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Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Pronto, parece que descambou. Estava-se aqui a debater e a trocar umas ideais até chegar a oposição com as suas ironias, sarcasmos e afins, tudo típico dos "debates" actuais.

 

Pela última vez, estava-se a discutir casos concretos da vida de pessoas em particular, não a situação geral do país. No caso da educação, onde eu vivo fecharam meia dúzia de escolas já antigas para serem agrupadas num novo centro escolar. Num cenário antigo, numa escola algo deslocalizada e com poucas condições, os pais iam levar os filhos de manhã, iam buscá-los na hora do almoço, voltavam a levá-los no fim do almoço e iam buscá-los ao final da tarde. Neste novo cenário, os pais levam-nos de manhã, podem lá almoçar e vão buscá-los ao final da tarde. Caso não tenham aulas de tarde, têm assegurado transporte gratuito para quem ande no infantário/centro de estudos. Isto tudo para não falar das melhores condições para alunos, professores e funcionários, para além das vantagens de ter refeitório e de estar melhor localizado.

Agora pergunto, há ou não pessoas com melhores condições ao nível da educação? O que é que interessa para os críticos? A educação está pior porque fecharam muitas escolas.

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Alguém me elucide: O São Martinho também compreende um período de férias escolares?

 

Pergunta pertinente e relevante para o que estava em questão, sem sombra de dúvidas. Agora sou eu que digo, não me persigas. :compinchas:

Editado por treinadordebancada

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Pronto, parece que descambou. Estava-se aqui a debater e a trocar umas ideais até chegar a oposição com as suas ironias, sarcasmos e afins, tudo típico dos "debates" actuais.

 

Pela última vez, estava-se a discutir casos concretos da vida de pessoas em particular, não a situação geral do país. No caso da educação, onde eu vivo fecharam meia dúzia de escolas já antigas para serem agrupadas num novo centro escolar. Num cenário antigo, numa escola algo deslocalizada e com poucas condições, os pais iam levar os filhos de manhã, iam buscá-los na hora do almoço, voltavam a levá-los no fim do almoço e iam buscá-los ao final da tarde. Neste novo cenário, os pais levam-nos de manhã, podem lá almoçar e vão buscá-los ao final da tarde. Caso não tenham aulas de tarde, têm assegurado transporte gratuito para quem ande no infantário/centro de estudos. Isto tudo para não falar das melhores condições para alunos, professores e funcionários, para além das vantagens de ter refeitório e de estar melhor localizado.

Agora pergunto, há ou não pessoas com melhores condições ao nível da educação? O que é que interessa para os críticos? A educação está pior porque fecharam muitas escolas.

o que te estou a tentar explicar é que para fazeres uma avaliação séria, seja da saúde, educação, infraestruturas ou propagação da micose :mrgreen: é preciso dados e factos. se vais falar do que aconteceu lá na tua rua, eu falo da minha e vem alguém dizer que nem mora numa rua, é uma viela ou uma alameda, só dá ruído. tu é que pediste argumentos e discussão coerente mas nem te dás ao trabalho de ver como é a realidade "fora da tua rua" antes de começar a trocar ideias.

 

e atenção que não estou a dizer que estás certo ou errado, estou simplesmente a dizer que não fazes a mínima e que falas por palpites. e por isso a malta tende a não te dar respostas normais, só picardias :compinchas:

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Pergunta pertinente e relevante para o que estava em questão, sem sombra de dúvidas. Agora sou eu que digo, não me persigas. :compinchas:

 

Eu já te disse para não me perseguires? Não me recordo nada disso... Foi há muito tempo ou foi coisa recente? :-k

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Marco António Costa a falar de usurpação de poder e legitimidade, sem senhor que moral :lol:

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Eu já te disse para não me perseguires? Não me recordo nada disso... Foi há muito tempo ou foi coisa recente? :-k

:mrgreen:

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o que te estou a tentar explicar é que para fazeres uma avaliação séria, seja da saúde, educação, infraestruturas ou propagação da micose :mrgreen: é preciso dados e factos. se vais falar do que aconteceu lá na tua rua, eu falo da minha e vem alguém dizer que nem mora numa rua, é uma viela ou uma alameda, só dá ruído. tu é que pediste argumentos e discussão coerente mas nem te dás ao trabalho de ver como é a realidade "fora da tua rua" antes de começar a trocar ideias.

 

e atenção que não estou a dizer que estás certo ou errado, estou simplesmente a dizer que não fazes a mínima e que falas por palpites. e por isso a malta tende a não te dar respostas normais, só picardias :compinchas:

 

Mas a questão é mesmo essa, perguntaram-me se conhecia casos de pessoas próximas, não avaliações gerais do país. Limitei-me a responder ao que foi pedido. Se quiseram interpretar da maneira que mais lhes convinha não tenho culpa.

