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Sporting - Futebol (tópico prestes a fechar)

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O Carrillo, e o Bruma também, a meu ver nunca serão jogadores de top se continuarem como estão.

 

Um extremo não pode querer só a bola nos pés. Só querem bolinha no pé, nunca pedem uma bola no espaço em velocidade. Assim fica difícil de fazer roturas nas defesas adversárias

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Joaozinho, ML, Ricky, Patricio, Schaars, Adrien, Elias, Pranjic, Boula. Mais quantos outros. É basicamente certo que tanto a equipa técnica como o plantel vão sofrer uma revolução completa. Duvido que saiam os da formação, excepto Adrien (ganha simplesmente demasiado para o que mostrou numa época, e duvido que as coisas mudem para a próxima, porque o seu tem muito demérito dele mesmo) e Patrício.

 

Estamos nas mãos da direcção. Se souberem gerir, corre bem, se mostrarem inocência/inexperiência na revolução que terão de fazer ao plantel (principalmente o BdC... acredito que a inexperiência o possa prejudicar um pouco nos seus primeiros anos, algo que ultrapassará de forma mais que natural com o passar dos anos), na época transacta.

 

Dos jogadores que oferecem experiência, não sei, honestamente, quem fica. Gostava de ter o André Santos de volta, dos emprestados. O Salomão fez uma boa época? O Onyewu deve sair, também, pelo elevado ordenado. Ou não.

Depende muito da abordagem da direcção... se for numa de reduzir custos, há jogadores que saem (de caras), se por outro lado quiserem que predomine a vontade e experiência, é possível que fiquem uns 2 ou 3 de ordenado alto.

Muiiitas incógnitas. Estou muito curioso para a AG!

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Joaozinho, ML, Ricky, Patricio, Schaars, Adrien, Elias, Pranjic, Boula. Mais quantos outros. É basicamente certo que tanto a equipa técnica como o plantel vão sofrer uma revolução completa. Duvido que saiam os da formação, excepto Adrien (ganha simplesmente demasiado para o que mostrou numa época, e duvido que as coisas mudem para a próxima, porque o seu tem muito demérito dele mesmo) e Patrício.

 

Estamos nas mãos da direcção. Se souberem gerir, corre bem, se mostrarem inocência/inexperiência na revolução que terão de fazer ao plantel (principalmente o BdC... acredito que a inexperiência o possa prejudicar um pouco nos seus primeiros anos, algo que ultrapassará de forma mais que natural com o passar dos anos), na época transacta.

 

Dos jogadores que oferecem experiência, não sei, honestamente, quem fica. Gostava de ter o André Santos de volta, dos emprestados. O Salomão fez uma boa época? O Onyewu deve sair, também, pelo elevado ordenado. Ou não.

Depende muito da abordagem da direcção... se for numa de reduzir custos, há jogadores que saem (de caras), se por outro lado quiserem que predomine a vontade e experiência, é possível que fiquem uns 2 ou 3 de ordenado alto.

Muiiitas incógnitas. Estou muito curioso para a AG!

Não estás à espera que se fale de todo o planeamento futebolístico na AG, pois não? Há assuntos muito mais importantes para discutir, e aqui refiro-me à análise que os sócios têm de fazer à reestruturação acordada com a banca.

Editado por AndreSCP7

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O Carrillo, e o Bruma também, a meu ver nunca serão jogadores de top se continuarem como estão.

 

Um extremo não pode querer só a bola nos pés. Só querem bolinha no pé, nunca pedem uma bola no espaço em velocidade. Assim fica difícil de fazer roturas nas defesas adversárias

É basicamente isto.

O Bruma nunca procura o espaço, pede a bola no pé e depois tenta o 1-1.

Ele ainda tem muito por onde evoluir antes de se assumir como titular no Sporting

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Não estás à espera que se fale de todo o planeamento futebolístico na AG, pois não. Há assuntos muito mais importantes para discutir, e aqui refiro-me à análise que os sócios têm de fazer à reestruturação acordada com a banca.

