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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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Manter a base em Lisboa. Mantendo o hub em Lisboa, se fecham umas rotas, abrem outras.

 

Ou seja podem fechar rotas para países lusófonos que serviam o interesse nacional(pelo menos durante a greve) e abrir rotas que sirvam para fazer de Portugal uma porta giratória. Excelente.

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Ou seja podem fechar rotas para países lusófonos que serviam o interesse nacional(pelo menos durante a greve) e abrir rotas que sirvam para fazer de Portugal uma porta giratória. Excelente.

Quais?

O Brasil é o filão da TAP. Luanda e Maputo são rentáveis. Ninguém as vai fechar. Sobram Bissau que já foi fechada, Cabo Verde onde a TACV está cheia de pujança e com vontade de se expandir por cá e S. Tomé.

Quanto à diáspora, as comunidades portuguesas na Europa são melhor servidas actualmente por lowcosts do que pela própria TAP. Por exemplo, do Porto, a TAP voa para Paris. A Ryanair voa para destinos franceses.

Para o Canadá não voa, para a Venezuela acabou de fechar a rota do Porto e vai reduzir ao mínimo Lisboa, para as zonas de forte emigração nacional nos EUA apenas voa para Newark.

 

Sobram os voos para múltiplas ilhas açorianas. Mas esses voos são financiados pelo Estado. Alguém assume se a TAP não os quiser.

 

Ah, e Lisboa já serve actualmente de porta giratória. Aliás, é por isso que o Turismo de Portugal não apoia rotas da TAP. Porque as mais recentes não geram turismo significativo para o país.

Editado por Tio Hans

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Quais?

O Brasil é o filão da TAP. Luanda e Maputo são rentáveis. Ninguém as vai fechar. Sobram Bissau que já foi fechada, Cabo Verde onde a TACV está cheia de pujança e com vontade de se expandir por cá e S. Tomé.

Quanto à diáspora, as comunidades portuguesas na Europa são melhor servidas actualmente por lowcosts do que pela própria TAP. Por exemplo, do Porto, a TAP voa para Paris. A Ryanair voa para destinos franceses.

Para o Canadá não voa, para a Venezuela acabou de fechar a rota do Porto e vai reduzir ao mínimo Lisboa, para as zonas de forte emigração nacional nos EUA apenas voa para Newark.

 

Sobram os voos para múltiplas ilhas açorianas. Mas esses voos são financiados pelo Estado. Alguém assume se a TAP não os quiser.

 

Ah, e Lisboa já serve actualmente de porta giratória. Aliás, é por isso que o Turismo de Portugal não apoia rotas da TAP. Porque as mais recentes não geram turismo significativo para o país.

 

Os que lhe apetecer. As rotas podem ser rentavéis, mas pode haver outras ainda mais. Se eles ganharem mais um cêntimo a fazer de porta giratória do que nas rotas de interesse nacional é isso que eles fazem.

Se é tudo na boa, era escusado haver essa garantia dos 10 anos ou não? Que se vendesse e eles fizessem o que entendessem.

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Mentaliza-te de uma coisa. A TAP é gerida como uma empresa privada há uma série de anos, com o objectivo de ter lucros. Se assim pelo interesse público nacional (e Portugal é mais que Lisboa), não tinham cagado em Faro, não andavam a cortar na Madeira e não andavam a bloquear a entrada de novas companhias no Porto.

 

Posto isto, se não tiveram problemas em acabar com Bissau, Joanesburgo ou Caracas, que seriam rotas de interesse nacional, seja pública ou pirvada vai dar ao mesmo.

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ponto chave. as regras da UE neste tema levam a que os estados sejam obrigados a privatizar as companhias aéreas. deter uma empresa que não pode ser recapitalizada no caso de querer crescer ou das coisas darem para o torto é um risco grande e desnecessário

 

Isso não é bem verdade: http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/comissao_europeia_admite_que_e_possivel_ajuda_estatal_a_companhias_aereas.html

 

Não sou o maior perito para falar sobre esta matéria mas a verdade é que não entra dinheiro público na TAP desde 1997 e mesmo no meio de tanta m*rda tem sido possível a empresa manter-se minimamente viável. O grande problema advém exactamente da falta de dinheiro para reduzir passivo e investir em novas rotas e aviões.

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Isso não é bem verdade: http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/comissao_europeia_admite_que_e_possivel_ajuda_estatal_a_companhias_aereas.html

 

Não sou o maior perito para falar sobre esta matéria mas a verdade é que não entra dinheiro público na TAP desde 1997 e mesmo no meio de tanta m*rda tem sido possível a empresa manter-se minimamente viável. O grande problema advém exactamente da falta de dinheiro para reduzir passivo e investir em novas rotas e aviões.

Não é bem verdade, é certo.

 

Mas agora vai ver quais costumam ser as contrapartidas dessas ajudas. E já agora, analisa as consequências. Tens a Olympic, a Malev e a Alitalia, como exemplos.

Editado por Tio Hans

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Eu sei quais são as contrapartidas. E em que termos será feita a reestruturação da TAP privada? Que garantias há ao nível dos postos de trabalho?

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Não há despedimentos colectivos nos próximos três anos. Isso foi garantido. E se a TAP crescer, que é o que precisa, não terá que despedir ninguém.

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Não há despedimentos colectivos nos próximos três anos. Isso foi garantido. E se a TAP crescer, que é o que precisa, não terá que despedir ninguém.

 

Exato. Vão é ter de meter pessoal. Se já assim têm falta de pessoal, com mais aviões ainda de mais pessoal vão precisar

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Não há despedimentos colectivos nos próximos três anos. Isso foi garantido. E se a TAP crescer, que é o que precisa, não terá que despedir ninguém.

 

Espero que assim seja.

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Os sindicatos é que poderão passar mal, pelos ecos que ouvi do Brasil.

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Buscas nas residências de Ricardo Salgado, José Manuel Espírito Santo e Amílcar Morais Pires.

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Não sei se rio ou chore...

 

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Editado por Ed

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falando de coisas sérias, estamos na deadline do prazo para atenas e a europa chegarem a acordo. Os próximos dois dias são importantes.

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Metam na RTP Informação.

 

Está o Marinho Pinto a espalhar magia. :lol:

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Respeito pelo senhor que é da minha terra.

 

Tanta coisa explicada num só post.

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Parece que a reunião do Eurogrupo acabou e não há acordo com a Grécia.

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Epah a Grécia está com um superavit primário, ou seja, excluindo os juros da dívida eles não precisam de ajuda externa. Teoricamente, podiam sair do euro, impor controlo de capitais e aumentar as taxas de juro uns tempos para evitar a hiperinflação, faziam umas reformas para reduzir a burocracia e aumentar o investimento, aproveitavam a desvalorização da moeda para aumentar as exportações, faziam uns trade deals com a china e rússia e podiam recuperar.

 

Mas estamos a falar da Grécia, não da Islândia, na prática, se eles saíssem do euro aquilo ia virar um caos.

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O grande problema da Grécia, e o Vítor Bento até está a referir isso na SIC Notícias, é que é uma economia tendencialmente fechada, onde o grande motor exportador é o turismo e em termos internos depende muito das micro e pequenas empresas.

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Depois do colapso da reunião de hoje dos ministros das Finanças europeus, surgiram informações de que leakou intencionalmente para os media uma questão da Espanha e Luxemburgo sobre o possivel colapso dos bancos Gregos para isso mesmo provocar amanhã uma corrida aos bancos.

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