 

Eu já te disse para não me perseguires? Não me recordo nada disso... Foi há muito tempo ou foi coisa recente? :-k

 

A história do clone para te chatear. Pela data do meu registo não foi há muitos meses.

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A história do clone para te chatear. Pela data do meu registo não foi há muitos meses.

 

Pois. Por isso é que eu achei estranho não me recordar...

 

Mas, caramba. Eu só te quotei uma vez. Não se pode chamar a isso perseguição... :confuso:

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Pois. Por isso é que eu achei estranho não me recordar...

 

Mas, caramba. Eu só te quotei uma vez. Não se pode chamar a isso perseguição... :confuso:

 

Na altura também era a 1ª vez que o fazia. Deixemos isso que é offtopic.

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Marco António Costa a falar de usurpação de poder e legitimidade, sem senhor que moral :lol:

 

Maior nojento que esse ch*pa-piças não é possível, esse gajo é mesmo a definição pura de carreirismo político, como é possível ter sequer descaramento para dizer esse tipo de coisas é algo que me passa ao lado :lol:

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Citação do jornal "Expresso" online

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“Charlie Hebdo” elogia Portugal e o “mestiço” António Costa

Semanário satírico francês saúda na sua edição desta quarta-feira a perspetiva da “frente comum” da esquerda em Portugal e aconselha espanhóis e franceses a seguirem o exemplo. “Charlie Hebdo” diz que PCP e BE agem “como na Grécia, com concessões ao realismo para bater uma direita antissocial”

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Com o título “Em Portugal, a união da esquerda faz a força”, o autor do texto, Jean-Yves Camus, saúda a decisão de António Costa de negociar com comunistas e bloquistas



O artigo sobre Portugal é um texto de análise política que poderia ser publicado na íntegra em qualquer outro jornal francês da área da chamada “imprensa séria”. Sem a sátira habitual que o caracteriza, o jornal “Charlie Hebdo” desta quarta-feira é muito entusiástico sobre a possível aliança PS/BE/PCP em Portugal e diz que socialistas e toda a esquerda espanhola e francesa deveriam seguir o exemplo do PS português de António Costa.

Na ilustração que acompanha o texto - um cartoon da autoria do desenhador Juin - vê-se o líder do PS francês, Jean-Christophe Cambadélis, a dizer que está satisfeito com a realização de um referendo interno sobre a unidade da esquerda no seu país. Com este desenho e o texto, o semanário chama a atenção para o facto de o PS português estar a avançar concretamente para a união da esquerda, ao contrário do partido homólogo francês.

Com o título “Em Portugal, a união da esquerda faz a força”, o autor do texto, Jean-Yves Camus, saúda com efeito a decisão de António Costa de negociar com comunistas e bloquistas que, por sua vez, são igualmente aplaudidos pelas suas “concessões ao realismo para salvarem o essencial: bater uma direita antissocial”.

“Ao abandonarem de momento o seu programa de saída do euro, os aliados (de Costa) fizeram prova de realismo, mostrando, como Tsipras (chefe do Governo grego), que a esquerda antiliberal pode ser outra coisa que um protesto ou uma utopia”, escreve o articulista.

Noutro ponto do texto, as esquerdas espanhola e francesa são aconselhadas a “meditar” sobre “as lições das eleições portuguesas”, nas quais Jean-Yves Camus realça que uma parte da “base militante” de um PS, "anteriormente minado por escândalos", se “virou para o Bloco de Esquerda e a sua figura de proa, Catarina Martins”.

O artigo conclui com destaque para o muito fraco resultado da extrema-direita portuguesa nas eleições: "Que belo símbolo, que este Portugal em crise, onde a extrema-direita apenas recolhe 0,5% dos votos, demonstrando desse modo que não existe nenhuma fatalidade que conduza a que seja esta família política a ganhar com a recessão!".

Jean-Yves Camus termina com um forte elogio a Portugal - “este país injustamente ignorado” - que “conheceu nos anos 1960-70 mortais guerras coloniais", e que "acaba igualmente de mostrar um outro dos seus aspetos simpáticos: o da tolerância cultural”. Porque, sublinha, “António Costa é mestiço, filho de um pai originário de Goa (…) e, lá (em Portugal), isso é um não-assunto”.



:) Editado por Enzo Dios Perez

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Gostava de ter apanhado um animal desses na faculdade :lol: Esses comentários são abaixo de cão, que visão pequenina...