E já agora, também importante e a partir dessa análise, perceber ao certo e de forma detalhada qual vai ser o volume de investimento nas modalidades, porque os rumores que correm não são muito famosos.

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Resumindo então quando respondeste ao meu post, em que falava dos avançados, foi só porque sim, para ser da çena :lol: falaste sem conhecimento de causa :lol:

 

lol

 

menos parvoice sff

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E já agora, também importante e a partir dessa análise, perceber ao certo e de forma detalhada qual vai ser o volume de investimento nas modalidades, porque os rumores que correm não são muito famosos.

Também, também.

Mas acho que o BdC disse que no futsal o orçamento será igual, agora estou realmente curioso para saber como vai ser nas outras modalidades...

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E já agora, também importante e a partir dessa análise, perceber ao certo e de forma detalhada qual vai ser o volume de investimento nas modalidades, porque os rumores que correm não são muito famosos.

Pelo menos, parte do rumor já foi desmentido (futsal) pelo presidente.

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Também, também.

Mas acho que o BdC disse que no futsal o orçamento será igual, agora estou realmente curioso para saber como vai ser nas outras modalidades...

Sim, ele disse que o investimento é para manter, agora falta saber sobretudo o futuro do andebol, onde se fala numa redução significativa de orçamento, e se vai haver orçamento destinado a novas modalidades (estou a pensar no voleibol e numa hipotética entrada no ciclismo).

 

Quanto ao Carrillo e ao Bruma, o primeiro nunca deve ter tido um treinador que lhe pedisse isso (para procurar a bola no espaço) porque ele no campeonato peruano tinha espaço para ter a bola no pé e não precisava desse tipo de movimentos, e quanto ao Bruma, esse tipo de movimentos não me parece ser encorajado na Academia porque se joga muito de pé para pé e em posse. Também acho que eles beneficiavam muito em procurar essas movimentações porque são 2 jogadores rapidíssimos e fortes no 1x1, mas convém ter um treinador que os obrigue a isso, que os faça perceber em que situações e em que contextos devem explorar isso. Agora, sem um treinador que os ensine, podem crer que ambos ficarão muito aquém de todo o enorme potencial que têm.

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As pessoas aqui têm noção de que o Bruma está no segundo ano de Junior certo ?

É que parece que já querem um jogador feito.

Tem muito que evoluir ? Tem.

Mas isso não significa que não venha a dar jogador de topo.

Estamos a falar dum miúdo que noutras condições ainda estava no futebol de formação.

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Já que falam em assuntos extra-futebol: auditoria de gestão. Quando é que haverão novidades?

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Já que falam em assuntos extra-futebol: auditoria de gestão. Quando é que haverão novidades?

Deixa primeiro a casa ficar arrumada, que depois avança-se para isso tudo. É preciso tempo e paciência.

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Deixa primeiro a casa ficar arrumada, que depois avança-se para isso tudo. É preciso tempo e paciência.

Mas ainda não começou, sequer? É que como foi dito que seria uma empresa especializada a fazer a dita auditoria, pensei que a mesma pudesse ser feita no decorrer da época, sem afectar o trabalho da direcção. Interferindo, que se atrase a auditoria, caso não haja consequências negativas.

É que com pessoal possivelmente a ser preso, e tal, talvez seja possível haver algum tipo de benefício para o clube (que não o de limpar a honra), dado que se tratam de actos criminosos.

E ainda falta outro jogo, bah!

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Não vi o vosso jogo com atenção, mas porque raio o André Martins foi substituído? Pareceu-me que estava a ser dos mais esclarecidos no vosso ataque.

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O que acham da opção de um empréstimo do Carrillo na próxima época?

 

Acho que seria inútil e um ano perdido na evolução do jogador. Para isso mais vale vendê-lo.

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Não vi o vosso jogo com atenção, mas porque raio o André Martins foi substituído? Pareceu-me que estava a ser dos mais esclarecidos no vosso ataque.

Problemas físicos, segundo ouvi.

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O Ilori é que esta a ter uma evolução superior à que esperava. Muy bien.

