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LOL ri-me :lol: Que raio de nome é esse? :lol:

 

Btw, para essas cenas das PwC e assim pode-se candidatar toda a gente, certo? Ou tem de ser só da área de economia?

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Btw, para essas cenas das PwC e assim pode-se candidatar toda a gente, certo? Ou tem de ser só da área de economia?

para trolhas como tu tens que tentar a efacec ou a motaengil

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para trolhas como tu tens que tentar a efacec ou a motaengil

o Unreal vai para a empresa de construção do LFV e vai afundar o Benfica a partir de lá, espero grandes coisas dele :heart:

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LOL ri-me :lol:/> Que raio de nome é esse? :lol:/>

 

Btw, para essas cenas das PwC e assim pode-se candidatar toda a gente, certo? Ou tem de ser só da área de economia?

Economia/gestão, algum pessoal de direito e um ou outro informático. That's it.

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Em relação à parte de te perguntarem na língua A e teres de responder na língua B é uma coisa que já me aconteceu múltiplas vezes (numa entrevista para uma faculdade e, mais recentemente, na minha ultima entrevista de trabalho). Pelo que me disseram (já não sei quando perguntei), serve para perceber se a pessoa é capaz de "mudar o chip" rapidamente e pensar na língua que está a falar. Lembro-me quando me fizeram a entrevista para sciences po estava a fazer em Francês e depois perguntaram-me em francês mas disseram para responder em inglês. E agora na minha entrevista de trabalho foi a mesma coisa e ainda com alemão para o meio (onde tenho muito mais dificuldades).

 

Em todo o caso, força pode ser que te chamem. Podes ter falhado nisso, mas podes ter compensado noutras partes. Força nisso! E se não for neste, será numa outra oportunidade. Muita sorte :compinchas:/>/>

Mas quando te falam em português, tu pensas em português. Eu por exemplo quando estou a ver um filme ou série sem legendas, tenho dificuldades em falar português durante porque estou a pensar em inglês, até os comentários que faço sozinho costumam sair em inglês. Nem sequer é boa prática, porque pelo menos para mim há duas formas de falar outra língua, traduzindo da língua-mãe, que é algo que alguém faz quando está a traduzir (duh) ou não domina a língua ou então simplesmente fazer todo o processo na língua, pensar e falar. Ao falarem contigo noutra língua, estão a obrigar-te a traduzir, que não acho que seja o objectivo.

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para trolhas como tu tens que tentar a efacec ou a motaengil

 

Quando tiver a cadeira de Corrupção em Obras Públicas e aos 25 estiver a beber o meu suco de côco num qualquer paraíso quero ver se falas assim.

 

EDIT: Tinha ideia que aceitavam pessoal de outras áreas até porque, modéstia à parte, testes de lógica e de matemática devem ser mais fáceis para qualquer engenheiro.

Editado por UnReal

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Depois se passares, tem mais fases de recrutamento. A partir daqui creio que são só entrevistas. A última é com o partner, que é para matar. És sujeito a uma grande pressão psicológica e tens que te aguentar à bronca. Não podes perder a cabeça, nem deixar-te engolir pelo tipo. Um conhecido meu lixou-se porque lhe perguntaram o nome e ele respondeu "Rodrigo" e o tipo virou-se e perguntou "que raio de nome é esse". E ele respondeu, segundo o próprio de forma agressiva "foi o nome que os meus pais me deram, pq?".

 

E que resposta é que se pode dar nessa situação?

 

"Foi o primeiro de que se lembraram"

"Era o nome do médico"

 

Algo dentro disso?

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O que já me tinham feito, e que é o mais correcto de se fazer para verem como reage esse tal chip, como dizes, é perguntarem numa língua e eu ter de responder nessa língua. Logo a seguir perguntarem noutra e eu responder nessa. Agora perguntarem-me em português para eu responder noutra, nunca. Fizeram assim com o inglês. Não fizeram com o italiano porque não sabiam falar italiano. Mas dado o tamanho da empresa, deviam ter lá alguém que soubesse.

