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Guest Rumpas

Isso é que já tenho ideia que é errado. Com doutoramento já é outro nível.

É outro nível como Licenciatura e Mestrado são níveis diferentes também. Mas a remuneração é a mesma nos 3 níveis.

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Tinha mesmo ficado com a ideia que não da última vez que andei a ver isto, não sei porquê :wink:

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Podes enviar um email.

Tipo Happy Sandwich email. (Surround the problem by positive reinforcement)

 

Caro XXX

 

Quero agradecer novamente a oportunidade e o tempo que tiraram para apreciar a minha candidatura. Fiquei bastante entusiasmado com a perspectiva de trabalhar e contribuir para o sucesso da vossa empresa, e por esse motivo envio este email na expectativa de obter mais novidades acerca do processo de selecção. Grato por todo o tempo dispensado, aguardarei pelo vosso feedback.

 

Melhores Cumprimentos

Eu

 

Uma m*rda qq assim. (Sou fraco a Português)

Senão liga, e tenta dar a mesma conversa. Mais por entusiasmo do que por curiosidade.

Obrigado :D

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Uma pessoa a trabalhar a recibos verdes só é obrigada a fazer retenção da fonte quando fatura mais de 10.000€ anuais. Mas como é que uma pessoa sabe se vai ou não receber isso? Se por acaso optar por não fazer e depois ultrapassar esse valor, é prejudicada em alguma coisa?

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Visitante

uelá, fui aumentado em 4€ :D (sobretaxa de IRS)

 

Aposto que agora já vais pensar duas vezes se ficas ou se sais :mrgreen:

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Aposto que agora já vais pensar duas vezes se ficas ou se sais :mrgreen:

Bem, hoje até ouvi boas notícias. Vão mudar a configuração do meu piso, e vou ficar num sítio mais "simpático" (ao pé da janela, mais longe da confusão). Mas o que interessa é a conta bancária, tenho reunião com o meu director na sexta-feira. Se não atingir os meus números, vou começar a explorar.

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Lembro-me de ler isso há uns anos e só fiquei mais deprimido. Não recomendo.

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Mas achas que tem o seu quê de verdade? Era mais isso que queria saber. :mrgreen:

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Não conhecia isso mas revejo-me em certas coisas e vejo isso em muitos amigos meus praticamente com a mesma idade que eu.

 

É assustador como o pessoal olha para si mesmo como o suprassumo do mundo e nem do seu quintal o é.

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Eu também cresci a achar que era espectacular, mas entretanto fiz 17 anos e percebi que era igual a toda a gente.

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Eu também cresci a achar que era espectacular, mas entretanto fiz 17 anos e percebi que era igual a toda a gente.

Enfim... Já ouviste alguma palestra / seminário do Miguel Gonçalves? Somos todos especiais, temos todos as nossas qualidades, temos é de trabalhar e mostrar que queremos muito uma coisa! E aí sim, somos especiais. Se não viste, aconselho. Acredita em ti ;)

 

 

 

 

 

:mrgreen:

 

 

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Revejo-me em quase tudo.

 

A verdade é que também me considero um pouco um "special one", mas fds, no meu meio se não acreditasse um pouco nisso não estava cá a fazer nada. Mais valia tentar a sorte noutra coisa. No entanto acredito que mesmo que esteja numa elite de "potencial", por me rever num grupo restrito de pessoas, isto já está tão sobrelotado que mesmo a elite é demasiado extensa.

 

E é aí que pode entrar a inveja e insatisfação. A minha realidade neste momento é equivalente à expectativa. Que por sua vez é extremamente ambiciosa. E entre colegas e amigos, não sinto qualquer tipo de falta de realização pessoal. Não conheço ninguém da minha idade que esteja numa posição marcadamente melhor que aquela em que me encontro. Isto dentro da minha área claro.

Mas... Tendo eu crescido num meio bastante privilegiado, quando eu não tenho dinheiro para mandar cantar um cego, prevejo uma dificuldade enorme em manter este crescimento pessoal, em contraste com muitos conhecidos que terão um caminho muito mais facilitado e direccionado ao sucesso.

 

Isto deixa-me numa posição em que não me considero unhappy yuppy, antes pelo contrário, mas admito que haja uma micro frustração que está muitas vezes presente.

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Guest fiasco

Im not unhappy yuppie, just a mad yupoie.

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Eu também cresci a achar que era espectacular, mas entretanto fiz 17 anos e percebi que era igual a toda a gente.

Isto.

Quando cheguei à faculdade, a uma realidade em que todos eram os melhores da turma no secundário, dei com o focinho na parede e constatei que há melhores que eu e tenho é de dar da perna.

No mesmo ano entrei para a escola de jazz e aconteceu exatamente a mesma coisa

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Visitante

Isto.

Quando cheguei à faculdade, a uma realidade em que todos eram os melhores da turma no secundário, dei com o focinho na parede e constatei que há melhores que eu e tenho é de dar da perna.

No mesmo ano entrei para a escola de jazz e aconteceu exatamente a mesma coisa

 

Mas logo aí continuas a pensar ser especial. Chegaste à faculdade e viste que grande parte eram os melhores alunos da turma do secundário e que partias em desvantagem. E o que fizeste a seguir? Deste à perna e, provavelmente, já terás superado uma boa parte deles através do teu esforço e dedicação. E sabes tão bem quanto eu que naquela faculdade, muitos dos que entram como melhores alunos, ficam a arrastar-se durante a licenciatura e a implorar para que aquilo acabe, e depois ficam colocados numa empresa de bosta. Logo começar um curso, sentir dificuldades, e superá-las já faz de ti especial.