Era importante que renovasse mesmo que fosse para emprestar durante um ano.

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Primeiros dias de Julho de 2010, acordo com a seguinte SMS: «Moutinho no FC Porto». Fui a todos os sites da especialidade, percorri os vários canais de TV e apesar de não se falar de outra coisa, apenas quase dois dias depois o negócio foi oficializado.

 

Fiquei estupefacto: o capitão do Sporting acabava de trocar Alvalade pelo Dragão. A minha surpresa não se deveu à sua saída propriamente dita. Estarrecido fiquei por constatar a aselhice (bem maior do que ousei imaginar) dos dirigentes sportinguistas e, acima de tudo, a grande falta de carácter, decência e respeito de Moutinho. Contudo, apesar da generalidade da comunicação social ignorar os contornos de negócio (é conveniente não ter problemas com os azuis e brancos) as peças que faltavam foram chegando lentamente e hoje compõem todo o «puzzle».

 

No final da época 2006-2007, João Moutinho renovou contrato por seis épocas. Tornou-se um dos atletas mais bem pagos do Sporting (salário na ordem dos 110 mil euros), sendo nessa mesma época empossado capitão do emblema leonino. Na época seguinte, Scolari convoca-o para o Euro 2008, este agarra a titularidade e brilha ao mais alto nível. Diversos clubes sondam o jogador, fala-se em Lyon, Zenit, Everton e até o Barcelona – chegou aos 10 milhões, recusados por Soares Franco. Os leões resistem ao assédio e Moutinho começa a temporada 2008/09 de leão ao peito.

 

No contrato assinado um ano antes, havia uma cláusula curiosa: se o Sporting recusasse uma oferta acima dos 15 milhões, deveria pagar 10% desse valor ao jogador. A pré-época está prestes a começar e o Everton oferece 15 milhões de euros, prontamente recusados. A proposta nunca foi feita oficialmente, apenas chegou à SAD pela boca de Pini Zahavi (empresário do jogador). Moutinho exige os seus 1,5 milhões de euros. Soares Franco pede a proposta oficial, que obviamente não chega a Alvalade (sabendo que seria recusada, porque faria o Everton a dita proposta?). A estratégia passa pela pressão pública.

 

Num jogo de pré-época, em que estava no banco e sem autorização para falar à imprensa, Moutinho convoca os jornalistas para dizer que quer sair do Sporting. O presidente mantém-se irredutível e mesmo contrariado o jogador permanece em Alvalade. Se não queria estar no clube, devia renunciar ao lugar de capitão ou então ser afastado desse cargo. Se é difícil manter alguém contrariado, mais difícil é continuar como líder de um grupo do qual faz questão de afirmar que não quer fazer parte. Se queria partir, pagava a cláusula de rescisão do contrato que assinou, apenas um ano antes, de livre e espontânea vontade. Isso não aconteceu, e neste período surgem os primeiros boatos de um desfecho que há muito era planeado.

 

Em Abril de 2008, cerca de dois meses antes da primeira birra do jogador, Pinto da Costa (PC) expressa a sua profunda admiração pelo capitão leonino: «é um jogador à Porto». Meses mais tarde, Moutinho, já contrariado no Sporting, encontra-se com Pini Zahavi, dois dirigentes portistas e PC num hotel do Norte. Um encontro casual para a imprensa nacional…

 

A época 2008/09 termina e o Sporting fica muito aquém dos seus objectivos. Apesar da crise iminente, Bettencourt assume a presidência e renova com Paulo Bento. Soares Franco, antes de abandonar, mais uma vez, renova com João Moutinho, que passa a auferir cerca de 125 mil euros por mês. A par de Bruno Alves, é o jogador lusitano mais bem pago em Portugal e o que mais recebe em Alvalade.

 

No novo contrato, a cláusula da polémica é retirada e a de rescisão reduzida (passa de 30 para 22,5 milhões de euros) para facilitar a eventual saída do jogador.

