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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Fala-se no Rui Rio para ministro. Contando que ele desiste da candidatura à presidência e deixar o Marcelo ir sozinho.

Não acredito muito nisso. Mas acredito que desista da candidatura à presidência. Aliás, em relação às Presidenciais, acho que vai sair um cabaz de Natal atrasado a quem quer que defronte o Marcelo. Vai ser de goleada.

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Essa cena que o Descartes apresentou é muito interessante.

 

Na minha opinião isso é uma das coisas que devia mudar. E aproveitem e reduzam ao número de deputados e tachos. Se começarem por aí, ganham o voto de muita gente.

Reduzir o número de deputados é dar ainda menos chances a pequenos partidos de aparecerem na Assembleia. Eu, por outro lado, sou a favor do alargamento para 250 deputados, mas constitucionalmente o máximo possível é 230, penso eu. Sendo assim, que se mantenham 230.

Editado por Mica

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Todos têm liberdade de tomar uma decisão, mas a decisão pode ser criticada e chamarem à pessoa idiota.

A partir de ontem sei que às pessoas que chamaram idiota a quem tomou um tipo de decisão posso chamar idiota por terem escolhido ser do Benfica, Porto e Sporting, foi a escolha que fizeram :smilie_cmpt:

 

Possuem direito a chamar idiota à decisão, não o tem de chamar à pessoa, nem que seja pelo simples facto de isso ir contra as regras deste fórum.

 

tava a gozar com a ideia de não se poder chamar idiota às pessoas que andaram a votar "mal e porcamente".

qualquer dia não posso chamar idiota aos idiotas que aclamam pelo Salazar, ignorantes da verdade sobre o regime.

 

Estás a comparar aclamações a sistemas autoritários com decisões tomadas com base em sistemas democráticos (na minha opinião, mal definidos).

 

 

 

Mas tu ainda ligas ? Caga nisso moço.

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Reduzir o número de deputados é dar ainda menos chances a pequenos partidos de aparecerem na Assembleia. Eu, por outro lado, sou a favor do alargamento para 250 deputados, mas constitucionalmente o máximo possível é 230, penso eu. Sendo assim, que se mantenham 230.

 

Mica, a Constituição muda-se. Para dar mais abertura e mais escolha ao Parlamento, era bom um aumento para os 250. Resta saber se isso interessa aos grandes partidos. Hum... Nope, nope, nope. E aí está o busílis da questão.

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Estás a comparar aclamações a sistemas autoritários com decisões tomadas com base em sistemas democráticos (na minha opinião, mal definidos).

 

não não. estou a comparar situações onde as pessoas demonstram a sua ignorância. Ok, tu votaste PaF, né? Pois eu acho isso de uma ignorância extrema, até porque é típico dos portugueses não se aprender com a História. Mas que se pode fazer, né? O povo gosta de sofrer.

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O presidente do Eurogrupo e o ministro das finanças alemão estão todos contentes com o resultado das eleições e voltaram a reiterar que há margem para mais austeridade.

Editado por Enzo Dios Perez

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Porquê?

 

A Maria de Belém e o Santana Lopes, na CMTV, disseram que desde a revisão constitucional de 1982 os Governos de Iniciativa Presidencial já não são possíveis.

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Umas contas que andei a fazer:

 

Vocês sabem que os mandatos são atribuídos por círculos eleitorais que correspondem aos Distritos. Uma parvoíce que não tem jeito nenhum. Porque raio é que eu voto no mesmo círculo eleitoral de alguém de Sines ou de Santiago de Cacém e não de Lisboa ou Loures? Não faz qualquer sentido.

 

Mas adiante... A questão da divisão em círculos eleitorais implica, na prática, que os votos de cada português não valem o mesmo. Basta fazer uma conta simples: o PS teve um total de 1.740.280 que corresponderam à eleição de 85 deputados. Ou seja, cada mandato corresponde a menos de 20.500 votos (mais concretamente 20.474). Se notarem houve 6 partidos com mais de 20.500 votos que não conseguiram eleger nenhum deputado (o PDR teve mais de 60.000) e até o PAN necessitou de cerca de 75.000 para eleger 1 único deputado.

 

O atual Sistema Eleitoral favorece claramente os maiores partidos. Por isso não tem mudado. Ninguém espera que PSD e PS se unam para mudar um Sistema que só lhes traz vantagens.