 

Mas por falar em FEP, não há mesmo melhor do que ler opiniões de quem sai dessa também minha escola... parece que foi tudo alvo de alguma espécie de lavagem cerebral, e por agora só dá para rir, e muito :lol:

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Gostava de ter apanhado um animal desses na faculdade :lol: Esses comentários são abaixo de cão, que visão pequenina...

 

Mas por falar em FEP, não há mesmo melhor do que ler opiniões de quem sai dessa também minha escola... parece que foi tudo alvo de alguma espécie de lavagem cerebral, e por agora só dá para rir, e muito :lol:

 

Viste aquela revolta no meu face? Que cancro... nem para debater servem. Que cegueira meu Deus. E depois é a gente que lhes mete likes, tem todo 1 padrão. Mas não me admira, na nossa área há muita gente que se interessa pela política não por gosto, mas pela expectativa que esta no futuro lhe dê 1 retorno através de 1 tacho, trabalhando a boca nos sítios certos e ecoando em uníssono as palavras certas. Que asco.

 

Se fosses ler o jornal feito por "estudantes da nossa faculdade" aquilo está cada vez mais um nojo. Chama-se Fepiano, não sei porquê. Fala de tudo menos da FEP e é cada vez mais 1 objecto para fazerem mais uns felácios a este e aquele político.

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Oh Harvey, eu sinceramente já estava mesmo a prever a shitstorm, era a coisa mais óbvia do mundo. :lol:

 

O que mais me deixou triste foi ver que há gente de que gosto e com que me dou legitimamente bem e que tenho em boa conta lá metida no meio a dizer m*rda, mas pronto, também me surpreende 0. Diria que à vontade 70% do pessoal de lá vota PSD/CDS e olha que se calhar é pouco.

 

Mas de todos os comments lá no meio o meu preferido foi este: "O Governo vai ser só PS: 86 deputados<107 deputados". tipo... :lol:

Editado por EpicNess

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Gostava de ter apanhado um animal desses na faculdade :lol: Esses comentários são abaixo de cão, que visão pequenina...

 

Mas por falar em FEP, não há mesmo melhor do que ler opiniões de quem sai dessa também minha escola... parece que foi tudo alvo de alguma espécie de lavagem cerebral, e por agora só dá para rir, e muito :lol:

 

Queres falar de FEP? Na SBE está tudo maluco pelo meu facebook, jesus senhor :lol:

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o q ando a ver é o argumento de q quem votou CDU ou BE não votou numa coligação de esquerda, nem provavelmente pensou nisso, por isso a maioria não quer isto. :estrelas:

 

Parece q se esquecem de que a PAF concorreu nas anteriores separados e quem votou CDS não votou PSD e vice versa

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Oh Harvey, eu sinceramente já estava mesmo a prever a shitstorm, era a coisa mais óbvia do mundo. :lol:

 

O que mais me deixou triste foi ver que há gente de que gosto e com que me dou legitimamente bem e que tenho em boa conta lá metida no meio a dizer m*rda, mas pronto, também me surpreende 0. Diria que à vontade 70% do pessoal de lá vota PSD/CDS e olha que se calhar é pouco.

 

Mas de todos os comments lá no meio o meu preferido foi este: "O Governo vai ser só PS: 86 deputados<107 deputados". tipo... :lol:

 

Eu também já estava a prever. Há ali visões que me fazem questionar como é que me dou com gente assim. Não por serem contrárias à minha, mas por não saberem aceitar a opinião alheia.

 

As privatizações que estavam a ser feitas e que iam tornar mais tarde ou mais cedo o Estado praticamente refém de impostos para obter receita são escandalosas. A da EDP foi escandalosa. A EDP não devia ser privada, devia ser 1 fonte de receita do nosso Estado de forma a não ser preciso sobrecarregar tanto os portugueses com impostos para se gerar receita. Mas aos poucos lá a fomos privatizando. Década após década vamos piorando, não sabemos pensar num médio-longo prazo. Sò sabemos vender ao desbarato quando é preciso e cortar, cortar e cortar quando começa a apertar. A cortar e a vender ao desbarato, qualquer "zé" consegue arranjar receita no curto prazo. Difícil é gerar receita investido e pensado mais além...mas isso é pedir muito para quem nos governa.

 

 

http://www.tsf.pt/economia/interior/estado-pode-ter-perdido-milhoes-com-privatizacoes-da-edp-e-ren-4650198.html

 

Algo nos diz que ainda vamos descobrir muitos esqueletos nos armários que esta coligação vai deixar, se tudo correr bem, nos próximos tempos... espero que 1 dia chegue o dia em que sejamos governados realmente por quem pense no País e não por quem anda em ginásticas de 1 lado para o outro, a mudar de opinião como quem muda de meias e que faz o seu trabalho com base no interesse dos privados.

