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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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Nos montes Golan e fronteira Israel/Síria/Líbano aquilo está forte está. Israel nas ultimas semanas tem feito uma série de ataques dentro de território Sírio, atacando alvos do Hezbollah, que por lá combatem o ISIS, tendo há uns dias matado até um general Iraniano. A justificação era que o Hezbollah prepara um ataque a Israel com aconselhamento militar do Irão.

Ora hoje, o Hezbollah disparou uns rockets contra uma coluna militar Israelita na zona deixando vários soldados do IDF feridos e penso que 2 mortos (há rumores que podem ter chegado aos 15 mortos, não confirmado), como resposta Israel fez ataques de artilharia na zona já dentro do Líbano e matou um soldado Espanhol da ONU, que desde a última guerra tem missões na fronteira.

A coisa não vai ficar por aqui...

Editado por antifa

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Se não recebes, é porque não mereces.

 

Porque não merece num sentido de não se enquadrar nos critérios ou porque é justo que ele não receba?

Se não recebe porque não se enquadra nos critérios, escusavas e ter dito porque se ele se mostra triste por não receber o subsidio é bastante óbvio. Já se for por ser justo, se calhar tudo o que te aconteceu de mal na vida foi justo. Tenho tantos dados para dizer isso como tu..

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Porque não merece num sentido de não se enquadrar nos critérios ou porque é justo que ele não receba?

Se não recebe porque não se enquadra nos critérios, escusavas e ter dito porque se ele se mostra triste por não receber o subsidio é bastante óbvio. Já se for por ser justo, se calhar tudo o que te aconteceu de mal na vida foi justo. Tenho tantos dados para dizer isso como tu..

 

Não se enquadra nos critérios como é óbvio. Aliás, ele está a ser sarcástico... pergunta-lhe.

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Nos montes Golan e fronteira Israel/Síria/Líbano aquilo está forte está. Israel nas ultimas semanas tem feito uma série de ataques dentro de território Sírio, atacando alvos do Hezbollah, que por lá combatem o ISIS, tendo há uns dias matado até um general Iraniano. A justificação era que o Hezbollah prepara um ataque a Israel com aconselhamento militar do Irão.

Ora hoje, o Hezbollah disparou uns rockets contra uma coluna militar Israelita na zona deixando vários soldados do IDF feridos e penso que 2 mortos (há rumores que podem ter chegado aos 15 mortos, não confirmado), como resposta Israel fez ataques de artilharia na zona já dentro do Líbano e matou um soldado Espanhol da ONU, que desde a última guerra tem missões na fronteira.

A coisa não vai ficar por aqui...

 

O Netanhyahu tem eleições em Março e a coisa está complicada para ele ganhar. Nada como uma guerra para unir o pais

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Não se enquadra nos critérios como é óbvio. Aliás, ele está a ser sarcástico... pergunta-lhe.

 

Quais são os critérios? Deixar metade do ordenado em IVA e IRS, pagar segurança social não é um critério?

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Bolsa grega fecha a perder 9.24%.

 

Valor corrigido na SIC Notícias.

Editado por Vaart

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A privatização da Empresa Pública de Energia e de várias infra-estruturas públicas foi cancelada e a do Porto de Pireu suspensa.

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S&P corta rating da Grecia.

 

Os bancos devem enfrentar nos próximos dias uma crise de liquidez.

Editado por ascom

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a proxima noticia deve ser "grecia em falencia tecnica, afinal já não vai haver aumento do salario minimo"

 

seguido de amanhã: "Grécia apenas paga 70% dos salarios dos funcionarios publicos este mês"

 

depois de amanhã: "governo demitido passado 72 horas de tomar posse", e no CMTV "Gregos já têm que vender as mães para sobreviver"

 

:medinho:

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Guest Dpitz

a República Checa ofereceu vários tanques T-72 ao exército ucraniano, a mando da NATO.

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Mais ferro velho... O exército ucrâniano não tem a mínima hipótese, são derrotas atrás de derrotas e pilhas de material destruído, mesmo neste momento estão prestes a ter 10.000 tropas cercadas por todos os lados.

Se a NATO não intervém e se as sanções à Russia se mantêm, a Ucrânia arrisca-se seriamente a deixar de existir.

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Gregos tiram 14 mil milhões dos bancos em janeiro

 

O levantamento de depósitos acelerou nos dias anteriores às eleições legislativas, atingindo valor recorde. A incerteza sobre o futuro do país no euro está a assustar os depositantes.

