Bashir Publicado 11 Dezembro 2013 Desculpa Zacker, se calhar exagerei mas não concordei nada, uma vez mais, com a tua linha de pensamento. Vou tentar ser mais comedido da próxima vez que te quotar, vá, amigos como dantes. E gostei muito da intervenção do Le Miserable. Não tem mostrado nada porque não deixam. Tudo para te agradar :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
BDani Publicado 11 Dezembro 2013 O William, ao lado do Matic e do Fernando, tá bom para limpar botas. Por agora. *Esconde-se o mais rápido que pode* Compartilhar este post Link para o post
El Shafto Publicado 11 Dezembro 2013 Iuri? Está gordo. a tua mãe o que Compartilhar este post Link para o post
Chandler Publicado 11 Dezembro 2013 Desculpa Zacker, se calhar exagerei mas não concordei nada, uma vez mais, com a tua linha de pensamento. Vou tentar ser mais comedido da próxima vez que te quotar, vá, amigos como dantes. Quem és tu? Compartilhar este post Link para o post
Kratosthegod Publicado 11 Dezembro 2013 Por isso é que o William é o melhor jogador do campeonato até agora, e o Fernando foi retirado, julgo, do onze do Porto, e o pessoal daqui não me pareceu discordar. Tem uma capacidade de passe tremenda, é simplesmente valiosíssimo na construção de jogo. Facilita tudo. E não, não resisto! Não depois de tudo me ter caído em cima por o Fernando ser melhor defensivamente. Muito sinceramente, verde ou não, já acho o William muito mais jogador. Muitíssimo mais completo. A sua enorme produtividade tem sido inegável. Para nem falar dos prémios. f*da-se lol Gostava de saber porque é que é mais completo e em que aspetos é melhor. Mesmo que fosse verdade que tivesse saído do onze do Porto (o que não é), isso não quer dizer que não seja um dos melhores do plantel por exemplo. Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 11 Dezembro 2013 Por isso é que o William é o melhor jogador do campeonato até agora, e o Fernando foi retirado, julgo, do onze do Porto, e o pessoal daqui não me pareceu discordar. Tem uma capacidade de passe tremenda, é simplesmente valiosíssimo na construção de jogo. Facilita tudo. E não, não resisto! Não depois de tudo me ter caído em cima por o Fernando ser melhor defensivamente. Muito sinceramente, verde ou não, já acho o William muito mais jogador. Muitíssimo mais completo. A sua enorme produtividade tem sido inegável. Para nem falar dos prémios. @ghelthon: Brutal :lol: :prayer: Há dias mostraram-me uma coisa que me fez lembrar a tua pessoa. Se calhar já passou por estes lados, mas deixo aqui, até porque achei piada qb: Análise ao Sporting Clube de Portugal através da análise aos jogadores do mesmo de que agora me consigo lembrar Rui Patrício Rui Patricio mantém, felizmente, a forma a que nos habituou desde que iniciou a sua carreira no clube que tem o orgulho de ser o escolhido pelo coração dos dois maiores carvalhos de Portugal: o Bruno e o William: é-lhe indiferente, nomeadamente à motivação, ao estímulo e, em última instância, à própria forma futebolística, sofrer nenhum, poucos ou muitos golos; sequer a maneira como os sofre parece influenciar a intimidade do seu íntimo. Em consequência, está sempre no topo das suas capacidades, independentemente de qualquer circunstância que o leitor agora imagine propôr. Uma das maiores frangalhadas da história dos guarda-redes de qualquer desporto deu-a Rui Patrício há uns anos, em Setúbal; a impassividade emocional-muscular da sua cara após o mesmo deu-me a certeza de que tínhamos ali um homem que não se deixa abalar por sozinho prejudicar a equipa e levá-la à derrota e humilhação. A forma expedita e desinibida como foi buscar a bola dentro da baliza e a convicção com que bateu palmas de apoio e compreensão pelo erro que o presidente, treinadores, colegas e adeptos cometeram em o ter a titular, acumulou e reforçou perplexamente na pessoa de bem (nós todos, portanto) as garantias suficientes e necessárias de que Rui Patrício é o homem incerto no momento incerto para o lugar incerto. Tanta incerteza é natural que confunda os adversários, e daí a relutância dos mesmos em testar as incertas qualidades do Rui Patrício, pois imaginam que há o risco de o mesmo fazer uma “boa intervenção”; é deste ponto exacto que pretendo comunicar o meu desafio ao caro sportinguista: lembrar-se de um jogo em que a exibição do Rui Patricio tenha sido o principal factor