 

O desastre anunciado que seria a época 2009/2010, parece não ter fim: Bento e Pedro Barbosa caem, Sá Pinto (sucedia a Barbosa) também e os leões acabam a época com Costinha à frente do futebol. Na primeira iniciativa como director, Costinha convoca Moutinho para uma reunião com vista a melhorar o desempenho da equipa. O capitão, apresenta-se apenas para reivindicar a saída.

 

Apesar de não ser titular na selecção de Carlos Queiroz, marca presença no banco lusitano, em todos os jogos da fase de qualificação. Contudo, acaba estranhamente afastado do Mundial 2010. A convocatória final é revelada com a presença de 6! defesas centrais, sendo que dois: Pepe (ainda a recuperar de lesão, sem saber se sequer teria condições de jogar na competição) e José Castro (nunca tinha sido opção) para jogarem no meio campo. Jogadores que nunca foram opção como Ricardo Costa e Daniel Fernandes (em detrimento de Quim, campeão no Benfica e Rui Patrício – destaque no Sporting) são também misteriosamente recordados por Queiroz. Na chegada à África do Sul, Nani lesiona-se e o professor decide reforçar o miolo. A opção clara é o regresso de João Moutinho, mas o professor mais uma vez ignora aquele que foi sempre uma das suas primeiras opções e chama Ruben Amorim, segunda escolha de Jorge Jesus no Benfica.

 

Moutinho estava contrariado em Alvalade, perdeu o Mundial e o seu passe acabou por desvalorizar, ficando à mercê de diversos clubes europeus, mas acima de tudo, disponível para as capacidades financeiras do Porto. Luiz Felipe Scolari, assumiu em Maio de 2012, que Pinto da Costa tinha muito poder na Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e que influenciava as convocatórias exercendo pressão sobre Gilberto Madaíl (à época presidente da FPF). O respeito e receio de Madaíl sobre PC são explícitos nas escutas do Apito Dourado. O pulso firme de Scolari chocou com os poderes instalados e colocou o brasileiro constantemente na mira de PC. As declarações de Felipão só vêm confirmar algo que já se sabia mas não era público e ajudam a explicar este negócio rocambolesco e a convocatória absurda do professor Queiroz.

 

No início dos trabalhos da época 2010/11 o capitão leonino ficava trancado nos quartos da Academia de Alcochete recusando treinar e enviando mensagens ao presidente do clube: «Vendam-me para o Usbequistão, Benfica ou FC Porto quero é sair”; “Nunca mais vou vestir a camisola do Sporting»; «Estou disponível para cooperar com a comunicação social e dizer que tudo fiz para ir para o FC Porto» – foram algumas das frases reveladas por Bettencourt na explicação do negócio.

 

Semanas antes deste processo, Zahavi já tinha manifestado ao presidente leonino a vontade em sair de Moutinho. O empresário israelita, apesar de muito bem relacionado, apenas conseguia 7 milhões de euros. Um valor demasiado baixo para a real valia do jogador. Bettencourt, cansado das birras de Moutinho, cede às pressões e aceita vender o jogador por um valor na ordem dos 10 milhões de euros. Passa um documento assinado a Zahavi que permite vender o jogador a qualquer clube que apresente este valor (incluindo portugueses – erro chave que permite o negócio), misteriosamente só surge o FC Porto. Bettencourt mandata então mais 4 empresários: entre eles o grande Jorge Mendes, homem capaz de pôr um jogador do Casa Pia (só fez a pré-época em Guimarães) em Old Trafford. Bebé custou 9 milhões de euros, sem chegar a internacional luso, jogar numa divisão profissional, alinhar numa equipa grande e disputar as competições da UEFA – tudo isto porque ao contrário do caso leonino, Mendes tinha cerca de metade do passe de jovem casa-piano. Para Moutinho, internacional português, figura de destaque de um grande português (à época presença constante na Liga dos Campeões) o super Mendes não conseguia nada. A surpresa foi geral. Esta semana, a resposta chegou em forma de escuta. A promiscuidade entre Jorge Mendes e Pinto da Costa fica bem patente ao mais incauto dos ouvintes. Pinto da Costa tinha o negócio traçado há muito e empresário algum, o iria atravessar. Muito menos um dos seus vassalos.