 

Mas agora isso pouco importa, porque...

...quando menos esperava, lá me ligaram, agora mesmo, para ir a outra entrevista :estrelas:/>/>/>/> Já vai ser a terceira para a mesma vaga. São muitos candidatos e tal. Agora a bem ou a mal é mesmo a última.

 

Ora aqui está o que efectivamente interessa :)/>/>/> Dizem que à terceira é de vez!

 

Mas quando te falam em português, tu pensas em português. Eu por exemplo quando estou a ver um filme ou série sem legendas, tenho dificuldades em falar português durante porque estou a pensar em inglês, até os comentários que faço sozinho costumam sair em inglês. Nem sequer é boa prática, porque pelo menos para mim há duas formas de falar outra língua, traduzindo da língua-mãe, que é algo que alguém faz quando está a traduzir (duh) ou não domina a língua ou então simplesmente fazer todo o processo na língua, pensar e falar. Ao falarem contigo noutra língua, estão a obrigar-te a traduzir, que não acho que seja o objectivo.

 

No meu caso, quando português, francês ou inglês penso sempre nessa língua, não há um processo de tradução do português para a língua que estiver a falar (já o alemão não consigo fazê-lo nem a 50%, mas lá chegarei espero). Na primeira vez que me fizeram esse tipo de entrevista eu já ia alertado e lembro-me de ter perguntado a quem me disse (na altura julgo ter sido um professor) qual era a razão. Pelo que ele me explicou o objectivo é mesmo testar a tua capacidade de raciocínio nas diversas línguas. Eles querem ter "a certeza" que tu pensas na língua em que estás/vais falar.

 

Meti-me a pensar nisto, depois do teu post, e estava a pensar que existindo essas duas formas de falar (traduzindo da língua-mãe ou pensar na própria língua), se eu fosse uma pessoa que usasse a opção A, no decorrer de uma entrevista talvez conseguisse disfarçar isso se fosse feito nos moldes normais, pergunta em italiano-resposta em italiano. Está confuso, mas espero que se perceba a ideia :mrgreen:/>/>/> Ou seja, ao obrigarem uma pessoa a mudar rapidamente de chip (múltiplas vezes e para múltiplas línguas), presumo, que seja uma forma de aferirem mais exactamente a capacidade de uma pessoa pensar na língua em que fala (que apesar de eu não ter formação nessa área, parece-me que uma pessoa que consegue pensar na língua em que fala tem um domínio muito maior do idioma). Pelo menos é a única lógica que vejo neste tipo de entrevistas que misturam que "cruzam línguas"

 

--

 

Tio, isso que falas na PwC aconteceu também a um amigo meu (direito) mas já não me lembro qual foi a pergunta em que o tipo arreganhou os dentes. Um amigo meu que hoje em dia trabalha na deloitte (também de direito) contou-me que a ultima entrevista foi pesadíssima, porque foi constantemente levado aos limites. E é como tu dizes: não te pode saltar a tampa, nem seres comido de cebolada. No caso dele a dada altura o gajo entendia que uma questão (jurídica) era para resolver da forma A; enquanto que o grupo onde ele estava inserido (havia uma fase em que se misturavam pessoas de várias áreas e tinham Xh para resolver já não sei o que) que não tinha mais ninguém de direito insistiu que era da forma B. Na tal entrevista chegaram a perguntar-lhe se ele se achava melhor que os outros, se por ter um curso de direito se achava mais capaz e outro tipo de perguntas. Ele ia-se escudando mas fiel à resposta. No fim, estava certo. Tudo isto para dizer que, tal como em grandes sociedades de advogados ou organismos internacionais (de resto não falo porque não fui a nenhuma entrevista/não conheço) as entrevistas são cada vez mais duras e testam-nos cada vez mais a nível psicológico e diga-se que é com cada entrada a seco que fosse noutra situação mordias a almofada.