de definição do resultado? Não tente, porque não há; e se houver, é porque não me estou a lembrar, o que portanto o invalida como argumento para a presente linha de raciocínio. O que há, e, especificamente, o que há até este terço de campeonato que tão surpreendentemente nos tem corrido, é um William Carvalho, o esteio social-democrata da circulação de bola desta equipa do Sporting, atento a toda e qualquer tentativa de sacrificar o Rui Patrício ao mínimo protagonismo na filtragem do jogo. Parecem felizmente longínquos os tempos de há meia dúzia de meses em que o Rui Patrício fazia William Carvalho com um pontapé para a frente que por vezes falhava. Maurício É um jogador que conheço de ouvido, e é daí exclusivamente que infiro a sua existência, ao mesmo tempo que ponho em causa a minha. Estou no minuto 80 de um jogo que tenho estado a ver com toda a atenção analítica possível, meticulosamente regado a café, chá e amor pelo Clube de Portugal, quando reparo que já não é a primeira vez que oiço o vocábulo “Maurício” ao relatador de serviço. Por entre mais uns passes do William Carvalho que chegam, contra a vontade evidente de alguns dos destinatários, ao seu destino, deixo a impressão cair, até que no dia seguinte, ao abrir o jornal, lá está, o “Maurício” teve nota 3 (0 a 5) ou 6 (0 a 10). Cédric O William Carvalho, depois de receber do Carrillo um passe atrasado, enrolado e à queima, pressionado por três adversários cheios de baba de periodentite, limpa a jogada e consegue meter, a trinta metros, o acento no “e” de “cedric”. Rojo Às vezes dou por mim a pensar como é que será a relação do William Carvalho e do Rojo no “interior do grupo de trabalho”. Temos aqui dois jogadores complementares: um perde a bola, o outro recupera-a; um está sempre no sítio errado, o outro invariavelmente no local mais aconselhável; um atira a bola para uma região, o outro parece que está a brincar ao tiro com lazer; um corre desalmadamente cada centímetro quadrado do relvado, o outro caminha calmamente para preencher o espaço onde sejam úteis duas pernas e uma cabeça; um joga à bola com os calos e as artroses, o outro com o cortex cerebral. Será que alguma vez se encontraram no balneário? A minha teoria é que são tão complementares que nunca se cruzaram, que nunca se viram, que um deles só toma banho em casa. Aposto que ao ler no jornal a reportagem ao jogo do dia anterior o William Carvalho sente com o nome “Rojo” o mesmo que eu sinto quando leio “Maurício”. Desconfio que nem o tempo dirá se tenho razão, por ser impossível que nos encontremos os três. Jefferson Jefferson é o grande jogador deste plantel, a contratação do ano, e o único, para além do Montero, com qualidade suficiente para ir comprar iogurtes líquidos ao William Carvalho. Não duvidem: o Jefferson, enquanto o William Carvalho aguenta a bola no meio-campo, é capaz de ir comprar iogurtes líquidos ao William Carvalho e de caminho passar aqui em casa para me ajudar a encontrar o outro chinelo, voltando ainda a tempo de abrir uma linha de passe ao William Carvalho, que o aproveitará ou não segundo as ordens que traga do Olímpo onde vive. Se o Montero consegue por méritos próprios uma aliança com o William Carvalho porque com ele comunga uma determinada ideologia, o Jefferson consegue-o porque está incessantemente, 90 minutos sobre 90 minutos, em todo o lado ao mesmo tempo. Para setencentos mil euros a sua capacidade de desmultiplicação pessoal no flanco é tão soberba que a minha proposta é que, em sua homenagem, se passe a chamar ao público de Alvalade de “décimo terceiro jogador”, em vez de “décimo segundo”. Escusado será informar que esta espécie de esquizofrenia posicional benigna do Jefferson necessita de um jogador que a compreenda e saiba aproveitar, que esse jogador se chama William Carvalho, e que o mesmo pertence ao plantel de futebol profissional do Sporting Clube de Portugal. Adrien e André Martins Além de defender, marcar em cima o Rojo, recuperar a bola, guardar a bola, organizar jogo, transportar a bola, lançar os contra-ataques, fazer pressão alta e ao portador da bola, participar nas bolas paradas, marcar um golinho ou outro, dar as melhores flash interviews, ter a melhor pele e ser lindo de morrer, uma das tarefas mais importantes do William Carvalho neste Sporting é a de distribuir o André Martins e o Adrien pelo campo, evitando que os