 

Esta recuperação económica e que foram 4 anos de sacrifício que melhoraram alguma coisa não passam de 1 miragem. As taxas de juro não estão baixas por mérito nosso sequer. Estes 4 anos foram super catastróficos e infelizmente tenho receio que apesar das boas intenções que há nas propostas do BE e do PCP, por exemplo, possa não haver condições para as realizar com sucesso, porque o que foi feito nestes últimos anos foi gestão danosa.

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Não acredito muito que este acordo seja para durar, não há nenhuma obrigação ou acordo de votação para orçamentos de estado, entre BE/PCP/PEV e PS, não estou a ver também que o BE/PCP/PEV em todas as decisões importantes votem sempre a favor das propostas de leis socialistas, já que a coligação votará sempre contra, basta uma abstenção de um destes 2 blocos (BE ou CDU), para o governo cair, sinto que este vai ser um governo instável, talvez semelhante ao do Santana Lopes.

O PS no passado, em todos os seus governos, a longo prazo nunca conseguiu fugir completamente da austeridade, será que conseguirá agora? Eu duvido muito, ainda para mais não estamos em tempo de vacas gordas, mas por outro lado é bom que isto aconteça para que haja alguma renovação política no futuro (tanto na PAF como no PS).

Ou muito me engano e espero que sim, não penso que este governo chegue a 2017, se o da coligação, que é unha com carne, esteve para cair, o que acontecerá agora?

Editado por Ticampos

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o q ando a ver é o argumento de q quem votou CDU ou BE não votou numa coligação de esquerda, nem provavelmente pensou nisso, por isso a maioria não quer isto. :estrelas:

 

Parece q se esquecem de que a PAF concorreu nas anteriores separados e quem votou CDS não votou PSD e vice versa

 

Eu a esse argumento respondo assim:

 

As eleições foram para eleger deputados representantes do povo. Estes fazem usam da representação e pela sua cabeça, na qual os seus vontantes confiaram, tomam as medidas que acham mais correctas. Os da CDU, os do BE, os do PEV, acharam isto como o mais correcto. Se quem votou neles se revê nisto ou não, é 1 conclusão que só poderemos tirar nas próximas eleições, comparando as variações de resultados que eles poderão sofrer, fruto das suas atitudes.

 

Depois alguns falam "ah mas há sondagens que agora até davam ainda mais força à coligação". A esses eu respondo - E então? São sondagens, não passam disso. Se são tão fidedignas poupe-se o dinheiro do papel e deixe-se de fazer eleições. Além que é preciso dar tempo para ver qual o real efeito desta coligação no eleitorado do PS, BE, PCP e PEV. É preciso ver as medidas que vão ser colocadas em prática e o que vai acontecer, para dar tempo ao eleitor de realmente reflectir realmente sobre se o que está a ser feito é bom ou mau. Inicialmente é normal que alguns olhem com desconfiança, no entanto nada garante que não possam ficar satisfeitos no futuro.

 

Sinceramente se o Governo for de esquerda eu acredito que dure. Quanto mais não seja por todos saberem que se for ao charco e não se unirem e manterem juntos, vamos ter vários anos de direita bem vincada e com maiorias. É hora de união, de diálogo e de cada parte da esquerda ceder 1 bocado sempre sem perder a identidade (não é como fez o CDS que praticamente deixou de existir e ter identidade). 1 folha de papel rasga-se facilmente. 100 folhas de papel já não se rasgam.

Editado por Harvey Specter

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Eu ainda nem acredito que li mesmo "melhorias na Educação". A Educação foi, muito provavelmente, o sector mais ferido pela governação nos últimos anos. Ferido quase de morte, diria.

 

O Ensino Superior, pelo menos, foi ferido de morte.

 

Assistiu-se, no período 2011-2014, a coisas inenarráveis.

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Visitante

Eu também já estava a prever. Há ali visões que me fazem questionar como é que me dou com gente assim. Não por serem contrárias à minha, mas por não saberem aceitar a opinião alheia.