 

EDIT:

 

E que resposta é que se pode dar nessa situação?

 

"Foi o primeiro de que se lembraram"

"Era o nome do médico"

 

Algo dentro disso?

 

Sinceramente não há respostas padrão. Tens de sentir o ambiente. Tens de conseguir ler o teu interlocutor e ver o que podes/deves e não podes/deves dizer. Sempre que cheguei a entrevistas dessas, carregadas de pressão psicológica, joguei sempre as cartas que saiam no momento, porque tu não sabes o jogo do "adversário" e cada caso será sempre diferente. Esta é pelo menos a minha opinião quanto a estes casos.

Editado por w0

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Fui hoje aos exames orais. Estou de rastos, sinto que perdi uma oportunidade do caraças.

A avaliação do inglês correu normalmente, tudo cinco estrelas.

 

A avaliação das outras línguas é que foi péssima.

Estávamos a falar em inglês, de repente param, começam a falar em português e a dizer para eu responder em Italiano. Ora, para avaliar competências linguísticas de alguém, se há coisa que não se deve fazer, é o avaliador falar uma língua diferente da que está a ser avaliada ao candidato. Não é preciso ser um génio da comunicação para perceber isto - e digo isto sem querer parecer arrogante ou que sei tudo e tal... nada disso. Fui obrigado a pensar em português, imaginar a resposta em português e responder em italiano. Péssimo modus operandi. Claro que deu bodega, disse umas frases mas atrofiei-me todo, não mostrei o que sabia. Passei a inglês e chumbei a italiano.

 

Ah.. e das duas avaliadoras que lá estavam nenhuma falava italiano, não sei que autoridade é que tinham para me chumbar nessa língua.

 

Lá me desejaram boa sorte e que iriam dizer, na próxima semana, se fui seleccionado ou não para a(s) vaga(s), mas não tenho esperança nenhuma lol.

 

Nem vou dizer qual era a empresa, para não dar uma imagem má. Mas não deixa de me chocar.

 

Enfim, hão-de vir mais oportunidades. E acho que nem vou passar muito mais neste tópico para não ficar ainda mais decepcionado.

 

tumblr_lk8egbjfYa1qfrkx1o1_500.gif

 

Arrivederci

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Guest Dpitz

Ai que palhaço :lol: :lol:

 

Wo, é o que o Nikel disse. Se há coisa que eles não querem que se faça, é pensar a resposta numa língua e traduzi-la mentalmente para outra língua. Ao fazerem como dizes, estão a fazer o exacto oposto. O ideal seria sempre fazer 1, 2, 3 (as que fossem precisas) perguntas numa língua (com a resposta na mesma língua), depois mudar repentinamente para outra língua, fazer mais 1, 2, 3, 4 perguntas (com a resposta nessa língua) e por aí adiante.

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Ai que palhaço :lol:/> :lol:/>

 

Wo, é o que o Nikel disse. Se há coisa que eles não querem que se faça, é pensar a resposta numa língua e traduzi-la mentalmente para outra língua. Ao fazerem como dizes, estão a fazer o exacto oposto. O ideal seria sempre fazer 1, 2, 3 (as que fossem precisas) perguntas numa língua (com a resposta na mesma língua), depois mudar repentinamente para outra língua, fazer mais 1, 2, 3, 4 perguntas (com a resposta nessa língua) e por aí adiante.

Exacto, até podem usar várias línguas, mas pergunta e resposta deviam ser na mesma língua.

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E que resposta é que se pode dar nessa situação?

 

"Foi o primeiro de que se lembraram"

"Era o nome do médico"

 

Algo dentro disso?

Tens que mostrar confiança e que não acusas os golpes.

No caso do meu conhecido, a resposta que deu nem foi das piores, mas ao terminar a frase com o "porquê", passou imediatamente a ser desafiador, etc.