Eu digo isto porque senti exactamente a mesma coisa. Entrei por 3 centésimas na universidade porque nem o melhor da minha turma no secundário era. Fiz a licenciatura em 3 anos e na primeira metade, e fui para um dos melhores mestrados na área pela qual tinha mais interesse. Mais uma vez, no inicio andava completamente às aranhas e eram todos bastante melhores do que eu a nível de preparação. E mesmo assim, consegui mais uma vez acabar no tempo certo, com uma média que começou em 12 no primeiro semestre e acabou em 16 no final do mestrado, e com uma experiência profissional pelo meio num sector que nunca pensei que fosse ter algum tipo de capacidade para desempenhar esse trabalho. Se eu não acreditar que tenho alguma coisa de especial, como é que justifico o esforço dos últimos 4/5 anos? Se não acreditasse em mim, mais valia inscrever-me já no McDonald's (sem desprimor para quem lá trabalha) e não precisava de me preocupar mais com isto. :)

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dei com o focinho na parede e constatei que há melhores que eu e tenho é de dar da perna.

 

Ganhei consciência disso quando, no 12.º ano, fui colocado numa turma de "génios" (malta com médias de 18 valores para cima). Aí, percebi que tinha de me esforçar muito se quisesse ter sucesso. Porém, não aprendi a lição na totalidade, uma vez que andava sempre a olhar para as notas dos outros em vez de me concentrar só nas minhas, o que me gerou uma grande frustração e inveja. Só consegui resolver esse problema na universidade, a partir daí tentei sempre dar o mais que conseguia para atingir o que pretendia.

 

Dos três conselhos dados à Lucy só não consigo seguir um à risca, "Stop thinking that you’re special", ainda que esteja a tentar melhorar nesse aspeto.

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Eu percebi que ser inteligente é de muito longe a parte mais fácil, não dá trabalho e já se nasce assim.

As pessoas realmente especiais são as que são disciplinadas e sabem trabalhar, essas é que chegam longe na vida, não é o pessoal que acaba o básico com cinco a tudo sem nunca ter estudado um dia na vida.

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Visitante

Eu percebi que ser inteligente é de muito longe a parte mais fácil, não dá trabalho e já se nasce assim.

As pessoas realmente especiais são as que são disciplinadas e sabem trabalhar, essas é que chegam longe na vida, não é o pessoal que acaba o básico com cinco a tudo sem nunca ter estudado um dia na vida.

 

Não concordo com a primeira frase. Uma pessoa é inteligente se for estimulado para isso, e quanto mais cedo melhor. Claro que a genética deve desempenhar um papel importante no potencial de raciocínio de uma pessoa, mas é através de estímulos como a leitura, os desafios, os trabalhos manuais, aprender novas línguas, aprender instrumentos, etc, que desenvolvemos a nossa "inteligência". E esta não tem nada a ver com a capacidade de tirar melhores ou piores notas na escola, mas sim com a capacidade de tratar informação e tomar decisões lógicas de forma quase instantânea. De resto, concordo que ser-se inteligente seja não mais do que um ponto de partida, o que importa é o empenho e a capacidade de trabalho que define a nossa evolução :)

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Eu foi um bocado ao contrário, enquanto era puto nem tinha a noção de que era muito inteligente, agora olhando para trás lembro-me de coisas que me deixam fascinado comigo próprio e acho que cada vez estou a ficar mais burro. Ainda me considero muito inteligente e felizmente tenho o prazer de trabalhar com pessoas mais inteligentes que eu, principalmente o meu orientador de tese.

 

Concordo com o que elliot disse, as pessoas precisam de ser estimuladas intelectualmente desde pequenas e as notas na escola ou faculdade pouco importam, já todos vimos pessoas muito burras com boas notas e pessoas inteligentes com notas medianas.

Isto tudo tem também a ver com os interesses das pessoas, obviamente. Um maior interesse leva a uma maior dedicação e esta leva a um maior desenvolvimento. Um interesse pode ser incentivado ou apoiado mas nunca pode ser forçado, pelo que não há solução para a "burrice crónica" da maior % da população.

 

Especiais, muito poucos o são.

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Guest fiasco

Eu percebi que ser inteligente é de muito longe a parte mais fácil, não dá trabalho e já se nasce assim.

 

Nada mais falso.

Quer dizer, é correcto, mas n da maneira como o puseste. :mrgreen:

 

Não concordo com a primeira frase. Uma pessoa é inteligente se for estimulado para isso, e quanto mais cedo melhor. Claro que a genética deve desempenhar um papel importante no potencial de raciocínio de uma pessoa, mas é através de estímulos como a leitura, os desafios, os trabalhos manuais, aprender novas línguas, aprender instrumentos, etc, que desenvolvemos a nossa "inteligência". E esta não tem nada a ver com a capacidade de tirar melhores ou piores notas na escola, mas sim com a capacidade de tratar informação e tomar decisões lógicas de forma quase instantânea. De resto, concordo que ser-se inteligente seja não mais do que um ponto de partida, o que importa é o empenho e a capacidade de trabalho que define a nossa evolução :)

 

O que é ser inteligente?

Howard Gardner acredita em varios tipos de inteligência e eu concordo com ele.

E também concordo com Dealema: Não existem miúdos burros. Apenas educações estúpidas e alunos cheios de dúvidas.

 

Era um aluno de nivel medio-baixo (12/13 valores) durante toda a minha vida escolar (muito por culpa de falta de estimulo ou motivacao, a escola era tipo linha de montagem), e neste momento estou melhor que provavelmente 80% das pessoas com quem me cruzei nas turmas por onde passei.

Editado por fiasco

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