Boo Riquelme Publicado 28 Agosto 2015 vi aqui: https://www.youtube.com/watch?v=_2Y2mFGK_-4 e queria ver o outro vídeo da TVI24 onde era a Constança Cunha e Sá e mais 2 pintarolas a fazer-lhe perguntas. Mas esse já não encontro. Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 29 Agosto 2015 a Judite é sempre porquita a entrevistar o Jerónimo. até mete nojo Compartilhar este post Link para o post
Carlos Gouveia Publicado 29 Agosto 2015 Maria Luís Albuquerque diz ser “incompreensível” que consumo faça crescer a economia É certo que eu percebo pouco de Economia/Finanças, mas isto não é uma das regras básicas? 8-[ Bem, como em tudo, é preciso contextos. O consumo privado faz crescer a economia, de facto, num ano em que o consumo privado aumente 100%, a economia (o PIB) é capaz de crescer uns 60% (números um bocado à sorte). No entanto, e é aqui que é preciso o contexto, normalmente, quando um economista fala em crescimento económico, e tenta falar a sério em crescimento económico, fala em crescimento a longo prazo. Algo que, segundo uma linha ideológica que até pode ser a mais errada do mundo, mas que é, provavelmente, a mais seguida, o Consumo Privado não consegue fazer porque o que consomes a mais hoje, tens de consumir a menos amanhã (conceito de intertemporalidade e afins). Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 29 Agosto 2015 vi aqui: https://www.youtube.com/watch?v=_2Y2mFGK_-4 e queria ver o outro vídeo da TVI24 onde era a Constança Cunha e Sá e mais 2 pintarolas a fazer-lhe perguntas. Mas esse já não encontro. http://tviplayer.iol.pt/programa/21-hora/55d74f360cf2cfab91830ad8/video/55df7b180cf2f02c40ad1681 Compartilhar este post Link para o post
Cabeça de giz Publicado 29 Agosto 2015 http://tviplayer.iol.pt/programa/21-hora/55d74f360cf2cfab91830ad8/video/55df7b180cf2f02c40ad1681 tb vi, não esteve mal de todo, mas quando veio a previsivel "então mas a divida é para negociar? sabe que 60% está nas mãos de portugueses, já calculou os custos dessa decisão?" mostrou-se hesitante e mal preparado, acabou por fugir inteligentemente com frases feitas. é pena, o resto correu bem. Compartilhar este post Link para o post
Cabeça de giz Publicado 29 Agosto 2015 vê isto: a politica moderna não funciona assim, não podes corrigir um desconhecimento com ir pesquisar depois. na altura da pergunta ele não sabia, e é um dado importante para a solução que ele defende. mal preparado. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 29 Agosto 2015 Tendo em conta a forma como tem subido repentinamente, provavelmente daqui a menos de duas décadas é secretário geral do partido... PS Coimbra - Legislativas 2015 - Finalista do Curso de Economia da FEUC - Secretário-Geral da Queima das Fitas de Coimbra - Tesoureiro da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra - Senador da Universidade de Coimbra - Membro do Conselho Administrativo da Universidade de Coimbra - Presidente da Federação Distrital de Coimbra da Juventude Socialista - Membro da Comissão Nacional do Partido Socialista Ou seja: não fez nada, não tem conhecimentos de porra nenhuma, tem no currículo uma série de cargos onde fez praticamente zero. Ainda dou de barato os cargos de Tesoureiro na AAC ou Secretário-Geral da Queima, apesar de aquilo ser a bandalheira que se sabe. Compartilhar este post Link para o post
Boo Riquelme Publicado 29 Agosto 2015 a politica moderna não funciona assim, não podes corrigir um desconhecimento com ir pesquisar depois. na altura da pergunta ele não sabia, e é um dado importante para a solução que ele defende. mal preparado. Nem eu disse o contrário, só aqui coloquei o link porque estava relacionado com o que acabaste de dizer. Compartilhar este post Link para o post
Cabeça de giz Publicado 29 Agosto 2015 Nem eu disse o contrário, só aqui coloquei o link porque estava relacionado com o que acabaste de dizer. lá está, bastava-lhe dizer "60%? Sim, mas 50 estão nas mãos da banca" :compinchas: Compartilhar este post Link para o post