 

O ingénuo Bettencourt acabou por ceder à chantagem de Moutinho («Já tenho acordo com Porto, deixem-me sair»- feito como é evidente há muito tempo) e ao desespero pela inexistência de propostas. As famosas tácticas de pressão do FCP tiveram um final feliz. Foi assim com Walter, Kléber e tantos outros. Bettencourt foi fraco, caiu com a pressão e fez aquilo que FC Porto e Moutinho há muito trabalhavam para conseguir. Os beneficiados da história, novamente, foram o clube prevaricador (assédio a um jogador sob contrato e o trabalhador que pago a peso de ouro se recusou a exercer a profissão. Um menino mimado que se portou como se fosse alvo do trabalho «escravo» que é prática comum em Portugal e às vezes não chega para um, reles, salário mínimo. Passou um atestado de estupidez a todos aqueles que lutam por uma vida melhor e vêm comportamentos indecentes destes passarem sem punição.

 

João Moutinho foi um símbolo da formação do Sporting. Chegou com 13 anos e foi o capitão mais novo (20 anos) da história recente do clube. Historicamente, o Sporting sempre maltratou os jogadores da formação. Contratos precários (em contraponto com indivíduos sem valor, que não jogavam e recebiam mais) e renovações em cima do joelho fizeram parte do percurso de craques como Figo, Ronaldo, Nani ou Quaresma. Muitos não foram preservados e acabaram por sair a preço da chuva. Com Moutinho tudo foi diferente:

 

Teve sempre contratos privilegiados (com chorudos prémios de assinatura) e revistos constantemente (assinados de livre e espontânea vontade); Foi a cara de todas as grandes iniciativas do clube; Teve o patrocínio financeiro leonino para tapar os buracos (na ordem do milhão e meio de euros) que a sua péssima gestão criou na escolinha de futebol que possui no Algarve;

 

Não sou do tipo que acha que os jogadores devem ter mais amor à camisola e são todos uns mercenários. São profissionais como qualquer outra pessoa, devem trabalhar nos limites, respeitar os contratos que têm e quem lhes paga. Aceito perfeitamente a ambição de Moutinho em vencer títulos ou subir profissionalmente na carreira. O que não tolero são sentimentos como ingratidão, desonestidade, falta de carácter ausência de frontalidade, humildade, educação, respeito e acima de tudo: profissionalismo. Se pretendia sair falava com quem de direito (ou pagava aquilo que estava estipulado no contrato que assinou livremente) mas nunca deixava de trabalhar ou mostrar respeito por quem arcava com os seus vencimentos.

 

Depois de ter sido acusado de ser uma «Maçã Podre» e de toda a sua triste figura ter sido tornada pública, nunca teve a hombridade de se defender ou sequer tocar no assunto (esteve meses sem falar com a imprensa – sequer foi apresentado no Dragão).

 

Preferiu usar, muito mais tarde, a táctica azul de que os títulos lhe deram razão. Medíocres e repugnantes são aqueles que acreditam que todos os fins justificam os meios. Falava-se numa maçã mas a verdade é que a podridão de Moutinho pôs a nu todo o «Pomar Podre» que é o futebol português. Um filme com o alto patrocínio de empresários com colares de mérito do Estado, dirigentes corruptos que só são condenados em comentários no Youtube e treinadores medíocres que convocam jogadores mediante a escolha de terceiros.

 

Diz a sabedoria popular que homem pequenino é velhaco ou dançarino e eu nunca vi Moutinho dançar.

 

http://palavrasaoposte.wordpress.com/2013/05/13/pomar-podre/

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Fala-se no twitter que o Arsenal está a tentar comprar o Rui Patricio. Ofereceram 15M€ por ele.

Sei que tivemos aí malta em Alvalade a ver o Patrício mas, tanto quanto sei, não fizemos proposta nenhuma.

