao dia da rescisão?

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Citação de Petar Musa, há 21 minutos:

E se a rescisão de contrato for efetiva a 21 de janeiro?

Na mudança do ano, "ganha-se" os 22 dias de férias que depois são usados até ao dia da rescisão?

Dia 1 de janeiro tens direito aos 22 dias de férias.

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Citação de Petar Musa, há 44 minutos:

E se a rescisão de contrato for efetiva a 21 de janeiro?

Na mudança do ano, "ganha-se" os 22 dias de férias que depois são usados até ao dia da rescisão?

As férias efetivam-se no primeiro dia do ano. A 1 de Janeiro já tens direito aos 22 dias.

Agora, a utilização já depende de acordo com a empresa. O que a alínea mais geral da lei diz é que as férias são marcadas por acordo entre o empregado e o empregador e que, na ausência de acordo, o empregador tem o direito de definir as férias (fala-se muitas vezes da história de a empresa só poder definir metade mas isso não é verdade).

Portanto, mesmo que te venhas embora a 21 de Janeiro ou a 31 de Dezembro, o gozo das férias tem de ser aprovado pelo empregador.

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Citação de Petar Musa, há 1 hora:

E se a rescisão de contrato for efetiva a 21 de janeiro?

Na mudança do ano, "ganha-se" os 22 dias de férias que depois são usados até ao dia da rescisão?

Podem ser usados, caso a empresa aceite.

Caso contrário, terão que tos pagar.

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Citação de smashing_pumpkin , há 1 hora:

Dia 1 de janeiro tens direito aos 22 dias de férias.

 

Citação de Lurker, há 48 minutos:

As férias efetivam-se no primeiro dia do ano. A 1 de Janeiro já tens direito aos 22 dias.

Agora, a utilização já depende de acordo com a empresa. O que a alínea mais geral da lei diz é que as férias são marcadas por acordo entre o empregado e o empregador e que, na ausência de acordo, o empregador tem o direito de definir as férias (fala-se muitas vezes da história de a empresa só poder definir metade mas isso não é verdade).

Portanto, mesmo que te venhas embora a 21 de Janeiro ou a 31 de Dezembro, o gozo das férias tem de ser aprovado pelo empregador.

 

Citação de Frank, há 21 minutos:

Podem ser usados, caso a empresa aceite.

Caso contrário, terão que tos pagar.

Nice.

Ou seja, juntando as férias que tenho deste ano, pode acontecer eu sair da empresa já no dia 20 de dezembro, correto?

A minha empresa ainda não me confirmou essas coisas, ainda estou à espera 

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Citação de Petar Musa, há 13 minutos:

 

 

Nice.

Ou seja, juntando as férias que tenho deste ano, pode acontecer eu sair da empresa já no dia 20 de dezembro, correto?

A minha empresa ainda não me confirmou essas coisas, ainda estou à espera 

Se tiveres dias para gastar e a empresa aprovar, sim.

E a não ser que sejas totalmente indispensável, eles devem aceitar porque é da forma que não têm de te pagar as férias não gozadas.

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Citação de Lurker, há 16 minutos:

Se tiveres dias para gastar e a empresa aprovar, sim.

E a não ser que sejas totalmente indispensável, eles devem aceitar porque é da forma que não têm de te pagar as férias não gozadas.

Obrigado pelo esclarecimento 

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Citação de Frank, há 40 minutos:

Algo corre mal no reino da Farfetch, um ex-unicórnio volátil, com ordem para emagrecer

Gigante do comércio eletrónico de luxo acumula perdas superiores a 80% do seu valor no último ano. E foi há cinco anos, em 2018, que entrou em bolsa, como recordamos na série de trabalhos enquadrados nos 50 anos do Expresso. Ainda pode voltar a Farfetch a estar na moda entre os investidores?

Investir na Farfetch envolve “um alto nível de risco”, admitia o próprio José Neves, fundador da empresa, no documento entregue ao regulador do mercado norte-americano antes de entrar na Bolsa de Nova Iorque, em setembro de 2018, com um preço unitário de 20 dólares (€18,3 ao câmbio atual) e uma dispersão de 44,2 milhões de ações, o que permitiu um encaixe imediato de 900 milhões de dólares. O nome da empresa também não escondia o risco da sua proposta de revolucionar o comércio da moda de luxo com tecnologia à mistura, uma vez que Farfetch significa algo improvável, ousado, difícil de conseguir.

Mas os investidores aderiram em força à ambição do primeiro unicórnio de ADN português. A cotação atingiu os 28,45 dólares no primeiro dia, as parcerias com marcas famosas foram-se multiplicando, os clientes à escala global também e as ações, entre oscilações habituais em Bolsa, subiram até atingir o pico de 73,35 dólares em fevereiro de 2021, aparentemente imunes à pandemia de covid-19

Algo corre mal no reino da Farfetch, um ex-unicórnio volátil, com ordem para emagrecer

Desde então, no entanto, algo tem corrido mal no reino da Farfetch, como mostra a tendência descendente no gráfico da cotação, com as ações já abaixo dos 2 dólares desde setembro.

