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Duke29

Salário e trabalho dos professores subiram até 2011

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Sinceramente, será que neste tópico não há ninguém que trabalhe/ já trabalhou ou que não tenha um pai a trabalhar no sector público? É que se há não parece...

 

Posso te dizer ambos os meus pais são professores, deveriam estar no topo da carreira, anos de serviço e essas tretas todas, e recebem o mesmo que recebiam desde de 2010, para aí.

 

As regalias não sei se ele está a falar dos cortes no ADSE ou outra coisa qualquer, a redução das férias ou o aumento da idade da reforma para os mesmo que estão a trabalhar há mais de 25 anos?

 

Felizmente uma das regalias que eles, ainda, possuem e não ter de se preocupar em qual é a escola em que vão trabalhar para o ano, nem terem de mover a família toda atrás.

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Sinceramente, será que neste tópico não há ninguém que trabalhe/ já trabalhou ou que não tenha um pai a trabalhar no sector público? É que se há não parece...

De facto, aqui concordo. Toda a gente tem demonstrado bem mais conhecimento do que trata o tópico do que o próprio autor. Só podem estar dentro do sistema!

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Sinceramente, será que neste tópico não há ninguém que trabalhe/ já trabalhou ou que não tenha um pai a trabalhar no sector público? É que se há não parece...

Computador é um luxo que só um professor/funcionário público tem acesso, por isso é que aqui é só gente com FPs na família.

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É incrivel a falta de noção de certas pessoas. Há gente que merece o país que tem. E o pior é que há muito mais gente que pensa assim. A sorte é que ao longo dos tempos vão ser cada vez menos.

Ah e subir salários é uma coisa normalíssima, ainda para mais com mais horas de trabalho. E não esquecer que com o aumento da carga fiscal, muito provavelmente, o salário líquido tem diminuído. É melhor as pessoas informarem-se antes de mandarem papaias.

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Eu. Trabalho no privado e que saiba não tenho um único familiar a trabalhar no sector público.

 

x2

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O problema é que muita gente fala sem ter qualquer conhecimento no assunto, e isso tem sido uma coisa recorrente. O governo também tem feito por isso, para manchar o nome dos professores. Não sei se o duke tem conhecimentos próximos de um professor, se sabe como funciona a profissão, se conhece as condições em que trabalham os professores. Se não tem esses conhecimentos é normal que diga o que diga. Faz o que é normal neste pais que é desvalorizar a profissão.

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Então se sabes tão bem o que se passa explica para um inculto como eu, pois o que se tem visto nestes últimos tempos são pessoas que só conseguem olhar para o próprio umbigo sem olharem para o estado geral do país.

os meus pais são professores e sei perfeitamente o que eles passam, desde há uns anos atrás que as carreiras congelaram e essa noticia que puseste é mentira, têm sempre mais trabalho e recebem cada vez menos e tu tens a lata de dizer que os professores só olham para o umbigo e recebem muito bem pelo que trabalho que fazem!? tem dó, vai lá para o teu laboratório de quimica e não te metas a comentar assuntos que desconheces.

Editado por Matias Fernandez

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Entre 2005 e o ano lectivo 2010/2011, o aumento dos salários dos professores portugueses — 12% — foi superior ao registado nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) — apenas 3%. Mas o número de horas lectivas também cresceu significativamente em Portugal. Os professores do secundário, por exemplo, passam 774 horas por ano a ensinar alunos, mais 110 horas do que os seus colegas dos outros países. Já o tempo que têm para se dedicar a tarefas não lectivas — como avaliar os estudantes ou preparar lições — é inferior à média.

 

Mas numa altura em que as condições de trabalho dos docentes estão na ordem do dia — os professores recusam um aumento do horário de trabalho —, retomemos os indicadores que remetem para as condições laborais da classe.

 

Horários de trabalho, em primeiro lugar. De 2005 para 2011, o “tempo dedicado ao ensino” a que os docentes estão obrigados em Portugal aumentou significativamente — mais 65 horas por ano nas escolas primárias, mais 210 por ano no 3.º ciclo, mais 265 no secundário.

 

Diz ainda o relatório que os professores portugueses das escolas públicas passavam, em 2011, mais horas a ensinar os alunos do que a média dos docentes da OCDE — o que é verdade em todos os níveis de ensino não superior, com excepção do pré-escolar. No básico (1.º e 2.º ciclos), por exemplo, são 880 horas por ano (em Portugal) contra 790 (média OCDE).