Sylvester Publicado 29 Agosto 2015 Quem é esta? :lol: É a ministra da administração interna, caracterizada por ser completamente incapaz de falar três palavras seguidas em público. Faz o Vitor Gaspar parecer ter a retórica do Obama :biggrin: Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 29 Agosto 2015 https://scontent-lhr3-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xfp1/v/t1.0-9/p720x720/11903811_520528018101941_8696458768403407432_n.jpg?oh=f7984f3d6cf66a200fc7f10b91820d67&oe=567851BA[/img:lol: :lol: :lol: :lol:Tinha posto no tópico do Ensino Superior, mas aqui fica melhor Tresanda a tacho. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 30 Agosto 2015 http://aventar.eu/2015/08/30/perfis-falsos-de-apoio-a-paf-invadem-facebook/?utm_content=buffer784af&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer :lol: Compartilhar este post Link para o post
F_Tex Publicado 31 Agosto 2015 (editado) Algumas coisas que a esquerda tem a aprender com a direita Ao longo dos últimos anos, a direita reconfigurou-se em Portugal. Os partidos são os mesmos, mas num dos casos com uma geração nova: os Passos Coelho (ou os Miguel Relvas) são o símbolo desses promissores políticos que fizerem tirocínio nas juventudes partidárias ou, quando para isso tinham dotes ou amigos, em empresas financeiras ou outras, e que chegaram entretanto ao poder (alguns com insucesso na política, que se pode transformar em sucesso nos negócios). Note o caso do Bruno Maçães, o tuitista frenético do governo: é ignorante? é ideológico? É tudo e nada, por isso é um triunfo acarinhado nos meios do governo porque representa esse quê de inocência e de atrevimento que faz dele uma alma penada das ideias feitas. São as que fazem sucesso. O que mudou para aqui chegarem merece ser visto. Mudou a ideologia. Esqueçam a “social-democracia” e a redistribuição, agora é “competitividade” e “empreendedorismo”. Esqueçam Sá Carneiro, que pedia a adesão à Internacional Socialista (e onde ela já vai), agora é o caldo fundidor do Partido Popular Europeu que junta PSD e CDS. Esqueçam tudo o que está para trás, denigram Manuela Ferreira Leite porque ela diz que ainda quer ser social-democrata. No entanto, para os novos líderes da direita falta de ideologia não significa ausência de ideias: pelo contrário, o vazio do pragmatismo é mesmo uma engenharia social, preenchida pela doutrina das chamadas “reformas estruturais”. Na medida em que esta língua de pau se tornou hegemónica na Europa, o caminho estava facilitado: vários governos falam a mesma ideologia e a transumância política entre o centro e a direita é assim facilitada. Como se chegou a esta mudança ideológica e a esta obediência política, é o que me interessa assinalar aqui. Para fazer este caminho, os mais preclaros construíram a seu tempo uma rede de aparelhos ideológicos. Foi uma acção deliberada e estratégica e não ocasional. O seu sucesso foi construído meticulosamente. Durou anos e é o seguro de vida destes ideólogos sem ideologia. Vasos comunicantes de ideias Na produção de ideias comunicantes, os aparelhos são dois. O primeiro é o mapa do discurso oficial, reproduzido em conferências e colóquios, revistas e dizeres dos “especialistas” convidados normalmente por televisões: para eles é tudo fácil, vinga a tese da “austeridade inteligente” ou “expansionista”, segundo a qual o ajustamento de uma economia se faz por via da flexibilização do mercado de trabalho, a redução de salários resolve o problema do desemprego, o corte no Estado resolve o problema do défice. São os preclaros anunciadores do tudo fácil. O discurso oficial tem virtudes convidativas, pois apresenta um dicionário simples, as suas palavras são chavões banais que resistem a qualquer prova de factos. A “Europa”, essa massa de ordens e de obediências, é o santo e a