 

As privatizações que estavam a ser feitas e que iam tornar mais tarde ou mais cedo o Estado praticamente refém de impostos para obter receita são escandalosas. A da EDP foi escandalosa. A EDP não devia ser privada, devia ser 1 fonte de receita do nosso Estado de forma a não ser preciso sobrecarregar tanto os portugueses com impostos para se gerar receita. Mas aos poucos lá a fomos privatizando. Década após década vamos piorando, não sabemos pensar num médio-longo prazo. Sò sabemos vender ao desbarato quando é preciso e cortar, cortar e cortar quando começa a apertar. A cortar e a vender ao desbarato, qualquer "zé" consegue arranjar receita no curto prazo. Difícil é gerar receita investido e pensado mais além...mas isso é pedir muito para quem nos governa.

 

 

Desculpa lá pegar no teu post, mas estás aí com algumas falhas no teu raciocínio.

 

Antes de mais, as empresas públicas que davam lucro contavam-se pelos dedos de uma mão, e se calhar ainda te sobravam dedos suficientes para tocar um Ré numa guitarra. Depois, a EDP dava lucro porque operava em monopólio. Sabes à custa de quem é que as empresas em monopólio obtêm lucros enormes, não sabes?

 

Depois, quero ajudar-te a fazer um exercício. Vai consultar nos últimos anos a quantidade de dividendos que o Estado angariou da EDP e faz os cálculos para quantos anos de dividendos o Estado teria de esperar para obter uma quantia semelhante à que recebeu da venda da sua participação na empresa. Vais ficar surpreendido. Estou com o feeling que estás a presumir que uma empresa pública com resultados positivos canaliza esses mesmos resultados para o cofre do Estado. Não só não é verdade (é sob a forma de dividendos), como uma esmagadora maioria não faz uso desses resultados, preferindo reinvesti-los na empresa ou para cobrir prejuizos de outros projectos. Logo aí, o teu argumento de receita do Estado cai por terra.

 

Outra coisa. Eu que estou a fazer tese sobre privatizações, não fui capaz de encontrar um único paper na literatura que fosse capaz de apresentar conclusões no sentido de que as privatizações são prejudiciais para o Estado, pelo contrário! Desde logo, tens a receita imediata da venda da participação. Mas não penses que a privatização foi feita com base no melhor preço. Não, todos os potenciais compradores têm de apresentar um plano para a empresa, que normalmente contempla novos projectos de expansão e manutenção de serviços essenciais, que vão fazer com que o Estado aumente de forma considerável a sua receita fiscal com os impostos para a empresa. Juntando a isto a salvaguarda de nunca mais ter de lá meter dinheiro para cobrir potenciais prejuizos ou de subsidiar projectos, afinal de contas, os portugueses até estão melhor agora sob o ponto de vista da receita. Junta a isto a desregulamentação do sector que acompanhou a venda da participação da empresa: agora tens mais operadores no mercado, que vão fazer pressão sobre o preço da electricidade, sob a eficiência da EDP e obter uma melhor e maior diversidade de serviços. E, lá está, mais receita para o Estado através dos novos operadores.

 

Portanto, não consigo compreender onde é que no teu ponto de vista a privatização da EDP foi má. Talvez tenhas argumentos aí que não apresentaste e que eu não estou a ver, de todo. Mas podemos discutir isso ;)

 

Não te sustentas em clichés mas não te inibiste de os apresentar. Como imaginas eu só tenho acesso ao que tu aqui escreves. E se escreves clichés é sobre eles que comento.

 

Tens razão ao identificares pontos de convergência entre os Programas do PS e da Coligação. Mas também é verdade que existem pontos de divergência. E que existem igualmente pontos de convergência entre os Programas do PS, do Bloco e do PCP. A questão é que para quem argumenta pelo lado da direita se tem esquecido destes dois últimos aspetos e tem exacerbado a relevância do primeiro. Daí à conclusão cliché de que o PS tem mais afinidade com o PSD do que com o PCP ou o Bloco é um passo muito curto. O que a prática demonstrou é que, afinal, os pontos de convergência entre os Programas dos partidos de esquerda são suficientemente fortes para permitir a celebração de acordos que garantem uma solução governativa e os pontos de divergência entre os programas do PS e da Coligação são igualmente fortes para inviabilizar um Governo liderado pela Coligação. Além disso nunca o PS afirmou estarem em causa os compromissos internacionais do país nem o PCP ou o Bloco afirmaram que a política externa prevista no Programa do PS inviabilizaria um acordo.