 

Para a OCDE, as “horas de ensino” são definidas como o tempo passado a ensinar “um grupo ou uma turma de alunos”, excluindo, portanto, o tempo destinado a outras tarefas dentro ou fora da escola. As alterações ao Estatuto da Carreira Docente, que entrou em vigor em 2007, e aos vários despachos que alteraram a organização do ano lectivo de então para cá, ajudarão a explicar por que razão passam hoje os professores portugueses mais tempo na sala de aula do que há uns anos. Mas o que se passa com os horários quando se olha para o total de horas regulamentares de trabalho — incluindo a chamada componente não lectiva?

 

O cenário muda de figura. Segundo o relatório, o horário total de um professor de uma escola pública em Portugal (soma da componente lectiva e não lectiva) são 1508 horas por ano, quando a média da OCDE ronda as 1670 e a da União Europeia as 1600. Os docentes portugueses têm um horário de trabalho menor — superior, ainda assim, que ao praticado em Espanha (1425 horas), mas bem menos pesado que a dos professores suecos, por exemplo (1767 horas).

 

A OCDE nota que o facto da componente lectiva representar nalguns países uma grande fatia do horário dos professores pode significar “menos tempo dedicado a tarefas como avaliar os alunos ou preparar lições”. Não se refere especificamente a Portugal neste ponto. Mas os números mostram que, em Portugal, 51% do tempo regulamentar de trabalho dos professores do secundário é dedicado a dar aulas, quando a média da OCDE é 39%.

 

Os salários e as turmas

O relatório apresenta vários cálculos a partir dos salários médios dos professores ao fim de 15 anos de carreira (salários brutos, anuais). E conclui o seguinte: na última década, esta classe profissional viu, na generalidade dos países da OCDE, a sua remuneração subir. Até que veio a crise e, entre 2009 e 2011, ela baixou, em média, 2%.

 

Em Portugal, os cortes fizeram-se sentir mais tarde — em 2009, ano de eleições, os funcionários públicos ainda foram aumentados, pela mão de José Sócrates. Os dados apresentados pela OCDE dizem respeito ao ano lectivo de 2010/2011 e a função pública só sofreu cortes em 2011.

 

Nesse ano, então, um professor do 3.º ciclo com 15 anos de experiência ganhava, na Estónia, o equivalente a cerca de 15 mil dólares ano, brutos. O país onde melhor se pagava era o Luxemburgo — o equivalente a 100 mil dólares. Em Portugal, o salário era de 39.424 anuais, menos do que a média da OCDE (39.934/ano).

 

Nota importante: estes valores que comparam os países são apresentados em paridade de poder de compra — de forma a eliminar os efeitos das diferenças nos níveis dos preços entre países. Têm também em conta apenas os salários brutos pagos a professores com qualificação mínima (sendo que nalguns países mais qualificações para além da licenciatura podem traduzir-se num acréscimo salarial) e excluem os salários dos professores contratados, bem como os salários pagos no sector privado.

 

O relatório mostra ainda que só no início da carreira e, no outro extremo, no topo da carreira, o salário de um professor português é, em geral, superior ao da média da OCDE (é mais baixo apenas nos escalões intermédios). É preciso notar, contudo, que o topo da carreira é actualmente constituído pelo 10.º escalão — criado pela ex-ministra Isabel Alçada e, nesse escalão, ainda não se encontra nenhum professor, não sendo claro, no relatório, o que se entende por topo da carreira.

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O salário da minha Mãe, que é professora, tem diminuído e o trabalho tem aumentado.

Das duas uma, ou a notícia é ridícula e foi "encomendada", ou então há professores que são especiais.

desde 2003(ou 2004) q a progressao da carreira da minha mãe foi "congelada", e consequentemente o salario desde essa altura q nao é aumentada

e n foi a unica btw

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Então se sabes tão bem o que se passa explica para um inculto como eu, pois o que se tem visto nestes últimos tempos são pessoas que só conseguem olhar para o próprio umbigo sem olharem para o estado geral do país.

