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Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Onde posso consultar a lista para Coimbra da coligação Portugal à Frente?

 

PS: Já encontrei :)

Editado por Vaart

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E o Seguro não é nada politicamente.

 

É o que estou a tentar dizer. :p O Costa pode não ser carismático mas tem um histórico político que nos permite conhecê-lo um pouco melhor.

E com isto não quero dizer que um tipo só se pode candidatar a PM se tiver já exercido cargos políticos, de todo, simplesmente quando não se tem essa experiência tem de se ter outra coisa que compense como uma vida profissional em que se destaque ou carisma, o Seguro não tinha nada por onde se pegue.

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Jeremy Corbyn wins economists’ backing for anti-austerity policies

Former adviser to Bank of England among signatories to letter dismissing criticism of economic plans, saying they are ‘not extreme’

 

 

More than 40 leading economists, including a former adviser to the Bank of England, have made public their support for Jeremy Corbyn’s policies, dismissing claims that they are extreme, in a major boost to the leftwinger’s campaign to be leader.

 

The intervention comes as the Corbyn campaign reveals that a Labour government led by the MP for Islington North would reserve the right to renationalise Royal Bank of Scotland and other public assets, “with either no compensation or with any undervaluation deducted from any compensation for renationalisation” if they are sold at a knockdown price over the next five years.

 

The leftwinger’s economic policies – dubbed Corbynomics – have come under sustained attack in recent days, including by members of his own party, with Andy Burnham warning his party in an interview with this paper not to forget the lessons of the general election about the importance of economic credibility.

 

But with just under three weeks until Ed Miliband’s replacement is announced, Corbyn’s credibility receives a welcome endorsement as 41 economists make public a letter defending his positions.

 

In the letter to which David Blanchflower, a former member of the Bank of England’s monetary policy committee is a signatory, the economists write: “The accusation is widely made that Jeremy Corbyn and his supporters have moved to the extreme left on economic policy. But this is not supported by the candidate’s statements or policies. His opposition to austerity is actually mainstream economics, even backed by the conservative IMF. He aims to boost growth and prosperity.”

 

Corbyn remains the frontrunner to be Labour leader, but as his policies, and the risks he poses to the unity of the Labour party, have come under scrutiny, rivals believe he is losing momentum.

 

Burnham’s campaign shared data with the Observer that suggested some of those who had previously committed to voting for Corbyn were now recognising the dangers and either opting for the shadow health secretary or describing themselves as “don’t knows”.

 

But writing in the Observer, Corbyn defended his platform and said the government’s “free market dogma” had to be fought and vowed that a Labour government under his leadership would re-empower the state. The chancellor, George Osborne, intends to sell off £31bn of public assets in 2015-16.

 

Corbyn writes: “Parliament can feel like living in a time warp at the best of times, but this government is not just replaying 2010, but taking us back to 1979: ideologically committed to rolling back the state, attacking workers’ rights and trade union protection, selling off public assets, and extending the sell off to social housing.

 

“This agenda militates against everything the Chancellor says he wants to achieve. If you want to revive manufacturing and rebalance the economy, you need a strategic state leading the way.”

 

Burnham told the Observer that he feared the political consequences of going into a 2020 election on Corbyn’s platform. “Economic credibility is all and unless you have got that you haven’t got a basis for winning an election,” he said. “So Labour can’t unlearn that lesson three months away from the general election. That was the thing that told against us in the end and we have to be serious about that.”

 

In defence of the Corbyn camp’s plans to renationalise privatised industries, John McDonnell MP, who is the candidate’s campaign agent, said that privatisation had been “a confidence trick”. He said: “Privatisation over the last four decades has been a history of the British people being robbed and the spivs snatching up the public assets being given the licence to print money. From the earliest privatisations of water, energy and rail to the PFI schemes from the last decade, it has been one long confidence trick.

 

“Under a Corbyn Labour government this shameful era of governments and ministers colluding in the picking of the taxpayers’ pockets will be brought to an abrupt end.

 

“Let’s also make it absolutely clear to any speculators in the City looking to make a fast buck at the taxpayers’ expense that if any of these assets are sold by Osborne under their value, a future Corbyn-led Labour government will reserve the right to bring them back into public ownership with either no compensation or with any undervaluation deducted from any compensation for renationalisation.”

 

Meanwhile, Yvette Cooper called on Corbyn to condemn suggestions by some of his supporters that they intended to purge those who did not believe in his policies from the party should their candidate win the contest.

 

Cooper said: “I am deeply troubled by those who say they want a victory for Jeremy to be the start of a process to deselect hard-working councillors or MPs they believe are too rightwing. Years of fractional battles have no place in our party – they would be a betrayal of Labour’s values and of those who depend on us to stand up for them. Jeremy and his campaign should condemn this kind of sectarianism that is being practised in their name.”

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O argumento que o PCP é um partido inútil, utópico e que serve só para dizer mal morreu hoje. Gostei da ambição, Jerónimo :handclap:

Editado por Cabeça de giz

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O argumento que o PCP é um partido inútil, utópico e que serve só para dizer mal morreu hoje. Gostei da ambição, Gerónimo :handclap:

J

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J

 

:mrgreen:

 

Eu nem sabia o que era isso Ashley Madison

Pelos vistos não és nem funcionário público nem casado 8-)

Editado por Cabeça de giz

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As bolsas mundiais estão a dar o estouro com a situação da China. O PSI-20 cai quase 7 %.