 

O levantamento de depósitos nos bancos gregos na semana passada atingiu 14 mil milhões de euros, um número recorde, segundo a agência Bloomberg e que é uma resposta aos receios de falta de liquidez perante a incerteza do resultado das negociações do novo Governo com a ‘troika’.

 

A perda de depósitos acentuou-se na semana anterior à vitória do Syriza, partido anti-austeridade de esquerda, nas eleições legislativas na Grécia. A fuga aos depósitos entre 19 e 23 de janeiro, dois dias antes das eleições, foi mesmo superior ao valor levantando dos bancos gregos em maio de 2012, no pico da crise grega e perante a possibilidade de, na altura, o país deixar a zona euro. O cenário volta a estar em cima da mesa com a política de desafio do novo governo às orientações dos credores internacionais.

 

Esta quarta-feira, dia da primeira reunião do Conselho de Ministros do Executivo liderado Alexis Tsipras, as ações dos bancos caíram 26,67%.

 

Perante a incerteza política e a fuga de depósitos, o Banco da Grécia alargou a linha de liquidez de emergência aos bancos do país. A medida exige a aprovação do Banco Central Europeu (BCE) e que precisa de ser renovada a cada duas semanas.

 

@Observador.pt

 

Emigrantes financiaram GES através de veículos suspeitos

 

Até 2013, aplicações de clientes não residentes do BES serviam para financiar ESI e outras empresas do Grupo Espírito Santo. Em 2014, veículos suspeitos passaram a ter sobretudo dívida do BES. Esta mudança deve ajudar no reembolso dos clientes.

 

Emigrantes que eram clientes do Banco Espírito Santo financiaram empresas do Grupo Espírito Santo durante mais de uma década, através de veículos criados pelo Crédit Suisse. Estas sociedades, com sede na Ilha ...

 

@JornaldeNegocios.pt

 

KPMG desmente a PwC e diz que não foi transmitida preocupação com o BES em 2002

 

A sócia da KPMG, Inês Viegas, disse esta quarta-feira no Parlamento que a sua empresa não foi informada de quaisquer problemas operacionais de auditoria ao BES por parte da PwC em 2002.

 

As duas empresas que auditaram o BES nos últimos anos entraram em contradição na comissão de inquérito. Esta quarta-feira perante os deputados dos vários grupos políticos, Inês Viegas, sócia da KPMG, empresa que passou a auditar as contas do BES em 2002, altura em que a PwC deixou de o fazer, disse que apesar de várias reuniões, a PwC nunca expressou “qualquer preocupação com a consolidação das contas da ESI” ou com a maneira como Ricardo Salgado geria o banco. Inês Viegas diz mesmo que nunca viu os relatórios do PwC.

 

Na semana passada, José Alves, presidente da PwC, disse que a sua empresa tinha abandonado a auditoria à contas do BES devido a “problemas de governo do banco, com a concentração em Ricardo Salgado das funções de presidente, contabilidade e financeira”. A não consolidação das contas da Espírito Santo Internacional (ESI), a holding do grupo, e a concessão de crédito a entidades offshore que tinham ações da PT e do BES, foram razões invocadas pela PwC que referiu ainda um clima de tensão e desgaste entre auditoria e cliente.

 

Inês Viegas diz que nunca constatou esta acumulação de funções em Ricardo Salgado e que, apesar da sua “personalidade forte” havia “diversidade de interlocutores. A funcionária da KPMG disse ainda que quando iniciou o seu trabalho em 2002, quem era responsável pela área financeira do banco era Manuel Pinho, que viria a ser ministro da Economia no governo de José Sócrates.

 

“Nas três reuniões que tivemos em julho de 2002, a PwC disse que não tinha nenhum aspeto que desaconselhasse o negócio. Disseram que o BES era um bom cliente e que não havia limitações de qualquer âmbito”, disse Inês Viegas, que mais tarde disse ter ficado com a certeza de que assim seria já que a então recém-criada comissão de auditoria do BES acabou por ser liderada pelo então presidente da PwC e um dos sócios também transitou posteriormente para este órgão do banco.

 

A sócia da KPMG, que esteve à frente das auditorias do banco entre 2002 e 2008, disse que não teve acesso ao relatório de 2001 da PwC e que apenas o viu “publicado num jornal”. O deputado comunista Miguel Tiago questionou o presidente da comissão se seria possível fornecer a Inês Viegas esse e outros relatórios da PwC, já que chegaram ao Parlamento e mostram preocupação com a sustentabilidade futura do banco.