“Num ano, há perdas superiores a 80%. A distância dos 20 dólares ini­ciais diz muito da sua performance e da reação do mercado, apesar de as casas de research recomendarem o preço de 5,4 dólares por ação”, comenta Ângelo Custódio, analista do Banco Best, a aguardar a apresentação dos resultados do terceiro trimestre, marcada para 29 de novembro. Já a empresa, contactada pelo Expresso, recusou responder a questões.

A perda da Rússia

A guerra na Ucrânia e a consequente saída da Farfetch da Rússia afetou o negócio. “Era o terceiro mercado e, apesar de valer apenas 7% das vendas, estava em expansão, a crescer 70% ao ano”, nota Paulo Rosa, analista do Banco Carregosa, consciente de que a volatilidade é habitual na cotação deste tipo de empresas, mas atento ao facto de a performance “estar bastante aquém da de empresas de referência comparáveis no negócio de luxo, como a Zalando, ou a do próprio índice setorial das plataformas online de vestuário e calçado de luxo da UBS”.

A justificar o sentimento negativo que rodeia a Farfetch, o mercado comenta que “as perdas na Rússia, tal como o confinamento prolongado do mercado chinês, são um problema comum a muitas outras empresas” e “há marcas de luxo a apresentar lucros significativos”.

A verdade é que se a Farfetch apresentou lucros em 2020 e 2021, tem seguido no vermelho nos últimos quatro trimestres e a 17 de agosto revelou perdas trimestrais de 281 milhões de dólares (€260 milhões).

Entre os trabalhadores contactados pelo Expresso os comentários são escassos, cautelosos. “Há acordos de confidencialidade que nos impedem de falar do que se passa”, repetem. Nem sobre a saída do Boavista Office Center, no Porto, antes de o projeto de instalações próprias com 60 mil metros quadrados no Fuse Valley, em Matosinhos, avançar, há comentários a contestar a versão oficial de que se tratou simplesmente de uma reavaliação de necessidades em função do impacto do trabalho híbrido. Já quem analisa o sector é unânime na urgência de a empresa ganhar foco, cortar nos custos, postos de trabalho incluídos, na diversificação de negócios, na pegada imobiliária.

Acertos na estratégia

Internamente, na empresa criada por José Neves em 2008, como uma plataforma digital de comércio eletrónico para lojas de luxo, vão surgindo sinais de acerto de estratégia a vários níveis, das parcerias à oferta ou à liderança. A Violet Grey saiu da plataforma principal, a cerâmica engrossou o portefólio, Tim Stone, com 20 anos de experiência na Amazon, foi recrutado para substituir Elliot Jordan na direção financeira, Cipriano Sousa cedeu a liderança tecnológica a Luís Carvalho. Fala-se até na hipótese de José Neves ceder a presidência executiva, mantendo apenas a presidência do Conselho de Administração do grupo.

No início do mês, a Bloomberg sintetizava o estado atual da empresa dizendo que passou de um elo entre compradores e boutiques para “uma mistura de mercado, loja com departamentos online, retalhista físico, empresa de tecnologia e proprietária de marca — uma desventura que selou com uma dívida total de 1,6 mil milhões de dólares e reduziu a sua capitalização de mercado para cerca de 630 milhões de dólares face ao pico de 26 mil milhões de 2021, no auge da febre online da pandemia”.

Com parceiros e clientes como a Ferragamo, Chanel, Neiman Marcus e Alibaba, uma das novas esperanças da Farfetch é a parceria com os suíços da Richemont, donos da Cartier e da Montblanc, envolvendo a aquisição, já aprovada mas ainda sujeita a algumas condições a ser trabalhadas, de uma participação de 47,5% na YNAP, com mais de quatro milhões de clientes, em troca de ações ordinárias de classe A da Farfetch. Outra via será captar mais capital, o que pode incluir mais uma vez a Richemont no negócio do luxo com uma visão de longo prazo.

 

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Não é surpreendente. É o que dá acordar e tomar ações com 1 ano de atraso, com uma liderança sem tomates para tomar decisões disruptivas de modo a garantir a sobrevivência da empresa.

  • Concordo! 2

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Nos corredores da Lionesa que 40% dos funcionários vão ser convidados a sair.

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Citação de Petar Musa, há 6 horas:

Nos corredores da Lionesa que 40% dos funcionários vão ser convidados a sair.

quem conta um conto, acrescenta um ponto.

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Citação de Erwin, Em 25/11/2023 at 22:43:

quem conta um conto, acrescenta um ponto.

No caso acrescentam despedimentos 

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Farfecha é muito bom 

Já há 2/3 meses que o Milhão andava a meter stories a analisar a Farfetch e a dar indícios que aquilo está para acabar 

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