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Ainda na senda do outro texto que meti aqui. Tem havido muitos em forma de "resposta", mas este, para mim, é o melhor.

 

Sportinguismo, cinzentismo e anti-benfiquismo

 

Vamos directos ao assunto: dizerem-me que não posso rir de tristezas alheias quando estou triste, é o mesmo que, depois de eu ter caído, de forma patética, no meio da rua, não posso rir-me de outra pessoa que se espalhe ao comprido. É o mesmo que dizerem a um velhote (não me lixem, eu gosto da palavra, bem melhor do que cota ou sénior ou idoso. Troquem por antigo, se preferirem) que teve o azar de mijar-se nas calças, que não pode rir-se do vizinho quando este se borra pelas pernas abaixo.

 

Os exemplos poderiam continuar, conduzindo-nos a uma constatação: dizerem-me que não me posso rir ou fazer piadas com uma derrota do Benfica, só porque o Sporting está na m*rda, é estúpido. Eu diria mais, é cultivar um estado de alma mais melancólico que o fado; é cultivar um cinzentismo doentio que assenta, em minha opinião, na incapacidade de rirmos de nós mesmos. E sem essa capacidade, meus caros, esta vida é bem mais insípida.

 

Mais irritante, ainda, é ver supostos iluminados da blogosfera, misturarem essa capacidade de continuar a rir nos momentos dolorosos, com o tantas vezes falado “anti-benfiquismo”. Vou ser o mais sincero possível: não vi o jogo. Ou, se preferirem, vi 15 minutos, algures a meio da primeira parte. Senti que não tinha nada a ver com aquele filme, sendo que o meu único desejo, irrealizável, era que perdessem os dois. Até porque, cada vez menos, se consegues distinguir os meios utilizados para atingir os fins. Entretanto, estava eu sossegado a ver um filme (Detachment, vejam que vale a pena), começo a ouvir gritos na rua. «Olha, acho que o Benfica marcou», disse à minha mulher, acreditando ser o meu vizinho o autor do descontrolo. Vamos à net, confirmar quem marcou, e, entretanto, chega um sms de um Sportinguista. “Golo do Porto”, dizia a mensagem. «Esse gajo preocupa-se mais com o Benfica do que com o Sporting. Acho isso triste», digo eu. «Mas isto tem piada», responde-me ela. «Obviamente que tem piada, principalmente depois de todo o carnaval das últimas semanas», completei eu.

 

Parece-me que este pequeno exemplo espelha bem o que pretendo dizer: não me peçam para festejar golos, marcados por qualquer um destes clubes. Mas não me venham com conversinhas de m*rda, dizendo-me que rir-me dos outros é não conseguir ser superior. Isto é futebol, crl. E, ao contrário do que o tal iluminado escreveu, é uma das coisas que, ao longo da vida, nos permite «apontar o dedo e gozar como um menino traquinas da primária»

@Cherbakov n'O Cacifo do Paulinho

 

E muito bom esse texto aí em cima. Junta algumas peças que eu nunca tinha relacionado.

Editado por doom_master

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O problema não é rirem-se da desgraça alheia, é festejarem a desgraça alheia quando ela indirectamente também nos atinge, como no caso do empate do Estoril na Luz.

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O Ilori é que esta a ter uma evolução superior à que esperava. Muy bien.

Era importante que renovasse mesmo que fosse para emprestar durante um ano.

 

 

Ilori pra emprestar?

 

O miúdo tem de ser titularissimo.

E digo que não mexia nesta dupla para o ano. Evoluiram muito os dois juntos.

 

O Ilori neste momento tá numa fase comigo que até mesmo se falhar eu digo que ele teve bem :mrgreen:

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Ilori pra emprestar?

 

O miúdo tem de ser titularissimo.

E digo que não mexia nesta dupla para o ano. Evoluiram muito os dois juntos.

 

O Ilori neste momento tá numa fase comigo que até mesmo se falhar eu digo que ele teve bem :mrgreen:

E onde metes o Dier? :mrgreen:

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