senha deste cimento ideológico. A neo-germanofilia é a fábrica dos quadros da direita, seguir o chefe é a sua bússola. O segundo aparelho é o sistema de reprodução de ideias. É, creio, o mais forte. Se as ideias nem são originais nem são sensatas, são pelo menos banais e criam um senso comum. A galinha do vizinho é maior do que a minha, o remediado queixa-se do rendimento mínimo que o pobre recebe — o CDS fez disso uma indústria eleitoral, no tempo em que ia a eleições. O senso comum ampliou-se entretanto com a mais católica das virtudes, o discurso da culpa e da punição. Bem merecíamos o que nos aconteceu, ainda bem que tiraram uns mesitos de pensão aos nossos avós, ainda bem que o salário dos novos empregos é 580 euros em média, ainda bem que cumprimos o nosso sacrifício, enquanto o pau vai e vem folgam as costas. Pedro Adão e Silva enunciou esplendidamente este discurso ganhador que se tornou a atmosfera que respiramos (Expresso, 29 agosto). Este discurso tem um aparelho, e ele foi preparado meticulosamente. Nos jornais, tem o Sol, mesmo que este tenha minguado para se reduzir a ministro do dinheiro angolano e da sua elite. Mas o centro é o universo do Correio da Manhã, o jornal e o canal cabo, com a estratégia brilhante de banalização do incidente (para o povo), e da Sábado (para os leitores de “classe A e B”, o retrato cor-de-rosa do seu país). Mais recentemente, este aparelho foi reforçado pelo Observador, que constitui estrategicamente um fraldário de repetidores de ideias neoconservadores, chefiado por um dos seus precursores, José Manuel Fernandes, seguido por um séquito de analistas e jovens prometedores que fazem estágio no texto fácil, ou de graduados como Helena Matos e Rui Ramos. Abdicando orgulhosamente de qualquer pretensão de pluralismo e ciente da dívida ao naipe de empresários cavaquistas que o financia, o Observador é uma trincheira ideológica assanhada. Nas ideias, funciona a concentração que cria a autoridade. Todos juntos, fazem o coro da banalidade e do senso comum da culpa e do sacrifício. Redes sociais, empregos e influências Em contrapartida, estes aparelhos diversificam-se na organização social. O Compromisso Portugal foi um dos primeiros clubes, mesmo que efémero, que juntou a nata dos jovens empresários, elaborou um discurso liberal, influenciou os partidos de direita e mesmo o PS e preparou o apoio a Cavaco Silva. Depois, foi a vez da Fundação Francisco Manuel dos Santos. O seu Pordata serviu de sua carta de apresentação, marcadamente ideológica (o contador sobre os gastos sociais é um exemplo grotesco) mas útil pela compilação de dados e, portanto, convidativo para franjas amplas da sociedade. A Fundação, com a selecção de conferencistas e gestores, esteve sempre atenta ao que interessa: agrupar os liberais e criar uma carteira de serviços. Na gestão de expectativas e empregos, a organização de conexões é ainda mais diversificada: desde os empregos de assessores na Presidência da República ou na Santa Casa da Misericórdia, até aos cargos de administradores em empresas públicas ou privadas, a direita baseia-se numa rede entre os negócios e o poder. Como aliás acontece no PS, como demonstrei no estudo detalhado que escrevi com alguns colegas sobre as carreiras de todos os governantes constitucionais portugueses, mas com centros de colocação e cumplicidades específicas. Estas redes de emprego garantem a fabricação da seita e asseguram a inclusão e a mobilidade social dos quadros. Em poucas palavras, criam um campo político. Esse era o objectivo e foi bem conseguido. Neste mister, destacam-se os escritórios de advogados (vimos recentemente como Marques Mendes e António Vitorino se enfrentavam na privatização da TAP, ambos fazendo parte de escritórios bem ancorados em figuras PS e PSD), mas também algumas lojas maçónicas específicas (a Mozart tornou-se a mais conhecida por episódios recentes das nossas telenovelas