 

Se tenho ouvido falar de medidas compensadoras? Claro que sim. Obviamente que não as ouvi da boca ou da pena de nenhum comentador, analista, jornalista ou opinion-maker alinhado com a direita, mas ouvi. Ouvi que quer o Bloco quer o PCP apresentaram, na mesa das negociações, as contas feitas no sentido de não comprometer as metas orçamentais previstas no Programa do PS com a implementação das medidas que consideraram prioritárias; ouvi que o défice proposto para 2016 no documento original do Mário Centeno apontava para 3% de défice e que o documento revisto com a introdução das medidas propostas por PCP, Bloco e Verdes indicava 2,8%; ouvi que o PS abdicou da redução da TSU e diminuiu o investimento público para acolher as medidas propostas; li que em Bruxelas há técnicos da Comissão Europeia a dizer que mesmo com a eliminação integral da sobretaxa de IRS e dos cortes nos salários da Função Pública em 2016, o défice orçamental fica abaixo do limiar de 3%. ; ouvi ainda hoje responsáveis do PS e do Bloco a dizer que as medidas introduzidas têm um impacto neutro nas previsões para o défice. Mas isto sou eu que, provavelmente, ando a ouvir e a ler o que não devo...

 

Idiota é dar a entender que o PS não tem legitimidade para firmar acordos com os partidos à sua esquerda porque "são rivais ou inimigos há 40 anos". Numa altura em que se sabe que o principal foco de rivalidade e/ou inimizade se sustenta em duas personalidades: uma a fazer tijolo há mais de 10 anos e a outra já para lá dos 90 e com importância pouco mais que simbólica na vida política nacional. E faz-me confusão como é que pessoas que não se escandalizaram quando PSD e CDS se juntaram ao PCP e ao Bloco para derrubar o Sócrates agora se sentem tão ofendidas e surpreendidas por ver o PS a juntar-se ao PCP e ao Bloco para derrubar a dupla Passos Coelho/Portas.

 

Não te estou a colar a coisíssima nenhuma. O poder e os tachos estão lá. Falta saber quem se posiciona para o exercer e os ocupar. Se tu assinalas um "vale tudo" para caracterizar um dos lados eu sinto-me no direito de sublinhar que no outro lado a lógica é mesma. Eu concordo contigo sobre o Costa. Aliás, eu fui dos poucos que me manifestei aqui abertamente contra a sua atitude no assalto ao poder no PS. Eu não vou à bola com o Costa nem por nada e abomino os seus métodos de baixa política. Eu disse aqui depois das eleições que o único caminho digno para ele seria apresentar de imediato a sua demissão. Por isso estou perfeitamente à vontade para dizer que ele não tem o monopólio da ganância pelo poder a todo o custo. Portanto, estou como tu. Eu sou de esquerda (ou centro-esquerda, já nem sei bem...) e também não me revejo nos líderes partidários que por lá se encontram...

 

 

E ainda dizem que o comunismo é que é utópico...:D Mundo ideal é coisa que não existe. E o interesse nacional tem que ser avaliado a cada momento tendo em conta as condições reais existentes. Hoje o interesse nacional manda que o país seja governado pelo PS com viabilidade assegurada pelo Bloco e pelo PCP.

 

Grande post, vai ser dificil pegar nisto tudo, mas vamos lá :mrgreen:

Descartes, sejamos pragmáticos. É verdade que PS tem também pontos de convergência com BE e CDU, sobretudo em medidas pacíficas para quem é de centro-qualquer coisa. O problema para mim (e não para quem comenta no facebook ou da AR, que por esses não posso falar) são as medidas de fundo, o caminho que cada um dos partidos quer para o país, e aí eles são totalmente diferentes. Como te disse, nós estamos "reféns" de compromissos internacionais, mas dado que a CDU e o BE já por mais do que uma vez manifestaram a não concordância com esses limites. Assim sendo, eles estarão à vontade para exigir mais despesa pública, sem a preocupação de procurar medidas de compensação, uma vez que para eles o défice e a dívida pública não é, de todo, a sua maior preocupação. Cabe ao PS fazer essa ginástica, que a meu ver, será muito dificil, e vai acabar por chegar a um ponto em que os resultados não vão bater certo com as previsões, e o PS terá de recuar. E quando chegar a hora de pedir sacrifícios aos partidos do entendimento, estes não vão aceder, e vão puxar o tapete - ou seja, vamos ficar com a batata quente na mão, e instabilidade política a acompanhar. Falei no entendimento com a PàF porque aqui a ginástica seria menor, ambos os partidos actuam dentro das restrições europeias, portanto concordando mais ou menos, a não ser que algo de muito grave se passasse no contexto económico mundial, em princípio estaríamos salvaguardados de mais instabilidade no curto prazo.´

 