 

Pessoas que só conseguem olhar para o seu próprio umbigo, que por não terem bons empregos e não lutarem pelos seus direitos não aceitam que os outros lutem pelos seus. Pessoas como tu. Precisamente. De pessoas como tu está o país cheio.

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Finalmente alguém que consegue explicar tudo do principio ao fim, sinceramente estava a comentar com base nas minhas experiências como trabalhador e com base no que ia lendo dos jornais. Desta forma parece-me que a minha única opção é ir até ali cavar um buraco para me enfiar e pedir desculpas a quem insultei de maneira errada. Pelos vistos parece ser a única coisa de jeito de que vou escrever no tópico que eu próprio abri.

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:mrgreen:

Devias ter começado por procurar uma notícia mais completa do que de um jornal desportivo. :mrgreen:

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Já agora What, já há alguma informação de como estes atrasos vão influenciar as entradas na universidade? É que tenho dois primos a fazer exames e eles não sabem como é que isto fica?

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Já agora What, já há alguma informação de como estes atrasos vão influenciar as entradas na universidade? É que tenho dois primos a fazer exames e eles não sabem como é que isto fica?

Fizeram os exames não fizeram?

Então está tranquilo que não são afetados.

 

O tópico desculpa que te diga é triste e de uma ignorância enorme, apesar de ter ficado fulo da vida quando no meu dia de exame me disseram que poderia não o fazer, concordo plenamente com os motivos da greve por parte dos professores porque não é só pelos direitos deles que lutam é também pelos nossos, alunos.

O ensino está a pagar das maiores fatias da dívida pública, é incrível como nós estamos a deixar que a nossa futura geração seja hipotecada assim e não fazemos nada para o impedir.

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Eu sei que isto parece de loucos, mas eu prefiro ter o pessoal que tem o futuro do pais a passar-lhes pelas mãos a ganhar mais que a maioria. Mas isso sou eu...

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Finalmente alguém que consegue explicar tudo do principio ao fim, sinceramente estava a comentar com base nas minhas experiências como trabalhador e com base no que ia lendo dos jornais. Desta forma parece-me que a minha única opção é ir até ali cavar um buraco para me enfiar e pedir desculpas a quem insultei de maneira errada. Pelos vistos parece ser a única coisa de jeito de que vou escrever no tópico que eu próprio abri.

 

É sempre melhor quando as pessoas reconhecem os erros :compinchas:

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Finalmente alguém que consegue explicar tudo do principio ao fim, sinceramente estava a comentar com base nas minhas experiências como trabalhador e com base no que ia lendo dos jornais. Desta forma parece-me que a minha única opção é ir até ali cavar um buraco para me enfiar e pedir desculpas a quem insultei de maneira errada. Pelos vistos parece ser a única coisa de jeito de que vou escrever no tópico que eu próprio abri.

;)

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Tanto quanto julgo saber não vai haver qualquer atraso no acesso à faculdade. Os exames serão feitos dentro de prazos razoáveis (aqueles que foram marcados depois do problema surgir), e a greve às avaliações deve estar a terminar pelo que vou lendo.

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Guest Dpitz

Vi a notícia no telejornal ao almoço e pensei imediatamente em duas coisas:

1- muito boa a altura em que isto é notícia e;

2- já sabia que ia ter este tipo de reacção (e nem precisei de ler mais que 2-3 posts do tópico).

 

Não sei o que disseram entretanto, mas não são os trabalhadores do sector público que são muito bem pagos. São os do privado que são mal pagos. Se querem igualdade, equidade e todas essas coisas, que se nivele por cima.

 

Isto é só inveja da malta que não tem essas regalias, porque se tivessem oportunidade para isso, se lhe oferecessem um cargo público com essas regalias, de certeza que não as iriam rejeitar. Posto isto, em vez de andarem a criticar quem não se pode defender e em vez de atacarem sempre os mesmos, que lutem para que as vossas condições de trabalho igualem as dos que trabalham para o estado.

 

Isto de ser FP deve ser mesmo fdd. Estão sempre a levar marteladas, pqp.

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Pessoas que só conseguem olhar para o seu próprio umbigo, que por não terem bons empregos e não lutarem pelos seus direitos não aceitam que os outros lutem pelos seus. Pessoas como tu. Precisamente. De pessoas como tu está o país cheio.

 

Grande verdade.