 

Eu fiz um exercício simples. Imaginem que só havia um Círculo Eleitoral Nacional. Em que o voto de cada português vale exatamente o mesmo que o dos restantes portugueses independentemente do local da sua residência. Os resultados em termos de distribuição de mandatos são os seguintes:

 

Partidos | Resultados Oficiais | Resultados com 1 único Círculo Eleitoral

 

PAF | 104 | 94

PS | 85 | 78

BE | 19 | 24

CDU | 17 | 20

PAN | 1 | 3

PDR | 0 | 2

PCTP | 0 | 2

LIVRE | 0 | 1

PNR | 0 | 1

MPT | 0 | 1

 

O meu exercício é o que traduz verdadeiramente o voto do país. É um exercício em que não são possíveis cenários de maiorias absolutas com 40% dos votos válidos; em que não é possível haver um partido a eleger mais deputados tendo menos votos que outro (cenários que chegaram a ser considerados nestas eleições). E é um exercício que permitiria, ajustando o número de deputados, a coexistência com círculos uninominais. É claro que é igualmente um cenário que não favorece a existência de maiorias absolutas, bi-partidarização ou a tão apregoada "Estabilidade Governativa".

 

Esse exercício está quase perfeito, mas eu tendo a discordar das conclusões. O sistema não beneficia apenas os grandes partidos. Beneficia os partidos com assento parlamentar, porque impede a entrada de novos partidos, que dividiriam o espaço mediático com os outros pequenos partidos. E, com isso, em igualdade de circunstâncias, BE e CDS (concorrendo sozinho) poderiam ser facilmente tornar-se irrelevantes. Não incluo a CDU aqui porque esta tem uma base de apoiantes mais sólida que os outros dois partidos.

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Guest Dpitz

Conferência de imprensa do PCP hoje às 18h00, sobre a reunião do Comité Central.

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Conferência de imprensa do PCP hoje às 18h00, sobre a reunião do Comité Central.

 

Sabes o que vai ser comunicado?

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Guest Dpitz

Sabes o que vai ser comunicado?

Nop, a reunião do CC é hoje.

Provavelmente é a análise aos resultados eleitorais e a apresentação do candidato às presidenciais. Se não se apresentar hoje o candidato, deve ser na sexta-feira no comício que vai haver.

Editado por Dpitz

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Eu às vezes fico mais do que f*dido.

 

Ontem estive à noite num café com um grupo de amigos que não era o meu (fui por arrasto com outro amigo) e até fiquei parvo. Começou-se a falar de política.

 

Pela primeira vez fora da internet, conheci pessoas que não sabiam que a PàF era PSD/CDS; pessoas que não votavam no PS "porque o Sócrates foi preso"; os do Bloco são todos drogados; o Passos Coelho "salvou o país da ruína dos comunistas"; etc etc etc.

 

Cheguou-se ao cúmulo de dizer que a Merkl era líder do Partido Comunista Alemão porque ele viu a Merkl a discursar na TV e tinha escrito "CDU" atrás. O que é que se chama a um indivíduo destes?

 

Sem querer soar arrogante, detesto discutir política com quem não percebe nada do assunto. E infelizmente há muita gente assim. É que nem sequer abri a boca :lol: Desconhecimento absoluto da realidade política nacional e internacional.

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Cheguou-se ao cúmulo de dizer que a Merkl era líder do Partido Comunista Alemão porque ele viu a Merkl a discursar na TV e tinha escrito "CDU" atrás. O que é que se chama a um indivíduo destes?

 

Português.

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Circulou na redes sociais um video em que eram feitas duas perguntas.

Votaria na coligação PSD/CDS?. Praticamente toda a gente disse não.

A outra pergunta era, Votaria na coligação Portugal à Frente?. Muita gente disse que sim ou talvez.

O nome faz muita diferença. Não colocar Pedro Passos Coelho e Paulo Portas nos cartazes também foi um boa ideia. Assim se ganham as eleições.

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Circulou na redes sociais um video em que eram feitas duas perguntas.

Votaria na coligação PSD/CDS?. Praticamente toda a gente disse não.

A outra pergunta era, Votaria na coligação Portugal à Frente?. Muita gente disse que sim ou talvez.

O nome faz muita diferença. Não colocar Pedro Passos Coelho e Paulo Portas nos cartazes também foi um boa ideia. Assim se ganham as eleições.