mesmos vão para o Colombo às compras a meio do jogo ou que nele interfiram em demasia. Trata-se, como se imagina, de um equilibrio delicado, quer devido à qualidade futebolística intrínseca destes jogadores com o selo de qualidade das escolas do Sporting, quer por estarmos perante cidadãos que, devido ao terror incutido pelo Bruno de Carvalho, tentam justificar o salário correndo o jogo inteiro em espirais expansivas, inclusivamente aparentando pretender, em certos momentos de orgiástica miragem colectiva, imprimir um cunho pessoal ao decorrer da partida. Felizmente, os passes do William Carvalho para estes kuiper-indivíduos são sempre feitos de tal forma que a bola contém dentro de si o spin motor e informativo que lhes definirá a direcção, sentido e velocidade com que vão abandonar os pés de qualquer destes dois destinatários, pelo que, em termos estritamente de economia táctica, a soma será zero, subtraindo-se-lhe ou somando-se-lhe o tempo gasto, conforme o resultado. Carrillo Gostava de ver os resultados dos testes psicotécnicos do Carrillo; até por curiosiodade intelectual, não estritamente por razões futebolísticas. Espero, inclusive, que o museu do Sporting contenha uma vitrine dedicada à exposição dos mesmos, sem humidade e com luz especial, para que se não esboroe a tinta. Até imagino o Sporting a conseguir fazer mais dinheiro com a venda dos direitos dos testes psicoténicos do Carrillo a congressos de psicologia e psiquiatria que o Real faz com a venda de camisolas do Cristiano Ronaldo. Isto tudo, claro, na convicção, que não exagero, de o Carrillo conseguir entregar o teste psicotécnico que acabasse de fazer, pois seria provável que se evaporasse entre a sua mesa e a mesa onde o deveria depositar. O Carrillo é daquele tipo de gajos que não desafia a classificação: ele classifica o desafio; o Carrillo é também, portanto, um dilema filosófico. Esta é a minha justificação para estar aqui às voltas com ele, sem andar ou desandar; estou desculpado? Claro que não, nem queria; só queria que o Carrillo se esfumasse do Sporting, em vez das jogadas que insiste em protagonizar. Ora imaginemos um passe do William Carvalho para o Carrillo, que o isolava; este, como psicopata que é, será incapaz de o interpretar segundo os méritos com que o mesmo vem investido; em vez disso, trata-lo-à imediatamente como desperdicio de madeira, reciclando-o à luz de uma ideia própria por completo disparatada, que aliás ninguém compreende nem como disparate, nem o William Carvalho. É minha convicção que a permanência do Carrillo na equipa titular do plantel do Sporting se deve a esta incapacidade da razão humana mais profunda penetrar no ventre de cada decisão deste homem: nada do que ele faz tem coerência visível à mais elaborada ciência ou imaginação, mas, por isso, também não nos conseguimos decidir pelo seu incorrigível destrambelho futebolístico. O facto de as jogadas protagonizadas pelo Carrillo terem ‘William Carvalho, meio e fim’ perturba o discernimento das pessoas de bem que o tentam interpretar; será, então, que, por escatológica ironia, é aquele ‘William Carvalho’ no inicio das jogadas do Carrillo que nos impede de aceder a algo teoricamente tão iluminado como a psicopatia futebolística do Carrillo? Será que o William Carvalho é tão bom que nos impossibilita de cheirar a m*rda? Capel O Capel é uma espécie de Carrillo ao contrário, mas com o mesmo efeito prático; enquanto o Carrillo utiliza o desprezo que dedica à personalidade de cada jogada para à vista de milhões de testemunhas as assassinar pelas costas, o Capel sufoca-as num mar de esforço e voluntarismo procariotas; o espectador, perante este denso biombo de nevoeiro constuído de grossas gotas de suor e intrincados cristais de dedicação, não se apercebe que a bola voltou ao ponto e estado iniciais, mas com a equipa adversária melhor organizada e com mais energias. A única pessoa a perceber o que realmente se passa em cada jogada-devir do Capel é, obviamente, o William Carvalho, que por consequência só lhe passa a bola em situação de emergência nacional, ou seja, quando se sente muito ameaçado pelo Rojo; este último, depois de ver a bola a ir-se embora dos pés do William Carvalho, pensa que a mesma desapareceu em cordância com os últimos aditamentos à Teoria das Cordas, aliviando a pressão sobre o William Carvalho para ir fazer um carrinho por