políticas e dos serviços secretos) ou outras associações sigilosas, que constituem locais de encontro e de recrutamento. A vida social e a consagração da elite Finalmente, na representação social, temos a acção deliberada e temos o movimento gerado pelas formas de poder e de reprodução do poder. A acção deliberada é a das associações patronais que têm uma função mais política nas negociações de leis e influências do que na formação de empresários ou na configuração de interesses industriais ou financeiros. A acção em movimento social é no entanto a mais profunda, porque é a que se reproduz por si só. Veja por exemplo como a direita destruiu o movimento estudantil, que era um dos centros da constestação social, pela sua agilidade e pela sua radicalidade. A operação de aniquilação do movimento estudantil foi tão eficaz quanto não planeada por um conspirador: simplesmente, bastou fazer reproduzir a autoridade social, domesticando a universidade, onde os jovens ainda se sentiam jovens e livres. Primeiro, reduziu-se os cursos universitários para 3 anos, diminuindo a sociabilidade continuada pela presença na escola e marcando desde a primeira hora que chegará logo o tempo de pagar a propina do mestrado e de por a gravata para ir procurar emprego. Segundo, degradou-se o ensino público no secundário, promovendo conflitos com os professores, reduzindo o seu espaço, desinteressando-os, atacando a imagem da escola pública e, ao mesmo tempo, multiplicando o financiamento para colégios privados, tidos como os padrões de uma excelência sobrevivente. Terceiro, e mais importante porque mais reticular, promoveu-se a praxe como padrão de comportamento e de reconhecimento social do estudante, sujeito assim à degradação da obediência animal, ao reconhecimento da hierarquia tutelar e omnipotente e à submissão emocional. O sucesso social da praxe é o sinal maior da vitória da direita entre os jovens, a que a esquerda reagiu em pânico, optando envergonhadamente pelo silêncio, incapaz de se opor a esta deriva autoritária e à imagética da animalização do estudante, escolhendo não fazer nada como se se tratasse de uma moda que pudesse ser passageira. Aprender com a direita antes que seja tarde Sim, a esquerda tem que aprender com o que a direita vem fazendo com sucesso. Não estranhem os leitores este argumento: a minha opinião, suficientemente notória, é que a esquerda tem objectivos contraditórios com os da direita, que os deve mobilizar para enfrentar o situacionismo e que para tanto requer instrumentos de participação e não de passividade, de criação e não de obediência, de radicalidade e não de conformação. No entanto, deve mesmo aprender com o que a direita faz com sucesso. Tem que aprender a fazer à sua maneira, mas tem que fazer estrategicamente, com tempo, tempo para colocar peças, montar os seus edifícios, fazer as suas conexões e redes, estruturar ideias fortes e ater-se a elas, ampliando-as. Pouco vale o fogacho comunicativo; não será um sound byte que responderá a uma tensão social. Para tanto, tem que ter instrumentos que respondam aos que fizeram a vitória social da direita: meios de comunicação de ideias, de treino de quadros, de recrutamento de capacidades, de reprodução alargada. Ou seja, precisa de associações transversais, de movimentos sociais com raízes (e o movimento sindical tem perdido campo de legitimação, ao mesmo tempo que o movimento estudantil se desvaneceu), de novas formas de representação e de mobilização dos mais capazes, de think tanks com revistas abertas (creio que um exemplo é a revista Crítica Económica e Social), de colóquios que treinem ideias, de disputas agressivas na internet usando o humor, a crítica e a invenção, de centros de investigação em profundidade e que criem pensamento rigoroso e crítico, ou de iniciativas concretas (alguns livros que aqui referi recentemente serão bons exemplos, outro é “Não Acredite