 

@Observador.pt

 

RTP manterá cortes com pessoal

 

Este é um dos pontos do projeto estratégico inicial apresentado por Gonçalo Reis, Nuno Artur Silva e Cristina Vaz Tomé e que foi divulgado ontem.

 

A nova equipa do Conselho de Administração da RTP, indicada pelo Conselho Geral Independente (CGI), e que será presidida por Gonçalo Reis, defende que os esforços de contenção "deverão concentrar-se na esfera dos gastos em fornecimentos e serviços externos e em custos com pessoal associados a funções administrativas de baixo valor acrescentado".

 

Este é um dos pontos do projeto estratégico inicial apresentado por Gonçalo Reis, Nuno Artur Silva e Cristina Vaz Tomé e que foi divulgado ontem. No documento, em que fica claro que deve ser dada prioridade dos "montantes a disponibilizar para grelha/produção de conteúdos", a equipa reitera que devem ser estudadas "iniciativas que permitam a redução de custos estruturais, tanto pessoal como serviços externos, mesmo que impliquem investimentos iniciais e o aumento do nível do financiamento bancário", desde que se "demonstre o retorno e os ganhos a prazo".

 

@DN.pt

Editado por Vaart

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O deputado comunista Miguel Tiago questionou o presidente da comissão se seria possível fornecer a Inês Viegas esse e outros relatórios da PwC, já que chegaram ao Parlamento e mostram preocupação com a sustentabilidade futura do banco.

Portanto a PwC não mentiu em lado nenhum.

A PwC disse passou essa preocupação ao Banco de Portugal e à CMVM, que são as entidades competentes e reguladoras. E tal como diz na notícia, a comissão tem esses tais relatórios que mostram preocupação com a sustentabilidade futura do banco.

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Portanto a PwC não mentiu em lado nenhum.

 

José Alves, presidente da PwC, disse que a sua empresa tinha abandonado a auditoria à contas do BES devido a “problemas de governo do banco, com a concentração em Ricardo Salgado das funções de presidente, contabilidade e financeira”. A não consolidação das contas da Espírito Santo Internacional (ESI), a holding do grupo, e a concessão de crédito a entidades offshore que tinham ações da PT e do BES, foram razões invocadas pela PwC que referiu ainda um clima de tensão e desgaste entre auditoria e cliente.

 

“Nas três reuniões que tivemos em julho de 2002, a PwC disse que não tinha nenhum aspeto que desaconselhasse o negócio. Disseram que o BES era um bom cliente e que não havia limitações de qualquer âmbito”

 

A PwC pode não ter mentido, mas omitiu à KPMG um conjunto de situações, mencionadas no primeiro quote, que poderiam levantar objeções à concretização da parceria entre a KPMG e o BES.

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A PwC pode não ter mentido, mas omitiu à KPMG um conjunto de situações, mencionadas no primeiro quote, que poderiam levantar objeções à concretização da parceria entre a KPMG e o BES.

Portanto a PwC tem de fazer o trabalho das suas concorrentes que é fazer uma análise de risco ao cliente? Isto cabe na cabeça de alguém sequer? "O meu concorrente não me avisou que uma oportunidade que estava para agarrar não é boa!". Eh pá... :mrgreen:

Acrescido do "disseram". O dizer é muito bonito, mas não é registo e pode muito bem ser mentira. Se não existissem relatórios devidamente comprovados com os avisos da PwC às entidades reguladoras e fosse "dissemos ao Banco de Portugal e à CMVM" também ninguém ia acreditar.

Acho que é muito evidente o que a KPMG está a tentar fazer com este jogo do inocente.

Editado por Ego Sum

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Portanto a PwC tem de fazer o trabalho das suas concorrentes que é fazer uma análise de risco ao cliente? Isto cabe na cabeça de alguém sequer? "O meu concorrente não me avisou que uma oportunidade que estava para agarrar não é boa!". Eh pá... :mrgreen:

Acrescido do "disseram". O dizer é muito bonito, mas não é registo e pode muito bem ser mentira. Se não existissem relatórios devidamente comprovados com os avisos da PwC às entidades reguladoras e fosse "dissemos ao Banco de Portugal e à CMVM" também ninguém ia acreditar.

Acho que é muito evidente o que a KPMG está a tentar fazer com este jogo do inocente.

Bem pelo contrário. As regras da Revisão Legal de Contas obrigam a que o novo revisor envie uma carta ao antigo a perguntar-lhe se existe algum motivo pelo qual não pode ou não deve aceitar o cliente e o antigo é obrigado a avisá-lo de tudo. Se não o fez, prevaricou.

 

Mas sim, a KPMG está a tentar descartar-se.

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