 

É essa ignorância das pessoas que me faz pensar que nada vai mudar neste país.

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Avançam-se que sete ministros podem deixar o executivo, caso Passos Coelho seja indigitado como primeiro ministro:

 

- Nuno Crato;

- Rui Machete;

- Paulo Macedo;

- Paula Teixeira da Cruz;

- Anabela Rodrigues;

- Poiares Maduro; e

- Pires de Lima.

 

Esta notícia está no CM e SOL.

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Avançam-se que sete ministros podem deixar o executivo, caso Passos Coelho seja indigitado como primeiro ministro:

 

- Nuno Crato;

- Rui Machete;

- Paulo Macedo;

- Paula Teixeira da Cruz;

- Anabela Rodrigues;

- Poiares Maduro; e

- Pires de Lima.

 

Esta notícia está no CM e SOL.

Rui Rio parece estar a ser apontado para a Administração Interna, se aceitar é menos um candidato nas eleições Presidenciais. Depois da última sondagem deve ter sido suficiente para entender que ainda não chegou a vez dele. Costuma-se dizer que é altura de dar lugar aos mais novos, mas neste caso tem que dar lugar ao mais velho.

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Eu às vezes fico mais do que f*dido.

 

Ontem estive à noite num café com um grupo de amigos que não era o meu (fui por arrasto com outro amigo) e até fiquei parvo. Começou-se a falar de política.

 

Pela primeira vez fora da internet, conheci pessoas que não sabiam que a PàF era PSD/CDS; pessoas que não votavam no PS "porque o Sócrates foi preso"; os do Bloco são todos drogados; o Passos Coelho "salvou o país da ruína dos comunistas"; etc etc etc.

 

Cheguou-se ao cúmulo de dizer que a Merkl era líder do Partido Comunista Alemão porque ele viu a Merkl a discursar na TV e tinha escrito "CDU" atrás. O que é que se chama a um indivíduo destes?

 

Sem querer soar arrogante, detesto discutir política com quem não percebe nada do assunto. E infelizmente há muita gente assim. É que nem sequer abri a boca :lol: Desconhecimento absoluto da realidade política nacional e internacional.

 

Angela_Merkel_FDJ.jpg

 

Merkel nas Juventudes Livres Alemães da DDR. Alem disse foi vice-Kanzlerin da DDR no final :D

 

"Past bites in the ass!" lol agora e representa da direita Alemã.

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Eu acho que, sinceramente, isso do Rui Rio faz TODO o sentido. Senão reparemos:

 

- Marcelo a candidato. Forte candidato e, digo eu, provável vencedor. Durante 5/10 anos (depende se faz 1 ou 2 mandatos) mantém-se lá.

 

- Rui Rio vai ganhando notoriedade. Quer como ministro, quer como sucessor como presidente do PSD mais tarde e candidato a PM. Quando chegar a altura, e dependendo do cenário político e interno dos laranjas, logo se verá se avançará para as presidenciais ou se irá manter-se na luta à AR.

 

Resumindo - o PSD ganha em duas frentes. Quer na da PR (em que continuo a achar que o Marcelo é vencedor indiscutível), quer na da promoção do Rui Rio.

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Cavaco Silva faz comunicação ao país esta noite sobre "formação do novo Governo"

 

A comunicação ao país do chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, acontecerá depois do encontro com Passos Coelho, que está agendado para as 18:00.

 

O Presidente da República vai fazer esta noite, depois das 20:00, uma comunicação ao país sobre "a formação do novo Governo", disse à Lusa fonte oficial da Presidência da República.

 

Cavaco Silva vai receber o líder do PSD, Pedro Passos Coelho às 18:00, segundo a agenda do chefe de Estado.

 

Dois dias depois das eleições de domingo, que deram a vitória à coligação Portugal à Frente, tanto o PSD como o CDS-PP reúnem as respetivas Comissões Políticas e Conselhos Nacionais, destinadas a preparar um acordo de Governo.

 

O CDS-PP reúne a Comissão Política às 18:00 e o Conselho Nacional às 20:30, enquanto o PSD reúne os seus órgãos às 15:00 e às 18:30, respetivamente.

 

O PS também reúne a Comissão Política Nacional para discutir os resultados das legislativas.