trás à meia-lua da grande área, levando um amarelo, após o que se sente muito injustiçado perante esta sociedade que tudo relativiza. Magrão É o unico jogador que compreende o William Carvalho; raramente joga, quando joga raramente toca na bola, quando toca na bola passa-a ao William Carvalho, e quando completa um passe para o William Carvalho o Leonardo Jardim repara nele e é imediatamente substituído. É, segundo este ponto de vista, o jogador de equipa por excelência. Precisamos de mais homens assim, e espero que na reabertura do mercado de inverno privilegiemos este perfil. Sem dinheiro não vai ser fácil, mas confio no sageza do Bruno de Carvalho. Wilson Eduardo Jogador essencial na manobra de cores da equipa; como “o outro preto” ou “o outro que tem ‘w’ no nome”, condensa a atenção xenófoba em si, libertando o William Carvalho para outras tarefas. Montero Devo começar por me achincalhar informando que a minha análise preliminar ao jogador Montero, baseada no observador YouTube, me desaconselhou a sua contratação; eram filmes que sublinhavam unicamente a sua manha goleadora (que não valorizo demasiado), e não aquilo que, no meu entender, é a principal qualidade: a capacidade de devolver a bola em boas condições a um colega de equipa, por mais adversa que seja a conjuntura em que ele próprio a recebeu (que, quando não provém do William Carvalho, costuma ser agreste como uma tempestade de neve no Tibete). Vê-se que o Montero desenvolveu esta qualidade porque lhe deu (e dá) prioridade, e não por ter nascido com a doença de bom jogador; ou seja: o Montero pensa. Portanto, com o William Carvalho, Montero é o outro jogador do Sporting que se esforça por utilizar os cornos enquanto está a jogar à bola; tecnicamente excelente, tacticamente mais que soberbo, só lhe falta arranque e velocidade a condizer para ser jogador em demasia para o Sporting. Felizmente para o Clube de Portugal, teve a infelicidade de os músculos e tendões não passarem a fasquia do mediocre, pelo que calculo que não custará muito aos "nossos parceiros" mantê-lo por cá até que seja o nosso dedicado e incontestado capitão, e eventualmente perca a titularidade para um atrasado mental qualquer que seja mais rápido e tenha melhor remate. Slimani A supresa. Ele próprio deve estar boquiaberto consigo. Falta saber se, ao lhe mostrarmos imagens das suas exibições de dez minutos, ele se reconhece naquele jogador disparatadamente oportuno e desorganizadamente incisivo. Todavia, se se reconhecer, é porque não está paralizadamente boquiaberto a olhar para o William Carvalho, o que é mau sinal, e sublinha de maneira ainda mais viva a surpresa de ele não ser uma nódoa de alcatrão que nem o génio de William Carvalho dissolveria. Com estes pressupostos teóricos, e apesar do excepcional início de campeonato, o meu conselho é que a gestão deste jogador se faça com extrema prudência, e nunca, por nunca, o castiguem à titularidade, com o Montero a segundo avançado. O Montero não pode estar mais próximo do que está do William Carvalho, porque com as semelhanças ideológicas entre ambos se corre o risco de trocarem indefinidamente a bola entre si, pelo menos até que o Adrien ou o André Martins apareçam a cortar as linhas de passe entre eles. Se o Slimani tem estado a ser útil como aterrorizador dos finais de partida, porquê tirar-lhe esta decisiva astrologia, que não é só dele para ele próprio ou de nós sobre ele, é também, e sobretudo, o que as outras equipas dele por enquanto retêm? Se passa a jogar 90 sobre 90 minutos toda a gente lhe vai reconhecer as não-manhas e os não truques e a não-maneira de jogar, assim se esvaíndo a forma doce como tem vivido a sua experiencia no Sporting. Uma palavra adicional para a sua cara: é a melhor cara do presente regime, e quem não se comover em simpatias várias ao olhar para aquele gajo deve ser imediatemente infectado com ébola. É daqueles gajos que quando vai à praça os vendedores lhe devem pôr junto das compras mais um raminho de salsa ou mais uma pêra-rocha à socapa dos clientes mais frequentes, que apesar disso nunca sonharam com borlas semelhantes. William Carvalho Nunca ouvi falar. Compartilhar este post Link para o post