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Não sei o que disseram entretanto, mas não são os trabalhadores do sector público que são muito bem pagos. São os do privado que são mal pagos.

 

Isso nem é verdade em algumas áreas. Há várias profissões muito melhor remuneradas no sector privado que no sector público.

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Guest Dpitz

Isso nem é verdade em algumas áreas. Há várias profissões muito melhor remuneradas no sector privado que no sector público.

Sim mas, generalizando, a maioria é como eu disse, acho eu

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Sinceramente, será que neste tópico não há ninguém que trabalhe/ já trabalhou ou que não tenha um pai a trabalhar no sector público? É que se há não parece...

 

 

Eu trabalho no sector publico e sabes as regalias que tenho, nenhuma, desconto para segurança social como os outros, se for à urgencia pago as taxa moderadoras como todos os outros, se precisar de medicamentos tenho o mesmo desconto que todos têm, se quizer o que quer que seja tem que sair do meu bolso, e no infantario ainda como mais do que os outros porque como trabalho para o estado não consigo fugir ao fisco na declaração de IRS, por isso tenho que pagar uma mensalidade mais alta.

 

Quanto ao ordenado, vou-te dar o exemplo do que acontece comigo, tanto eu como a minha mulher que é enfermeira trabalhamos na mesma instituição, trabalhamos de 2005 o mesmo numero de horas, tirando uma ou outra situação excecional, e para teres uma ideia da nossa perda de poder de compra eu coloco aqui o nosso rendimento anual bruto:

- 2009 = 49.000€;

- 2010 = 46.000€;

- 2011 = 38.000€;

- 2012 = 32.000€;

 

Isto sem mudar de trabalho, fazendo a mesma quantidade horas, e tendo muito mais responsabilidades hoje do que tinha em 2009.

 

O que acontece comigo acontece com quase todos os que trabalham para o estado, em 3 anos perder 17.000€ afeta e muito o poder de compra de um casal, neste momento todas as compras de artigos caros têm que ser ponderadas até à exustão, agora imagina o que é cerca de 670.000 pessoas perderem 8.500€/ano do seu rendimento, isto significa que são menos 5.500M€ a entrar na economia nacional, por isso é que todos os dias vês noticias de despedimentos e fabricas a encerrar, porque os trabalhadores do estado, não têm capacidade para comprar os produtos produzidos cá, e os estranjeiros também não tem capacidade para absorver a nossa produção.

 

Não são os trabalhadores do estado que são bem pagos, são os trabalhadores privados que são mal pagos.

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Sim mas, generalizando, a maioria é como eu disse, acho eu

 

Não sei...

 

Há áreas que ficam fora da discussão, porque só existem no sector público (polícias, militares, magistrados ou embaixadores, por exemplo) e no sector privado (fábricas, comércio ou restauração, por exemplo). Daí que as comparações entre remunerações no público e no privado estejam sempre enviesada, porque se fala de vencimentos médios e metem-se embaixadores, juízes ou militares que ganham 4000/5000/6000 €/mês e metem-se empregados fabris, lojistas ou empregados de mesa que ganham 500/600 €/mês.

 

Nas que se podem comparar (ensino, saúde, secretariado, informática, economia, etc.) eu arriscaria a dizer que anda ela por ela. 50 % das profissões pagarão melhor no público e 50 % das profissões pagarão melhor no privado.

Editado por Peplin

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Não sei...

 

Há áreas que ficam fora da discussão, porque só existem no sector público (polícias, militares, magistrados ou embaixadores, por exemplo) e no sector privado (fábricas, comércio ou restauração, por exemplo). Daí que as comparações entre remunerações no público e no privado estejam sempre enviesada, porque se fala de vencimentos médios e metem-se embaixadores, juízes ou militares que ganham 4000/5000/6000 €/mês e metem-se empregados fabris, lojistas ou empregados de mesa que ganham 500/600 €/mês.

 

Nas que se podem comparar (ensino, saúde, secretariado, informática, economia, etc.) eu arriscaria a dizer que anda ela por ela. 50 % das profissões pagarão melhor no público e 50 % das profissões pagarão melhor no privado.

 

No meu ramo, Engenharia Civil, o publico é muito mal pago.

 

No privado com +- 5 anos de experiencia já ganhas bem mais que qualquer engenheiro camarário.

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