Quanto ao outro parágrafo, se o programa do Mário Centeno já era altamente ambicioso para o crescimento da economia, imagino como será agora para acomodar o tipo de medidas que foram apresentadas e ainda reduzir 0,2 pontos percentuais no défice. Fico com dúvidas, a sério. A não-redução da TSU não é nenhuma medida de acomodação já que na realidade, não vai haver mexidas nesta (ou vai no sentido de baixar para salários até x, não me lembro). Diminuir o investimento público para aumentar o consumo, acho aberrante. E no artigo que postaste, se fores ler um pouco melhor, verias que os dados foram obtidos sob o pressuposto de que todas as outras medidas de austeridade se manteriam, eles apenas pegam nos número deste mandato e esticam o prazo para lá de 2015. Obviamente não têm em conta sequer um pentelho daquilo que está no novo programa de governo. Já para não falar de que a folga de que eles falam poderia mesmo assim não ser suficiente para acomodar as tais medidas de aumento da despesa/diminuição da receita. Não deixo de achar piada que, sendo uma pessoa tão inteligente, foste capaz de usar esse artigo como argumento quando esse tem é claro em frases como: "Os técnicos da Comissão estão a prever um pouco às escuras - o Governo não enviou para Bruxelas o esboço do Orçamento do Estado para 2016, com a informação actualizada " ou "O risco é claro: apesar da margem que a Comissão aponta, o caminho continua a ser um pouco estreito".

 

Eu nunca disse que o PS não tinha legitimidade para fazer acordos à esquerda, não vale a pena estar a colar esse rótulo, basta ver os meus posts anteriores onde eu falo do quão benéfico é para a democracia e como deveria ser encorajado.

 

Continuo a achar que a minha lógica se mantém quanto ao vale tudo. Há argumentos dos dois lados, é verdade, sob a óptica dos tachos. Mas o que serve à direita, também serve na mesma medida para a esquerda. Esta só tem a agravante de poder ter sacrificado a sua integridade para poder liderar. Só isso. O tempo vai dar razão quanto ao facto de o PS se ter desviado demasiado do seu programa ou não.

 

E na parte do mundo ideal, tens razão. Não tenho problemas em admitir que uma das falhas do meu "pensamento político" é partir de pressupostos que não se verificam na realidade, e ter de me ajustar às condições a cada momento :)

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Desculpa lá pegar no teu post, mas estás aí com algumas falhas no teu raciocínio.

 

Antes de mais, as empresas públicas que davam lucro contavam-se pelos dedos de uma mão, e se calhar ainda te sobravam dedos suficientes para tocar um Ré numa guitarra. Depois, a EDP dava lucro porque operava em monopólio. Sabes à custa de quem é que as empresas em monopólio obtêm lucros enormes, não sabes?

 

Depois, quero ajudar-te a fazer um exercício. Vai consultar nos últimos anos a quantidade de dividendos que o Estado angariou da EDP e faz os cálculos para quantos anos de dividendos o Estado teria de esperar para obter uma quantia semelhante à que recebeu da venda da sua participação na empresa. Vais ficar surpreendido. Estou com o feeling que estás a presumir que uma empresa pública com resultados positivos canaliza esses mesmos resultados para o cofre do Estado. Não só não é verdade (é sob a forma de dividendos), como uma esmagadora maioria não faz uso desses resultados, preferindo reinvesti-los na empresa ou para cobrir prejuizos de outros projectos. Logo aí, o teu argumento de receita do Estado cai por terra.

 

Outra coisa. Eu que estou a fazer tese sobre privatizações, não fui capaz de encontrar um único paper na literatura que fosse capaz de apresentar conclusões no sentido de que as privatizações são prejudiciais para o Estado, pelo contrário! Desde logo, tens a receita imediata da venda da participação. Mas não penses que a privatização foi feita com base no melhor preço. Não, todos os potenciais compradores têm de apresentar um plano para a empresa, que normalmente contempla novos projectos de expansão e manutenção de serviços essenciais, que vão fazer com que o Estado aumente de forma considerável a sua receita fiscal com os impostos para a empresa. Juntando a isto a salvaguarda de nunca mais ter de lá meter dinheiro para cobrir potenciais prejuizos ou de subsidiar projectos, afinal de contas, os portugueses até estão melhor agora sob o ponto de vista da receita. Junta a isto a desregulamentação do sector que acompanhou a venda da participação da empresa: agora tens mais operadores no mercado, que vão fazer pressão sobre o preço da electricidade, sob a eficiência da EDP e obter uma melhor e maior diversidade de serviços. E, lá está, mais receita para o Estado através dos novos operadores.