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Basicamente tem que ver com o arrefecimento no crescimento da economia chinesa, com a agravante do Banco Central Chinês não ter tomado quaisquer medidas no fim-de-semana, agravando o receio num menor desempenho económico com consequências nas exportações e nas matérias-primas. O petróleo, por exemplo, está em mínimos de 2009 e negoceia abaixo dos 39 dólares.

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As bolsas mundiais estão a dar o estouro com a situação da China. O PSI-20 cai quase 7 %.

mais tarde ou mais cedo isso ia acontecer. A bolsa deles e os problemas na economia não iam andar aos trambolhões, durante uns meses, sem nada que acontecesse nos outros lados. A cena é que andava tudo parvo com a Grécia. Como isto anda a melhor coisa que pode acontecer ao PS é não ganhar as eleições, porque ou isto endireita ou vem aí outra crise e se explodir mais uma vez nas mãos deles não se conseguem levantar nem daqui a 10 anos.

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tem mais a ver com o que se passou por cá nos anos 80. crédito à pazada para comprar acções, com um público alvo que ainda não tinha a noção de como funcionava a bolsa. Com tantas compras o valor das acções estava inflacionado. alguns assustaram-se, os valores baixaram até corrigir o valor, só que... entretanto deviam ter parado de descer e não pararam.

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Autocarros e evolução das estradas. Torna-se mais eficaz que comboios que param nas aldeias todas...

ok, agora diz um país evoluído onde o caminho de ferro não seja meio de transporte fundamental 8-)

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Como alguém que tem grande parte da família ligada aos caminhos de ferro e que se habituou desde muito cedo a viajar de comboio, isto é uma tristeza incrível para mim. As ligações ferroviárias no país estão completamente ao abandono nos dias que correm. Literalmente, em vários casos.

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Como alguém que tem grande parte da família ligada aos caminhos de ferro e que se habituou desde muito cedo a viajar de comboio, isto é uma tristeza incrível para mim. As ligações ferroviárias no país estão completamente ao abandono nos dias que correm. Literalmente, em vários casos.

 

Em parte é verdade, mas aquela imagem também pode induzir em erro os mais incautos. Por exemplo, na imagem parece que se perdeu a ligação Porto - Póvoa de Varzim, mas a verdade é que essa existe, sendo agora assegurada pelo metro.

Depois também há o desenvolvimento da rede de autocarros, que são mais numerosos e mais eficazes do que os comboios (a meu ver) e a desertificação do interior (que engloba o conjunto de regiões que se desligaram da rede ferroviária).

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Como alguém que tem grande parte da família ligada aos caminhos de ferro e que se habituou desde muito cedo a viajar de comboio, isto é uma tristeza incrível para mim. As ligações ferroviárias no país estão completamente ao abandono nos dias que correm. Literalmente, em vários casos.

x2

 

A perda das duas ligações com Espanha a partir do Alto Alentejo é particularmente dolorosa para mim. E depois ainda há o caso de Sines (refinaria), que ninguém entende como é que não tem uma rede de acessos melhor.

Editado por kaRam

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Eu devo ser especial, porque partindo de Coimbra nunca tive de ir para Alfarelos para ter um comboio para a Figueira da Foz.

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O autocarro/automóvel só se tornou mais eficaz que o comboio precisamente devido ao desinvestimento que se realizou na ferrovia e que foi todo canalizado para a rodovia, com consequências negativas para todos, enquanto contribuintes e enquanto cidadãos. Tinha saído mais barato e todos teríamos ganho se uma parte do brutal investimento na rodovia tivesse ido para a ferrovia. O automóvel é mais caro, menos seguro, mais poluente e, no limite, mais lento que o comboio. Temos mais de 4000 km de auto-estradas para quê?

 

Nem o Alfa Pendular consegue ser competitivo porque temos troços ferroviários que não estão preparados para se circular a mais de 160 km/h em boa parte dos seus percursos.

Editado por Peplin

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O autocarro/automóvel só se tornou mais eficaz que o comboio precisamente devido ao desinvestimento que se realizou na ferrovia e que foi todo canalizado para a rodovia, com consequências negativas para todos, enquanto contribuintes e enquanto cidadãos. Tinha saído mais barato e todos teríamos ganho se uma parte do brutal investimento na rodovia tivesse ido para a ferrovia. O automóvel é mais caro, menos seguro, mais poluente e, no limite, mais lento que o comboio. Temos mais de 4000 km de auto-estradas para quê?

 

Nem o Alfa Pendular consegue ser competitivo porque temos troços ferroviários que não estão preparados para se circular a mais de 160 km/h em boa parte dos seus percursos.

 

Ora aí está.

 

Eu não digo que fosse possível/necessário manter todas as linhas em funcionamento, mas há ali muitas linhas que se tivessem sido mantidas e modernizadas no tempo certo podiam ser bastante rentáveis e ajudar à competitividade do país.

 

Agora é óbvio que houve um desinvestimento premeditado na ferrovia, porque a alguém interessava encher o país de estradas modernas que agora poucos utilizam.

 

E tão ao mais importante que o transporte de passageiros é o de mercadoria, em que a ferrovia podia dar um impulso enorme ao crescimento dos portos marítimos, tornando-os competitivos para a entrada de bens na Europa por Portugal.

 

Há troços que nem a 80 km/h se pode circular. Aliás na linha do norte, ali na zona da Granja do Ulmeiro acho que o limite até é 50km/h ou por volta disso. Mas vá lá que houve alguém com dois neurónios, já que acho que esse troço agora vai remodelado com o dinheiro do novo programa comunitário.

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