 

No fundo, tens de responder como responderias se a outra pessoa estivesse a ser simpática e decente.

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LOL ri-me :lol:/> Que raio de nome é esse? :lol:/>

 

Btw, para essas cenas das PwC e assim pode-se candidatar toda a gente, certo? Ou tem de ser só da área de economia?

as disciplinas de contabilidade/financeiras que dão nas engenharias não chegam para concorrer.

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LOL ri-me :lol:/> Que raio de nome é esse? :lol:/>

 

Btw, para essas cenas das PwC e assim pode-se candidatar toda a gente, certo? Ou tem de ser só da área de economia?

falei com um gajo de lá que tirou informática no técnico.

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Sinceramente não há respostas padrão. Tens de sentir o ambiente. Tens de conseguir ler o teu interlocutor e ver o que podes/deves e não podes/deves dizer. Sempre que cheguei a entrevistas dessas, carregadas de pressão psicológica, joguei sempre as cartas que saiam no momento, porque tu não sabes o jogo do "adversário" e cada caso será sempre diferente. Esta é pelo menos a minha opinião quanto a estes casos.

 

Tens que mostrar confiança e que não acusas os golpes.

No caso do meu conhecido, a resposta que deu nem foi das piores, mas ao terminar a frase com o "porquê", passou imediatamente a ser desafiador, etc.

 

No fundo, tens de responder como responderias se a outra pessoa estivesse a ser simpática e decente.

 

É o melhor a fazer, está visto. Responder conforme o momento e imaginar uma situação amigável. Nice :fixe:

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O PEPAC é uma iniciativa governamental inserida no Programa “Impulso Jovem” e conta com organização e gestão do INA. Os Estágios visam proporcionar uma experiência profissional em contexto real de trabalho.

 

No total estão disponíveis 1.905 estágios a decorrer em todas as capitais de distrito e regiões autónomas. As candidaturas realizam-se no sítio web do PEPAC em https://www.bep.gov.pt/pages/estagios.

 

Que acham?

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Para quem não arranja mais nada, é melhor que estar a coçá-los, mas são 691,71 €/mês brutos + subsídio de alimentação. Não acho grande coisa.

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Para quem não arranja mais nada, é melhor que estar a coçá-los, mas são 691,71 €/mês brutos + subsídio de alimentação. Não acho grande coisa.

 

 

rly?

 

 

Tá bem que os meus últimos ordenados eram de 1000/1200, mas tendo em conta que eram limpos e fazia 5/6 horas, das 21 até às 2, e estava num bar rodeado de gajas, acho que está óptimo :mrgreen:

 

Agora em cenários normais, não considero 690 + subsídio nada mau, quem me dera a mim ter isso enquanto a época não começa

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Guest Dpitz

Para quem não arranja mais nada, é melhor que estar a coçá-los, mas são 691,71 €/mês brutos + subsídio de alimentação. Não acho grande coisa.

Tendo em conta que é para recém licenciados não me parece mau, de todo.

Claro que podia ser melhor, mas não é de desdenhar.

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Para quem não arranja mais nada, é melhor que estar a coçá-los, mas são 691,71 €/mês brutos + subsídio de alimentação. Não acho grande coisa.

Porra como é que tens a coragem de dizer isso?

Editado por Matias Fernandez

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Tirem os 11 % da Segurança Social + a retenção na fonte e vejam com quanto é que ficam no fim do mês. Isto é uma boa maneira do Estado promover os baixos salários. Não é por estarmos em crise que devemos ser menos exigentes. Menos de 700 €/mês líquido é pouco para um recém-licenciado, ainda para mais quando o interesse do Estado deveria ser o de captar os melhores jovens disponíveis no mercado de trabalho.

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Não é uma questão de ser menos exigente, se estiveres sem trabalho não vais aceitar esse estágio só porque não te dão mais de 700€?

Editado por Matias Fernandez

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