 

Durante a reunião, com início marcado para as 21:30, o secretário-geral socialista, António Costa, irá convocar um congresso para definir a questão da liderança e da estratégia partidária após as eleições legislativas.

 

Também os dirigentes do Comité Central do PCP vão reunir-se hoje para analisar os resultados das eleições legislativas, segundo fonte oficial dos comunistas, havendo ainda "espaço para debater as opções relativamente às presidenciais".

 

Segundo a mesma fonte, o encontro dos membros daquele organismo vai decorrer, como habitualmente, na sede nacional da rua Soeiro Pereira Gomes, em Lisboa, a partir da manhã.

 

O Bloco de Esquerda reuniu a sua Comissão Política na segunda-feira, para analisar os resultados eleitorais.

 

No domingo, a coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP) venceu as eleições com 38,55% (104 deputados), o PS conseguiu 32,38% (85 deputados), o BE subiu a terceira força política com 10,22% (19 deputados), a CDU alcançou 8,27% (17 deputados) e o PAN vai estrear-se no parlamento, com um deputado, 1,39% dos votos.

 

@DN.pt

 

Citação do jornal "Sol" online

LogoSol.png

Moody's faz alerta a Portugal após eleições

 

A Moody's considerou hoje que a perda da maioria absoluta no parlamento português, na sequência das eleições legislativas de domingo, "vai complicar a implementação de mais medidas estruturais" no país.

 

A coligação formada por PSD e CDS-PP, designada Portugal à Frente, venceu com 38,55% dos votos (o que representa 104 deputados), tendo perdido a maioria absoluta, e o PS foi o segundo partido mais votado, com 32,38% (85 deputados), estando ainda por atribuir quatro assentos na futura Assembleia da República, referentes aos círculos da emigração.

 

Num relatório hoje enviado às redações, a agência de 'rating' escreve que, "ainda que seja expectável que a reeleição do Governo garanta o foco na consolidação orçamental", a perda da maioria absoluta no parlamento por parte do PSD e do CDS-PP, "provavelmente vai complicar a implementação de mais medidas estruturais".

 

Considerando que, "apesar de o líder do PS ter aberto a porta a dar apoio ao Governo caso a caso para garantir a estabilidade política do país, não é claro se o Governo e o PS vão conseguir chegar a acordo para uma reforma do sistema de pensões", que o atual executivo já disse que quer continuar em 2016.

 

Para a Moody's, esta reforma "seria uma medida significativa e positiva", tanto pelo impacto orçamental como por ser "um sinal" de que as autoridades portuguesas continuam comprometidas com as reformas e com a consolidação orçamental.

 

A agência de notação financeira considera que "o primeiro teste" do novo Governo vai ser a apresentação e a aprovação do Orçamento do Estado de 2016 e duvida das metas orçamentais com que Portugal se comprometeu este ano e no próximo, de reduzir o défice para os 2,7% em 2015 e para os 1,8% em 2016.

 

"Acreditamos que a recuperação cíclica da economia portuguesa não vai ser suficientemente forte para alcançar o objetivo de 2016 e esperamos um défice acima de 2,8% do PIB", escreve a organização.

 

A Moody's destaca a intenção do Governo de eliminar a sobretaxa de 3,5% em sede de IRS -- Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares no próximo ano e de reverter totalmente os cortes salariais impostos à administração pública, o que agravaria as contas públicas, e alerta que "continua por se saber se as amplas reformas estruturais (...) vão dar frutos na forma de um maior crescimento" económico.

 

A agência escreve ainda que tanto o elevado endividamento das empresas como a fraqueza do setor bancário "continuam a pesar nas perspetivas económicas da Moody's", antecipando um crescimento de 1,7% este ano e de 1,8% no próximo.

 

O Governo prevê que a economia cresça 1,6% em 2015 e que acelere o ritmo de crescimento no próximo ano para os 2%.

 

Lusa/SOL

 

Ora aí está o primeiro recado.

Editado por Vaart

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não não. estou a comparar situações onde as pessoas demonstram a sua ignorância. Ok, tu votaste PaF, né? Pois eu acho isso de uma ignorância extrema, até porque é típico dos portugueses não se aprender com a História. Mas que se pode fazer, né? O povo gosta de sofrer.

Isso é uma alusão ao New Deal?

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Fala-se do Montenegro para Min. dos Assuntos Parlamentares.

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