 

Portanto, não consigo compreender onde é que no teu ponto de vista a privatização da EDP foi má. Talvez tenhas argumentos aí que não apresentaste e que eu não estou a ver, de todo. Mas podemos discutir isso ;)

 

Pá, não vou ter tempo de no curto prazo estar a analisar a fundo a situação para contra-argumentar contigo que estás mais a fundo nisto do que eu então. Mas baseando-me em que esta notícia sobre o que o Tribunal de Contas fez seja verdade, deixo-te isto

 

Os dividendos anuais da EDP e da REN podiam dar mais dinheiro ao Estado português do que a privatização das empresas feita pelo governo no início da legislatura. Esta é uma das conclusões da auditoria do Tribunal de Contas (TC) aos "Processos de (re)privatização do setor elétrico" desenvolvidos entre 2011 e 2013. Uma análise que também detetou conflitos de interesses num dos consultores financeiros que avaliou as empresas, a pedido do Estado, e depois trabalhou para os compradores

 

 

O problema é o chamado "custo de oportunidade", um termo usado em Economia e várias vezes referido pelo Tribunal de Contas nesta análise. Além de uma má altura para fazer a venda, o Estado, ao fazê-la, abdicou dos elevados dividendos que estas empresas pagam anualmente: "os dividendos futuros poderiam ser superiores ao obtido pelo Estado com a venda das respetivas participações"..

 

http://www.tsf.pt/economia/interior/estado-pode-ter-perdido-milhoes-com-privatizacoes-da-edp-e-ren-4650198.html

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Poderiam dar, sim. Mas a que prazo? E partindo do pressuposto que a EDP se manteria sempre no lucro até ao fim dos tempos? Mantendo um monopólio que prejudicava os consumidores? Obrigando os consumidores a pagar as ineficiências e projectos falhados da empresa? E essa conclusão teve em conta o impacto da receita imediata da venda da participação? Teve em conta o aumento da receita fiscal do Estado com a liberalização do mercado da energia e entrega da EDP a uma gestão de um grupo internacional bem sucedido capaz de expandir a empresa?

 

Como em todas as privatizações, é dificil fazer o benchmarking entre a realidade pós-privatização e o que seria se a empresa tivesse continuado a operar sob a participação do Estado. Mas a verdade é que eu vejo, neste caso em específico, indícios fortes para que estejamos melhor após a privatização ter tido lugar ;)

 

Ah, e o custo de oportunidade aí é no mínimo discutível. Ok, têm razão quando dizem que a empresa foi vendida numa altura em que o mercado estava em baixo e que poderiam ter obtido mais no futuro (vamos esquecer aqui que a privatização não foi feita apenas com base no melhor preço). E o facto de ter sido numa altura em que Portugal precisava de financiamento urgente (e estava obrigado pelo troika), tiveram isso em conta? É que se tivessem esperado, Portugal teria de ter arranjado uma fonte de receita alternativa (impostos ftw) e mais tarde quando já pudessem realizar um bom negócio, já não seria preciso vender. É preciso ter em conta também este facto quando se fala em custo de oportunidade :)

Editado por Visitante

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Não acredito muito que este acordo seja para durar, não há nenhuma obrigação ou acordo de votação para orçamentos de estado, entre BE/PCP/PEV e PS, não estou a ver também que o BE/PCP/PEV em todas as decisões importantes votem sempre a favor das propostas de leis socialistas, já que a coligação votará sempre contra, basta uma abstenção de um destes 2 blocos (BE ou CDU), para o governo cair, sinto que este vai ser um governo instável, talvez semelhante ao do Santana Lopes.

O PS no passado, em todos os seus governos, a longo prazo nunca conseguiu fugir completamente da austeridade, será que conseguirá agora? Eu duvido muito, ainda para mais não estamos em tempo de vacas gordas, mas por outro lado é bom que isto aconteça para que haja alguma renovação política no futuro (tanto na PAF como no PS).

Ou muito me engano e espero que sim, não penso que este governo chegue a 2017, se o da coligação, que é unha com carne, esteve para cair, o que acontecerá agora?

Eu acho que o acordo é frágil e acho que o Velhinho de Belém se vai aproveitar disso, exigindo um maior comprometimento dos partidos mais à esquerda.

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Gostava de ter apanhado um animal desses na faculdade :lol: Esses comentários são abaixo de cão, que visão pequenina...

 

Mas por falar em FEP, não há mesmo melhor do que ler opiniões de quem sai dessa também minha escola... parece que foi tudo alvo de alguma espécie de lavagem cerebral, e por agora só dá para rir, e muito :lol:

Estive a discutir com algumas pessoas saídas da FEP e a opinião é toda a mesma, é tudo de Direita e tudo a achar que vamos entrar em anarquia (exagero).

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