Guest fiasco Publicado 11 Dezembro 2013 O William está em melhor forma que os outros dois, também por ajuda da equipa. (se bem que a exibição ontem do Matic e na LC, sobrepõe-se a qq do William) E acredito que isso influencie a opinião do Zacker., É injusto dizer que um gajo é melhor por meia época, quando os outros dois andam há anos a fazer boas épocas. E oh Perdigas, poupa-me a beleza. Nem quando aqui não tou me largas a perna, rais parta o cio. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 11 Dezembro 2013 320 mil euros a auditoria de gestão. Estou desejoso que chegue Março, além de sermos matematicamente campeões, o Godinho ainda vai pa choça. :mrgreen: ;) Uma "inside information" que obtive deu-me a entender que o preço é excelente para o volume de trabalho necessário e para o risco do trabalho em si. Compartilhar este post Link para o post
Guest fiasco Publicado 11 Dezembro 2013 aha agora imaginei ganda filme hollywood. auditores a serem raptados e assassinados. a dormirem com os peixinhos no tejo. ou carros a cairem de penhascos em "acidentes" cabeças de cavalos em camas. muahaha Compartilhar este post Link para o post
Perdigas Publicado 11 Dezembro 2013 E oh Perdigas, poupa-me a beleza. Nem quando aqui não tou me largas a perna, rais parta o cio. Não gostas de Sensible Soccers? Foi com a melhor das intenções, juro. Compartilhar este post Link para o post
Oblivion Publicado 11 Dezembro 2013 O Fernando e o Matic já atingiram um nível muito alto no panorama europeu, o William há-de lá chegar, ainda tem 21 anos e muito para evoluir, e acredito que os vai ultrapassar. O Le Miserable falou aí atrás, e esqueci-me completamente. De Franceschi :prayer: Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 11 Dezembro 2013 Ainda sobre o William http://www.youtube.com/watch?v=BkO5COKAvZM :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 11 Dezembro 2013 old já me ri o suficiente com esse vídeo. Compartilhar este post Link para o post
Guest fiasco Publicado 11 Dezembro 2013 Não gostas de Sensible Soccers? Foi com a melhor das intenções, juro. Sei lá. Nem botei a dar, assumi que vinha cagada. :mrgreen: Mas sim, curtia totil do jogo. lol Compartilhar este post Link para o post
Pickle Rick Publicado 11 Dezembro 2013 O William, ao lado do Matic e do Fernando, tá bom para limpar botas. Por agora. *Esconde-se o mais rápido que pode* Também não exageremos. Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 11 Dezembro 2013 Já cá faltavam as comparações com o Matic e o Fernando. Estavam a demorar. Não, o William Carvalho ainda não é melhor que o Matic e o Fernando. Nem sei se vai ser ou não. Só sei que, a par do Montero, está a ser a figura do campeonato, e neste momento não o trocava nem por 2 Matics nem por 2 Fernandos. Compartilhar este post Link para o post
Stout Publicado 11 Dezembro 2013 Uma "inside information" que obtive deu-me a entender que o preço é excelente para o volume de trabalho necessário e para o risco do trabalho em si. O dinheiro vai ser sempre bem gasto, se ajudar a que os croquetes não voltem para lá. Mas em termos de algum ir para a choça, não acham quase impossível? Estamos em Portugal.. Compartilhar este post Link para o post
marte Publicado 11 Dezembro 2013 (editado) QUARTA-FEIRA, 7 DE AGOSTO DE 2013 Curtíssima do Sporting x Braga Nível individual anormalmente baixo para um clube da dimensão do Sporting, e bastante baixo para a realidade recente do Sporting de Braga. Leonardo Jardim e Jesualdo Ferreira terão de ser heróis. Olha que giro... E verdadeiro. Editado 11 Dezembro 2013 por marte Compartilhar este post Link para o post
Guest fiasco Publicado 11 Dezembro 2013 O dinheiro vai ser sempre bem gasto, se ajudar a que os croquetes não voltem para lá. Mas em termos de algum ir para a choça, não acham quase impossível? Estamos em Portugal.. Ninguém vai de cana. E ninguém espera isso. E quem espera, sairá desiludio. Que sirva como lição e que fiquem os nomes registados. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 11 Dezembro 2013 O dinheiro vai ser sempre bem gasto, se ajudar a que os croquetes não voltem para lá. Mas em termos de algum ir para a choça, não acham quase impossível? Estamos em Portugal.. Eu quis dizer que o preço foi bom para o Sporting. É óbvio que vai ser bem gasto. Compartilhar este post Link para o post
Perdigas Publicado 11 Dezembro 2013 Ninguém vai de cana. E ninguém espera isso. E quem espera, sairá desiludio. Que sirva como lição e que fiquem os nomes registados. Não rima.. Compartilhar este post Link para o post