em Tudo o que Pensa”, mas falta muito mais combate de ideias). Uma boa agenda para a esquerda, se quer ganhar a médio ou longo prazo, é multiplicar todos e cada um desses alicerces. Para tanto, tem que deixar de ser condescendente: está a perder a batalha da criação das ideias e precisa de voltar à luta. Sem isso, a curto prazo pouco fará de jeito. Fonte: Blog Tudo Menos Economia - Francisco Louçã Editado 31 Agosto 2015 por F_Tex Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 31 Agosto 2015 Amanhã há o primeiro debate das legislativas, Jerónimo de Sousa vs. Catarina Martins, na RTP Informação. Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 31 Agosto 2015 Terceiro, e mais importante porque mais reticular, promoveu-se a praxe como padrão de comportamento e de reconhecimento social do estudante, sujeito assim à degradação da obediência animal, ao reconhecimento da hierarquia tutelar e omnipotente e à submissão emocional. O sucesso social da praxe é o sinal maior da vitória da direita entre os jovens, a que a esquerda reagiu em pânico, optando envergonhadamente pelo silêncio, incapaz de se opor a esta deriva autoritária e à imagética da animalização do estudante, escolhendo não fazer nada como se se tratasse de uma moda que pudesse ser passageira. :lol: :handclap: Que lunático, não tem ponta por onde se lhe pegue. Em primeiro lugar porque praxe encontra-se precisamente em declínio e sob ataque nos anos mais recentes. Fazendo uma análise aos anos mais recentes foi precisamente durante os governos socialistas que teve o seu auge. Em segundo, porque é um bitaite, quase não conheci pessoas de direita em praxe. Tipicamente os de direita eram meninos de bem e de família, jamais se submeteriam a isso. Predominantemente os praxistas eram/são de esquerda (inclusive extrema). Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 31 Agosto 2015 Aí no meio então o que está mal não é certamente o que ele disse. Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 1 Setembro 2015 (editado) Hoje tivemos o penúltimo debate à liderança do labour, dia 3 na Quinta temos o último e dia 12 a eleição. Num sítio qualquer li uma descrição simples dos 4 candidatos: Burnham era o preferido do Ed Miliband, Liz Kendall a preferida do Blair, Yvette Cooper a preferida do Brown e o Corbyn o preferido do Karl Marx. :p Contra tudo o que se esperava o Jeremy Corbyn está à frente das sondagens com uma margem relativamente confortável, é o candidato do Red Labour que é a facção mais à esquerda do Labour que não se distancia muito do BE por exemplo. Entre as suas propostas estão a renacionalização das companhias de energia e caminhos de ferro, quer cortar em benefícios fiscais e subsídios fiscais a empresas e combater a evasão fiscal e ainda uma espécie de QE para as pessoas em que o Banco de Inglaterra ia imprimir dinheiro para investimento público nomeadamente transportes públicos e imobiliário Blair aqui a falar no Think tank de terceira via, progress, sobre o Corbyn. Editado 1 Setembro 2015 por ascom Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 1 Setembro 2015 Já começou o debate entre o Jerónimo e a Catarina Martins. Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 1 Setembro 2015 Ideias da Catarina Martins até agora: Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 1 Setembro 2015 Ideias da Catarina Martins até agora: Verdade seja dita o Vítor Gonçalves ainda não perguntou nada fora do campo alinhamento Bloco/PCP e entendimentos com o PS. Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 1 Setembro 2015 Verdade seja dita o Vítor Gonçalves ainda não perguntou nada fora do campo alinhamento Bloco/PCP e entendimentos com o PS. True. Parece que do lado de lá está o Costa. :lol: Compartilhar este post Link para o post
Boo Riquelme Publicado 1 Setembro 2015 Este Vítor a moderar debates é uma bela porcaria. Compartilhar este post Link para o post